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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tupac Katari: comitiva chinesa na Bolívia

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De acordo com o web-site latino-americano Infodefensa, uma comitiva formada por 18 técnicos da companhia chinesa Great Wall Industries Corporation (CGWIC) está desde o dia 10 e até o dia 18 na Bolívia para avançar com os aspectos técnicos relacionados à transferência de tecnologia ao país sul-americano relacionada a compra de um satélite de comunicações, o Tupac Katari.

A previsão é que o contrato para a construção do satélite seja firmado em 31 de março, com lançamento em três anos a partir da assinatura. De acordo com informações divulgadas pelo Infodefensa, o governo boliviano considera a criação de uma agência espacial para a administração do projeto, "para garantir a cobertura total dos serviços de telecomunicações no país e reduzir seus custos."
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Avanços no projeto do satélite boliviano

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Na última quinta-feira (22), o presidente da Bolívia, Evo Moralez assinou na capital La Paz um memorando de entendimentos com o governo e indústrias chinesas tratando da construção e lançamento do primeiro satélite boliviano, o Tupac Katari (vejam a postagem do início desse mês, "Bolívia também quer o seu satélite geoestacionário"), de comunicações. A cerimônia contou com a presença de Yin Liming, presidente da China Great Wall Industry Corporation (CGWIC), responsável pela construção do satélite geoestacionário, e de representantes da União Internacional de Telecomunicações (ITU, sigla em inglês).

O memorando de entendimentos precede a um contrato definitivo, que deve ser assinado pelas partes envolvidas nos próximos meses. Não foram divulgadas informações sobre o modelo do satélite geoestacionário, mas pelas imagens divulgadas parece se tratar de uma plataforma DHF-4, a mesma usada pelo satélite Venesat 1, da Venezuela.

A previsão é que o satélite seja colocado em órbita em 2013, ao custo total (construção e lançamento) de US$ 300 milhões.

A concretização de mais esse negócio pela indústria espacial da China na América Latina é uma importante conquista do gigante asiático. Além da parceria com o Brasil no Programa CBERS, nos últimos anos Pequim conseguiu fechar importante contrato com a Venezuela, e agora está próximo de outro de mesma dimensão. Têm-se também notícias sobre alguns esforços chineses na região em matéria de lançamento de satélites.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Bolívia também quer o seu satélite geoestacionário

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O mercado de satélites governamentais de telecomunicações está bastante aquecido na América Latina. Além da Argentina, Venezuela e Colômbia, países que já têm seus projetos oficiais, a Bolívia está prestes a oficializar o seu programa.

Seguindo o exemplo da vizinha Venezuela, que adquiriu um satélite de comunicações chinês, o Venesat-1, o governo boliviano negocia com Pequim a compra de satélite similar, negócio que segundo fontes locais pode chegar a US$ 300 milhões, incluindo o lançamento. O contrato ainda não foi assinado, mas o satélite já tem até nome: Tupac Katari, uma homenagem a um líder indígena sul-americano do século XVIII.

“Com o satélite de comunicações, seremos também soberanos, não precisaremos alugar e nem negociar com as empresas transnacionais para acessar estes serviços”, disse no início de outubro Walker San Miguel, ministro da Defesa da Bolívia.

No mês passado, o governo boliviano obteve uma posição orbital geoestacionária junto a União Internacional de Telecomunicações (UIT, sigla em inglês), entidade internacional responsável pela distribuição das posições. De acordo com recentes declarações, a Bolívia também considera ter um satélite de sensoriamento no futuro.

No 9° Congresso Latino-Americano de Satélites, realizado no Rio de Janeiro na semana passada, o blog ouviu de pessoa bastante familiarizada com o setor que o Peru também está estudando a compra de um satélite geoestacionário.
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