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sexta-feira, 3 de março de 2017

SGDC: preparativos continuam

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Começa segunda etapa de preparação para o lançamento do SGDC

SGDC foi carregado com elementos combustíveis para o lançamento e funcionamento no espaço. Nos próximos dias, equipamento será integrado ao veículo lançador no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa.

03/03/2017

O lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) entrou na segunda fase de preparação com o carregamento dos elementos combustíveis do equipamento, que deve ir à órbita em 21 de março, a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana.

“O procedimento ficou a cargo da Arianespace. Está correndo tudo bem”, afirma o gerente de Engenharia e Operações de Satélites da Telebras, Sebastião Nascimento, que acompanha as atividades no centro de Kouru.

Nos próximos dias, o SGDC passará pela fase final de preparação para o lançamento ao espaço. O satélite brasileiro será acoplado ao veículo lançador Ariane VA 236, junto com um equipamento sul-coreano que será levado no mesmo módulo.

O primeiro satélite geoestacionário do Brasil terá uso civil e militar. O equipamento deve ampliar a oferta de banda larga em todo o território nacional, principalmente em regiões remotas do país, e garantir a segurança das comunicações na área de defesa.

O SGDC vai operar nas bandas X e Ka. A primeira é uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a 30% da capacidade total do satélite. Já a banda Ka, que representa 70%, será usada para ampliar a oferta de banda larga pela Telebras.

Parceria

O Satélite Geoestacionário é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa e conta com investimentos no valor de R$ 2,1 bilhões. O processo de construção e lançamento do SGDC também envolve engenheiros e especialistas da Telebras e da Agência Espacial Brasileira (AEB), além da empresa Visiona.

Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o equipamento ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. Ele será operado por dois centros de controle, em Brasília e no Rio de Janeiro. Também há outros cinco gateways – estações terrestres com equipamentos que fazem o tráfego de dados do satélite – que serão instalados em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis (SC), Campo Grande (MS) e Salvador (BA).

Fonte: MCTIC, via AEB.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

SGDC em testes na Guiana Francesa

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Na Guiana, SGDC passa por testes antes do lançamento

Primeiro satélite geoestacionário do Brasil, equipamento vai ampliar a oferta de banda larga em todo o território nacional, principalmente nas regiões remotas do país, e garantir a segurança das comunicações na área de defesa.

17/02/2017

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) já está no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, onde passará por uma fase de testes até a véspera do seu lançamento, previsto para 21 de março. O equipamento chegou à Guiana Francesa na terça-feira (14), depois de deixar a cidade de Cannes, na França, onde foi construído pela empresa Thales Alenia.

O primeiro satélite geoestacionário do Brasil terá uso civil e militar. O equipamento vai ampliar a oferta de banda larga em todo o território nacional, principalmente em regiões remotas do país, e garantir a segurança das comunicações na área de defesa.

Segundo o gerente de Satélites da Telebras, Sebastião Nascimento, que acompanhou a chegada do SGDC ao Centro Espacial de Kourou, nas próximas semanas, vários testes serão feitos para verificar as condições do SGDC e se a viagem causou algum dano ao equipamento. “Estamos trabalhando das 6 horas da manhã até 22 horas. Tudo está correndo bem, sem problemas, mas precisa ser checado”, revela.

Ele acrescenta que o satélite está dentro de uma “sala limpa”, onde não entra poeira nem resíduos, e o acesso dos técnicos deve ser feito usando roupas especiais. Nesse local, as equipes testam o sistema de comunicação, de movimentação e os sensores do artefato, por exemplo. Ao todo, a fase de pré-lançamento do SGDC envolve cerca de 200 pessoas. Depois de encerrada essa etapa, o satélite será levado para outra sala para ser inserido na cápsula do lançamento.

Transporte

O transporte do satélite teve início na segunda-feira (13), quando foi embarcado no Aeroporto de Nice, na França, com destino a Kourou, na Guiana Francesa. A bordo do avião russo Antonov, com alta capacidade de carga, o equipamento chegou na madrugada de terça-feira (14) à Guiana, depois de oito horas de viagem.

Em outra operação que levou cerca de 12 horas, o artefato foi retirado da aeronave e levado do aeroporto de Caiena até o Centro Espacial de Kourou, em um trajeto de 60 quilômetros. No local, o satélite foi retirado do contâiner, desembrulhado e colocado em uma sala, onde agora passa por uma série de testes.

Parceria

O Satélite Geoestacionário é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa, e conta com investimentos no valor de R$ 2,1 bilhões e tempo de operação de aproximadamente 18 anos. O processo de construção e lançamento do SGDC também envolve engenheiros e especialistas da Telebras e da Agência Espacial Brasileira (AEB) – ambas entidades vinculadas ao MCTIC –, além da Visiona.

O satélite deverá ser lançado por volta das 17 horas do dia 21 de março. Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o equipamento ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico.

Fonte: MCTIC, via AEB.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

CLBI: rastreio de missão do Ariane 5

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Foguete Ariane é rastreado pelo Centro de Lançamento da Barreira do Inferno

16/02/2017

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) realizou com sucesso na noite de terça-feira (14.02) o rastreamento do veículo Ariane VA-235, lançado do Centro Espacial Guianês (CSG), em Kourou, na Guiana Francesa. O veículo foi lançado às 19h38 (horário brasileiro de verão) sendo monitorado pela Estação Natal durante a fase propulsada e nos momentos críticos de separação dos dois primeiros estágios.

Os processos operacionais de rastreamento são de alta complexidade, envolvendo grande número de profissionais, engenheiros e técnicos, do CSG e do CLBI, e conta com a participação direta de 41 servidores do CLBI. No apoio logístico, após a reestruturação da Força Aérea, as Operações contam com o suporte do Grupamento de Apoio de Natal (GAP-NT), disponibilizando recursos e meios para o fiel cumprimento do exercício operacional que caracteriza atividade fim do CLBI.

Segundo o adjunto do coordenador de Telemedidas, engenheiro Irineu Alexandre Silva Júnior, a alta cadência de rastreamento eleva a qualidade e a eficiência dos processos operacionais: “A gestão dos recursos humanos em seu aprimoramento técnico, associada à qualidade operacional e de manutenção dos equipamentos, garante a confiança necessária para a execução de todo planejamento inerente à operação”. Ele acrescenta, ainda: “O cronograma geral dos eventos é seguido em toda sua plenitude, com destaque para o ensaio técnico, repetição geral, lançamento e transferência dos dados para o Centro de Tratamento de Dados de Telemedidas na Guiana Francesa e Toulouse – França”, avalia o adjunto.

O veículo Ariane VA-235 transportará para órbita geoestacionária dois satélites de telecomunicações. O satélite SKY Brasil-1 proverá sinal de TV para Brasil e América Latina. Além deste, o engenho transportará o satélite TELKOM-35 responsável por expandir os serviços da empresa TELKOM na Indonésia.

A “Estação que não pára” já se prepara para o próximo rastreamento com previsão no calendário operacional para o dia 21 de março. De acordo com a coordenadora da seção de Interface (SICC), engenheira Maria Goretti Dantas, o lançamento do VA-236 tem um caráter particular para todos os brasileiros e, em especial, para os servidores do CLBI que participarão da campanha que levará à órbita o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC): “Será uma campanha especial, pois estaremos envolvidos diretamente na atividade que trará à sociedade brasileira resultados diretos em qualidade de comunicações e segurança”.

Fonte: AEB
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

SGDC embarca para a Guiana Francesa

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Satélite Geoestacionário embarca para Guiana Francesa

13/02/2017

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) embarcou, nesta segunda-feira (13), em direção ao Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, de onde será lançado ao espaço no dia 21 de março. O equipamento saiu da cidade francesa de Cannes, local onde foi construído pela empresa Thales Alenia e supervisionado por engenheiros e especialistas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Ministério da Defesa, da Telebras e da Agência Espacial Brasileira (AEB) – ambas entidades vinculadas ao MCTIC –, além da Visiona.

O transporte do satélite é feito por um modelo Antonov – avião russo de alta capacidade de carga. O voo deve durar cerca de seis horas, com aterrisagem prevista para as primeiras horas desta terça-feira (14).

“Naquele avião vão o empenho, a energia e a inteligência de muitos profissionais, que aguardam pelo lançamento e pelo sucesso do satélite. É uma importante etapa que está sendo concluída. Um momento de grande satisfação, que pode ser comemorado por todos”, afirmou o engenheiro da Telebras Sebastião Nascimento, que aguarda a chegada do SGDC na Guiana Francesa.

Provedor de serviços

O SGDC vai garantir a segurança das comunicações de defesa das Forças Armadas brasileiras e o fornecimento de internet banda larga para todo o território nacional, especialmente para as áreas remotas do país. O projeto é fruto de uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa, com investimentos no valor de R$ 2,1 bilhões e tempo de operação de aproximadamente 15 anos.

“Com o SGDC, o Brasil ganha qualidade na prestação dos seus serviços, seja ao dar mais eficiência ao sistema de segurança nacional, seja ao levar mais condições de banda larga para todos os cidadãos, em suas atividades pessoais ou profissionais”, afirmou o ministro Gilberto Kassab, em recente visita ao Comando de Operações Espaciais (Comae), da Força Aérea Brasileira (FAB), na Base Aérea de Brasília.

Segundo o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Rossato, o SGDC trará benefícios ao Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), operado pela Telebras, aos sistemas de telecomunicações militares e à absorção de tecnologia para o setor aeroespacial. O equipamento deve melhorar a fiscalização dos 17 mil quilômetros de fronteira do Brasil com dez países sul-americanos e estender o PNBL a todo o território nacional.

Fonte: MCTIC
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sábado, 4 de fevereiro de 2017

SGDC pronto para o embarque

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Satélite brasileiro SGDC está pronto para embarcar para a plataforma de lançamento Kourou, na Guiana Francesa

São Paulo, 3 de fevereiro de 2016 – O Satélite Geoestacionário para Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), de duplo emprego (civil e militar), construído pela Thales Alenia Space para o Brasil, está pronto para embarque para a plataforma de lançamento Kourou, na Guiana Francesa, de onde será lançado pelo foguete Ariane 5 no próximo mês de março.

A Thales Alenia Space assinou o contrato do SGDC com a Visiona (uma joint venture entre a Embraer e a Telebrás) no fim de 2013. Esse programa desempenha papel-chave no plano de desenvolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB), ao mesmo tempo em que atende os requisitos estratégicos do Ministério da Defesa. O satélite foi projetado para satisfazer dois objetivos principais: a implementação de um sistema seguro de comunicações via satélite para as Forças Armadas e o governo brasileiro, e para o suporte à instalação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), coordenado pela Telebrás, que visa reduzir o fosso digital existente no país. O SGDC é parte integrante da estratégia brasileira de reforço da sua independência e soberania.

A AEB e a Thales Alenia Space também assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) referente a um ambicioso plano de transferência de tecnologia, concebido para dar apoio ao desenvolvimento do programa espacial brasileiro.

A parceria ganha-ganha entre a Thales Alenia Space e o Brasil já rendeu muitos frutos:

- A empresa estabeleceu uma unidade no parque tecnológico de São José dos Campos, no Brasil, para trabalhar de perto com seus clientes e parceiros.
-  Cumpriu seu compromisso de transferência de competências, uma vez que mais de 30 engenheiros brasileiros foram treinados para todas as técnicas de engenharia espacial, supervisionados pela equipe do programa da Thales Alenia Space.
-  Um painel de apoio com bateria de alumínio, produzido pela companhia brasileira CENIC, já foi integrado ao satélite SGDC.
-  O fechamento de contratos de transferência de tecnologia com indústrias brasileiras está em andamento, a fim de permitir seu envolvimento com futuros projetos espaciais.

Fonte: Thales Alenia Space.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CLBI inicia atividades com rastreamento do Soyuz

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CLBI inicia atividades com rastreamento do Soyuz

31/01/2017

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), por meio da Seção de Telemedidas, realizou na última sexta-feira (27.01) o rastreamento do Veículo Soyuz VS-16, lançado da Base Espacial Europeia de Kourou, na Guiana Francesa.

O lançamento ocorreu às 23h (horário brasileiro de verão) e teve a finalidade de colocar em órbita geoestacionária o satélite de telecomunicações Hispasat 36W-1 com previsão de vida útil de 15 anos. O satélite atuará na zona de cobertura da Europa, Ilhas Canárias e América do Sul, compondo uma cadeia de rastreamento que envolve cinco estações para os veículos lançados a leste.

A principal função operacional da Estação Natal ocorreu 6 minutos e 49 segundos após a decolagem, com a aquisição dos sinais transmitidos pelo veículo, tratamento e envio de dados ao Centro Espacial Guianês. Na cadeia de rastreamento, a Estação Natal atua em momento crítico do voo – separação dos três estágios e da coifa –, sendo operacionalmente a única Estação responsável pela coleta das informações transmitidas pelo veículo durante a fase propulsada, ratificando a importância dos serviços prestados.

Operações 2017 – O calendário operacional do CLBI no ano de 2017 prevê uma alta taxa de ocupação: oito operações de rastreio em prol da Agência Espacial Europeia (ESA), somadas às operações nacionais (lançamento e rastreio) no CLBI e no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Nesta elevada cadência de rastreamento, ressalta-se a elevada capacidade operacional e prontidão da Estação ao ter início a Operação Ariane VA235 dois dias após a finalização da Operação Soyuz VS-16.

Segundo a coordenadora da Estação de Telemedidas, engenheira Maria Goretti Dantas, o planejamento e execução das operações seguem um cronograma rígido para garantir a confiabilidade e a segurança necessárias ao sucesso das missões: “Concluímos a Operação do Soyuz e já estamos pensando nos ensaios e nas cronologias para a próxima Operação Ariane”.

Ela acrescenta ainda que durante um período as duas operações recebem atenção da equipe de engenheiros e técnicos da Estação: “Alguns profissionais finalizam a operação com a confecção dos relatórios e envios administrativos à ESA, enquanto outros profissionais acompanham os processos da operação subsequente”.

Na análise do diretor do Centro, considerando a nova Concepção Estratégica da Força Aérea Brasileira para consolidar a eficácia das atividades operacionais e administrativas, a primeira atividade operacional do CLBI focando a atividade fim, com o apoio do Grupamento de Natal (GAP-NT) na execução logística da Operação, foi um sucesso: “Ajustamos os procedimentos internos e recebemos do GAP-NT todo apoio logístico necessário que garantiu a qualidade da Estação, nesse primeiro evento operacional, na nova configuração da Força Aérea que prioriza a atividade fim de suas organizações militares”.

Lançador Soyuz

A família de lançadores Soyuz, de fabricação russa, assegura os serviços de lançamento confiáveis desde o início da pesquisa espacial. Atualmente, os veículos desta família, que colocaram em órbita o primeiro satélite e o primeiro homem, contabilizam um total de 1.865 lançamentos.

O Soyuz é utilizado para voos habitados ou não, em proveito da Estação Espacial Internacional, para os lançamentos do governo da Rússia e também para voos comerciais dentro do programa Arianespace da União Europeia. O primeiro lançamento a partir de Kourou ocorreu em 24 de junho de 2003, transportando o satélite O3B sendo o primeiro de uma rede de quatro satélites a oferecer serviços de internet de alta velocidade para clientes dos mercados emergentes em todo o mundo.

Fonte: AEB.
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domingo, 29 de janeiro de 2017

Arianespace e sua primeira missão de 2017

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A Arianespace deu início na última sexta-feira (27) ao seu bastante ocupado ano com o voo de um lançador Soyuz a partir de Kourou, na Guiana Francesa, transportando o satélite Hispasat 36W-1, do grupo espanhol HISPASAT, numa missão que marcou múltiplos ineditismos.

O primeiro feito inédito foi a estreia do Soyuz voando de Kourou com uma carga útil destinada a órbita de transferência geoestacionária.

O lançamento marcou ainda a colocação em órbita do primeiro satélite de comunicações da família SmallGEO, que também representa a estreia da alemã OHB System - experiente em missões de navegação, como o Galileo, e observação, no segmento de satélites de comunicações.

O novo satélite, com vida útil estimada em 15 anos, terá cobertura na América do Sul e Europa, e oferecerá capacidade em banda Ku (vídeo e backhaul celular), e banda Ka (transmissão de dados em banda larga).

Desenvolvido como parte do programa ARTES (Advanced Research in Telecommunications Systems), da Agência Espacial Europeia (ESA), o SmallGEO e uma plataforma flexível de satélite geoestacionário que pode ser adaptada para diferentes missões, tais como comunicações, observação terrestre e teste de novas tecnologias. Com estrutura modular, tem versões com massa total variando de 2.500 a 3.500 kg, com cargas úteis entre 450 e 900 kg.

Próximas missões

A próxima missão da Arianespace será a primeira do Ariane 5 este ano, e levar'a a bordo dois satélites de comunicações, sendo um deles destinado a atender o mercado brasileiro (SKY-Brasil-1, da DIRECTV Latin America).

Em março voará também outro Ariane 5, tendo por "passageiros" o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), do governo brasileiro, e um satélite coreano.
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Star One D1 em órbita!

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Foi realizado com sucesso no início da noite de terça (21), a partir de Kourou, na Guiana Francesa, o sétimo e último voo este ano do lançador Ariane 5, tendo colocado em órbita dois satélites de comunicações, o Star One D1, da brasileira Embratel Star One, e o japonês JCSAT-15, da operadora SKY Perfect JSAT Corp.

"Com o Star One D1, a Arianespace lançou todos os satélites da Embratel Star One desde 1985 - um total de 11 unidades, e faz apenas um ano desde que lançamos o Star One C4, da Embratel", afirmou em nota o diretor-presidente da Arianespace, Stéphane Israël, destacando o relacionamento de cerca de trinta anos entre a provedora europeia e a operadora brasileira.

O Star One D1, construído pela Space Systems Loral (SSL), dos EUA, estenderá a oferta de capacidade em banda C, bem como trará novas capacidades nas bandas Ku e Ka para a América Latina, complementando os serviços oferecidos pelo Brasilsat B4, lançado em 1994. Trata-se do primeiro satélite da quarta geração da Star One, e também o maior (6.433 kg) e mais capaz satélite já construído para a companhia brasileira - são 70 transpônderes no total.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Star One D1: lançamento este mês

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Está previsto para o dia 20 de dezembro, em Kourou, na Guiana Francesa, o 11o lançamento da Arianespace este ano, e o 7o do lançador Ariane 5, que levará a bordo dois satélites: o Star One D1 (imagem acima), para a brasileira Embratel Star One, e o JCSAT-15, para a companhia japonesa Sky Perfect JSAT Corportion.

Pela segunda vez este ano, a Arianespace transportará dois satélites construídos pela Space Systems Loral (SSL), dos EUA, num mesmo voo do Ariane 5.

O Star One D1, primeira unidade da quarta geração de satélites da Star One, será a 11a carga útil da operadora brasileira lançada pela Arianespace, e o 60o artefato construído pela SSL orbitado pela provedora de lançamentos europeia. O satélite será inserido na posição 84o, Oeste, permitindo cobertura do Brasil, Américas Latina e Central, México e Caribe.

O satélite, de grande porte, disporá de transpônderes em banda C, Ku e Ka e atenderá os segmentos de telecomunicações, transmissão de TV, banda larga, acesso a internet e outros serviços como inclusão digital.
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sábado, 19 de novembro de 2016

Ariane 5: 75º sucesso consecutivo

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A operadora europeia Arianespace realizou com sucesso no último dia 17 o lançamento de quatro satélites da constelação de navegação Galileo, em missão que marcou o 75º sucesso consecutivo do lançador Ariane 5, superando o recorde de seu antecessor, o Ariane 4.

Esta foi a nona missão realizada pela Arianespace em 2016, sendo a sexta do Ariane 5, todas executadas do centro espacial guianês, em Kourou, na Guiana Francesa. O Ariane 5 realizou 75 lançamentos de 2003 a 2016, tendo inserido em órbita 149 cargas úteis governamentais e civis que, somadas, superam a massa de 623 toneladas. Tais marcas confirmam a posição do modelo como o mais confiável lançador em operação no mercado comercial.

A sétima e última missão do Ariane 5 este ano, prevista para a segunda quinzena de dezembro, terá a bordo o satélite brasileiro Star One D1, da Star One, do grupo Embratel. Para o início de 2017 também está planejado o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), da Telebrás e Ministério da Defesa.
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sábado, 10 de setembro de 2016

PerúSAT-1 pronto para o lançamento

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O PerúSAT-1, primeiro satélite de observação peruano, está pronto para o lançamento a partir de Kourou, na Guiana Francesa, informou na última sexta-feira (09) o seu fabricante, o grupo europeu Airbus Defence and Space. O voo, a bordo de um lançador italiano Vega, operado pela Arianespace, está programado para a noite do dia 16 de setembro.

Construído em tempo recorde - menos de 24 meses, o satélite ocupará uma órbita baixa, a uma altitude de 695 km, tendo capacidade de produzir imagens com até 70 cm de resolução, o que o tornará o mais capaz satélite da América Latina. Suas imagens serão utilizadas para agricultura, planejamento urbano, controle de fronteiras e combate ao narcotráfico, ações em desastres naturais, entre outras finalidades.

De acordo com informações divulgadas pelo fabricante, após a sua colocação em órbita, técnicos da Airbus Defence and Space verificarão a abertura dos painéis solares e posicionamento em relação ao Sul, além de conduzir uma série de testes e operações que incluem a transferência do artefato para a sua órbita operacional, aquisição das imagens imagens, dentre outros. Tais ações serão realizadas a partir do Centro Nacional de Operaciones de Imágenes Satelitales (CNOIS), construído em Pucusana, ao sul de Lima, como parte do contrato firmado com a Airbus. A expectativa é que, uma vez lançado, o satélite esteja plenamente operacional e sob o controle de técnicos peruanos até o final deste ano.
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domingo, 4 de setembro de 2016

Semana difícil para a indústria de lançadores

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A última semana foi difícil para a indústria de lançadores, mais uma vez evidenciando os altos riscos associados à tecnologia espacial.

Em 1º de setembro, um lançador Falcon 9, da empresa norte-americana SpaceX, explodiu na plataforma de lançamento no centro espacial de Cabo Canaveral na Flórida, Estados Unidos, enquanto era abastecido com oxigênio líquido e querosene em fase preparatória para um teste estático de ignição. A explosão, que ganhou destaque na imprensa (clique aqui para vê-la), destruiu não apenas o foguete e a plataforma, mas também sua carga útil, o satélite de comunicações israelense Amos-6.

Obviamente, o acidente traz consequências, e não apenas para a empresa de Elon Musk. Já sob forte pressão de seus clientes, em sua grande maioria companhias de comunicações, que aguardam a colocação de seus satélites em órbita e o início da operação para geração de receitas, a SpaceX terá que atrasar todas as missões (nove ao todo) previstas para 2016 até que os motivos da explosão sejam identificados e corrigidos. Com o lançador russo Proton, operado pela International Launch Services (ILS) também groundeado devido a um mau-funcionamento em junho, o único lançador comercial plenamente operacional é o europeu Ariane 5, da Arianespace, completamente reservado até 2017 (incluindo o brasileiro SGDC, previsto para lançamento no início de 2017).

Em 24 de agosto, a israelense Spacecom, dona do satélite destruído, havia anunciado a sua venda para o grupo chinês Beijing Xinwei Technology Group, pendente da entrada em serviço do Amos-6 após o seu lançamento. Com sua destruição, a operação de venda da empresa pode vir a ser cancelada. Ainda, há também dúvidas sobre a cobertura da apólice de seguros contratada pela Spacecom, que valeria apenas a partir da ignição do foguete na data do lançamento, e não para testes pré-lançamento.

Em reportagem da Space News, o jornalista Jeff Foust fez um paralelo da falha do Falcon 9 na fase pré-lançamento com a tragédia do VLS-1 V03. Em 22 de agosto de 2003, alguns dias antes de seu lançamento, a ignição intempestiva de um dos propulsores sólidos do foguete brasileiro causou um incêndio na plataforma, vitimando 21 técnicos e engenheiros do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/DCTA).

Falha chinesa

Um dia após o problema com o Falcon 9, ocorreu uma aparente falha do lançador chinês Longa Marcha 4C, voando a partir do centro espacial de Taiyuan, no norte da China, levando a bordo um satélite de observação de alta resolução, o Gaofen-10. Segundo informações da Força Aérea dos Estados Unidos, que monitoram as inserções de artefatos no espaço, o Gaofen-10 não alcançou a órbita prevista, indicando a falha na missão.

Curiosamente, o ocorrido também leva a uma referência a evento que envolveu o Brasil. O último insucesso de um foguete chinês, no caso um Longa Marcha 4B, se deu em dezembro de 2013, levando a bordo o satélite CBERS 3, projeto conjunto entre a China e o Brasil.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

PerúSAT-1 a caminho de Kourou

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O PerúSAT-1, desenvolvido e construído pela europeia Airbus Defence and Space para a Agência Espacial do Peru (CONIDA), foi enviado hoje (05) para o centro espacial europeu em Kourou, na Guiana Francesa, de onde deverá ser lançado ao espaço em 16 de setembro. Dentro das próximas semanas, o satélite será submetido a etapas finais de preparação para o lançamento, que será realizado pelo foguete Vega, operado pela Arianespace.

Primeiro satélite de observação do Peru, o PerúSAT-1 foi construído em torno de uma plataforma AstroBus-S, compacta e altamente flexível. Contará com um sensor ótico com resolução de 70 centímetros, a mais avançada da América Latina. O modelo, que terá massa próxima de 400 kg e será posicionado a 694 km de altitude, foi construído em menos de dois anos, e produzirá dados para gestão de áreas terrestres, controle de fronteiras e combate ao tráfico de drogas. Suas imagens poderão também ser utilizadas para apoio e gestão de missões humanitárias e em casos de desastres naturais, como enchentes, incêndios florestais, deslizamentos e erosões.

Formalizado em contrato anunciado em abril de 2014, o programa do PerúSAT-1 inclui ainda a construção do Centro Nacional de Operaciones de Imágenes Satelitales del Perú (CNOIS), que abrigará o segmento terrestre de controle, recepção e processamento dos dados do satélite, um amplo pacote de absorção tecnológica por meio do treinamento de engenheiros e técnicos peruanos, além do fornecimento de imagens geradas por satélites óticos e radares da constelação própria da Airbus Defence and Space.
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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Concluída a criação da Airbus Safran Launchers

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Os grupos europeus Airbus e Safran anunciaram hoje a conclusão da criação da Airbus Safran Launchers (ASL), joint-venture que responderá pelos projetos de lançadores dos dois grupos, em especial, dos foguetes da família Ariane.

A ASL nasce com cerca de 8.400 funcionários distribuídos em unidades industriais na França e Alemanha. A empresa passa a ter sob o seu "guarda-chuva" participações em subsidiárias e afiliadas, todas líderes em seus campos de atuação: APP, Arianespace, Cilas, Eurockot, Eurocryospace, Europropulsion, Nuclétudes, Pyroalliance, Regulus, Sodern e Starsem.

Tom Enders, diretor-presidente da Airbus Group, declarou: "Com o fechamento do acordo, a Airbus Safran Launchers se torna totalmente operacional e focará todos os seus esforços em entregar soluções mais competitivas para seus clientes. No topo desta lista está o lançador de nova geração Ariane 6, que deve realizar o seu primeiro voo até 2020."

A formalização hoje da criação da ASL é a culminação de uma iniciativa estratégica ambiciosa, iniciada em 2014, que tem por objetivo reformatar a indústria de lançadores na Europa e, assim, melhor servir os interesses estratégicos da França, Alemanha e Europa como um todo. Sob este contexto, espera-se para breve a consolidação da ASL como principal acionista da Arianespace, empresa responsável pela comercialização de lançamentos dos foguetes Ariane 5, Vega e Soyuz.

Outra possibilidade de redesenho da indústria europeia de lançadores envolve a italiana Avio Space, fabricante do foguete de médio porte Vega, e controlada por um fundo de private equity e pelo grupo italiano Leonardo (nova denominação da Finmeccanica), que poderia ser adquirida pela ASL. O governo italiano, no entanto, tem demonstrado resistência a esta consolidação.

Concepção artística do lançador Ariane 6, em desenvolvimento pela ASL. 
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Ariane 5: 70º sucesso consecutivo

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Foi realizado na noite de ontem (27), a partir de Kourou, na Guiana Francesa, o 70º lançamento consecutivo bem sucedido do lançador europeu Ariane 5, operado pela Arianespace.

O foguete levava a bordo um satélite de comunicações de nova geração da operadora Intelsat. Ressaltando a confiabilidade do lançador, François Auque, chefe de Sistemas Espaciais da Airbus Defence and Space, prime-contractor do Ariane 5, afirmou em nota: "Este primeiro voo bem sucedido de 2016 destaca mais uma vez a extraordinária confiabilidade do lançador europeu AriAne 5, um dos maiores e mais complexos sistemas de lançamento do mundo."

A missão teve duas características interessantes: envolveu a colocação em órbita de um único satélite de comunicações por um mesmo Ariane 5, o que é um contraste em relação à configuração típica deste lançador, com duas cargas úteis para missões para órbitas de transferência geoestacionária; e também foi o primeiro voo realizado pela empresa no mês de janeiro desde 2002 (na época, um Ariane 4), período que, por suas características climáticas, raramente permite lançamentos de Kourou.

2016 deverá ser um ano bastante movimentado para a Arianespace. Ao todo, a empresa planeja executar 11 missões ao longo deste ano, abrangendo voos do Ariane 5 (até 8 lançamentos, um recorde), do russo Soyuz e do italiano Vega, de médio porte.
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sábado, 17 de outubro de 2015

O programa argentino de satélites de comunicações

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No início deste mês, o senado argentino aprovou por unanimidade um projeto de lei para o desenvolvimento de sua capacidade local de satélites geoestacionários de comunicações, considerada de interesse público. O projeto prevê a criação do "Plan Satelital Geoestacionario Argentino 2015-2035", que prevê o lançamento de oito novas missões geoestacionárias de comunicações nos próximos vinte anos, a serem operados pela estatal ARSAT. Três destes novos satélites estão planejados para o período entre 2019 e 2023.

O projeto reconhece a construção dos satélites, de responsabilidade da também estatal INVAP, como uma prioridade nacional, declara a indústria de satélites como de interesse público, e busca ampliar o conteúdo nacional nas missões. Também estabelece objetivos para o desenvolvimento de uma plataforma orbital, com mais capacidade e potência.

Único país do hemisfério sul com capacidade de construir satélites geoestacionários, a Argentina já colocou em órbita duas missões, o Arsat-1, que no último dia 16 completou um ano no espaço, e o Arsat-2, lançado no final de setembro. Embora projetados localmente pela INVAP, os satélites contam com parte significativa de seus principais subsistemas adquiridos no exterior. É o caso das cargas úteis (transpônderes), fornecidos pela franco-italiana Thales Alenia Space, e dos sistemas de propulsão, painéis solares e certos componentes do subsistema de controle de atitude e órbita, fabricados pela europeia Airbus Defence and Space.

Cooperação internacional

Em 30 de setembro, por ocasião do lançamento do Arsat-2, promovido pela Arianespace a partir de Kourou, na Guiana Francesa, ministros dos governos da Argentina e da França firmaram um acordo de cooperação técnica no âmbito de comunicações por satélite e aplicações espaciais. O instrumento assinado, um primeiro passo para o início de discussões, contempla a busca de projetos de cooperação industrial e comercial no campo espacial. Abrange também a exploração de possíveis projetos de colaboração em plataformas de aplicações destinadas para utilidade pública baseadas em uso de sinais de satélites de comunicações, Observação da Terra e Navegação, além de intercâmbios e iniciativas em recursos humanos.

No continente sul-americano, a Argentina tem sido um dos principais países a estimular iniciativas conjuntas para cooperação no âmbito espacial, e o programa ARSAT é uma de suas plataformas para este objetivo. No final de agosto de 2014, uma comitiva com representantes da Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE), INVAP e ARSAT esteve na Bolívia para uma visita oficial a Agência Boliviana Espacial (ABE), com o propósito de “apresentar as características, desenvolvimento e capacidades do setor espacial argentino” a seus pares bolivianos, além de “avançar em aspectos de interesse mútuo para um próximo acordo de cooperação na área espacial”. O projeto de lei aprovado pelo senado também faz referência à busca de cooperação na região.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

ARSAT-2, da Argentina, em órbita

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Foi lançado com sucesso hoje (30), a partir de Kourou, na Guiana Francesa, o ARSAT-2, segundo satélite de comunicações construído na Argentina, a bordo do venerável Ariane 5 em sua 68ª missão consecutiva bem sucedida. Na mesma missão, operada pela Arianespace, também foi colocado em órbita um satélite australiano para comunicações em banda larga.

Construído pela estatal INVAP, o ARSAT-2 será operado pela também estatal Empresa Argentina de Soluciones Satelitales Sociedad Anónima - ARSAT, oferecendo comunicações para transmissão de sinais de TV, acesso a internet e telefonia. O primeiro satélite da série foi colocado em órbita em outubro do ano passado.

Poucas horas antes do lançamento do ARSAT-2, a operadora argentina assinou um novo contrato com a operadora do Ariane 5 para o lançamento do terceiro satélite da família, com opção para duas missões adicionais. O ARSAT-3, com massa estimada de 3.000 kg, deve seguir ao espaço em 2019, com as opções, caso exercidas, planejadas para o período entre 2020 e 2023.

Sobre o novo contrato, Stéphane Israël, presidente da Arianespace, afirmou em nota: "Eu gostaria de agradecer a ARSAT por confiar à Arianespace com o lançamento de seus futuros satélites. O contrato firmado hoje e as duas opções impulsionam a forte parceria que temos tido por mais de cinco anos. Estamos também muito orgulhosos com o fato de que este contrato vem no mesmo dia da assinatura de um acordo entre a França e a Argentina para uma ampla cooperação espacial."
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Argentina: ARSAT-2 em Kourou

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Já se encontra no centro espacial da Guiana Francesa, em Kourou, o satélite de comunicações argentino ARSAT-2, que deve ser colocado em órbita ainda este ano.

O ARSAT-2 é o segundo de três satélites geoestacionários que estão sendo projetados, construídos e operados a partir da Argentina, com o objetivo de aumentar a capacidade em comunicações do país latino-americano, além de garantir o mesmo nível de qualidade de conexão entre as diferentes regiões do país. A Arianespace lançou o primeiro satélite, ARSAT-1, a bordo de um Ariane 5, em outubro do ano passado.

A família ARSAT é construída pela estatal INVAP, com as europeias Airbus Defence and Space e a Thales Alenia Space sendo fornecedoras chave de subsistemas e componentes. A operação dos satélites é responsabilidade da ARSAT, empresa criada pelo governo com o objetivo estratégico de implementar políticas governamentais nos setores de comunicações, transmissão de dados e internet.

O ARSAT-2 deve subir ao espaço no próximo mês de setembro, na quinta missão do Ariane 5, que também levará a bordo um satélite geoestacionário australiano.
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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Star One C4 em órbita!

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O satélite Star One C4, da Embratel Star One, foi lançado com sucesso no final da tarde de hoje (16), a bordo de um foguete Ariane 5 voando a partir de Kourou, na Guiana Francesa. Esta foi a 66ª missão consecutiva bem sucedida do europeu Ariane 5, e a terceira este ano.

O sucesso marca os trinta anos de colaboração da Embratel com a operadora Arianespace, que já colocou dez satélites em órbita da companhia brasileira. O 11º satélite, o Star One D1, também deverá voar a bordo de um Ariane 5 em 2016. A Arianespace também foi contratada pela Visiona Tecnologia Espacial para o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), programada para o final do ano que vem.

Segundo informações da operadora brasileira, o Star One C4, construído pela SSL, do grupo canadense MDA, integrará a terceira geração de satélites da Embratel (denominada série C), juntamente com os satélites C1, C2, C12 e C3. Operará exclusivamente a Banda Ku, assegurando a expansão dos serviços de DTH (Direct to Home) da Claro hdtv no Brasil e das demais operadoras do Grupo América Móvil nas Américas do Sul e Central.
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domingo, 12 de julho de 2015

Star One C4: lançamento esta semana

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Está previsto para a próxima quarta-feira (15), o lançamento do Star One C4, satélite de comunicações da Star One, empresa do grupo Embratel. O satélite da empresa brasileira, construído pela Space Systems / Loral (SSL), dos Estados Unidos, terá como "companheiro" de missão o europeu MSG-4, de meteorologia.

A colocação em órbita estará a cargo da Arianespace, que utilizará seu lançador Ariane 5, voando a partir de Kourou, na Guiana Francesa. Esta missão terá alguns significados importantes: será o decimo satélite da operadora brasileira lançado pela Arianespace, e o 50º satélite construído pela SSL lançado pela companhia europeia.

O Star One C4 contará com 48 transpônderes em Banda Ku, garantindo a oferta de serviços como transmissão de vídeo e Internet diretamente aos usuários, além de telefonia em localidades remotas. Com massa total de 5.635 kg, terá vida útil estimada em 15 anos.

Para mais informações, veja o "launch kit" disponibilizado pela Arianespace.
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