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Em 30 de junho, a Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) promoveu um workshop com objetivo de aprofundar as discussões sobre o tema "Missões Espaciais", apresentadas no documento “A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro”, divulgada em dezembro de 2010.
Participaram do evento vários especialistas do setor, dentre os quais representantes de empresas (Star One e Equatorial Sistemas), e pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) (para acessar as apresentações, clique aqui).
Ontem (11), a AAB divulgou uma súmula do workshop, cujas principais conclusões foram:
- adquirir satélites para atender à demanda de curto prazo e desenvolvê-los no médio e longo prazo;
- investir em satélites meteorológicos de baixa órbita e baixa inclinação do plano orbital;
- incluir em uma missão de telecomunicações um hosted payload para uma missão meteorológica;
- resolver o dilema atendimento à demanda versus desenvolvimento sem atropelamentos e sem contingenciamentos;
- incluir análise de risco na análise das missões; e
- o programa espacial deve responder às demandas da sociedade.
Para ter acesso a súmula em sua íntegra (em PDF), clique aqui.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Restruturação do Programa Espacial Brasileiro
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Notícias sobre a restruturação do Programa Espacial Brasileiro voltam a ganhar força na mídia. Em 1º de julho, o "Brasil Econômico" publicou algumas reportagens sobre o programa, destacando a possibilidade de "fusão" de alguns órgãos. Atrasado, porém com mais destaque, a edição de hoje (05) da "Folha de S. Paulo" também trata do assunto, na reportagem "Governo quer turbinar programa espacial do país com nova agência".
Rumores sobre a proposição já circulavam desde o início do ano, após a indicação de Marco Raupp para a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a declaração do ministro Mercadante de que o programa espacial seria revisado. No final de maio, numa visita à São José dos Campos (SP), o blog recebeu a informação de que Raupp muito provavelmente faria proposições relacionadas ao rearranjo institucional do programa. Resta saber qual será a dimensão deste rearranjo, particularmente em relação ao segmento militar do programa, a cargo do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
Interessante observar que a "fusão" de órgãos do Programa Espacial Brasileiro foi proposta no documento da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), divulgado no final de 2010.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Workshop da AAB sobre missões espaciais
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Com o objetivo de aprofundar as propostas e discussões apresentadas no documento “A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro”, a Associação Aeroespacial Brasileira – AAB, tem o prazer de organizar o primeiro dos workshops com este propósito. Trata-se do workshop sobre Missões Espaciais. Outros workshops seguir-se-ão conforme os capítulos do referido documento: Acesso ao Espaço, Recursos (Físicos, Humanos e Orçamentários), Política Industrial e Organização Institucional.
Este primeiro workshop será realizado no dia 30 de Junho, no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE, na sala Roger Honiat, a partir das 13:30 hrs. A duração total do evento deverá ser de 4 horas.
Os workshops considerarão em princípio o documento “A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro”, como condutor, muito embora durante as apresentações e discussões possam surgir outros argumentos e conclusões. Assim, os temas para apresentações das palestras no workshop sobre Missões Espaciais são:
- Telecomunicações (Antonio Paolino Ianelli – Star One – Diretor de Engenharia)
- Meteorologia (Luiz Augusto Machado – ex-Chefe do CPTEC - INPE)
- Sensoriamento Remoto (Cezar Ghizoni – Equatorial Sistemas)
- Satélites científicos e tecnológicos (Haroldo Velho – Coordenador Projeto Aster - INPE)
Foi definido o seguinte programa para o workshop:
1ª palestra – 30 minutos - Telecomunicações.
2ª palestra – 30 minutos - Meteorologia.
Discussões – 30 minutos
Intervalo – 15 minutos.
3ª palestra – 30 minutos – Sensoriamento Remoto
4ª palestra – 30 minutos – Satélites científicos e tecnológicos
Discussões – 30 minutos
Conclusões – 30 minutos.
O moderador será Décio Ceballos, Coordenador do tema Missões Espaciais no documento da AAB.
Fonte: AAB
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domingo, 19 de dezembro de 2010
"Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro"
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AAB divulga documento sobre visão para o Programa Espacial Brasileiro
A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) divulgou no último dia 16, em São José dos Campos (SP), o documento intitulado "A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro", em cerimônia que contou com dezenas de associados, convidados, representantes de indústrias e de órgãos do governo.
O documento, preparado por membros da Associação e por mais de 30 consultores que atuam no Programa Espacial Brasileiro, aborda aspectos de um programa espacial adequado à grandeza territorial e econômica do País, com foco na geração de benefícios para a sociedade brasileira, e nos interesses políticos e do Estado. A visão está dividida em cinco tópicos principais: Missões Espaciais, Acesso ao Espaço, Recursos, Política Industrial e Organização Industrial.
Com a divulgação do documento, elaborado ao longo de 2010, a AAB espera contribuir para uma necessária reestruturação e até reformulação do Programa Espacial Brasileiro, questão que vem sendo discutida na Câmara dos Deputados e no Poder Executivo (Secretaria de Assuntos Estratégicos e Agência Espacial Brasileira).
"O momento é muito propício para fazermos uma reavaliação do programa brasileiro, e extremamente importante para a proposição de mudanças que resultem em melhores resultados e maiores benefícios para a sociedade brasileira. Com isso, o programa ganharia mais visibilidade, maior importância e, enfim, reconhecimento por parte daqueles que dele estariam se beneficiando no futuro, o Brasil e os brasileiros", afirma Paulo Moraes, presidente da AAB.
O estudo está disponível em www.aeroespacial.org.br [arquivo PDF de 19 MB]
Sobre a AAB
Fundada em 2004 e com sede em São José dos Campos, a AAB tem por objetivo incentivar o desenvolvimento das atividades aeroespaciais brasileiras, contando entre seus membros com profissionais do setor espacial e aeronáutico. Desde a sua criação, tem promovido iniciativas relacionadas à discussão e a promoção do Programa Espacial Brasileiro.
Fonte: AAB
Comentário: André M. Mileski, editor do blog Panorama Espacial, contribuiu com o estudo no tópico "Recursos orçamentários" (páginas 42 a 49).
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AAB divulga documento sobre visão para o Programa Espacial Brasileiro
A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) divulgou no último dia 16, em São José dos Campos (SP), o documento intitulado "A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro", em cerimônia que contou com dezenas de associados, convidados, representantes de indústrias e de órgãos do governo.
O documento, preparado por membros da Associação e por mais de 30 consultores que atuam no Programa Espacial Brasileiro, aborda aspectos de um programa espacial adequado à grandeza territorial e econômica do País, com foco na geração de benefícios para a sociedade brasileira, e nos interesses políticos e do Estado. A visão está dividida em cinco tópicos principais: Missões Espaciais, Acesso ao Espaço, Recursos, Política Industrial e Organização Industrial.
Com a divulgação do documento, elaborado ao longo de 2010, a AAB espera contribuir para uma necessária reestruturação e até reformulação do Programa Espacial Brasileiro, questão que vem sendo discutida na Câmara dos Deputados e no Poder Executivo (Secretaria de Assuntos Estratégicos e Agência Espacial Brasileira).
"O momento é muito propício para fazermos uma reavaliação do programa brasileiro, e extremamente importante para a proposição de mudanças que resultem em melhores resultados e maiores benefícios para a sociedade brasileira. Com isso, o programa ganharia mais visibilidade, maior importância e, enfim, reconhecimento por parte daqueles que dele estariam se beneficiando no futuro, o Brasil e os brasileiros", afirma Paulo Moraes, presidente da AAB.
O estudo está disponível em www.aeroespacial.org.br [arquivo PDF de 19 MB]
Sobre a AAB
Fundada em 2004 e com sede em São José dos Campos, a AAB tem por objetivo incentivar o desenvolvimento das atividades aeroespaciais brasileiras, contando entre seus membros com profissionais do setor espacial e aeronáutico. Desde a sua criação, tem promovido iniciativas relacionadas à discussão e a promoção do Programa Espacial Brasileiro.
Fonte: AAB
Comentário: André M. Mileski, editor do blog Panorama Espacial, contribuiu com o estudo no tópico "Recursos orçamentários" (páginas 42 a 49).
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Estudo da AAB no Valor Econômico
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Estudo sugere órgão espacial único
Virgínia Silveira
Para o Valor, de São José dos Campos
17/12/2010
A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), entidade que reúne empresas e especialistas que atuam no desenvolvimento de ciência e tecnologia aeroespacial, lançou ontem à noite, em São José dos Campos, o documento "A visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro".
Com 74 páginas, o documento, que foi elaborado por 50 especialistas, sendo 35 consultores da iniciativa privada e das principais instituições de pesquisa espacial do país, ressalta a necessidade de um programa espacial mais adequado à grandeza territorial e econômica do país e sugere medidas de curto prazo, que devem ser tomadas para que o país possa avançar nessa área.
A associação propõe, entre outras coisas, a fusão da Agência Espacial Brasileira (AEB) e dos órgãos do setor (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, e o Instituto de Aeronáutica e Espaço, o IAE) em uma única agência. Na nova estrutura, a agência faria a condução da Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais. Para isso, a AAB recomenda que a agência tenha uma posição supraministerial que, segundo os autores do documento, facilitaria a coordenação e a integração das atividades espaciais e permitiria uma atuação mais ampla.
"A AEB hoje controla o orçamento do programa espacial, mas não tem autoridade dentro do organograma do setor. Hoje, o nosso programa está sem foco, é um conjunto de atividades desconexas, sem metas claras e sem horizonte", afirma o presidente da AAB, Paulo Moraes. O relatório da AAB foi dividido em cinco tópicos: missão, meios de acesso ao espaço, recursos materiais, humanos e financeiros , política industrial e institucionalidade.
Segundo ele, o documento não tem o intuito de criticar nenhum projeto específico. "Nosso trabalho tem o objetivo de se tornar mais uma contribuição para o setor e gostaríamos que ela fosse considerada dentro do processo de discussão e reavaliação do Programa Nacional das Atividades Espaciais, em curso no âmbito da Agência Espacial Brasileira.
Iniciativa similar foi feita também no dia 30 pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados, que lançou um estudo sobre a "Política Espacial Brasileira". O estudo faz um diagnóstico do setor no Brasil e propõe medidas de estímulo à pesquisa e à produção espacial no país.
Uma questão crucial que deve ser resolvida no curto prazo, segundo o presidente AAB, está relacionada à perda de recursos humanos do programa espacial brasileiro, que vem se agravando com a elevação da faixa etária dos servidores. "Para a fixação desses profissionais deve ser implantado, num prazo de cinco anos, um plano de carreira, com metas para ascensão tangíveis e política salarial atrativa e perene", conclui o documento da AAB.
A continuidade e a ampliação do programa espacial, na visão da AAB, depende ainda de fatores como o acréscimo de recursos financeiros e também um envolvimento mais efetivo da indústria nacional. "Nos últimos 30 anos, os recursos orçamentários foram concentrados na infraestrutura e pouco foi destinado para o desenvolvimento e capacitação da indústria brasileira."
As restrições orçamentárias também são apontadas pelo estudo da AAB como grande obstáculo ao avanço do programa espacial no Brasil. A Associação aponta como alternativas para os investimentos no programa os fundos setoriais, como o CT Espacial e o Funtel, subvenções econômicas, financiamentos externos, parcerias público-privadas, acordos de compensação para compras no exterior, além da comercialização de serviços e produtos gerados pelos centros de pesquisa do setor.
Fonte: Jornal Valor Econômico
Comentário: em breve, o documento preparado pela AAB será disponibilizado no website da Associação.
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Estudo sugere órgão espacial único
Virgínia Silveira
Para o Valor, de São José dos Campos
17/12/2010
A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), entidade que reúne empresas e especialistas que atuam no desenvolvimento de ciência e tecnologia aeroespacial, lançou ontem à noite, em São José dos Campos, o documento "A visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro".
Com 74 páginas, o documento, que foi elaborado por 50 especialistas, sendo 35 consultores da iniciativa privada e das principais instituições de pesquisa espacial do país, ressalta a necessidade de um programa espacial mais adequado à grandeza territorial e econômica do país e sugere medidas de curto prazo, que devem ser tomadas para que o país possa avançar nessa área.
A associação propõe, entre outras coisas, a fusão da Agência Espacial Brasileira (AEB) e dos órgãos do setor (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, e o Instituto de Aeronáutica e Espaço, o IAE) em uma única agência. Na nova estrutura, a agência faria a condução da Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais. Para isso, a AAB recomenda que a agência tenha uma posição supraministerial que, segundo os autores do documento, facilitaria a coordenação e a integração das atividades espaciais e permitiria uma atuação mais ampla.
"A AEB hoje controla o orçamento do programa espacial, mas não tem autoridade dentro do organograma do setor. Hoje, o nosso programa está sem foco, é um conjunto de atividades desconexas, sem metas claras e sem horizonte", afirma o presidente da AAB, Paulo Moraes. O relatório da AAB foi dividido em cinco tópicos: missão, meios de acesso ao espaço, recursos materiais, humanos e financeiros , política industrial e institucionalidade.
Segundo ele, o documento não tem o intuito de criticar nenhum projeto específico. "Nosso trabalho tem o objetivo de se tornar mais uma contribuição para o setor e gostaríamos que ela fosse considerada dentro do processo de discussão e reavaliação do Programa Nacional das Atividades Espaciais, em curso no âmbito da Agência Espacial Brasileira.
Iniciativa similar foi feita também no dia 30 pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados, que lançou um estudo sobre a "Política Espacial Brasileira". O estudo faz um diagnóstico do setor no Brasil e propõe medidas de estímulo à pesquisa e à produção espacial no país.
Uma questão crucial que deve ser resolvida no curto prazo, segundo o presidente AAB, está relacionada à perda de recursos humanos do programa espacial brasileiro, que vem se agravando com a elevação da faixa etária dos servidores. "Para a fixação desses profissionais deve ser implantado, num prazo de cinco anos, um plano de carreira, com metas para ascensão tangíveis e política salarial atrativa e perene", conclui o documento da AAB.
A continuidade e a ampliação do programa espacial, na visão da AAB, depende ainda de fatores como o acréscimo de recursos financeiros e também um envolvimento mais efetivo da indústria nacional. "Nos últimos 30 anos, os recursos orçamentários foram concentrados na infraestrutura e pouco foi destinado para o desenvolvimento e capacitação da indústria brasileira."
As restrições orçamentárias também são apontadas pelo estudo da AAB como grande obstáculo ao avanço do programa espacial no Brasil. A Associação aponta como alternativas para os investimentos no programa os fundos setoriais, como o CT Espacial e o Funtel, subvenções econômicas, financiamentos externos, parcerias público-privadas, acordos de compensação para compras no exterior, além da comercialização de serviços e produtos gerados pelos centros de pesquisa do setor.
Fonte: Jornal Valor Econômico
Comentário: em breve, o documento preparado pela AAB será disponibilizado no website da Associação.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
5ª edição da AAB Revista
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A quinta edição (julho - setembro) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), já está disponível no website da entidade.
O número traz três breves artigos com temáticas espaciais: Centro de Rastreio e Controle de Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); Atividade em Aerotermodinâmica e Hipersônica no Instituto de Estudos Avançados (IEAv/DCTA); e o satélite argentino SAC-D/Aquarius em testes no LIT/INPE.
Para acessar a nova edição (em arquivo PDF), clique aqui.
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A quinta edição (julho - setembro) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), já está disponível no website da entidade.
O número traz três breves artigos com temáticas espaciais: Centro de Rastreio e Controle de Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); Atividade em Aerotermodinâmica e Hipersônica no Instituto de Estudos Avançados (IEAv/DCTA); e o satélite argentino SAC-D/Aquarius em testes no LIT/INPE.
Para acessar a nova edição (em arquivo PDF), clique aqui.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
4ª edição da AAB Revista
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A quarta edição (abril-junho) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) já está disponível. Este número traz artigos sobre temas relacionados a simulação de escoamentos de alta velocidade, o centro de realidade virtual da Embraer, energia foto-voltáica em aplicações espaciais, satélites e suas aplicações no Brasil, e também sobre a Comissão de Política Espacial da AAB.
Para acessá-la (em arquivo PDF), clique aqui.
A quarta edição (abril-junho) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) já está disponível. Este número traz artigos sobre temas relacionados a simulação de escoamentos de alta velocidade, o centro de realidade virtual da Embraer, energia foto-voltáica em aplicações espaciais, satélites e suas aplicações no Brasil, e também sobre a Comissão de Política Espacial da AAB.
Para acessá-la (em arquivo PDF), clique aqui.
domingo, 18 de abril de 2010
Workshop sobre a Missão ASTER
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Workshop: Instrumentação Cientifica para a Missão ASTER
Local: UNESP - Guaratingueta, SP
Periodo: 13 e 14 de maio 2010
A missao ASTER é uma missão espacial exploratória de nosso sistema solar próximo, tendo por objetivo primário o desenvolvimento e a qualificação de tecnologias nacionais, bem como, a aquisição e o aprimoramento de "know-how" em procedimentos e sistemas voltados para a engenharia espacial. Associado ao seu objetivo primário, existe outro, não menos importante, mas de cunho científico por excelência, que é a observação em loco de um sistema de asteroides multiplos. Trata-se de uma missao de pequeno porte. A massa da sonda em configuração de lançamento é aproximada de 150 kg e potencia elétrica total de 2100 W, sendo que a parcela disponivel para a carga util é de 30 kg e 110 W.
As metas do workshop são fazer uma discussão sobre:
1) os objetivos científicos a serem cumpridos pela missão em sua trajetória e em órbita do alvo;
2) os experimentos a serem realizados pela sonda;
3) os equipamentos e instrumentos científicos a serem embarcados como carga útil;
4) os grupos responsáveis por instrumentos e experimentos.
Inscrições:
As inscrições para participação neste evento devem ser feitas por email para ocwinter@pq.cnpq.br, ocwinter@pq.cnpq.br ou elbert@lac.inpe.br
Fonte: Boletim da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB)
Comentários: em breve, o blog disponibilizará mais informações sobre a Missão ASTER, ora em estudo.
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Workshop: Instrumentação Cientifica para a Missão ASTER
Local: UNESP - Guaratingueta, SP
Periodo: 13 e 14 de maio 2010
A missao ASTER é uma missão espacial exploratória de nosso sistema solar próximo, tendo por objetivo primário o desenvolvimento e a qualificação de tecnologias nacionais, bem como, a aquisição e o aprimoramento de "know-how" em procedimentos e sistemas voltados para a engenharia espacial. Associado ao seu objetivo primário, existe outro, não menos importante, mas de cunho científico por excelência, que é a observação em loco de um sistema de asteroides multiplos. Trata-se de uma missao de pequeno porte. A massa da sonda em configuração de lançamento é aproximada de 150 kg e potencia elétrica total de 2100 W, sendo que a parcela disponivel para a carga util é de 30 kg e 110 W.
As metas do workshop são fazer uma discussão sobre:
1) os objetivos científicos a serem cumpridos pela missão em sua trajetória e em órbita do alvo;
2) os experimentos a serem realizados pela sonda;
3) os equipamentos e instrumentos científicos a serem embarcados como carga útil;
4) os grupos responsáveis por instrumentos e experimentos.
Inscrições:
As inscrições para participação neste evento devem ser feitas por email para ocwinter@pq.cnpq.br, ocwinter@pq.cnpq.br ou elbert@lac.inpe.br
Fonte: Boletim da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB)
Comentários: em breve, o blog disponibilizará mais informações sobre a Missão ASTER, ora em estudo.
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terça-feira, 9 de março de 2010
3ª Edição da AAB Revista
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A terceira edição (jan-mar) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), de São José dos Campos (SP), já está disponível em seu website. Este número, maior que os anteriores, conta com artigos sobre o Laboratório de Integração e Testes (LIT/INPE) ("LIT/INPE: Um Laboratório Espacial Brasileiro"), o foguete de sondagem VSB-30 ("VSB-30 – Primeiro Foguete Brasileiro Certificado"), V Jornada Espacial, e sobre o Programa F-X2, da Força Aérea Brasileira (FAB), este último de autoria do editor do blog, André M. Mileski.
Para acessar a revista, em arquivo PDF, cliquem aqui.
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A terceira edição (jan-mar) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), de São José dos Campos (SP), já está disponível em seu website. Este número, maior que os anteriores, conta com artigos sobre o Laboratório de Integração e Testes (LIT/INPE) ("LIT/INPE: Um Laboratório Espacial Brasileiro"), o foguete de sondagem VSB-30 ("VSB-30 – Primeiro Foguete Brasileiro Certificado"), V Jornada Espacial, e sobre o Programa F-X2, da Força Aérea Brasileira (FAB), este último de autoria do editor do blog, André M. Mileski.
Para acessar a revista, em arquivo PDF, cliquem aqui.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
T&D: “O que o Brasil busca no Espaço”
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Até o final desta semana, deve chegar às bancas de todo o Brasil a mais recente edição especial da revista Tecnologia & Defesa, intitulada “O que o Brasil busca no Espaço”. Elaborada desde o final do ano passado, esta edição busca abordar os principais projetos nacionais associados à área espacial, não apenas do Programa Espacial Brasileiro (coordenado pela Agência Espacial Brasileira - AEB), mas também de iniciativas e atividades menos conhecidas do público, como o Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS), do Ministério da Defesa, uso de imagens de satélites pelo governo (que vai muito além do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE), entre outros tópicos.
O blog voltará a tratar deste número muito em breve, compartilhando parte do conteúdo com os leitores, e também fazendo os devidos agradecimentos a todos que de alguma forma tornaram possível a sua viabilização e concretização.
Abaixo, um breve descritivo sobre os artigos e reportagens que integram este número da revista:
- Apresentação: artigo ("A Importância do Programa Espacial Brasileiro") do Deputado Federal Rodrigo Rollemberg, um dos mais atuantes congressistas no setor espacial e relator dos estudos sobre o Programa Espacial Brasileiro no Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados.
- Entrevista com Carlos Ganem, presidente da AEB, com abordagem de temas como a revisão do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), avanços no programa brasileiro, cooperação internacional, orçamento, entre outros.
- Programa CBERS: reportagem sobre o Programa do Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS), tratando de sua história, atualidade e futuro.
- "A caminho do Espaço": reportagem sobre os esforços brasileiros na busca de autonomia no lançamento de satélites.
- "Celeiro de Tecnologias": artigo sobre a atuação da Opto Eletrônica, indústria de São Carlos (SP), no setor Aeroespacial.
- "Comunicações Militares por Satélite - O panorama brasileiro": a reportagem trata do SISCOMIS e suas perspectivas e planos para o futuro, abordando também o projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB).
- "Perspectivas para o Programa Espacial Brasileiro": artigo de Otávio Durão, tecnologista-sênior do INPE, e membro do conselho deliberativo da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB).
- "Spin-offs - Os benefícios derivados das atividades espaciais": pequena reportagem sobre os benefícios indiretos da tecnologia espacial, em que tratamos de casos brasileiros (diamantes CVD para aplicações odontológicas, produtos ortopédicos, motores a etanol, materiais para calçados, etc.)
- "Olhando de cima": reportagem analítica sobre o uso de imagens de sensoriamento remoto geradas por satélites pelo governo brasileiro.
- "Desafios do Programa Espacial Brasileiro: 1980-2010": artigo de Gilberto Câmara, diretor do INPE.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
2ª Edição da AAB Revista
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A segunda edição da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) já está disponível em seu portal. A edição nº 2 aborda temas como a revisão do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), aplicações do Satélite Sino Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS), e os 40 Anos da Embraer. Na seção "Associado em Destaque", há um perfil histórico de Cesar Celeste Ghizoni, personalidade do Programa Espacial Brasileiro, e atualmente presidente da Equatorial Sistemas, indústria espacial localizada em São José dos Campos (SP).
Para acessar a revista, cliquem aqui.
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domingo, 19 de julho de 2009
Notícia sobre o SGB na Folha de S. Paulo
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Agência quer verba privada em satélite geoestacionário
AEB teme que falta de recursos emperre desenvolvimento da nave, que custa duas vezes mais que o programa espacial
Fábio Amato
Projeto, estratégico para o setor, terá aplicação em defesa, meteorologia e telecomunicações; Brasil hoje aluga esses satélites
A AEB (Agência Espacial Brasileira) quer a parceria de empresas privadas para financiar a construção do satélite geoestacionário nacional, que deve permitir ao país autonomia, por exemplo, na realização de comunicações militares.
O negócio deverá ser por meio de PPP (parceria público-privada), pois a agência espera evitar que a escassez de recursos e os cortes orçamentários atrapalhem o andamento do projeto, tido como estratégico.
O custo para a construção do satélite é de cerca de R$ 600 milhões, valor que representa mais de duas vezes o orçamento médio anual da AEB (R$ 260 milhões, desde 2005).
O seu desenvolvimento conta com a ajuda das agências espaciais russa (Roskosmos) e francesa (Cnes). Estima-se que, seguido o cronograma, o satélite esteja pronto em cinco anos.
"Nós sabemos que no orçamento do programa espacial [brasileiro] é muito difícil acomodar em curto prazo um projeto como esse [do satélite]. Então a gente precisa de alternativas. Uma delas é justamente a parceria público-privada", disse o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Thyrso Villela.
De acordo com o ele, o governo, por meio do Ministério do Planejamento, já fez uma chamada para empresas interessadas em realizar um estudo que deve apontar a viabilidade da PPP na construção do satélite. Só depois disso é que o governo deve começar a procurar por organizações dispostas a investir no projeto.
"Isso [a PPP] garantiria os recursos para que o projeto vá para a frente. Depois dos estudos prontos, vamos ver se a parceria é viável do ponto de vista tanto do governo quanto das empresas", afirmou Villela.
Órbita alta
O satélite geoestacionário é chamado assim porque gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta, numa órbita alta em volta do equador, a cerca de 36 mil quilômetros de altitude.
Como usa uma tecnologia mais complexa que a de satélites de sensoriamento remoto, que ficam em órbitas baixas (a menos de mil quilômetros), seu custo também é mais elevado.
É usado, por exemplo, em telecomunicações e transmissão de TV por assinatura.
De acordo com Villela, o satélite será empregado na áreas de meteorologia -pois permite a observação contínua de uma determinada região-, comunicação de governo (ministérios e Polícia Federal, por exemplo), e comunicações militares.
O Brasil já teve um satélite geoestacionário, mas perdeu o controle sobre ele após a privatização da Embratel, no governo FHC. Hoje, o país aluga satélites, inclusive para as comunicações militares.
Para o engenheiro aeronáutico e presidente da AAB (Associação Aeroespacial Brasileira), Paulo Moraes Junior, a PPP é uma boa saída para garantir a continuidade do projeto.
"[A PPP] me parece a solução ideal, pois a iniciativa privada é mais ágil do que o Estado. Mas desde que o Estado se imponha nessa parceria, ou seja, mantenha o controle sobre o satélite, pois são comunicações militares, de segurança."
Não há uma definição sobre a contrapartida que uma empresa pode obter com essa PPP. De acordo com Moraes Junior, entre as possibilidades está a exploração de canais de transmissão de informações, com a venda do serviço para empresas da área de telefonia, internet e TV.
Fonte: Folha de S. Paulo, via NOTIMP de 19/07/2009
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Agência quer verba privada em satélite geoestacionário
AEB teme que falta de recursos emperre desenvolvimento da nave, que custa duas vezes mais que o programa espacial
Fábio Amato
Projeto, estratégico para o setor, terá aplicação em defesa, meteorologia e telecomunicações; Brasil hoje aluga esses satélites
A AEB (Agência Espacial Brasileira) quer a parceria de empresas privadas para financiar a construção do satélite geoestacionário nacional, que deve permitir ao país autonomia, por exemplo, na realização de comunicações militares.
O negócio deverá ser por meio de PPP (parceria público-privada), pois a agência espera evitar que a escassez de recursos e os cortes orçamentários atrapalhem o andamento do projeto, tido como estratégico.
O custo para a construção do satélite é de cerca de R$ 600 milhões, valor que representa mais de duas vezes o orçamento médio anual da AEB (R$ 260 milhões, desde 2005).
O seu desenvolvimento conta com a ajuda das agências espaciais russa (Roskosmos) e francesa (Cnes). Estima-se que, seguido o cronograma, o satélite esteja pronto em cinco anos.
"Nós sabemos que no orçamento do programa espacial [brasileiro] é muito difícil acomodar em curto prazo um projeto como esse [do satélite]. Então a gente precisa de alternativas. Uma delas é justamente a parceria público-privada", disse o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Thyrso Villela.
De acordo com o ele, o governo, por meio do Ministério do Planejamento, já fez uma chamada para empresas interessadas em realizar um estudo que deve apontar a viabilidade da PPP na construção do satélite. Só depois disso é que o governo deve começar a procurar por organizações dispostas a investir no projeto.
"Isso [a PPP] garantiria os recursos para que o projeto vá para a frente. Depois dos estudos prontos, vamos ver se a parceria é viável do ponto de vista tanto do governo quanto das empresas", afirmou Villela.
Órbita alta
O satélite geoestacionário é chamado assim porque gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta, numa órbita alta em volta do equador, a cerca de 36 mil quilômetros de altitude.
Como usa uma tecnologia mais complexa que a de satélites de sensoriamento remoto, que ficam em órbitas baixas (a menos de mil quilômetros), seu custo também é mais elevado.
É usado, por exemplo, em telecomunicações e transmissão de TV por assinatura.
De acordo com Villela, o satélite será empregado na áreas de meteorologia -pois permite a observação contínua de uma determinada região-, comunicação de governo (ministérios e Polícia Federal, por exemplo), e comunicações militares.
O Brasil já teve um satélite geoestacionário, mas perdeu o controle sobre ele após a privatização da Embratel, no governo FHC. Hoje, o país aluga satélites, inclusive para as comunicações militares.
Para o engenheiro aeronáutico e presidente da AAB (Associação Aeroespacial Brasileira), Paulo Moraes Junior, a PPP é uma boa saída para garantir a continuidade do projeto.
"[A PPP] me parece a solução ideal, pois a iniciativa privada é mais ágil do que o Estado. Mas desde que o Estado se imponha nessa parceria, ou seja, mantenha o controle sobre o satélite, pois são comunicações militares, de segurança."
Não há uma definição sobre a contrapartida que uma empresa pode obter com essa PPP. De acordo com Moraes Junior, entre as possibilidades está a exploração de canais de transmissão de informações, com a venda do serviço para empresas da área de telefonia, internet e TV.
Fonte: Folha de S. Paulo, via NOTIMP de 19/07/2009
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Eleita nova diretoria da AAB
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Na noite de ontem (4), foi eleita em assembleia geral realizada no Hotel Novotel, em São José dos Campos (SP), a nova diretoria da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Pelos próximos dois anos, a presidência da AAB ficará a cargo de Paulo Moraes Jr., engenheiro do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/CTA). Compõem ainda a nova diretoria Himilcon de Castro Carvalho, da Agência Espacial Brasileira (AEB), como vice-presidente, Jadir Gonçalves, da Fibraforte (diretor tesoureiro), Jânio Kono, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) (diretor técnico-científico), e Ediraldo Bernardi Carvalho, da Embraer (diretor secretário).
Serão suplentes: Anderson de Oliveira e Silva Junior (ITA/CTA), Célio Vaz (Orbital), Leandro Toss Hoffmann (INPE), Narumi Seito (IAE/CTA), e Ronaldo Bologna Abrão (Embraer).
Em seu discurso de posse, Moraes Jr. destacou alguns dos projetos para a sua gestão, como a continuidade da participação da Associação na organização de eventos técnicos (para esse ano, estão previstos ao menos dois), ampliação do número de associados, desenvolvimento de discussões relacionadas à política espacial, entre outras. A AAB deve participar das discussões para a revisão do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), que já foi iniciada e está a cargo da AEB.
Também ontem, foram eleitos três novos membros para o conselho deliberativo da Associação: Othon Cabo Winter (UNESP), Ricardo Luís da Rocha Carmona (IAE/CTA) e André M. Mileski (Tecnologia & Defesa), que terão um mandato de quatro anos.
Para mais informações sobre a AAB e seus propósitos, acessem http://www.aeroespacial.org.br/
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Na noite de ontem (4), foi eleita em assembleia geral realizada no Hotel Novotel, em São José dos Campos (SP), a nova diretoria da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Pelos próximos dois anos, a presidência da AAB ficará a cargo de Paulo Moraes Jr., engenheiro do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/CTA). Compõem ainda a nova diretoria Himilcon de Castro Carvalho, da Agência Espacial Brasileira (AEB), como vice-presidente, Jadir Gonçalves, da Fibraforte (diretor tesoureiro), Jânio Kono, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) (diretor técnico-científico), e Ediraldo Bernardi Carvalho, da Embraer (diretor secretário).
Serão suplentes: Anderson de Oliveira e Silva Junior (ITA/CTA), Célio Vaz (Orbital), Leandro Toss Hoffmann (INPE), Narumi Seito (IAE/CTA), e Ronaldo Bologna Abrão (Embraer).
Em seu discurso de posse, Moraes Jr. destacou alguns dos projetos para a sua gestão, como a continuidade da participação da Associação na organização de eventos técnicos (para esse ano, estão previstos ao menos dois), ampliação do número de associados, desenvolvimento de discussões relacionadas à política espacial, entre outras. A AAB deve participar das discussões para a revisão do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), que já foi iniciada e está a cargo da AEB.
Também ontem, foram eleitos três novos membros para o conselho deliberativo da Associação: Othon Cabo Winter (UNESP), Ricardo Luís da Rocha Carmona (IAE/CTA) e André M. Mileski (Tecnologia & Defesa), que terão um mandato de quatro anos.
Para mais informações sobre a AAB e seus propósitos, acessem http://www.aeroespacial.org.br/
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Simpósio sobre Engenharia Aeroespacial
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A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), entidade que tem por objetivo incentivar o desenvolvimento das atividades aeroespaciais brasileiras, participará da organização do “2009 Brazilian Symposium on Aerospace Engineering and Applications”, que acontece no campus do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), dentro do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP), ente os dias 14 e 16 de setembro. Em paralelo ao simpósio, ocorrerá o 3rd CTA-DLR Workshop on Data Analysis and Flight Control.
A lista de tópicos a serem apresentados e discutidos no simpósio incluem sistemas aeroespaciais, propulsão, estruturas e materiais, entre outros. Manuscritos para apresentação podem ser submetidos até o dia 29 desse mês. Depois do simpósio, alguns manuscritos serão selecionados para uma edição especial do Journal of Aerospace Engineering, Sciences and Applications (JAESA-AAB), editado pela AAB.
A página do congresso com maiores informações e “Call for papers” pode ser encontrada no endereço http://www.cta-dlr2009.ita.br/
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A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), entidade que tem por objetivo incentivar o desenvolvimento das atividades aeroespaciais brasileiras, participará da organização do “2009 Brazilian Symposium on Aerospace Engineering and Applications”, que acontece no campus do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), dentro do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP), ente os dias 14 e 16 de setembro. Em paralelo ao simpósio, ocorrerá o 3rd CTA-DLR Workshop on Data Analysis and Flight Control.
A lista de tópicos a serem apresentados e discutidos no simpósio incluem sistemas aeroespaciais, propulsão, estruturas e materiais, entre outros. Manuscritos para apresentação podem ser submetidos até o dia 29 desse mês. Depois do simpósio, alguns manuscritos serão selecionados para uma edição especial do Journal of Aerospace Engineering, Sciences and Applications (JAESA-AAB), editado pela AAB.
A página do congresso com maiores informações e “Call for papers” pode ser encontrada no endereço http://www.cta-dlr2009.ita.br/
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
50 anos da Era Espacial
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Sputnik 50 anos: material do evento
A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) está disponibilizando o material das apresentações do evento 50 Anos da Era Espacial, bem como um resumo dos debates das Mesas Redondas organizadas pela AAB em 5 de outubro de 2007.
Os documentos podem ser acessados diretamente na página do evento.
Fonte: AAB
Comentário: a AAB é uma associação criada em 2004 com a finalidade de "congregar pessoas físicas e jurídicas com interesse na promoção e no desenvolvimento da Engenharia, Ciência e Tecnologia Aeroespaciais". Embora ainda não muito conhecida, a maioria dos membros da Associação é oriunda do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), Embraer, e outras empresas e institutos de pesquisa do setor aeroespacial. Os eventos organizados pela AAB, em geral gratuitos têm grande qualidade, justamente por reunir um corpo técnico e convidados especialistas nos temas abordados. No caso do evento sobre os 50 anos do lançamento do Sputnik, realizado em outubro de 2007, foram apresentadas palestras sobre o "Futuro do Programa Espacial Segundo a Vertente de Satélites e suas Aplicações", e também mesas-redondas sobre Veículos Lançadores e Satélites (neste caso em específico, foi disponibilizada uma transcrição-resumo das discussões que vale a pena ser lida).
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Sputnik 50 anos: material do evento
A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) está disponibilizando o material das apresentações do evento 50 Anos da Era Espacial, bem como um resumo dos debates das Mesas Redondas organizadas pela AAB em 5 de outubro de 2007.
Os documentos podem ser acessados diretamente na página do evento.
Fonte: AAB
Comentário: a AAB é uma associação criada em 2004 com a finalidade de "congregar pessoas físicas e jurídicas com interesse na promoção e no desenvolvimento da Engenharia, Ciência e Tecnologia Aeroespaciais". Embora ainda não muito conhecida, a maioria dos membros da Associação é oriunda do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), Embraer, e outras empresas e institutos de pesquisa do setor aeroespacial. Os eventos organizados pela AAB, em geral gratuitos têm grande qualidade, justamente por reunir um corpo técnico e convidados especialistas nos temas abordados. No caso do evento sobre os 50 anos do lançamento do Sputnik, realizado em outubro de 2007, foram apresentadas palestras sobre o "Futuro do Programa Espacial Segundo a Vertente de Satélites e suas Aplicações", e também mesas-redondas sobre Veículos Lançadores e Satélites (neste caso em específico, foi disponibilizada uma transcrição-resumo das discussões que vale a pena ser lida).
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