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INPE realiza nova edição do Curso Internacional de Monitoramento de Florestas
Quarta-feira, 08 de Junho de 2016
A segunda edição de 2016 do Curso Internacional de Monitoramento de Florestas Tropicais acontece no Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Belém (PA), até 10 de junho.
Desta vez o treinamento é ministrado em inglês para 14 técnicos de Guiana, Suriname e Peru e cumpre o cronograma de duas semanas iniciado em 30 de maio. O curso é fruto da parceria do INPE com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).
O Brasil é o único país situado na região tropical que possui um programa de monitoramento de florestas, desenvolvido e operado pelo INPE desde 1988. A capacitação de pessoal visa auxiliar no combate ao desflorestamento, permitindo que os participantes adquiram conhecimento técnico e colaborem para que seus países se tornem autônomos no monitoramento de suas florestas.
Durante a capacitação, o CRA/INPE oferece sua tecnologia de monitoramento baseada em imagens de satélites. Os técnicos estrangeiros aprendem a utilizar o software TerraAmazon, sistema desenvolvido pelo Instituto em parceria com a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE) e disponibilizado gratuitamente. Uma das dificuldades quando se atua com monitoramento é trabalhar com sistemas não gratuitos e o TerraAmazon, além de toda a sua praticidade, por não ser pago se torna uma alternativa ainda mais adequada.
Agrônomo do Ministério da Agricultura do Suriname, Anand Ramkisoensing destaca a iniciativa brasileira de compartilhar conhecimento sobre como monitorar florestas. "Embora o Suriname seja um país pequeno, nós não temos condições de colocar fiscalização em todos os pontos onde há floresta. Porém, com essa tecnologia de visualização através de imagens de satélites podemos fazer um melhor controle de onde esteja havendo ações de desmatamento", diz o técnico do Suriname.
A engenheira florestal da Sala de Observação da OTCA no Peru, Blanca Vigo, conta que o país já vem trabalhando com monitoramento e buscando um sistema mais consolidado. "Estamos investigando como trabalhar com softwares livres, como o TerraAmazon", falou. Segundo Blanca, a possibilidade de esclarecer dúvidas junto aos consultores do INPE sobre questões de monitoramento é um dos ganhos do curso.
O programa do treinamento contempla informações sobre o Projeto TerraClass, responsável pelo levantamento de informações sobre áreas já desmatadas na Amazônia Legal Brasileira e que qualifica o desflorestamento, indicando as dinâmicas de uso e cobertura do solo. É apresentado também o Projeto Queimadas, enfatizando as metodologias de mapeamento e monitoramento de cicatrizes de áreas de incêndios florestais desenvolvidas no CRA e na sede do INPE, em São José dos Campos.
O Curso Internacional de Monitoramento de Florestas Tropicais faz parte do Projeto de Capacitação em Monitoramento de Florestas por Satélite – Capacitree, iniciativa inovadora do INPE em parceria com organismos internacionais, entre a eles a OTCA, a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF). Por meio do Capacitree, o Instituto gera material didático e capacita técnicos para operar o sistema TerraAmazon e os habilita ao mapeamento de corte raso, uso e cobertura da terra.
Ser um centro de referência mundial no monitoramento de florestas tropicais é a missão do CRA/INPE, que desde 2010 promove cursos de capacitação nacional e internacional. Junto ao CAF, o projeto Capacitree transformou em vídeo-aulas cursos de capacitação já realizados pelo CRA/INPE desde 2010. Já foram habilitados mais de 450 técnicos de países da América Latina, Ásia e África, a partir das tecnologias de mapeamento e monitoramento com o sistema TerraAmazon. Gratuito e acessível a qualquer país, o Capacitree está disponível em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e francês.
Fonte: INPE
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quinta-feira, 9 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Resultados da seleção pública da FAPESP - FINEP
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FAPESP anuncia resultado de etapa da seleção pública para desenvolvimento de aplicações espaciais
Terça-feira, 31 de Maio de 2016
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) publicou o resultado da etapa de enquadramento da chamada de propostas de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias e produtos para aplicações espaciais lançada em 2015 com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Clique aqui para acessar o resultado
Puderam participar da chamada, no âmbito do Programa PIPE/PAPPE, microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) busca fazer com que o Brasil obtenha autonomia em todo o processo que envolve o desenvolvimento, a integração, o lançamento e o controle de satélites. Para isso, adota uma política industrial que permite a qualificação de fornecedores e contratação de serviços, partes, equipamentos e subsistemas junto a empresas nacionais.
Os desafios tecnológicos propostos nesta chamada do Programa PIPE/PAPPE estão divididos em sete grandes grupos: instrumentos embarcados da missão EQUARS; eletrônica e óptica espacial; propulsão; transponder digital e antena; suprimento de energia; integração de sistemas; controle de atitude e órbita. O edital de Seleção Pública de Subvenção Econômica à Pesquisa para Inovação – Programa PIPE/PAPPE voltada para a área de aplicações espaciais está disponível em www.fapesp.br/9961
Fonte: INPE
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FAPESP anuncia resultado de etapa da seleção pública para desenvolvimento de aplicações espaciais
Terça-feira, 31 de Maio de 2016
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) publicou o resultado da etapa de enquadramento da chamada de propostas de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias e produtos para aplicações espaciais lançada em 2015 com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Clique aqui para acessar o resultado
Puderam participar da chamada, no âmbito do Programa PIPE/PAPPE, microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) busca fazer com que o Brasil obtenha autonomia em todo o processo que envolve o desenvolvimento, a integração, o lançamento e o controle de satélites. Para isso, adota uma política industrial que permite a qualificação de fornecedores e contratação de serviços, partes, equipamentos e subsistemas junto a empresas nacionais.
Os desafios tecnológicos propostos nesta chamada do Programa PIPE/PAPPE estão divididos em sete grandes grupos: instrumentos embarcados da missão EQUARS; eletrônica e óptica espacial; propulsão; transponder digital e antena; suprimento de energia; integração de sistemas; controle de atitude e órbita. O edital de Seleção Pública de Subvenção Econômica à Pesquisa para Inovação – Programa PIPE/PAPPE voltada para a área de aplicações espaciais está disponível em www.fapesp.br/9961
Fonte: INPE
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sexta-feira, 13 de maio de 2016
Especialistas atestam qualidade das imagens do CBERS-4
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Especialistas atestam qualidade das imagens do CBERS-4
Sexta-feira, 13 de Maio de 2016
A qualidade das imagens obtidas pelas câmeras do satélite sino-brasileiro foi atestada durante a Revisão Final de Comissionamento do CBERS-4, realizada nesta quarta-feira (11/5) na sede do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
O CBERS-4 é o quinto satélite do Programa CBERS e conta com quatro câmeras, duas brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas (PAN e IRS). A multiplicidade de sensores torna o CBERS-4 capaz de atender a diversas aplicações, como monitorar desmatamentos, queimadas, o nível de reservatórios, desastres naturais, a expansão agrícola e o desenvolvimento das cidades, entre outras.
“Os principais objetivos da Revisão foram avaliar a qualidade radiométrica e geométrica das câmeras e disponibilizar o satélite para a operação de rotina”, informa Antonio Carlos de Oliveira Pereira Junior, que coordena o Segmento Espacial do Programa CBERS.
Os resultados do período de comissionamento foram avaliados por um Comitê Revisor, que considerou não haver qualquer impedimento para a operação de rotina do CBERS-4.
É chamada de comissionamento a primeira fase de funcionamento em órbita de um satélite, quando seus equipamentos e subsistemas passam por testes e ajustes. Mesmo antes do final do comissionamento, o INPE já vinha disponibilizando as imagens do CBERS-4 no catálogo online.
“Os usuários têm nos dado retorno positivo sobre o uso das imagens”, comenta João Vianei Soares, coordenador do Segmento de Aplicações do Programa CBERS. “Imagens da câmera brasileira MUX foram usadas para avaliar a extensão do desastre em Mariana, por exemplo. A resolução da PAN é ótima para estudos urbanos. A câmera WFI, com 65 m de resolução e quase 900 km de faixa, revisita o mesmo alvo a cada 5 dias , com excelente qualidade tanto geométrica quanto radiométrica, e já está em uso nos projetos DETER e PRODES. A IRS também podem atender a diferentes usos. Cada câmera possui um nível de resolução capaz de gerar imagens no detalhamento necessário conforme a aplicação”.
A Revisão Final de Comissionamento do CBERS-4 contou com a presença do diretor do INPE, Leonel Perondi, e dos coordenadores dos segmentos Espacial, de Aplicações e de Controle do Programa CBERS, além de especialistas do Instituto e da AMS Kepler Engenharia de Sistemas, responsável pelo software utilizado no processamento das imagens do satélite.
Lançado em dezembro de 2014, o satélite CBERS-4 é resultado do esforço pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no país. Mais informações sobre o Programa CBERS (sigla em inglês para China-Brazil Earth Resources Satellite) estão disponíveis na página www.cbers.inpe.br
Fonte: INPE
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Especialistas atestam qualidade das imagens do CBERS-4
Sexta-feira, 13 de Maio de 2016
A qualidade das imagens obtidas pelas câmeras do satélite sino-brasileiro foi atestada durante a Revisão Final de Comissionamento do CBERS-4, realizada nesta quarta-feira (11/5) na sede do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
O CBERS-4 é o quinto satélite do Programa CBERS e conta com quatro câmeras, duas brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas (PAN e IRS). A multiplicidade de sensores torna o CBERS-4 capaz de atender a diversas aplicações, como monitorar desmatamentos, queimadas, o nível de reservatórios, desastres naturais, a expansão agrícola e o desenvolvimento das cidades, entre outras.
“Os principais objetivos da Revisão foram avaliar a qualidade radiométrica e geométrica das câmeras e disponibilizar o satélite para a operação de rotina”, informa Antonio Carlos de Oliveira Pereira Junior, que coordena o Segmento Espacial do Programa CBERS.
Os resultados do período de comissionamento foram avaliados por um Comitê Revisor, que considerou não haver qualquer impedimento para a operação de rotina do CBERS-4.
É chamada de comissionamento a primeira fase de funcionamento em órbita de um satélite, quando seus equipamentos e subsistemas passam por testes e ajustes. Mesmo antes do final do comissionamento, o INPE já vinha disponibilizando as imagens do CBERS-4 no catálogo online.
“Os usuários têm nos dado retorno positivo sobre o uso das imagens”, comenta João Vianei Soares, coordenador do Segmento de Aplicações do Programa CBERS. “Imagens da câmera brasileira MUX foram usadas para avaliar a extensão do desastre em Mariana, por exemplo. A resolução da PAN é ótima para estudos urbanos. A câmera WFI, com 65 m de resolução e quase 900 km de faixa, revisita o mesmo alvo a cada 5 dias , com excelente qualidade tanto geométrica quanto radiométrica, e já está em uso nos projetos DETER e PRODES. A IRS também podem atender a diferentes usos. Cada câmera possui um nível de resolução capaz de gerar imagens no detalhamento necessário conforme a aplicação”.
A Revisão Final de Comissionamento do CBERS-4 contou com a presença do diretor do INPE, Leonel Perondi, e dos coordenadores dos segmentos Espacial, de Aplicações e de Controle do Programa CBERS, além de especialistas do Instituto e da AMS Kepler Engenharia de Sistemas, responsável pelo software utilizado no processamento das imagens do satélite.
Lançado em dezembro de 2014, o satélite CBERS-4 é resultado do esforço pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no país. Mais informações sobre o Programa CBERS (sigla em inglês para China-Brazil Earth Resources Satellite) estão disponíveis na página www.cbers.inpe.br
Fonte: INPE
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terça-feira, 10 de maio de 2016
Cooperação Brasil - China
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.INPE e Academia Chinesa de Ciências avaliam atividades de laboratório conjunto de clima espacial
Terça-feira, 10 de Maio de 2016
Dirigentes e pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências (CAS), do Observatório Astronômico de Xangai (SHAO) e do Centro Nacional Chinês para Ciência Espacial (NSSC) estiveram em 3 de maio no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Durante a visita, foram discutidas atividades em prol do China-Brazil Joint Laboratory for Space Weather. Instalado em agosto de 2014 na sede do INPE, em São José dos Campos (SP), o laboratório conjunto tem fomentado a cooperação entre o Brasil e a China em pesquisa, desenvolvimento científico e formação de recursos humanos.
Entre as ações em curso por meio desta parceria, destaca-se o estabelecimento, na região Sul do Brasil, de um Observatório do Clima Espacial.
Por ocasião da visita, o INPE e as instituições chinesas também manifestaram interesse em explorar novos setores de cooperação na área de ciências atmosféricas, monitoramento de lixo espacial, entre outros, bem como o intercâmbio de cientistas entre os dois países e a formação de pós-doutorandos.
Foi proposta ainda a realização de workshop científico no âmbito do China-Brazil Joint Laboratory for Space Weather. Além de INPE e CAS, o evento teria a participação de outros institutos de pesquisa e universidades do Brasil e da China, com o objetivo de estender a parceria em áreas de interesse mútuo.
Fonte: INPE
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segunda-feira, 9 de maio de 2016
Seleção de Diretor do INPE: nomes da lista tríplice
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Nomes da lista tríplice para ser o novo diretor do INPE
Redação SindCT
6 de maio de 2016, atualizado em 07/05 - 10:00
Embora ainda não tenha sido divulgada oficialmente, chegou a nossa redação a informação dos nomes selecionados pelo Comitê de Busca para compor a lista tríplice de candidatos a assumir a direção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Um deles será escolhido pela ministra em exercício da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, para ser o novo diretor ou diretora do Instituto.
São eles: César Celeste Ghizoni, Ricardo Magnus Osório Galvão e Thelma Krug.
Não sabemos qual foi a ordem escolhida pelo Comitê. Geralmente os ministros nomeiam o primeiro da lista.
Em breve, mais detalhes.
Fonte: SindCT.
Comentários do blog: Cesar Celeste Ghizoni é engenheiro eletrônico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com passagens pelo INPE e indústrias do setor espacial. Fundou a Equatorial Sistemas, de São José dos Campos (SP). Ricardo Magnus Osório Galvão é físico e engenheiro, professor titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, é presidente da Sociedade Brasileira de Física. Thelma Krug é graduada em Matemática pela Roosevelt University, dos EUA. É pesquisadora do INPE, estando atualmente cedida ao Ministério do Meio Ambiente como diretora do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento.
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Nomes da lista tríplice para ser o novo diretor do INPE
Redação SindCT
6 de maio de 2016, atualizado em 07/05 - 10:00
Embora ainda não tenha sido divulgada oficialmente, chegou a nossa redação a informação dos nomes selecionados pelo Comitê de Busca para compor a lista tríplice de candidatos a assumir a direção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Um deles será escolhido pela ministra em exercício da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, para ser o novo diretor ou diretora do Instituto.
São eles: César Celeste Ghizoni, Ricardo Magnus Osório Galvão e Thelma Krug.
Não sabemos qual foi a ordem escolhida pelo Comitê. Geralmente os ministros nomeiam o primeiro da lista.
Em breve, mais detalhes.
Fonte: SindCT.
Comentários do blog: Cesar Celeste Ghizoni é engenheiro eletrônico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com passagens pelo INPE e indústrias do setor espacial. Fundou a Equatorial Sistemas, de São José dos Campos (SP). Ricardo Magnus Osório Galvão é físico e engenheiro, professor titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, é presidente da Sociedade Brasileira de Física. Thelma Krug é graduada em Matemática pela Roosevelt University, dos EUA. É pesquisadora do INPE, estando atualmente cedida ao Ministério do Meio Ambiente como diretora do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento.
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domingo, 8 de maio de 2016
DETER-B: novo sistema de alerta de desmatamento na Amazônia
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INPE aprimora sistema de alerta de desmatamento na Amazônia
Quinta-feira, 05 de Maio de 2016
O DETER-B, novo sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para gerar alertas em tempo quase real sobre o desmatamento na Amazônia, foi apresentado na tarde desta quinta-feira (5/5) no Ministério do Meio Ambiente (MMA), em Brasília, durante o lançamento da Estratégia do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros.
Baseado em dados de satélite com resolução de 60 metros, o DETER-B é capaz de discriminar polígonos superiores a 6,25 hectares (ha), revelando o corte raso, desmatamento com vegetação, áreas de mineração ilegal, além do processo de degradação em diferentes intensidades, cicatrizes de incêndio florestal e o corte seletivo.
O novo sistema é um aprimoramento do DETER lançado em 2004 (agora chamado de DETER-A), que identifica ocorrências de desmatamento e degradação na Amazônia a partir de 25 ha por meio de sensores com resolução de 250 metros.
Assim como seu antecessor, o DETER-B é uma ferramenta para orientar a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que recebe alertas diários gerados pelo sistema do INPE.
"O DETER-B é essencial para coibir a nova estratégia adotada pelos desmatadores ilegais, concentrada em pequenas áreas. Verificamos mais polígonos de menores dimensões: 84% das detecções foram geradas para áreas inferiores a 25 ha, o que corresponde a mais de 52% da área total desmatada", destaca Igor Narvaes, pesquisador do Centro Regional da Amazônia (CRA) do INPE e coordenador técnico do projeto DETER-B.
De agosto a dezembro de 2015, a nova ferramenta já mapeou cerca de 26 mil polígonos. No período, as áreas consideradas de alerta – corte raso, desmatamento com vegetação ou mineração - corresponderam a 251.70 ha ou 2.517 km². A classe mais representativa foi de desmatamento com corte raso, equivalente a 238.92 ha (12,6% do total de alertas mapeados).
As maiores emissões de alertas do DETER-B foram no Pará (35,37%), Mato Grosso (24,30%), Rondônia (18,27%) e Amazonas (13,29%), correspondendo a aproximadamente 90% do número total.
O INPE mantém em operação o DETER-A, simultaneamente ao DETER-B. Além disso, já atua no desenvolvimento do DETER-C, sistema ainda mais preciso com resolução espacial de 30 metros, a mesma do PRODES, projeto também do Instituto para o cálculo da taxa anual do desmatamento na Amazônia.
Monitoramento de biomas
Coordenado pelo MMA, o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros será realizado em parceria pelos especialistas do INPE, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Ibama. O programa elenca ações, prioridades e metodologias para o mapeamento e classificação da Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.
Ao longo dos anos o INPE vem aperfeiçoando programas e estudos que verificam desmatamentos, a degradação florestal e, também, a ocorrência de queimadas. Suas tecnologias de monitoramento baseadas em dados espaciais são reconhecidas pela sociedade, governo e comunidade científica. Esta experiência será utilizada no programa interinstitucional de monitoramento dos biomas, que mapeará o uso e a cobertura da terra e suas mudanças, as queimadas, a extração seletiva de madeira e a recuperação da vegetação.
Segundo o MMA, os resultados do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros permitirão acompanhar o desempenho das políticas públicas para atingir a meta de redução das emissões totais de gases de efeito estufa, conforme compromissos assumidos junto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Também permitirão acompanhar o desempenho das ações associadas às Metas Nacionais de Biodiversidade para 2020, correspondentes às Metas de Aichi da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).
Junto com o anúncio do DETER-B e, ainda, a apresentação de novos dados do TerraClass, o programa para o monitoramento dos biomas foi lançado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e pelos presidente da Embrapa e diretor do INPE, respectivamente, Maurício Antônio Lopes e Leonel Perondi.
Fonte: INPE
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INPE aprimora sistema de alerta de desmatamento na Amazônia
Quinta-feira, 05 de Maio de 2016
O DETER-B, novo sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para gerar alertas em tempo quase real sobre o desmatamento na Amazônia, foi apresentado na tarde desta quinta-feira (5/5) no Ministério do Meio Ambiente (MMA), em Brasília, durante o lançamento da Estratégia do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros.
Baseado em dados de satélite com resolução de 60 metros, o DETER-B é capaz de discriminar polígonos superiores a 6,25 hectares (ha), revelando o corte raso, desmatamento com vegetação, áreas de mineração ilegal, além do processo de degradação em diferentes intensidades, cicatrizes de incêndio florestal e o corte seletivo.
O novo sistema é um aprimoramento do DETER lançado em 2004 (agora chamado de DETER-A), que identifica ocorrências de desmatamento e degradação na Amazônia a partir de 25 ha por meio de sensores com resolução de 250 metros.
Assim como seu antecessor, o DETER-B é uma ferramenta para orientar a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que recebe alertas diários gerados pelo sistema do INPE.
"O DETER-B é essencial para coibir a nova estratégia adotada pelos desmatadores ilegais, concentrada em pequenas áreas. Verificamos mais polígonos de menores dimensões: 84% das detecções foram geradas para áreas inferiores a 25 ha, o que corresponde a mais de 52% da área total desmatada", destaca Igor Narvaes, pesquisador do Centro Regional da Amazônia (CRA) do INPE e coordenador técnico do projeto DETER-B.
De agosto a dezembro de 2015, a nova ferramenta já mapeou cerca de 26 mil polígonos. No período, as áreas consideradas de alerta – corte raso, desmatamento com vegetação ou mineração - corresponderam a 251.70 ha ou 2.517 km². A classe mais representativa foi de desmatamento com corte raso, equivalente a 238.92 ha (12,6% do total de alertas mapeados).
As maiores emissões de alertas do DETER-B foram no Pará (35,37%), Mato Grosso (24,30%), Rondônia (18,27%) e Amazonas (13,29%), correspondendo a aproximadamente 90% do número total.
O INPE mantém em operação o DETER-A, simultaneamente ao DETER-B. Além disso, já atua no desenvolvimento do DETER-C, sistema ainda mais preciso com resolução espacial de 30 metros, a mesma do PRODES, projeto também do Instituto para o cálculo da taxa anual do desmatamento na Amazônia.
Monitoramento de biomas
Coordenado pelo MMA, o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros será realizado em parceria pelos especialistas do INPE, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Ibama. O programa elenca ações, prioridades e metodologias para o mapeamento e classificação da Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.
Ao longo dos anos o INPE vem aperfeiçoando programas e estudos que verificam desmatamentos, a degradação florestal e, também, a ocorrência de queimadas. Suas tecnologias de monitoramento baseadas em dados espaciais são reconhecidas pela sociedade, governo e comunidade científica. Esta experiência será utilizada no programa interinstitucional de monitoramento dos biomas, que mapeará o uso e a cobertura da terra e suas mudanças, as queimadas, a extração seletiva de madeira e a recuperação da vegetação.
Segundo o MMA, os resultados do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros permitirão acompanhar o desempenho das políticas públicas para atingir a meta de redução das emissões totais de gases de efeito estufa, conforme compromissos assumidos junto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Também permitirão acompanhar o desempenho das ações associadas às Metas Nacionais de Biodiversidade para 2020, correspondentes às Metas de Aichi da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).
Junto com o anúncio do DETER-B e, ainda, a apresentação de novos dados do TerraClass, o programa para o monitoramento dos biomas foi lançado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e pelos presidente da Embrapa e diretor do INPE, respectivamente, Maurício Antônio Lopes e Leonel Perondi.
Fonte: INPE
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
INPE: qualificação de técnicos para o monitoramento de florestas tropicais
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INPE qualifica novos técnicos para o monitoramento de florestas tropicais
Quarta-feira, 04 de Maio de 2016
Técnicos da Bolívia, Colômbia e Peru participam, até o dia 6 de maio, da primeira edição de 2016 do Curso Internacional de Monitoramento de Florestas Tropicais, promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), nas instalações de seu Centro Regional da Amazônia (CRA), em Belém (PA). O treinamento, que iniciou em 25 de abril, é realizado em parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).
Ser um centro de referência mundial no monitoramento de florestas tropicais é a missão do CRA/INPE, que desde 2010 promove cursos de capacitação nacional e internacional.
O programa desta edição do curso aborda, entre outros, o Projeto TerraClass, único no mundo a fazer o levantamento de informações sobre áreas já desmatadas da Amazônia Legal Brasileira, qualificando o desflorestamento. Também é apresentado o Projeto Queimadas, enfatizando as metodologias de mapeamento e monitoramento de cicatrizes de áreas de incêndios florestais desenvolvidas no CRA e na sede do INPE, em São José dos Campos (SP).
Durante o curso, o CRA/INPE oferece sua tecnologia de monitoramento baseada em imagens de satélites aos profissionais de países interessados em cuidar de suas florestas. Os técnicos estrangeiros aprendem a utilizar o software TerraAmazon, sistema desenvolvido pelo INPE em parceria com a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE) e disponibilizado gratuitamente.
A engenheira florestal e integrante da Sala de Observação do Peru, Ethel Llanos, destacou as facilidades para o uso do TerraAmazon. “Nós já trabalhamos no Peru com tecnologias de monitoramento, mas este curso com informações do TerraClass nos dá uma visão mais ampla das ferramentas que podemos utilizar. O TerraAmazon é muito útil, porque possibilita se trabalhar mais com imagens e melhorar o que já se faz”, declarou Llanos. Para a engenheira, uma das dificuldades quando se atua com monitoramento é trabalhar com sistemas não gratuitos e o TerraAmazon, além de toda a sua praticidade, por não ser pago se torna uma alternativa ainda mais adequada.
O Projeto de Capacitação em Monitoramento de Florestas por Satélite – Capacitree é uma iniciativa inovadora do INPE em parceria com organismos internacionais como a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e a OTCA. Por meio do Capacitree, o INPE gera material didático e capacita técnicos para operar o sistema TerraAmazon e os habilita ao mapeamento de corte raso, uso e cobertura da terra.
Junto ao CAF, o projeto Capacitree transformou em vídeo-aulas cursos de capacitação já realizados pelo CRA/INPE desde 2010. Já foram habilitados mais de 450 técnicos de países da América Latina, Ásia e África, a partir das tecnologias de mapeamento e monitoramento com o sistema TerraAmazon. Destaca-se que as vídeo-aulas podem, inclusive, ser utilizadas em salas de aula de graduações e pós-graduações, facilitando a divulgação de ferramentas e repassando capacitação de forma didática.
Gratuito e acessível a qualquer país, o Capacitree está disponível em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e francês, contribuindo para que o INPE entre para a história do monitoramento de florestas tropicais.
Para o INPE, a capacitação de pessoal é uma demanda constante, nacional e internacional. O Instituto aperfeiçoa seus sistemas continuamente e, a cada atualização, mais tem a ensinar.
Fonte: INPE
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INPE qualifica novos técnicos para o monitoramento de florestas tropicais
Quarta-feira, 04 de Maio de 2016
Técnicos da Bolívia, Colômbia e Peru participam, até o dia 6 de maio, da primeira edição de 2016 do Curso Internacional de Monitoramento de Florestas Tropicais, promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), nas instalações de seu Centro Regional da Amazônia (CRA), em Belém (PA). O treinamento, que iniciou em 25 de abril, é realizado em parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).
Ser um centro de referência mundial no monitoramento de florestas tropicais é a missão do CRA/INPE, que desde 2010 promove cursos de capacitação nacional e internacional.
O programa desta edição do curso aborda, entre outros, o Projeto TerraClass, único no mundo a fazer o levantamento de informações sobre áreas já desmatadas da Amazônia Legal Brasileira, qualificando o desflorestamento. Também é apresentado o Projeto Queimadas, enfatizando as metodologias de mapeamento e monitoramento de cicatrizes de áreas de incêndios florestais desenvolvidas no CRA e na sede do INPE, em São José dos Campos (SP).
Durante o curso, o CRA/INPE oferece sua tecnologia de monitoramento baseada em imagens de satélites aos profissionais de países interessados em cuidar de suas florestas. Os técnicos estrangeiros aprendem a utilizar o software TerraAmazon, sistema desenvolvido pelo INPE em parceria com a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE) e disponibilizado gratuitamente.
A engenheira florestal e integrante da Sala de Observação do Peru, Ethel Llanos, destacou as facilidades para o uso do TerraAmazon. “Nós já trabalhamos no Peru com tecnologias de monitoramento, mas este curso com informações do TerraClass nos dá uma visão mais ampla das ferramentas que podemos utilizar. O TerraAmazon é muito útil, porque possibilita se trabalhar mais com imagens e melhorar o que já se faz”, declarou Llanos. Para a engenheira, uma das dificuldades quando se atua com monitoramento é trabalhar com sistemas não gratuitos e o TerraAmazon, além de toda a sua praticidade, por não ser pago se torna uma alternativa ainda mais adequada.
O Projeto de Capacitação em Monitoramento de Florestas por Satélite – Capacitree é uma iniciativa inovadora do INPE em parceria com organismos internacionais como a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e a OTCA. Por meio do Capacitree, o INPE gera material didático e capacita técnicos para operar o sistema TerraAmazon e os habilita ao mapeamento de corte raso, uso e cobertura da terra.
Junto ao CAF, o projeto Capacitree transformou em vídeo-aulas cursos de capacitação já realizados pelo CRA/INPE desde 2010. Já foram habilitados mais de 450 técnicos de países da América Latina, Ásia e África, a partir das tecnologias de mapeamento e monitoramento com o sistema TerraAmazon. Destaca-se que as vídeo-aulas podem, inclusive, ser utilizadas em salas de aula de graduações e pós-graduações, facilitando a divulgação de ferramentas e repassando capacitação de forma didática.
Gratuito e acessível a qualquer país, o Capacitree está disponível em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e francês, contribuindo para que o INPE entre para a história do monitoramento de florestas tropicais.
Para o INPE, a capacitação de pessoal é uma demanda constante, nacional e internacional. O Instituto aperfeiçoa seus sistemas continuamente e, a cada atualização, mais tem a ensinar.
Fonte: INPE
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quinta-feira, 21 de abril de 2016
Cooperação INPE - Conab em monitoramento agrícola
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Conab e Inpe trocam experiências sobre monitoramento agrícola
20/04/2016
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) formalizarão um acordo de cooperação técnica para o uso de imagens via satélite na estimativa de área plantada e no monitoramento agrícola. Nesta semana, técnicos das duas instituições debateram aspectos da formalização da cooperação técnica.
Um dos temas em pauta para este entendimento é a troca de metodologias de mapeamento para aprimorar o uso da geotecnologia nas estimativas de safra da Companhia. A Conab vem utilizando recursos tecnológicos como modelos estatísticos, sensoriamento remoto, posicionamento por satélite (GPS), sistemas de informações geográficas e outros para estimar as áreas de cultivo e prever impactos à produtividade das lavouras desde 2004, por meio do projeto GeoSafras.
"Com estes recursos, os levantamentos da evolução de área, produção e produtividade têm tido melhor apuração e eficiência, dando maior consistência às estimativas de safra", avalia o gerente de Geotecnologia da Companhia, Tarsis Piffer. O trabalho conta com contribuições de diversas instituições parceiras, como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Joint Research Center (JRC) da Comissão Européia e a Universidade de Maryland, dos Estados Unidos.
Fonte: INPE
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Conab e Inpe trocam experiências sobre monitoramento agrícola
20/04/2016
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) formalizarão um acordo de cooperação técnica para o uso de imagens via satélite na estimativa de área plantada e no monitoramento agrícola. Nesta semana, técnicos das duas instituições debateram aspectos da formalização da cooperação técnica.
Um dos temas em pauta para este entendimento é a troca de metodologias de mapeamento para aprimorar o uso da geotecnologia nas estimativas de safra da Companhia. A Conab vem utilizando recursos tecnológicos como modelos estatísticos, sensoriamento remoto, posicionamento por satélite (GPS), sistemas de informações geográficas e outros para estimar as áreas de cultivo e prever impactos à produtividade das lavouras desde 2004, por meio do projeto GeoSafras.
"Com estes recursos, os levantamentos da evolução de área, produção e produtividade têm tido melhor apuração e eficiência, dando maior consistência às estimativas de safra", avalia o gerente de Geotecnologia da Companhia, Tarsis Piffer. O trabalho conta com contribuições de diversas instituições parceiras, como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Joint Research Center (JRC) da Comissão Européia e a Universidade de Maryland, dos Estados Unidos.
Fonte: INPE
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segunda-feira, 18 de abril de 2016
Cooperação Brasil - França
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Centro Regional da Amazônia recebe delegação francesa
Quinta-feira, 14 de Abril de 2016
O Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Belém, recebe nesta sexta-feira (15/4) uma delegação da França composta por auditores do Institut des Hautes Etudes pour la Science et la Technologie – IHEST (Instituto de Estudos Avançados em Ciência e Tecnologia).
Os membros do instituto francês estão no Brasil para visitas a centros de ensino, pesquisa e inovação de São Paulo e Belém, apoiados pela Embaixada da França, com o objetivo de avaliar estratégias de possível cooperação científica entre os dois países.
Sabendo da imensidão do Brasil e dos consequentes contrastes territoriais, os auditores do IHEST, em consonância com o tema de sua atual jornada de estudos – Novas áreas de desenvolvimento e da globalização tecnológica: Brasil -, escolheram duas capitais de características distintas: São Paulo e Belém.
Depois de passar por instituições paulistas como as universidades de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp), Instituto Butantã e Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, a delegação francesa segue programação de reuniões com representantes da prefeitura de Belém e do governo do Estado do Pará para falar sobre estratégias e políticas públicas.
No Pará, os auditores franceses buscam discutir a posição da capital regional e a estratégia do Estado para ensino superior e pesquisa e assimilar a cooperação científica França-Brasil a partir de temas como agricultura, agronomia, meio ambiente e monitoramento de florestas, sendo esta uma das missões do centro regional do INPE na Amazônia.
Nesta sexta-feira, às 14h, os auditores do IHEST serão recebidos pela chefe do CRA/INPE, Alessandra Rodrigues Gomes. Ela apresentará os projetos do centro, que desenvolve tecnologias e métodos para a vigilância por satélites de florestas tropicais e capacita técnicos nacionais e internacionais para atuar no monitoramento através do projeto Capacitree.
Os pesquisadores Marcos Adami e Igor Narvaes, coordenadores do TerraClass e Deter-B, respectivamente, apresentarão aos visitantes as salas de desenvolvimento dos projetos no CRA/INPE. Também está prevista uma palestra do coordenador de pesquisa da Universidade Federal do Pará (UFPA), João Tavares Pinho.
A visita de estudo internacional é a segunda do IHEST ao Brasil, tendo sido a primeira em 2010. Naquele ano os auditores se impressionaram com a vitalidade do país não só no âmbito econômico, como na educação superior, pesquisa e inovação. Seis anos depois, a missão da nova jornada é compreender como estas áreas têm evoluído e podem contribuir para afastar o país da crise.
A viagem ao Brasil integra o ciclo nacional de formação do IHEST 2015-2016, sobre espaços de ciência, territórios e sociedades. Destaca-se a presença da chefe da delegação e diretora do IHEST desde sua criação em 2007, Marie-Françoise Chevallier-Le Guyader, entre outros pesquisadores franceses de diversos órgãos. A delegação é composta por 50 pessoas. O Instituto está sob a supervisão dos Ministérios da Educação, do Ensino Superior e da Investigação da França.
Fonte: INPE
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Centro Regional da Amazônia recebe delegação francesa
Quinta-feira, 14 de Abril de 2016
O Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Belém, recebe nesta sexta-feira (15/4) uma delegação da França composta por auditores do Institut des Hautes Etudes pour la Science et la Technologie – IHEST (Instituto de Estudos Avançados em Ciência e Tecnologia).
Os membros do instituto francês estão no Brasil para visitas a centros de ensino, pesquisa e inovação de São Paulo e Belém, apoiados pela Embaixada da França, com o objetivo de avaliar estratégias de possível cooperação científica entre os dois países.
Sabendo da imensidão do Brasil e dos consequentes contrastes territoriais, os auditores do IHEST, em consonância com o tema de sua atual jornada de estudos – Novas áreas de desenvolvimento e da globalização tecnológica: Brasil -, escolheram duas capitais de características distintas: São Paulo e Belém.
Depois de passar por instituições paulistas como as universidades de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp), Instituto Butantã e Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, a delegação francesa segue programação de reuniões com representantes da prefeitura de Belém e do governo do Estado do Pará para falar sobre estratégias e políticas públicas.
No Pará, os auditores franceses buscam discutir a posição da capital regional e a estratégia do Estado para ensino superior e pesquisa e assimilar a cooperação científica França-Brasil a partir de temas como agricultura, agronomia, meio ambiente e monitoramento de florestas, sendo esta uma das missões do centro regional do INPE na Amazônia.
Nesta sexta-feira, às 14h, os auditores do IHEST serão recebidos pela chefe do CRA/INPE, Alessandra Rodrigues Gomes. Ela apresentará os projetos do centro, que desenvolve tecnologias e métodos para a vigilância por satélites de florestas tropicais e capacita técnicos nacionais e internacionais para atuar no monitoramento através do projeto Capacitree.
Os pesquisadores Marcos Adami e Igor Narvaes, coordenadores do TerraClass e Deter-B, respectivamente, apresentarão aos visitantes as salas de desenvolvimento dos projetos no CRA/INPE. Também está prevista uma palestra do coordenador de pesquisa da Universidade Federal do Pará (UFPA), João Tavares Pinho.
A visita de estudo internacional é a segunda do IHEST ao Brasil, tendo sido a primeira em 2010. Naquele ano os auditores se impressionaram com a vitalidade do país não só no âmbito econômico, como na educação superior, pesquisa e inovação. Seis anos depois, a missão da nova jornada é compreender como estas áreas têm evoluído e podem contribuir para afastar o país da crise.
A viagem ao Brasil integra o ciclo nacional de formação do IHEST 2015-2016, sobre espaços de ciência, territórios e sociedades. Destaca-se a presença da chefe da delegação e diretora do IHEST desde sua criação em 2007, Marie-Françoise Chevallier-Le Guyader, entre outros pesquisadores franceses de diversos órgãos. A delegação é composta por 50 pessoas. O Instituto está sob a supervisão dos Ministérios da Educação, do Ensino Superior e da Investigação da França.
Fonte: INPE
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quarta-feira, 13 de abril de 2016
Cubesats: "NanosatC-Br1 resiste e transmite!"
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Lançado ao espaço em 19 de junho de 2014, o NanosatC-Br1, um dos projetos pioneiros em cubesats no Brasil, ainda transmite sinais, quase dois anos após a sua colocação em órbita, evidenciando a qualidade do projeto e da equipe envolvida.
Segundo informações de um dos responsáveis pela missão, o pesquisador Otávio Durão, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), dados de telemetria do pequeno satélite foram recebidos no início da semana passada por um radioamador na Alemanha e, em seguida, retransmitidos a outro em Roraima.
O NanosatC-Br1 é um cubesat do modelo 1U, mais tradicional, com massa aproximada de 1 quilo e volume de 1 litro. Desenvolvido pelo INPE e pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ao custo de algumas centenas de milhares de reais (incluindo o satélite, estação, lançamento e operação), sua missão compreendeu três experimentos tecnológicos e científicos, dentre os quais o teste no espaço de um circuito integrado projetado totalmente no Brasil, e a coleta de dados para estudo de distúrbios na magnetosfera, principalmente na região da Anomalia Magnética do Atlântico Sul, e do setor brasileiro do Eletrojato Equatorial Ionosférico.
Seguindo o sucesso do NanosatC-Br1 e motivado pelos baixos custos de desenvolvimento, vários projetos de cubesats estão atualmente em desenvolvimento no Brasil, por instituições como o INPE e universidades. Nos últimos anos foram colocados em órbita o AESP-14, do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), e o SERPENS, da Universidade de Brasília (UnB), ambos financiados com recursos da Agência Espacial Brasileira (AEB). A mesma equipe responsável pelo NanosatC-Br1 está trabalhando num segundo modelo, o Br-2, um 2U. O ITA, por sua vez, está terminando o ITASAT, um 6U, para lançamento em breve.
O Centro Regional do Nordeste (CRN), do INPE, localizado em Natal (RN) trabalha em dois cubesats, um 2U e um 8U, ambos com modelos de engenharia já disponíveis, e que terão como cargas úteis transpônderes de coleta de dados para atender o Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais (SBCDA).
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quarta-feira, 6 de abril de 2016
Palestra da FAPESP no INPE
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Diretor da FAPESP ministra palestra no INPE
Terça-feira, 05 de Abril de 2016
No dia 12 de abril, o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo(FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, ministra palestra no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
A apresentação, aberta a todos os interessados, será às 14 horas no auditório Fernando de Mendonça (entrada pela torre A do LIT).
A palestra do diretor da FAPESP será sobre a “Ciência e Tecnologia em São Paulo”. É a primeira de um “Ciclo de Seminários Institucionais” promovido pela INPE para abordar temas ligados a ciência, tecnologia e inovação no contexto das áreas de atuação do Instituto.
Para o seu Ciclo de Seminários, o INPE convidará dirigentes, cientistas e demais personalidades de destacada trajetória profissional, que atuem à frente de instituições de pesquisa, ensino, órgãos de fomento, indústrias, entre outros.
Os temas abordados serão de caráter geral e, portanto, acessíveis a todos os servidores e colaboradores do Instituto. Desta forma, a Direção do INPE convida e espera a efetiva participação dos pesquisadores, tecnologistas, técnicos, gestores, bolsistas, alunos e demais colaboradores nas palestras.
Fonte: INPE
Comentário do blog: desde a sua criação, a FAPESP tem exercido importante papel financiando iniciativas relacionadas ao Programa Espacial Brasileiro, seja por meio de formação de recursos humanos (bolsas de estudos), financiamentos de pesquisas, investimentos não reembolsáveis em projetos de indústrias de pequeno e médio portes (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE), recursos para o supercomputador do INPE, dentre outras. A FAPESP é importante parceira financiadora do edital "Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais", de subvenção econômica para o setor industrial, lançado com o INPE e FINEP.
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Diretor da FAPESP ministra palestra no INPE
Terça-feira, 05 de Abril de 2016
No dia 12 de abril, o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo(FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, ministra palestra no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
A apresentação, aberta a todos os interessados, será às 14 horas no auditório Fernando de Mendonça (entrada pela torre A do LIT).
A palestra do diretor da FAPESP será sobre a “Ciência e Tecnologia em São Paulo”. É a primeira de um “Ciclo de Seminários Institucionais” promovido pela INPE para abordar temas ligados a ciência, tecnologia e inovação no contexto das áreas de atuação do Instituto.
Para o seu Ciclo de Seminários, o INPE convidará dirigentes, cientistas e demais personalidades de destacada trajetória profissional, que atuem à frente de instituições de pesquisa, ensino, órgãos de fomento, indústrias, entre outros.
Os temas abordados serão de caráter geral e, portanto, acessíveis a todos os servidores e colaboradores do Instituto. Desta forma, a Direção do INPE convida e espera a efetiva participação dos pesquisadores, tecnologistas, técnicos, gestores, bolsistas, alunos e demais colaboradores nas palestras.
Fonte: INPE
Comentário do blog: desde a sua criação, a FAPESP tem exercido importante papel financiando iniciativas relacionadas ao Programa Espacial Brasileiro, seja por meio de formação de recursos humanos (bolsas de estudos), financiamentos de pesquisas, investimentos não reembolsáveis em projetos de indústrias de pequeno e médio portes (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE), recursos para o supercomputador do INPE, dentre outras. A FAPESP é importante parceira financiadora do edital "Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais", de subvenção econômica para o setor industrial, lançado com o INPE e FINEP.
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quarta-feira, 30 de março de 2016
INPE: relação de inscritos para o cargo de diretor
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Divulgada a relação de inscritos ao cargo de diretor
Terça-feira, 29 de Março de 2016
O processo de seleção para o cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem os seguintes candidatos inscritos:
- Cesar Celeste Ghizoni
- Clézio Marcos de Nardin
- Haroldo Campos Velho
- Hélio Takai
- José Henrique de Souza Damiani
- Leonel Fernando Perondi
- Ricardo Magnus Osório Galvão
- Thelma Krug
O prazo para inscrições foi encerrado em 24 de março. O Comitê de Busca ainda irá divulgar a data para as apresentações orais das propostas dos candidatos, bem como de suas entrevistas individuais.
A seleção para diretor do INPE é conduzida por um Comitê de Busca nomeado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera. Presidido por Marco Antonio Raupp, do Parque Tecnológico de São José dos Campos, o comitê tem ainda como membros: Rogério Cézar Cerqueira Leite, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Luiz Bevilacqua, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Helena Bonciani Nader, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); e Reginaldo dos Santos, da Empresa Binacional Alcântara Cyclone Space (ACS).
Fonte: INPE
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Divulgada a relação de inscritos ao cargo de diretor
Terça-feira, 29 de Março de 2016
O processo de seleção para o cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem os seguintes candidatos inscritos:
- Cesar Celeste Ghizoni
- Clézio Marcos de Nardin
- Haroldo Campos Velho
- Hélio Takai
- José Henrique de Souza Damiani
- Leonel Fernando Perondi
- Ricardo Magnus Osório Galvão
- Thelma Krug
O prazo para inscrições foi encerrado em 24 de março. O Comitê de Busca ainda irá divulgar a data para as apresentações orais das propostas dos candidatos, bem como de suas entrevistas individuais.
A seleção para diretor do INPE é conduzida por um Comitê de Busca nomeado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera. Presidido por Marco Antonio Raupp, do Parque Tecnológico de São José dos Campos, o comitê tem ainda como membros: Rogério Cézar Cerqueira Leite, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Luiz Bevilacqua, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Helena Bonciani Nader, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); e Reginaldo dos Santos, da Empresa Binacional Alcântara Cyclone Space (ACS).
Fonte: INPE
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terça-feira, 22 de março de 2016
Pioneiro do programa espacial brasileiro ganha hotsite
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Pioneiro do programa espacial brasileiro ganha hotsite
Segunda-feira, 21 de Março de 2016
Uma página comemorativa apresenta fotos, vídeos, entrevistas, artigos e a produção científica de Fernando de Mendonça, idealizador do projeto que resultou no Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), órgão criado em 1961 e que deu origem ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
O hotsite foi desenvolvido pelo INPE, através do Serviço de Tecnologia e Informação (STI) com base em informações da Gestão de Comunicação Institucional (GCI) e, principalmente, do acervo do Serviço de Informação e Documentação (SID).
Lançado na sexta-feira (18/3), durante evento em homenagem ao Dr. Fernando de Mendonça, o hotsite pode ser acessado a partir do banner disponível no site do INPE ou diretamente no endereço: www.inpe.br/FernandoMendonca.
Fonte: INPE
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Pioneiro do programa espacial brasileiro ganha hotsite
Segunda-feira, 21 de Março de 2016
Uma página comemorativa apresenta fotos, vídeos, entrevistas, artigos e a produção científica de Fernando de Mendonça, idealizador do projeto que resultou no Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), órgão criado em 1961 e que deu origem ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
O hotsite foi desenvolvido pelo INPE, através do Serviço de Tecnologia e Informação (STI) com base em informações da Gestão de Comunicação Institucional (GCI) e, principalmente, do acervo do Serviço de Informação e Documentação (SID).
Lançado na sexta-feira (18/3), durante evento em homenagem ao Dr. Fernando de Mendonça, o hotsite pode ser acessado a partir do banner disponível no site do INPE ou diretamente no endereço: www.inpe.br/FernandoMendonca.
Fonte: INPE
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quarta-feira, 16 de março de 2016
Novo modelo de previsão do tempo do INPE
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CPTEC/INPE lança nova versão do modelo BRAMS
Quarta-feira, 16 de Março de 2016
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) lança uma versão inovadora do BRAMS, sistema para previsão do tempo e estudos climáticos. A novidade coloca o Brasil no estado-da-arte em modelagem integrada da atmosfera, em escala regional, com um sistema genuinamente nacional e com total domínio em termos de software, dinâmica e parametrizações de processos físicos e de química.
O lançamento acontece na segunda-feira (21/3), das 9 às 12 horas, no auditório do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE, em Cachoeira Paulista.
Esta versão do BRAMS unifica os modelos usados para previsão de qualidade do ar e de tempo operacionais no CPTEC/INPE, como os sistemas CCATT e JULES. Além disso, agrega um novo modelo de superfície que habilita o BRAMS a simular realisticamente o ciclo de carbono e outros ciclos biogeoquímicos, incluindo processos antrópicos como queimadas, carvoarias e urbanização.
O BRAMS constitui hoje o modelo do CPTEC/INPE que possui o melhor conjunto de parametrizações e de funcionalidades e de maior desempenho, com indicadores quantitativos de destreza igual ou superior a modelos de outros centros internacionais.
“Outro aspecto relevante é o de ser um modelo importante para a formação de uma comunidade nacional de desenvolvedores, principalmente no âmbito da pós-graduação em meteorologia do INPE, e na formação de uma comunidade sul-americana de modelagem regional”, diz o pesquisador Saulo Freitas, do CPTEC/INPE.
Fonte: INPE
Comentário do blog: as capacidades do INPE em previsão do tempo e estudos climáticos dependem fortemente de avançada estrutura computacional, hoje atendida pelo Tupã, cuja vida útil deve expirar em 2017. Para a manutenção das capacidades já desenvolvidas, é essencial que ainda em 2016 seja iniciado um processo de compra de um novo supercomputador.
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CPTEC/INPE lança nova versão do modelo BRAMS
Quarta-feira, 16 de Março de 2016
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) lança uma versão inovadora do BRAMS, sistema para previsão do tempo e estudos climáticos. A novidade coloca o Brasil no estado-da-arte em modelagem integrada da atmosfera, em escala regional, com um sistema genuinamente nacional e com total domínio em termos de software, dinâmica e parametrizações de processos físicos e de química.
O lançamento acontece na segunda-feira (21/3), das 9 às 12 horas, no auditório do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE, em Cachoeira Paulista.
Esta versão do BRAMS unifica os modelos usados para previsão de qualidade do ar e de tempo operacionais no CPTEC/INPE, como os sistemas CCATT e JULES. Além disso, agrega um novo modelo de superfície que habilita o BRAMS a simular realisticamente o ciclo de carbono e outros ciclos biogeoquímicos, incluindo processos antrópicos como queimadas, carvoarias e urbanização.
O BRAMS constitui hoje o modelo do CPTEC/INPE que possui o melhor conjunto de parametrizações e de funcionalidades e de maior desempenho, com indicadores quantitativos de destreza igual ou superior a modelos de outros centros internacionais.
“Outro aspecto relevante é o de ser um modelo importante para a formação de uma comunidade nacional de desenvolvedores, principalmente no âmbito da pós-graduação em meteorologia do INPE, e na formação de uma comunidade sul-americana de modelagem regional”, diz o pesquisador Saulo Freitas, do CPTEC/INPE.
Fonte: INPE
Comentário do blog: as capacidades do INPE em previsão do tempo e estudos climáticos dependem fortemente de avançada estrutura computacional, hoje atendida pelo Tupã, cuja vida útil deve expirar em 2017. Para a manutenção das capacidades já desenvolvidas, é essencial que ainda em 2016 seja iniciado um processo de compra de um novo supercomputador.
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sexta-feira, 11 de março de 2016
NanosatC-Br2: entregue o computador de bordo
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Equipe do NanosatC-Br2 recebe computador de bordo do cubesat
Quinta-feira, 10 de Março de 2016
Está pronto o modelo de engenharia do novo computador de bordo que equipará o NanosatC-Br2, o segundo microssatélite do Programa NanocatC-BR - Desenvolvimento de CubeSats, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio de seu Centro Regional Sul (CRS) em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
O primeiro cubesat do programa, o NanosatC-Br1, foi lançado em junho de 2014 e continua enviando dados de cargas úteis e da plataforma. O NanosatC-Br2 possui o dobro de massa e volume (2 kg. e 2 l.) de seu antecessor.
O novo computador, uma versão mais moderna cedida sem custos para o projeto pela ISIS Innovative Solutions in Space, permitirá mais recursos para o software de bordo do NanosatC-Br2.
A entrega foi realizada no dia 3 de março por Abe Bonnema e MarcBernabeu Peña, representantes da ISIS, à equipe de desenvolvimento do software de bordo, de gerenciamento e controle e de solo, liderada pela pesquisadora Fátima Mattiello, do INPE, e composta por empresas formadas por ex-alunos da pós-graduação do INPE - EMSISTI Sistemas Espaciais & Tecnologia, representada por Marcelo Essado e Cristiano Strieder, e ATLAS, representada por Wendell Silva.
A parte do software de bordo relativa ao controle de atitude do cubesat conta ainda com a participação do pesquisador Valdemir Carrara, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
O Programa NANOSATC-BR - Desenvolvimento de CubeSats tem a gerência do pesquisador Nelson Schuch, do CRS/INPE.
Segundo Otávio Durão, pesquisador do INPE que também integra o programa, as cargas úteis do NanosatC-Br2 estão em desenvolvimento regular - sonda de Langmuir, pela Coordenação de Ciências Espaciais e Atmosféricas (CEA) do Instituto; sistemas de determinação de atitude, pelo INPE em parceria com a UFMG e UFABC; magnetômetro e circuitos integrados, por meio de colaboração com a UFSM e UFRGS; e um experimento de comunicação para radioamadores da AMSAT-BR/LABRE-SP.
Mais informações: http://www.inpe.br/crs/nanosat/NanoSatCBR2.php
Fonte: INPE
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Equipe do NanosatC-Br2 recebe computador de bordo do cubesat
Quinta-feira, 10 de Março de 2016
Está pronto o modelo de engenharia do novo computador de bordo que equipará o NanosatC-Br2, o segundo microssatélite do Programa NanocatC-BR - Desenvolvimento de CubeSats, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio de seu Centro Regional Sul (CRS) em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
O primeiro cubesat do programa, o NanosatC-Br1, foi lançado em junho de 2014 e continua enviando dados de cargas úteis e da plataforma. O NanosatC-Br2 possui o dobro de massa e volume (2 kg. e 2 l.) de seu antecessor.
O novo computador, uma versão mais moderna cedida sem custos para o projeto pela ISIS Innovative Solutions in Space, permitirá mais recursos para o software de bordo do NanosatC-Br2.
A entrega foi realizada no dia 3 de março por Abe Bonnema e MarcBernabeu Peña, representantes da ISIS, à equipe de desenvolvimento do software de bordo, de gerenciamento e controle e de solo, liderada pela pesquisadora Fátima Mattiello, do INPE, e composta por empresas formadas por ex-alunos da pós-graduação do INPE - EMSISTI Sistemas Espaciais & Tecnologia, representada por Marcelo Essado e Cristiano Strieder, e ATLAS, representada por Wendell Silva.
A parte do software de bordo relativa ao controle de atitude do cubesat conta ainda com a participação do pesquisador Valdemir Carrara, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
O Programa NANOSATC-BR - Desenvolvimento de CubeSats tem a gerência do pesquisador Nelson Schuch, do CRS/INPE.
Segundo Otávio Durão, pesquisador do INPE que também integra o programa, as cargas úteis do NanosatC-Br2 estão em desenvolvimento regular - sonda de Langmuir, pela Coordenação de Ciências Espaciais e Atmosféricas (CEA) do Instituto; sistemas de determinação de atitude, pelo INPE em parceria com a UFMG e UFABC; magnetômetro e circuitos integrados, por meio de colaboração com a UFSM e UFRGS; e um experimento de comunicação para radioamadores da AMSAT-BR/LABRE-SP.
Mais informações: http://www.inpe.br/crs/nanosat/NanoSatCBR2.php
Fonte: INPE
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quarta-feira, 9 de março de 2016
INPE: prorrogação de prazo para candidatura a diretor
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MCTI prorroga prazo para candidatura a diretor do INPE
Terça-feira, 08 de Março de 2016
Foi publicado nesta terça-feira (8/3) no Diário Oficial da União (DOU) edital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que prorroga o prazo para encaminhamento da documentação dos interessados à candidatura ao cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A data limite passa a ser 24 de março de 2016.
Confira aqui a publicação no DOU
Fonte: INPE
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MCTI prorroga prazo para candidatura a diretor do INPE
Terça-feira, 08 de Março de 2016
Foi publicado nesta terça-feira (8/3) no Diário Oficial da União (DOU) edital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que prorroga o prazo para encaminhamento da documentação dos interessados à candidatura ao cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A data limite passa a ser 24 de março de 2016.
Confira aqui a publicação no DOU
Fonte: INPE
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terça-feira, 8 de março de 2016
Esclarecimentos técnicos sobre Edital FAPESP/FINEP
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INPE recebe empresários para esclarecimentos técnicos sobre Edital FAPESP/FINEP
Segunda-feira, 07 de Março de 2016
Nos dias 15 e 16 de março, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) realizam reuniões para esclarecimento de dúvidas técnicas sobre a Seleção Pública de Subvenção Econômica à Pesquisa para Inovação – Programa PIPE/PAPPE, para o Edital Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais.
Os principais temas do PIPE/PAPPE Subvenção são: instrumentos embarcados da missão EQUARS; eletrônica e óptica espacial; propulsão; transponder digital e antena; suprimento de energia; integração de sistemas; controle de atitude e órbita.
As reuniões acontecerão na sede do INPE, em São José dos Campos (SP).
As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas até o dia 11 de março (sexta-feira), acessando o link http://goo.gl/forms/CDvLjU2QbC
Confira abaixo a programação das reuniões, que serão realizadas no LIT/INPE - Sala C 1º andar:
Os principais temas do PIPE/PAPPE Subvenção são: instrumentos embarcados da missão EQUARS; eletrônica e óptica espacial; propulsão; transponder digital e antena; suprimento de energia; integração de sistemas; controle de atitude e órbita.
As reuniões acontecerão na sede do INPE, em São José dos Campos (SP).
As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas até o dia 11 de março (sexta-feira), acessando o link http://goo.gl/forms/CDvLjU2QbC
Confira abaixo a programação das reuniões, que serão realizadas no LIT/INPE - Sala C 1º andar:
Período
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Horário
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Grupo de desafios tecnológicos
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| Terça (15) - tarde | 14h-15h | 3 - Propulsão |
| 15h-16h | 6 - Integração de sistemas | |
| 16h-17h | 7 - Controle de atitude e órbita | |
| Quarta (16) - manhã | 10h-11h | 1 - Instrumentos embarcados da missão EQUARS |
| 11h-12h | 5 - Suprimento de energia | |
| Quarta (16) - tarde | 14h-16h | 2 - Eletrônica e óptica espacial |
| 16h-18h | 4 - TT&C – Transponder digital e antena |
Os recursos alocados para financiamento de projetos são da ordem de R$ 25 milhões, sendo 50% com recursos da FINEP e 50% com recursos da FAPESP. Essa Fase 3 do Programa PIPE visa o desenvolvimento industrial e a comercialização pioneira. O apoio tem duração de 24 meses e o valor máximo previsto por projeto é de até R$ 1,5 milhão. O investimento não é reembolsável.
As empresas deverão demonstrar contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de pesquisa e desenvolvimento, os quais devem ser descritos no projeto. As propostas submetidas serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP.
O Programa PIPE/PAPPE Subvenção tem como objetivo apoiar, por meio da concessão de recursos de subvenção econômica do MCTI/Finep/FNDCT e de recursos orçamentários da FAPESP, o desenvolvimento por empresas paulistas de produtos, processos e serviços inovadores, visando o fortalecimento, a qualificação e a manufatura avançada das cadeias produtivas da indústria aeroespacial e de defesa do Estado de São Paulo.
Como resultado da chamada para o desenvolvimento de tecnologias e produtos para aplicações espaciais, a FAPESP e a FINEP esperam proporcionar às empresas participantes a criação de novas tecnologias e novos conhecimentos com aplicações e objetivos práticos; contribuição para formar recursos humanos qualificados na área do projeto; possibilidade de assegurar ao produto viabilidade técnica para produção em escala; melhorias na qualidade do produto; garantia de adequação do produto a normas, certificações técnicas e comprovações de desempenho.
O prazo para entrega de propostas encerra em 4 de abril de 2016. A seleção pública está disponível em: www.fapesp.br/9961.
Fonte: INPE
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As empresas deverão demonstrar contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de pesquisa e desenvolvimento, os quais devem ser descritos no projeto. As propostas submetidas serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP.
O Programa PIPE/PAPPE Subvenção tem como objetivo apoiar, por meio da concessão de recursos de subvenção econômica do MCTI/Finep/FNDCT e de recursos orçamentários da FAPESP, o desenvolvimento por empresas paulistas de produtos, processos e serviços inovadores, visando o fortalecimento, a qualificação e a manufatura avançada das cadeias produtivas da indústria aeroespacial e de defesa do Estado de São Paulo.
Como resultado da chamada para o desenvolvimento de tecnologias e produtos para aplicações espaciais, a FAPESP e a FINEP esperam proporcionar às empresas participantes a criação de novas tecnologias e novos conhecimentos com aplicações e objetivos práticos; contribuição para formar recursos humanos qualificados na área do projeto; possibilidade de assegurar ao produto viabilidade técnica para produção em escala; melhorias na qualidade do produto; garantia de adequação do produto a normas, certificações técnicas e comprovações de desempenho.
O prazo para entrega de propostas encerra em 4 de abril de 2016. A seleção pública está disponível em: www.fapesp.br/9961.
Fonte: INPE
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quinta-feira, 3 de março de 2016
Cooperação Brasil - Japão
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Inpe promove seminário para fomentar parcerias na área espacial
Brasília, 3 de março de 2016 – Representantes de instituições tecnocientíficas e de empresas japonesas estarão hoje (3) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP), para o Seminário Brasil-Japão.
O objetivo é apresentar tecnologias e soluções inovadoras, de ambos os países, relacionadas ao desenvolvimento de satélites e de aplicações espaciais, como monitoramento de áreas agrícolas, de queimadas, secas e desastres naturais, entre outros.
O diretor do Inpe, Leonel Perondi, recepciona a comitiva liderada por Takayoshi Fukuyo, do Gabinete do Governo do Japão. Estão programadas palestras e reuniões para estreitar relações e prospectar oportunidades de atividades e projetos conjuntos.
O seminário aborda desde o histórico da cooperação espacial entre Brasil e Japão até a apresentação de sistemas e produtos desenvolvidos por ambos os países e que possam ser empregados em ações futuras, com benefícios mútuos.
Além de Perondi, também têm apresentações sobre projetos e estudos do Inpe Amauri Montes, coordenador de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE); Marcos Antonio Bertolino, chefe da Divisão de Sistemas Espaciais (DSS) da ETE; Laércio Namikawa, pesquisador da Divisão de Processamento de Imagens (DPI) da Coordenação de Observação da Terra (OBT); Hilcea Ferreira, tecnóloga da DPI/OBT; Alberto Setzer, coordenador do Monitoramento de Queimadas; Flávio Ponzoni, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto (DSR) da OBT; Luiz Eduardo Aragão, pesquisador da DSR/OBT; Alessandra Rodrigues Gomes, chefe do Centro Regional da Amazônia (CRA); Daniel Alejandro Vila, pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTec); Antonio Fernando Bertachini de Almeida Prado, coordenador da Pós-Graduação (SPG), e Walter Abrahão, tecnólogo da Divisão de Eletrônica Aeroespacial (DEA) da ETE.
Da parte do Japão, estão previstas apresentações de Takayoshi Fukuyo, chefe do Escritório para Política Espacial do Gabinete do Governo do Japão; Shinichi Nakasuka, pesquisador da Universidade de Tóquio; Toshiaki Iwata, pesquisador do Instituto Nacional de Ciência Industrial e Tecnologia Avançada do Japão (Aist); Kunihiko Arai, gerente da Kokusai Kogyo; Noritoshi Kamagata, engenheiro do Departamento de Tecnologia Aeroespacial da Kokusai Kogyo; Yuya Nakamura, presidente da Axelspace, e Masami Kaneko, pesquisador do Laboratório de Ciências Ambientais e Sistemas de Informações Geográficas da Universidade de Rakuno Gakuen.
Fonte: Inpe
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Inpe promove seminário para fomentar parcerias na área espacial
Brasília, 3 de março de 2016 – Representantes de instituições tecnocientíficas e de empresas japonesas estarão hoje (3) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP), para o Seminário Brasil-Japão.
O objetivo é apresentar tecnologias e soluções inovadoras, de ambos os países, relacionadas ao desenvolvimento de satélites e de aplicações espaciais, como monitoramento de áreas agrícolas, de queimadas, secas e desastres naturais, entre outros.
O diretor do Inpe, Leonel Perondi, recepciona a comitiva liderada por Takayoshi Fukuyo, do Gabinete do Governo do Japão. Estão programadas palestras e reuniões para estreitar relações e prospectar oportunidades de atividades e projetos conjuntos.
O seminário aborda desde o histórico da cooperação espacial entre Brasil e Japão até a apresentação de sistemas e produtos desenvolvidos por ambos os países e que possam ser empregados em ações futuras, com benefícios mútuos.
Além de Perondi, também têm apresentações sobre projetos e estudos do Inpe Amauri Montes, coordenador de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE); Marcos Antonio Bertolino, chefe da Divisão de Sistemas Espaciais (DSS) da ETE; Laércio Namikawa, pesquisador da Divisão de Processamento de Imagens (DPI) da Coordenação de Observação da Terra (OBT); Hilcea Ferreira, tecnóloga da DPI/OBT; Alberto Setzer, coordenador do Monitoramento de Queimadas; Flávio Ponzoni, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto (DSR) da OBT; Luiz Eduardo Aragão, pesquisador da DSR/OBT; Alessandra Rodrigues Gomes, chefe do Centro Regional da Amazônia (CRA); Daniel Alejandro Vila, pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTec); Antonio Fernando Bertachini de Almeida Prado, coordenador da Pós-Graduação (SPG), e Walter Abrahão, tecnólogo da Divisão de Eletrônica Aeroespacial (DEA) da ETE.
Da parte do Japão, estão previstas apresentações de Takayoshi Fukuyo, chefe do Escritório para Política Espacial do Gabinete do Governo do Japão; Shinichi Nakasuka, pesquisador da Universidade de Tóquio; Toshiaki Iwata, pesquisador do Instituto Nacional de Ciência Industrial e Tecnologia Avançada do Japão (Aist); Kunihiko Arai, gerente da Kokusai Kogyo; Noritoshi Kamagata, engenheiro do Departamento de Tecnologia Aeroespacial da Kokusai Kogyo; Yuya Nakamura, presidente da Axelspace, e Masami Kaneko, pesquisador do Laboratório de Ciências Ambientais e Sistemas de Informações Geográficas da Universidade de Rakuno Gakuen.
Fonte: Inpe
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Avanços no projeto CITAR
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Projeto CITAR testa componente eletrônico tolerante à radiação para uso em sistemas espaciais
Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016
Os primeiros testes de radiação SEE no SpaceWire baseado em FPGA, componente eletrônico desenvolvido no âmbito do projeto CITAR (Circuitos Integrados Tolerantes à Radiação), foram realizados com sucesso durante o mês de janeiro. O componente será utilizado para comunicação de alta velocidade entre subsistemas de satélites em ambientes sujeitos à radiação.
Estratégico para o Brasil, o projeto CITAR visa suprir o país com a tecnologia de endurecimento à radiação de componentes eletrônicos e preparar a infraestrutura de testes de radiação em território nacional, promovendo a independência tecnológica na área.
“Também realizamos outros testes de radiação SEE que se mostraram uma poderosa ferramenta de suporte de projeto para seleção de topologias de circuitos a serem utilizadas na versão ASIC do componente SpaceWire, que será enviado para fabricação neste semestre”, informa Silvio Manea, engenheiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o projeto CITAR é executado pelo INPE, Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), Instituto de Estudos Avançados do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (IEAv-DCTA) e Agência Espacial Brasileira (AEB), com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
Os primeiros testes de engenharia utilizando feixes de íons pesados foram realizados no Acelerador de Partículas Pelletron do Instituto de Física da USP, em São Paulo, pela equipe do CITAR. Nesta fase do projeto participam também as universidades FEI-SP, Instituto Mauá e PUC-RS.
Fonte: INPE
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Projeto CITAR testa componente eletrônico tolerante à radiação para uso em sistemas espaciais
Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016
Os primeiros testes de radiação SEE no SpaceWire baseado em FPGA, componente eletrônico desenvolvido no âmbito do projeto CITAR (Circuitos Integrados Tolerantes à Radiação), foram realizados com sucesso durante o mês de janeiro. O componente será utilizado para comunicação de alta velocidade entre subsistemas de satélites em ambientes sujeitos à radiação.
Estratégico para o Brasil, o projeto CITAR visa suprir o país com a tecnologia de endurecimento à radiação de componentes eletrônicos e preparar a infraestrutura de testes de radiação em território nacional, promovendo a independência tecnológica na área.
“Também realizamos outros testes de radiação SEE que se mostraram uma poderosa ferramenta de suporte de projeto para seleção de topologias de circuitos a serem utilizadas na versão ASIC do componente SpaceWire, que será enviado para fabricação neste semestre”, informa Silvio Manea, engenheiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o projeto CITAR é executado pelo INPE, Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), Instituto de Estudos Avançados do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (IEAv-DCTA) e Agência Espacial Brasileira (AEB), com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
Os primeiros testes de engenharia utilizando feixes de íons pesados foram realizados no Acelerador de Partículas Pelletron do Instituto de Física da USP, em São Paulo, pela equipe do CITAR. Nesta fase do projeto participam também as universidades FEI-SP, Instituto Mauá e PUC-RS.
Fonte: INPE
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Subvenção para o setor espacial: detalhes do edital
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INPE, Fapesp e Finep apresentam detalhes de edital de subvenção para o setor de aplicações espaciais
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016
Os conceitos, propósitos, metodologia e processos de avaliação dos projetos submetidos à chamada “PIPE/PAPPE Subvenção para o Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais”foram apresentados a empresários e profissionais do setor, no dia 3 de fevereiro, durante reunião na sede do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP). As regras do edital foram detalhadas por Lúcio Angnes, coordenador da Fapesp.
A programação incluiu também apresentação do analista da área de Produtos Financeiros Descentralizados da Finep, Renato Cislaghi, sobre o programa Inovacred, destinado a financiar empresas para aplicação no desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, bem como no aprimoramento dos já existentes, inovação em marketing ou inovação organizacional, no ambiente produtivo ou social. As apresentações foram precedidas de breve explicação do Dr. Milton Chagas, do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do INPE, sobre os desafios tecnológicos e o método de trabalho da chamada PIPE/PAPPE.
O evento, que teve a participação de 80 convidados, teve como objetivo facilitar o acesso dos interessados ao edital, esclarecer dúvidas e oferecer aos candidatos melhores condições para apresentar propostas bem estruturadas e com todas as informações necessárias para uma tramitação ágil.
Os principais temas do PIPE/PAPPE Subvenção são: instrumentos embarcados da missão EQUARS; eletrônica e óptica espacial; propulsão; transponder digital e antena; suprimento de energia; integração de sistemas; controle de atitude e órbita.
Os recursos alocados para financiamento são da ordem de R$ 25 milhões, sendo 50% com recursos da Finep e 50% com recursos da FAPESP. Essa Fase 3 do Programa PIPE visa ao desenvolvimento industrial e à comercialização pioneira. O apoio tem duração de 24 meses e o valor máximo previsto por projeto é de até R$ 1,5 milhão. O investimento não é reembolsável.
Como resultado, a Fapesp e a Finep esperam proporcionar às empresas participantes: a criação de novas tecnologias e novos conhecimentos com aplicações e objetivos práticos; contribuição para formar recursos humanos qualificados na área do projeto; possibilidade de assegurar ao produto viabilidade técnica para produção em escala; melhorias na qualidade do produto; garantia de adequação do produto a normas, certificações técnicas e comprovações de desempenho.
Podem participar da chamada as microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas e médias empresas, sediadas no Estado de São Paulo que: tenha objeto social que contemple atividade compatível com a que será desempenhada no projeto; tenha sede no Estado de São Paulo e realize a pesquisa no Estado de São Paulo; garanta o oferecimento de condições adequadas ao desenvolvimento comercial e industrial dos produtos; demonstre contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de P&D, os quais devem ser descritos no projeto. O Pesquisador Responsável deverá dedicar um mínimo de 30 horas semanais à execução da pesquisa.
As empresas deverão demonstrar contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de pesquisa e desenvolvimento, os quais devem ser descritos no projeto. As propostas submetidas serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).
O prazo de execução do projeto deverá ser de até 24 meses. O prazo para entrega da proposta termina em 4 de abril de 2016. A seleção pública está disponível em: www.fapesp.br/9961
No encerramento do evento, o diretor do INPE, Leonel Perondi, apresentou um panorama histórico do programa espacial brasileiro, traçando um paralelo com o desenvolvimento da indústria aeronáutica nacional. Ele defendeu a consolidação de uma política de Estado na área espacial, como forma de garantir a manutenção e a continuidade dos investimentos no setor, impulsionando assim o efetivo desenvolvimento das empresas e profissionais ligados às aplicações espaciais.
O programa
O Programa PIPE/PAPPE Subvenção visa apoiar, por meio da concessão de recursos de subvenção econômica (não reembolsáveis) do MCTI/FINEP/FNDCT e de recursos orçamentários da Fapesp, o desenvolvimento por empresas paulistas de produtos, processos e serviços inovadores, visando ao fortalecimento, à qualificação e manufatura avançada das cadeias produtivas da indústria aeroespacial e de defesa do Estado de São Paulo.
Em 2014 foram desembolsados R$ 23,4 milhões em financiamento nessa modalidade, 51% a mais do que em 2013. Desde a criação do PIPE, em 1997, 1.421projetos foram apoiados em 120 cidades do Estado, que resultaram na criação de milhares de empregos e no aumento das atividades econômicas nesses municípios. Em 2015 foram contratados 75 projetos no PIPE.
No segundo ciclo, de 2015, foram recomendados mais 44 projetos para aprovação, que foram anunciados em outubro de 2015.
Apresentação de Milton Chagas
Apresentação de Lúcio Angnes
Apresentação de Renato Cislaghi
Fonte: INPE
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INPE, Fapesp e Finep apresentam detalhes de edital de subvenção para o setor de aplicações espaciais
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016
Os conceitos, propósitos, metodologia e processos de avaliação dos projetos submetidos à chamada “PIPE/PAPPE Subvenção para o Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais”foram apresentados a empresários e profissionais do setor, no dia 3 de fevereiro, durante reunião na sede do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP). As regras do edital foram detalhadas por Lúcio Angnes, coordenador da Fapesp.
A programação incluiu também apresentação do analista da área de Produtos Financeiros Descentralizados da Finep, Renato Cislaghi, sobre o programa Inovacred, destinado a financiar empresas para aplicação no desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, bem como no aprimoramento dos já existentes, inovação em marketing ou inovação organizacional, no ambiente produtivo ou social. As apresentações foram precedidas de breve explicação do Dr. Milton Chagas, do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do INPE, sobre os desafios tecnológicos e o método de trabalho da chamada PIPE/PAPPE.
O evento, que teve a participação de 80 convidados, teve como objetivo facilitar o acesso dos interessados ao edital, esclarecer dúvidas e oferecer aos candidatos melhores condições para apresentar propostas bem estruturadas e com todas as informações necessárias para uma tramitação ágil.
Os principais temas do PIPE/PAPPE Subvenção são: instrumentos embarcados da missão EQUARS; eletrônica e óptica espacial; propulsão; transponder digital e antena; suprimento de energia; integração de sistemas; controle de atitude e órbita.
Os recursos alocados para financiamento são da ordem de R$ 25 milhões, sendo 50% com recursos da Finep e 50% com recursos da FAPESP. Essa Fase 3 do Programa PIPE visa ao desenvolvimento industrial e à comercialização pioneira. O apoio tem duração de 24 meses e o valor máximo previsto por projeto é de até R$ 1,5 milhão. O investimento não é reembolsável.
Como resultado, a Fapesp e a Finep esperam proporcionar às empresas participantes: a criação de novas tecnologias e novos conhecimentos com aplicações e objetivos práticos; contribuição para formar recursos humanos qualificados na área do projeto; possibilidade de assegurar ao produto viabilidade técnica para produção em escala; melhorias na qualidade do produto; garantia de adequação do produto a normas, certificações técnicas e comprovações de desempenho.
Podem participar da chamada as microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas e médias empresas, sediadas no Estado de São Paulo que: tenha objeto social que contemple atividade compatível com a que será desempenhada no projeto; tenha sede no Estado de São Paulo e realize a pesquisa no Estado de São Paulo; garanta o oferecimento de condições adequadas ao desenvolvimento comercial e industrial dos produtos; demonstre contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de P&D, os quais devem ser descritos no projeto. O Pesquisador Responsável deverá dedicar um mínimo de 30 horas semanais à execução da pesquisa.
As empresas deverão demonstrar contrapartida economicamente mensurável em itens de despesa relacionados com a execução de atividades de pesquisa e desenvolvimento, os quais devem ser descritos no projeto. As propostas submetidas serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).
O prazo de execução do projeto deverá ser de até 24 meses. O prazo para entrega da proposta termina em 4 de abril de 2016. A seleção pública está disponível em: www.fapesp.br/9961
No encerramento do evento, o diretor do INPE, Leonel Perondi, apresentou um panorama histórico do programa espacial brasileiro, traçando um paralelo com o desenvolvimento da indústria aeronáutica nacional. Ele defendeu a consolidação de uma política de Estado na área espacial, como forma de garantir a manutenção e a continuidade dos investimentos no setor, impulsionando assim o efetivo desenvolvimento das empresas e profissionais ligados às aplicações espaciais.
O programa
O Programa PIPE/PAPPE Subvenção visa apoiar, por meio da concessão de recursos de subvenção econômica (não reembolsáveis) do MCTI/FINEP/FNDCT e de recursos orçamentários da Fapesp, o desenvolvimento por empresas paulistas de produtos, processos e serviços inovadores, visando ao fortalecimento, à qualificação e manufatura avançada das cadeias produtivas da indústria aeroespacial e de defesa do Estado de São Paulo.
Em 2014 foram desembolsados R$ 23,4 milhões em financiamento nessa modalidade, 51% a mais do que em 2013. Desde a criação do PIPE, em 1997, 1.421projetos foram apoiados em 120 cidades do Estado, que resultaram na criação de milhares de empregos e no aumento das atividades econômicas nesses municípios. Em 2015 foram contratados 75 projetos no PIPE.
No segundo ciclo, de 2015, foram recomendados mais 44 projetos para aprovação, que foram anunciados em outubro de 2015.
Apresentação de Milton Chagas
Apresentação de Lúcio Angnes
Apresentação de Renato Cislaghi
Fonte: INPE
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