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AEB firma programa de cooperação em educação espacial
Brasília, 11 de junho de 2014 – Com a finalidade de criar e implementar um projeto de educação espacial sob a forma de cooperação a Agência Espacial Brasileira (AEB) firmou nesta quarta-feira (11) um programa de cooperação em educação espacial com três instituições francesas e duas nacionais.
Pela França participam a Astrium SAS – BU Space Transportation, a Safran S.A. e o Instituto Superior de Aeronáutica e do Espaço (Isae) e pelo Brasil o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Fundação Universidade de Brasília (FUB).
O principal objetivo do programa é estabelecer missões de ensino e tutoria, com cursos de treinamento e workshops para estudantes brasileiros do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) no âmbito do Projeto de Veiculo Lançador da Astrium e Safran para Estudantes Brasileiros.
O programa será coordenado e implementado por um comitê composto por representantes das seis entidades envolvidas.
A Astrium e a Safran pretendem promover o incremento de cooperações em pesquisa com o ITA, FUB e o Isae e desenvolver projetos de Pesquisa e Desenvolvimento envolvendo seus alunos. Tais projetos devem ser discutidos em base bilateral entre os parceiros e ser implementados com acordos de cooperação específicos.
Para o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, essa parceria tem um significado especial porque reúne duas questões fundamentais para que um empreendimento tenha sucesso que é a soma de objetivos comuns e o trabalho conjunto.
Em sua opinião, o programa firmado é de fundamental importância, pois “responde ao esforço nacional de formar recursos humanos para enfrentar os desafios tecnológicos impostos pelos avanços do mundo moderno”.
O reitor do ITA, Carlos Américo Pacheco, lembrou que França e Brasil têm uma longa trajetória de cooperação na área educacional e o acordo assinado vem ampliar a qualidade e o intercâmbio entre os dois países. Segundo ele, o programa também permite aumentar as oportunidades de intercâmbio para estudantes das duas nações.
O representante da Astrium, Jean Noel Hardy, disse que hoje é fundamental para todos os países o investimento na capacitação de recursos humanos, “dai a grande importância da parceria que estamos firmando”.
Na mesma direção se posiciona Michel Provost, representante da Safran, que considera esse acordo como um reforço no interesse que Brasil e França têm na área educacional ao mesmo tempo em que “convida dirigentes de outras instituições de ensino e pesquisa a se integrarem a essa iniciativa”.
O reitor da Universidade de Brasília (UnB), Ivan Marques de Camargo, foi representado na solenidade pela professora Ana Flávia Granja e Barros. Participaram ainda do evento os diretores da AEB, Carlos Gurgel, de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento; Petrônio Noronha de Souza, de Política Espacial e Investimentos Estratégicos; Marco Antônio Vieira de Rezende, de Transporte Espacial e Licenciamento; o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, José Monserrat Filho, e o Coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, Jean Robert Batana.
Fonte: AEB
Comentários do blog: embora ainda mantenha sua estrutura jurídica como Astrium, esta, desde o início do ano, faz parte da Airbus Defence and Space (Airbus DS), unidade do grupo europeu criada a partir da "fusão" entre a Cassidian (defesa), Airbus Military (aviões militares) e Astrium (espaço). É também interessante observar o enfoque no acordo de cooperação, direcionado em veículos lançadores. Como já abordamos em algumas ocasiões, há a alguns anos no governo discussões de alto nível envolvendo uma possível parceria internacional para o desenvolvimento de projetos de lançadores, com países como a França, Itália ou Rússia.
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quarta-feira, 11 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Cooperação Brasil - Rússia: Glonass
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Segundo uma reportagem do jornal Izvestia, citada em artigo da agência russa RIA Novosti, o governo da Rússia analisa opções para estreitar a cooperação com países como o Brasil, Índia e Cazaquistão envolvendo o sistema de navegação por satélite Glonass, similar ao norte-americano GPS (Global Positioning System).
As opções em análise envolveriam a criação de um provedor global de serviços, sem acesso à tecnologia, ou mesmo um consórcio internacional no qual a Rússia transferiria aos parceiros a constelação de satélites e os direitos sobre sua tecnologia e aplicações.
Tal estratégia estaria fundamentada na dificuldade que a agência espacial russa (Roscosmos) e empresas que fornecem serviços e aplicações baseadas no Glonass têm enfrentado para ampliar o número de usuários do sistema, que compete com o GPS norte-americano e, em breve, passará a competir com o sistema europeu Galileo e o chinês Beidou.
A matéria menciona ainda que Roscosmos apresentará uma proposta ao seu governo até fevereiro de 2014.
Já há vários anos, o governo russo tem promovido o Glonass na América Latina, em especial no Brasil. Em abril de 2010, foi realizado em São Paulo (SP) um encontro empresarial para a aproximação de indústrias dos dois países interessadas em parcerias para a produção de equipamentos de recepção, além de serviços e aplicações. Recentemente, foram instaladas estações de referência na Universidade de Brasília (UnB).
Colaborou José Ildefonso.
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Segundo uma reportagem do jornal Izvestia, citada em artigo da agência russa RIA Novosti, o governo da Rússia analisa opções para estreitar a cooperação com países como o Brasil, Índia e Cazaquistão envolvendo o sistema de navegação por satélite Glonass, similar ao norte-americano GPS (Global Positioning System).
As opções em análise envolveriam a criação de um provedor global de serviços, sem acesso à tecnologia, ou mesmo um consórcio internacional no qual a Rússia transferiria aos parceiros a constelação de satélites e os direitos sobre sua tecnologia e aplicações.
Tal estratégia estaria fundamentada na dificuldade que a agência espacial russa (Roscosmos) e empresas que fornecem serviços e aplicações baseadas no Glonass têm enfrentado para ampliar o número de usuários do sistema, que compete com o GPS norte-americano e, em breve, passará a competir com o sistema europeu Galileo e o chinês Beidou.
A matéria menciona ainda que Roscosmos apresentará uma proposta ao seu governo até fevereiro de 2014.
Já há vários anos, o governo russo tem promovido o Glonass na América Latina, em especial no Brasil. Em abril de 2010, foi realizado em São Paulo (SP) um encontro empresarial para a aproximação de indústrias dos dois países interessadas em parcerias para a produção de equipamentos de recepção, além de serviços e aplicações. Recentemente, foram instaladas estações de referência na Universidade de Brasília (UnB).
Colaborou José Ildefonso.
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Cooperação Brasil - Rússia
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Brasil e Rússia querem ampliar cooperação na área espacial
Brasília 11 de dezembro de 2013 - O aumento de itens para cooperação nas áreas científica e tecnológica, principalmente no segmento espacial, entre Brasil e Rússia, foi um dos temas da pauta de discussão da 8ª Reunião da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômica, Comercial, Industrial, Científica e Tecnológica entre Brasil e Rússia (CIC), realizada na segunda (9) e terça-feira (10), em Brasília (DF).
Os dois países se comprometeram a reforçar entendimentos visando a aumentar a capacitação de recursos humanos incluindo nessa questão o programa Ciência sem Fronteiras Espacial (CsF-Espacial), bem como estimular maior intercâmbio entre instituições de ensino e pesquisa e grupo de pesquisadores.
Outra proposta a ser estudada a partir de março de 2014 com o envolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB) diz respeito à área de satélites, com a elaboração de programas para o compartilhamento de dados de sensoriamento remoto.
A Rússia também vai instalar no início do próximo ano na Universidade de Brasília (UnB) mais duas antenas para operação do seu Sistema de Navegação Global por Satélite (Glonass) e ampliar a infraestrutura laboratorial que mantém na instituição e que hoje é fonte de pesquisa para estudantes e professores.
Além dessas duas antenas, que segundo os representantes russos são mais tecnologicamente avançadas, está programada a implantação de uma instalação de recepção de sinais no Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITP), em Recife, e outra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. O Glonass, operacionalizado desde 1976, tem hoje o suporte de 24 satélites.
A AEB foi representada na reunião pelo chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, José Monserrat Filho.
Fonte: AEB
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Brasil e Rússia querem ampliar cooperação na área espacial
Brasília 11 de dezembro de 2013 - O aumento de itens para cooperação nas áreas científica e tecnológica, principalmente no segmento espacial, entre Brasil e Rússia, foi um dos temas da pauta de discussão da 8ª Reunião da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômica, Comercial, Industrial, Científica e Tecnológica entre Brasil e Rússia (CIC), realizada na segunda (9) e terça-feira (10), em Brasília (DF).
Os dois países se comprometeram a reforçar entendimentos visando a aumentar a capacitação de recursos humanos incluindo nessa questão o programa Ciência sem Fronteiras Espacial (CsF-Espacial), bem como estimular maior intercâmbio entre instituições de ensino e pesquisa e grupo de pesquisadores.
Outra proposta a ser estudada a partir de março de 2014 com o envolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB) diz respeito à área de satélites, com a elaboração de programas para o compartilhamento de dados de sensoriamento remoto.
A Rússia também vai instalar no início do próximo ano na Universidade de Brasília (UnB) mais duas antenas para operação do seu Sistema de Navegação Global por Satélite (Glonass) e ampliar a infraestrutura laboratorial que mantém na instituição e que hoje é fonte de pesquisa para estudantes e professores.
Além dessas duas antenas, que segundo os representantes russos são mais tecnologicamente avançadas, está programada a implantação de uma instalação de recepção de sinais no Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITP), em Recife, e outra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. O Glonass, operacionalizado desde 1976, tem hoje o suporte de 24 satélites.
A AEB foi representada na reunião pelo chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, José Monserrat Filho.
Fonte: AEB
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Brasil, Japão e o workshop sobre microssatélites
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Microssatélites é tema de workshop na Agência Espacial Brasileira
Brasília 14 de Novembro de 2013 – As possibilidades de acordo entre Brasil e Japão no que diz respeito a atividades e aplicações com microssatélites foi um dos temas em discussão no Workshop Brasil-Japão sobre Desenvolvimento e Aplicações de Microssatélites nesta quinta-feira (14) na Agência Espacial Brasileira (AEB).
O evento é realizado pelo Laboratório de Aplicação e Inovação em Ciências Aeroespaciais (Laica) da Universidade de Brasília (UnB), em cooperação com as universidades de Tóquio e de Wakayama, do Japão, e apoio da AEB.
A atividade, que foi acompanhada por diversos estudantes da UnB, teve a participação de especialistas brasileiros e japoneses que divulgaram as ações desenvolvidas nos dois países na área de Engenharia Aeroespacial.
O workshop foi aberto pelo diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel, que deu as boas vindas à comitiva japonesa e aos universitários e pelo chefe do Laboratório de Plasma do Instituto de Física da UnB, José Leonardo Ferreira. Em sua palestra o professor da Universidade de Tóquio, Shinichi Nakasuka, apresentou um panorama das atividades com micro, nano e pico satélites desenvolvidas em seu país, bem como as suas aplicações práticas.
Capacitação
Docente na Universidade de Wakayama, Hiroaki Akiyama, falou sobre a colaboração em educação em ciências espaciais e a formação de pessoal entre Brasil e Japão. Esse tema também foi abordado na apresentação do pesquisador Eriko Yamamoto, da Next-generation Space System Tecnology Research Association.
As palestras apresentam projetos recentes em micro/nano/pico satélites produzidos no Japão e na UnB, discutindo possíveis aplicações práticas e possibilidades de cooperação na formação de recursos humanos e investigação científica nesta área.
As Atividades em Microssatélites e Sistemas Espaciais na UnB foram apresentadas pela professora Chantal Cappelletti, que também desenvolve projetos na área espacial junto a AEB. Consta da pauta de discussões questões relevantes ao incremento de microssatélites, tais como infraestrutura de testes e integração, cooperação no segmento solo e espacial; intercâmbio de conhecimento sobre o emprego de tecnologia aeroespacial na prevenção de desastres naturais, como incêndios florestais e inundações, por exemplo, e monitoramento do território nacional.
Também foi objeto de observação no evento debate sobre a estratégia de pesquisa, desenvolvimento e testes de conceitos em ciências aeroespaciais no âmbito das instituições de ensino superior.
O workshop foi uma atividade dentro do contexto do memorando de entendimento assinado entre o Instituto de Educação sobre o Espaço do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Conjunto da Universidade de Wakayama e a Fundação Universidade de Brasília. O objetivo deste memorando é contribuir mutuamente para a pesquisa na prevenção de desastres e para compartilhar recursos humanos necessários à capacitação por meio do projeto Uniform.
Fonte: AEB
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Microssatélites é tema de workshop na Agência Espacial Brasileira
Brasília 14 de Novembro de 2013 – As possibilidades de acordo entre Brasil e Japão no que diz respeito a atividades e aplicações com microssatélites foi um dos temas em discussão no Workshop Brasil-Japão sobre Desenvolvimento e Aplicações de Microssatélites nesta quinta-feira (14) na Agência Espacial Brasileira (AEB).
O evento é realizado pelo Laboratório de Aplicação e Inovação em Ciências Aeroespaciais (Laica) da Universidade de Brasília (UnB), em cooperação com as universidades de Tóquio e de Wakayama, do Japão, e apoio da AEB.
A atividade, que foi acompanhada por diversos estudantes da UnB, teve a participação de especialistas brasileiros e japoneses que divulgaram as ações desenvolvidas nos dois países na área de Engenharia Aeroespacial.
O workshop foi aberto pelo diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel, que deu as boas vindas à comitiva japonesa e aos universitários e pelo chefe do Laboratório de Plasma do Instituto de Física da UnB, José Leonardo Ferreira. Em sua palestra o professor da Universidade de Tóquio, Shinichi Nakasuka, apresentou um panorama das atividades com micro, nano e pico satélites desenvolvidas em seu país, bem como as suas aplicações práticas.
Capacitação
Docente na Universidade de Wakayama, Hiroaki Akiyama, falou sobre a colaboração em educação em ciências espaciais e a formação de pessoal entre Brasil e Japão. Esse tema também foi abordado na apresentação do pesquisador Eriko Yamamoto, da Next-generation Space System Tecnology Research Association.
As palestras apresentam projetos recentes em micro/nano/pico satélites produzidos no Japão e na UnB, discutindo possíveis aplicações práticas e possibilidades de cooperação na formação de recursos humanos e investigação científica nesta área.
As Atividades em Microssatélites e Sistemas Espaciais na UnB foram apresentadas pela professora Chantal Cappelletti, que também desenvolve projetos na área espacial junto a AEB. Consta da pauta de discussões questões relevantes ao incremento de microssatélites, tais como infraestrutura de testes e integração, cooperação no segmento solo e espacial; intercâmbio de conhecimento sobre o emprego de tecnologia aeroespacial na prevenção de desastres naturais, como incêndios florestais e inundações, por exemplo, e monitoramento do território nacional.
Também foi objeto de observação no evento debate sobre a estratégia de pesquisa, desenvolvimento e testes de conceitos em ciências aeroespaciais no âmbito das instituições de ensino superior.
O workshop foi uma atividade dentro do contexto do memorando de entendimento assinado entre o Instituto de Educação sobre o Espaço do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Conjunto da Universidade de Wakayama e a Fundação Universidade de Brasília. O objetivo deste memorando é contribuir mutuamente para a pesquisa na prevenção de desastres e para compartilhar recursos humanos necessários à capacitação por meio do projeto Uniform.
Fonte: AEB
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Workshop Brasil - Japão sobre microssatélites
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O Laboratório de Aplicação e Inovação em Ciências Aeroespaciais (LAICA) da Universidade de Brasília (UnB), em cooperação com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Universidade de Tóquio, realizará o primeiro Workshop Brasil-Japão sobre desenvolvimento e aplicações de microssatélites: atividades da UTokyo, UnB, e projeto UNIFORM.
O evento reunirá especialistas brasileiros e japoneses com o intuito principal de divulgar as atividades desenvolvidas nestes países na área de Engenharia Aeroespacial. Os palestrantes apresentarão projetos recentes em micro/nano/pico satélites desenvolvidos no Japão e na UnB, discutindo aplicações práticas, possibilidades para cooperação, e ainda entrevistando possíveis candidatos para trabalhar no Japão nos satélites UNIFORM-2 e UNIFORM-3.
Este workshop é uma atividade dentro do contexto do memorando de entendimentos assinado entre o Instituto de Educação sobre o Espaço do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Conjunto da Universidade de Wakayama e a Fundação Universidade de Brasília. O objetivo deste memorando é contribuir mutuamente para a pesquisa na prevenção de desastres e para compartilhar recursos humanos necessários à capacitação por meio do projeto UNIFORM.
O workshop será dia 14 de novembro de 2013, no auditório da Agência Espacial Brasileira, das 13h às 20h.
Os objetivos deste evento são:
- Discutir questões relevantes ao desenvolvimento de microssatélites, tais como infraestruturas de testes e integração, cooperação no segmento solo e segmento espacial;
- Intercâmbio de conhecimento sobre o emprego de tecnologia aeroespacial na prevenção de desastres naturais (incêndios florestais e inundações), monitoramento do território nacional, dentre outros;
- Discutir estratégias de pesquisa, desenvolvimento e teste de conceitos em ciências aeroespaciais no âmbito das instituições de ensino superior;
- Discutir questões relevantes à implementação de intercâmbio de pessoal no contexto do projeto UNIFORM;
- Entrevistar possíveis candidatos para intercâmbio no Japão com o intuito de trabalharem na construção dos microssatélites UNIFORM-2 e UNIFORM-3.
A participação é gratuita. Contudo, solicita-se preenchimento da ficha de inscrição no site do evento http://aerospace.unb.br/brjp2013/
A programação, e outras informações podem ser vistas no site http://aerospace.unb.br/brjp2013/
Maiores informações pode ser solicitadas diretamente à comissão organizadora pelo email brjp2013@aerospace.unb.br
Nota do blog: conforme informado em postagem do início de outubro, nos dias 11 e 12 de novembro, um evento similar acontecerá na capital paulista, na Universidade de São Paulo (USP).
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O Laboratório de Aplicação e Inovação em Ciências Aeroespaciais (LAICA) da Universidade de Brasília (UnB), em cooperação com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Universidade de Tóquio, realizará o primeiro Workshop Brasil-Japão sobre desenvolvimento e aplicações de microssatélites: atividades da UTokyo, UnB, e projeto UNIFORM.
O evento reunirá especialistas brasileiros e japoneses com o intuito principal de divulgar as atividades desenvolvidas nestes países na área de Engenharia Aeroespacial. Os palestrantes apresentarão projetos recentes em micro/nano/pico satélites desenvolvidos no Japão e na UnB, discutindo aplicações práticas, possibilidades para cooperação, e ainda entrevistando possíveis candidatos para trabalhar no Japão nos satélites UNIFORM-2 e UNIFORM-3.
Este workshop é uma atividade dentro do contexto do memorando de entendimentos assinado entre o Instituto de Educação sobre o Espaço do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Conjunto da Universidade de Wakayama e a Fundação Universidade de Brasília. O objetivo deste memorando é contribuir mutuamente para a pesquisa na prevenção de desastres e para compartilhar recursos humanos necessários à capacitação por meio do projeto UNIFORM.
O workshop será dia 14 de novembro de 2013, no auditório da Agência Espacial Brasileira, das 13h às 20h.
Os objetivos deste evento são:
- Discutir questões relevantes ao desenvolvimento de microssatélites, tais como infraestruturas de testes e integração, cooperação no segmento solo e segmento espacial;
- Intercâmbio de conhecimento sobre o emprego de tecnologia aeroespacial na prevenção de desastres naturais (incêndios florestais e inundações), monitoramento do território nacional, dentre outros;
- Discutir estratégias de pesquisa, desenvolvimento e teste de conceitos em ciências aeroespaciais no âmbito das instituições de ensino superior;
- Discutir questões relevantes à implementação de intercâmbio de pessoal no contexto do projeto UNIFORM;
- Entrevistar possíveis candidatos para intercâmbio no Japão com o intuito de trabalharem na construção dos microssatélites UNIFORM-2 e UNIFORM-3.
A participação é gratuita. Contudo, solicita-se preenchimento da ficha de inscrição no site do evento http://aerospace.unb.br/brjp2013/
A programação, e outras informações podem ser vistas no site http://aerospace.unb.br/brjp2013/
Maiores informações pode ser solicitadas diretamente à comissão organizadora pelo email brjp2013@aerospace.unb.br
Nota do blog: conforme informado em postagem do início de outubro, nos dias 11 e 12 de novembro, um evento similar acontecerá na capital paulista, na Universidade de São Paulo (USP).
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sexta-feira, 28 de junho de 2013
Nova estação do Glonass no Brasil
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Glonass terá nova estação no Brasil a partir de agosto
27/06/2013
Giovanni Lorenzon, especial para Gazeta Russa
O sistema de localização global Glonass, único do gênero no mundo a oferecer serviços gratuitos na sua resolução máxima, estará mais preciso a partir de fins de agosto com o complemento da parceria entre Rússia e Brasil.
A segunda estação de ajuste de dados entrará em funcionamento no campus da UnB (Universidade de Brasília) bem ao lado de onde já opera a primeira há alguns meses.
Com as duas estações, as únicas fora da Federação Russa, o Glonass não deixará nada a dever aos concorrentes mais famosos, o Navstar GPS, dos Estados Unidos, e o Galileo, da Europa.
Como explica o professor Ícaro dos Santos, um dos responsáveis pelas duas bases, quanto mais um satélite possuir pontos de referência espalhados pelo globo melhor é sua precisão e mais fácil torna-se sua correção orbital.
“No caso do sistema russo, com a nossa participação, suas estações estão próximas da linha do Equador, o que o torna ainda mais eficiente”, diz o engenheiro elétrico, que, ao lado do professor Geovani Borges, coordena a parceria com a Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos).
O Glonass também afere, além de latitude e longitude, a velocidade dos ventos, a hora e, inclusive, passará a ser mais confiável no acompanhamento de estudos de movimentos geológicos, entre eles a movimentação das placas tectônicas.
A ponta brasileira do programa para uso civil russo, lançado em operação em 1982 e desde então com uma “constelação” de novos satélites adicionados ao sistema –até ser completada sua cobertura global em 2011– está orçada em aproximadamente em US$ 2,5 milhões, segundo as estimativas dos equipamentos gerenciados pela equipe de Santos na UnB.
As estações
Na primeira Estação de Medição Unidirencional, professores e alunos de pós-graduação recolhem os dados captados por uma antena, fazem um pré-processamento e enviam ao centro espacial russo.
Na segunda, a Estação Laser Óptica, que consistirá em um canhão de raio laser apontado ao Glonass, o controle em terra ficará responsável pela decisão de acionamento e desligamento, sempre em monitoramento em relação ao tráfego aéreo.
“Quando acionado, o laser rebate no Glonass e envia os dados diretamente à Rússia, que, se for o caso, faz a correção até em decímetros”, explica Ícaro.
A equipe do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da universidade comemorou a parceria firmada com a Rússia dentro dos acordos de cooperação das Roscosmos e a Agência Espacial Brasileira visto que a participação do time de professores vai além do controle e manutenção dos equipamentos.
Embora o Brasil ainda engatinhe nas pesquisas aeroespaciais, a Roscosmos reconhece a capacitação técnica e os trabalhos de investigação da UnB em várias áreas, o que “nos permite também, segundo o acordo, fazer modelos matemáticos de calibragem e os enviar para os engenheiros responsáveis do Glonass”.
“Além disso”, continua Ícaro, “teremos de três a quatro alunos por semestre dos cursos de pós-graduação tendo aulas com professores russos no Brasil e na Rússia”.
Numa primeira etapa, serão discentes da Engenharia Elétrica, com previsão de incorporação posterior de alunos da Computação e da Mecatrônica.
A transferência de conhecimento vai ajudar o Brasil a formar novos técnicos, que poderão ser incorporados ao Programa Espacial Brasileiro, uma vez que a parceria firmada vai até 2020.
Não há perspectiva, porém, segundo Ícaro, de o entendimento atual ser suspenso após a data, na medida em que a Rússia necessita da localização das estações no Brasil e da capacitação da UnB.
“Até porque nossos parceiros prezam o avanço da cooperação em todas as áreas”, diz Ícaro.
Fonte: Gazeta Russa
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Glonass terá nova estação no Brasil a partir de agosto
27/06/2013
Giovanni Lorenzon, especial para Gazeta Russa
O sistema de localização global Glonass, único do gênero no mundo a oferecer serviços gratuitos na sua resolução máxima, estará mais preciso a partir de fins de agosto com o complemento da parceria entre Rússia e Brasil.
A segunda estação de ajuste de dados entrará em funcionamento no campus da UnB (Universidade de Brasília) bem ao lado de onde já opera a primeira há alguns meses.
Com as duas estações, as únicas fora da Federação Russa, o Glonass não deixará nada a dever aos concorrentes mais famosos, o Navstar GPS, dos Estados Unidos, e o Galileo, da Europa.
Como explica o professor Ícaro dos Santos, um dos responsáveis pelas duas bases, quanto mais um satélite possuir pontos de referência espalhados pelo globo melhor é sua precisão e mais fácil torna-se sua correção orbital.
“No caso do sistema russo, com a nossa participação, suas estações estão próximas da linha do Equador, o que o torna ainda mais eficiente”, diz o engenheiro elétrico, que, ao lado do professor Geovani Borges, coordena a parceria com a Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos).
O Glonass também afere, além de latitude e longitude, a velocidade dos ventos, a hora e, inclusive, passará a ser mais confiável no acompanhamento de estudos de movimentos geológicos, entre eles a movimentação das placas tectônicas.
A ponta brasileira do programa para uso civil russo, lançado em operação em 1982 e desde então com uma “constelação” de novos satélites adicionados ao sistema –até ser completada sua cobertura global em 2011– está orçada em aproximadamente em US$ 2,5 milhões, segundo as estimativas dos equipamentos gerenciados pela equipe de Santos na UnB.
As estações
Na primeira Estação de Medição Unidirencional, professores e alunos de pós-graduação recolhem os dados captados por uma antena, fazem um pré-processamento e enviam ao centro espacial russo.
Na segunda, a Estação Laser Óptica, que consistirá em um canhão de raio laser apontado ao Glonass, o controle em terra ficará responsável pela decisão de acionamento e desligamento, sempre em monitoramento em relação ao tráfego aéreo.
“Quando acionado, o laser rebate no Glonass e envia os dados diretamente à Rússia, que, se for o caso, faz a correção até em decímetros”, explica Ícaro.
A equipe do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da universidade comemorou a parceria firmada com a Rússia dentro dos acordos de cooperação das Roscosmos e a Agência Espacial Brasileira visto que a participação do time de professores vai além do controle e manutenção dos equipamentos.
Embora o Brasil ainda engatinhe nas pesquisas aeroespaciais, a Roscosmos reconhece a capacitação técnica e os trabalhos de investigação da UnB em várias áreas, o que “nos permite também, segundo o acordo, fazer modelos matemáticos de calibragem e os enviar para os engenheiros responsáveis do Glonass”.
“Além disso”, continua Ícaro, “teremos de três a quatro alunos por semestre dos cursos de pós-graduação tendo aulas com professores russos no Brasil e na Rússia”.
Numa primeira etapa, serão discentes da Engenharia Elétrica, com previsão de incorporação posterior de alunos da Computação e da Mecatrônica.
A transferência de conhecimento vai ajudar o Brasil a formar novos técnicos, que poderão ser incorporados ao Programa Espacial Brasileiro, uma vez que a parceria firmada vai até 2020.
Não há perspectiva, porém, segundo Ícaro, de o entendimento atual ser suspenso após a data, na medida em que a Rússia necessita da localização das estações no Brasil e da capacitação da UnB.
“Até porque nossos parceiros prezam o avanço da cooperação em todas as áreas”, diz Ícaro.
Fonte: Gazeta Russa
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Inauguração de estação do Glonass na UnB
A Agência Espacial Russa – Roscosmos – inaugura uma estação do Sistema de Monitoramento e Correção Diferenciada integrando o Sistema de Navegação Global por Satélite (GLONASS), na próxima terça-feira (19/2), às 11h. O evento, que contará com a presença de autoridades brasileiras e russas, será no prédio do Centro de Processamento de Dados (CPD) do Campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB).
Esta estação, a primeira montada fora da Rússia, é um importante componente para a redução do erro de posicionamento do GLONASS – Sistema de Navegação Global por Satélite –, que proporciona com eficiência um serviço mundial de navegação em tempo real e serviços de tempo de atualização do posicionamento para um ilimitado número de usuários na terra, no mar, no ar e no espaço, semelhante ao Sistema Posicionamento Global (GPS). A instalação da base na UnB beneficiará pesquisas na área aeroespacial, desenvolvidas nos laboratórios de Automação e Robótica (LARA) e de Engenharia Biomédica (LAB) da universidade.
Fonte: Roscosmos
Comentário: Brasília receberá esta semana uma visita oficial de comitiva russa liderada pelo premiê Dmitri Medvedev, e possíveis anúncios de cooperação e acordos nas áreas de defesa e espaço podem acontecer.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Cooperação Brasil - Rússia: Glonass
UnB recebe nova tecnologia russa de posicionamento global
04/02/2013
Estação de monitoramento terrestre está sendo montada no Centro de Processamento de Dados da UnB. Pesquisas da UnB em engenharia aeroespacial serão beneficiadas com os novos aparelhos
Diogo Lopes de Oliveira - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Até dia 20 de fevereiro, a UnB vai inaugurar a primeira estação fora da Rússia do sistema russo de monitoramento e correção diferenciada, que integra o Global Navigation Satellite System (Glonass). Essa rede de informações é semelhante ao Global Positioning System (GPS), serve para localizar posições na superfície terrestre utilizando 24 satélites espalhados pela órbita da Terra. A instalação da base na UnB beneficiará pesquisas na área aeroespacial, desenvolvidas nos laboratórios de Automação e Robótica (LARA) e de Biomédica (LAB) da UnB.
A base russa na UnB é parte de uma parceria entre a Agência Espacial Russa (Roscosmos), a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Universidade. O acordo de cooperação entre as agências foi firmado em fevereiro de 2012. José Montserrat Filho, físico e chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB foi responsável pela aproximação com a Universidade. O físico conhecia o trabalho desenvolvido pelos professores Ícaro dos Santos e Geovany Borges, ambos do Departamento de Engenharia Elétrica da UnB. “Isso chamou a nossa atenção. Fomos muito felizes em colocar em prática esta parceria com a Universidade de Brasília”, disse Gennady Saenko, vice-representante no Brasil da Roscosmos.
Para Ícaro dos Santos, coordenador do LAB, quando o projeto estiver concluído, em 2020, a precisão dos cálculos de posicionamento no planeta será melhorada em até 10 vezes. “Teremos acesso aos dados brutos fornecidos pela estação. Assim, serão beneficiadas todas as nossas pesquisas sobre navegação de robôs, foguetes e veículos aéreos não tripulados, por exemplo”, disse Ícaro.
ESTAÇÃO - Três especialistas russos vieram a Brasília instalar a estação no telhado do novo prédio do Centro de Processamento de Dados (CPD). O equipamento trazido da Rússia conta com uma antena e dois racks com processadores, um para receber o sinal e outro para transmitir informações para sede do projeto a Rússia. Até 2020, a Roscosmos espera ter 56 estações semelhantes a esta que está sendo montada na UnB. Outras 22 estações iguais às da UnB já funcionam em território russo, uma delas na Antártida.
Ivan Revnivykh, líder de engenharia da JSC Russian Space Systems, garante que o projeto facilitará qualquer engenharia de precisão como atracamento de navios e a construção de estradas e prédios, todos voltados para fins civis. “Até o momento, temos excelente cobertura nos pólos norte e sul. As novas estações fora da Rússia precisam ser em regiões relativamente próximas à Linha do Equador, como aqui em Brasília”, explica.
Fonte: UnB Agência.
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