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ITA abre inscrições para mestrado e doutorado em Ciências e Tecnologias Espaciais
11/04/2016
O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), está com inscrições abertas para o processo seletivo de mestrado e doutorado, em Ciências e Tecnologias Espaciais, até a próxima quarta-feira (13/04).
Também são oferecidas outras quatro oportunidades em cursos do programa divididas em 22 áreas, como Engenharia Mecânica e Aeronáutica, Eletrônica e Computação, Engenharia de Infraestrutura Aeronáutica e Física. Todas as oportunidades são para ingresso no segundo semestre de 2016.
O processo seletivo ocorrerá em quatro etapas, sendo a primeira a avaliação curricular, feita com base na documentação do candidato. A segunda é a avaliação de proposta e pesquisa, submetida pelo candidato no ato da inscrição. Depois será aplicada uma prova de lógica e matemática básica, prevista para ser realizada no dia 2 de junho de 2016. Por último, o candidato passará por uma entrevista, em que será avaliado o potencial da proposta ou projeto de pesquisa.
O mestrado é um curso de aproximadamente dois anos, composto por várias disciplinas e uma dissertação. Aos alunos que atenderem os requisitos de conclusão do curso, é concedido o título de mestre em Ciências.
O doutorado tem duração de quatro anos com disciplinas, publicação de artigos e uma tese. O doutorado capacita o pesquisador em uma área do conhecimento e, ao fim do curso, o aluno recebe o título de doutor em Ciências em um dos cinco programas de pós-graduação oferecidos pelo ITA.
Para mais informações e inscrição acesse: http://www.ita.br/posgrad/procseletivo
Fonte: ITA, via AEB.
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segunda-feira, 11 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
Tecnologia & Defesa n.º 144
Foi lançado o número 144 da revista Tecnologia &Defesa, a mais tradicional publicação sobre os setores aeroespacial e de defesa
na América Latina.
De conteúdo espacial, destaque para uma reportagem sobre
os avanços no projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas
(SGDC), e também questões na entrevista exclusiva com o ministro da Defesa,
Aldo Rebelo, sobre iniciativas no campo espacial (PESE, integração com o PNAE,
SGDC).
A seguir, listamos os principais conteúdos deste número, à
venda no website da revista:
- 75 anos da Força Aérea Brasileira
- Entrevista com o Ministro da Defesa
- O Exército e a Aviação de Asas Fixas
- Projetos Estratégicos do Exército - repensando as ações
- Uma nova Guerra Fria na Ucrânia
- Programa SGDC
- Coluna Defesa e Negócios
- E muito mais!
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quarta-feira, 6 de abril de 2016
Palestra da FAPESP no INPE
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Diretor da FAPESP ministra palestra no INPE
Terça-feira, 05 de Abril de 2016
No dia 12 de abril, o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo(FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, ministra palestra no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
A apresentação, aberta a todos os interessados, será às 14 horas no auditório Fernando de Mendonça (entrada pela torre A do LIT).
A palestra do diretor da FAPESP será sobre a “Ciência e Tecnologia em São Paulo”. É a primeira de um “Ciclo de Seminários Institucionais” promovido pela INPE para abordar temas ligados a ciência, tecnologia e inovação no contexto das áreas de atuação do Instituto.
Para o seu Ciclo de Seminários, o INPE convidará dirigentes, cientistas e demais personalidades de destacada trajetória profissional, que atuem à frente de instituições de pesquisa, ensino, órgãos de fomento, indústrias, entre outros.
Os temas abordados serão de caráter geral e, portanto, acessíveis a todos os servidores e colaboradores do Instituto. Desta forma, a Direção do INPE convida e espera a efetiva participação dos pesquisadores, tecnologistas, técnicos, gestores, bolsistas, alunos e demais colaboradores nas palestras.
Fonte: INPE
Comentário do blog: desde a sua criação, a FAPESP tem exercido importante papel financiando iniciativas relacionadas ao Programa Espacial Brasileiro, seja por meio de formação de recursos humanos (bolsas de estudos), financiamentos de pesquisas, investimentos não reembolsáveis em projetos de indústrias de pequeno e médio portes (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE), recursos para o supercomputador do INPE, dentre outras. A FAPESP é importante parceira financiadora do edital "Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais", de subvenção econômica para o setor industrial, lançado com o INPE e FINEP.
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Diretor da FAPESP ministra palestra no INPE
Terça-feira, 05 de Abril de 2016
No dia 12 de abril, o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo(FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, ministra palestra no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
A apresentação, aberta a todos os interessados, será às 14 horas no auditório Fernando de Mendonça (entrada pela torre A do LIT).
A palestra do diretor da FAPESP será sobre a “Ciência e Tecnologia em São Paulo”. É a primeira de um “Ciclo de Seminários Institucionais” promovido pela INPE para abordar temas ligados a ciência, tecnologia e inovação no contexto das áreas de atuação do Instituto.
Para o seu Ciclo de Seminários, o INPE convidará dirigentes, cientistas e demais personalidades de destacada trajetória profissional, que atuem à frente de instituições de pesquisa, ensino, órgãos de fomento, indústrias, entre outros.
Os temas abordados serão de caráter geral e, portanto, acessíveis a todos os servidores e colaboradores do Instituto. Desta forma, a Direção do INPE convida e espera a efetiva participação dos pesquisadores, tecnologistas, técnicos, gestores, bolsistas, alunos e demais colaboradores nas palestras.
Fonte: INPE
Comentário do blog: desde a sua criação, a FAPESP tem exercido importante papel financiando iniciativas relacionadas ao Programa Espacial Brasileiro, seja por meio de formação de recursos humanos (bolsas de estudos), financiamentos de pesquisas, investimentos não reembolsáveis em projetos de indústrias de pequeno e médio portes (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE), recursos para o supercomputador do INPE, dentre outras. A FAPESP é importante parceira financiadora do edital "Desenvolvimento de Tecnologias e Produtos para Aplicações Espaciais", de subvenção econômica para o setor industrial, lançado com o INPE e FINEP.
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
Cooperação Brasil - Rússia
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Telescópio russo será instalado no Brasil para mapeamento de detritos espaciais
Acordo de cooperação será assinado entre o Laboratório Nacional de Astrofísica e a estatal russa Roscosmos. Telescópio será instalado no Observatório Pico dos Dias, Minas Gerais, e deve entrar em operação neste ano.
01/04/2016 | 17:22
Um telescópio russo será instalado no Observatório Pico dos Dias, em Brazópolis (MG), para detectar e monitorar detritos espaciais. A instalação faz parte de um acordo que será assinado na próxima quinta-feira (7) entre o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA/MCTI) e a corporação estatual russa Roscosmos. O objetivo é produzir uma base de dados com a localização e as órbitas de objetos que podem apresentar perigo de colisão com satélites artificiais ativos ou até, no caso de objetos maiores, risco de danos à superfície da Terra após a entrada na atmosfera.
De acordo com o diretor do LNA, Bruno Castilho, o novo telescópio deve entrar em operação no fim de novembro, gerando um "mapa de detritos". "Além do risco de colisão com algum satélite ou foguete que estiver em operação, esses detritos também podem cair. Tendo um mapa, o tamanho e a posição desses detritos, você também pode fazer uma previsão e uma melhor estratégia para reentrada desses detritos na atmosfera", explicou.
Castilho acrescentou que as imagens geradas pelo telescópio russo serão transmitidas para a Roscosmos pela internet, e a base de dados ficará à disposição dos pesquisadores brasileiros. Os custos do projeto serão pagos pela corporação russa, e o LNA vai contribuir com a disponibilização do espaço físico, a infraestrutura do Observatório do Pico dos Dias e apoio logístico.
Com 1.864 metros de altitude, o Observatório do Pico dos Dias já possui quatro telescópios para pesquisa astronômica.
Segundo Bruno Castilho, o Brasil já tem cooperação com a Rússia na área espacial. Um acordo para exploração pacífica do espaço é o "guarda-chuva" do termo que será assinado para construção e instalação do novo telescópio. A cerimônia será realizada na sede da LNA, em Itajubá (MG), com a presença de representantes da Roscosmos e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Fonte: MCTI
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Telescópio russo será instalado no Brasil para mapeamento de detritos espaciais
Acordo de cooperação será assinado entre o Laboratório Nacional de Astrofísica e a estatal russa Roscosmos. Telescópio será instalado no Observatório Pico dos Dias, Minas Gerais, e deve entrar em operação neste ano.
01/04/2016 | 17:22
Um telescópio russo será instalado no Observatório Pico dos Dias, em Brazópolis (MG), para detectar e monitorar detritos espaciais. A instalação faz parte de um acordo que será assinado na próxima quinta-feira (7) entre o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA/MCTI) e a corporação estatual russa Roscosmos. O objetivo é produzir uma base de dados com a localização e as órbitas de objetos que podem apresentar perigo de colisão com satélites artificiais ativos ou até, no caso de objetos maiores, risco de danos à superfície da Terra após a entrada na atmosfera.
De acordo com o diretor do LNA, Bruno Castilho, o novo telescópio deve entrar em operação no fim de novembro, gerando um "mapa de detritos". "Além do risco de colisão com algum satélite ou foguete que estiver em operação, esses detritos também podem cair. Tendo um mapa, o tamanho e a posição desses detritos, você também pode fazer uma previsão e uma melhor estratégia para reentrada desses detritos na atmosfera", explicou.
Castilho acrescentou que as imagens geradas pelo telescópio russo serão transmitidas para a Roscosmos pela internet, e a base de dados ficará à disposição dos pesquisadores brasileiros. Os custos do projeto serão pagos pela corporação russa, e o LNA vai contribuir com a disponibilização do espaço físico, a infraestrutura do Observatório do Pico dos Dias e apoio logístico.
Com 1.864 metros de altitude, o Observatório do Pico dos Dias já possui quatro telescópios para pesquisa astronômica.
Segundo Bruno Castilho, o Brasil já tem cooperação com a Rússia na área espacial. Um acordo para exploração pacífica do espaço é o "guarda-chuva" do termo que será assinado para construção e instalação do novo telescópio. A cerimônia será realizada na sede da LNA, em Itajubá (MG), com a presença de representantes da Roscosmos e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Fonte: MCTI
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quinta-feira, 31 de março de 2016
10 anos da Missão Centenário
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Missão Centenário é relembrada pelo seu 10º aniversário
31/03/2016
O dia 29 de março de 2006 ficará marcado para sempre na história do Brasil e na memória de seu povo. Faz dez anos que a Missão Centenário levava à Estação Espacial Internacional (ISS em inglês) a tripulação Soyuz TMA-8, formada pelo comandante russo Pavel Vinogradov, o astronauta americano Jeffrey Williams e o primeiro cosmonauta brasileiro, o tenente-coronel Marcos Pontes.
A Missão Centenário recebeu este nome em referência à comemoração do centenário do primeiro voo tripulado de uma aeronave, o 14 Bis, de Santos Dumont, em Paris, em 23 de outubro de 1906. A Missão foi fruto de um acordo firmado entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos). Com o acordo firmado entre os dois países, Brasil e Rússia, Marcos Pontes passou por treinamento na Cidade das Estrelas, complexo de formação e preparação de cosmonautas situado a cerca de 50 quilômetros de Moscou.
Os três cosmonautas, a bordo da Soyuz, decolaram do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, em 29 de março de 2006, às 23h30min (horário de Brasília), tendo como destino a Estação Espacial, onde acoplou no dia 1º de abril. Lá os três realizaram diversos experimentos científicos. Pontes levou oito experimentos que foram estudados em ambiente de microgravidade, seis deles de instituições brasileiras de pesquisa e dois de escolas de ensino médio, de São José dos Campos (SP).
Pontes ressaltou que o acordo com a AEB, ele teria apenas cinco meses para treinar, sendo que o treino normal de um cosmonauta é de dois anos. “Tive de aprender tudo sobre os sistemas russos para incluí-los nas minhas tarefas técnicas a bordo e, também aprender a língua russa, em paralelo, nos primeiros três meses”, afirmou.
Segundo o astronauta brasileiro, há muito o que ser feito para recolocar o Brasil rumo à conquista do espaço, mas estamos muito além do que era o mínimo esperado para um país da categoria e intenções de desenvolvimento que é o Brasil. O astronauta disse se sentir honrado em receber tanto carinho, mas para ele, foi a oportunidade de realizar não apenas um sonho dele, mas de uma nação inteira.
Fonte: AEB
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Missão Centenário é relembrada pelo seu 10º aniversário
31/03/2016
O dia 29 de março de 2006 ficará marcado para sempre na história do Brasil e na memória de seu povo. Faz dez anos que a Missão Centenário levava à Estação Espacial Internacional (ISS em inglês) a tripulação Soyuz TMA-8, formada pelo comandante russo Pavel Vinogradov, o astronauta americano Jeffrey Williams e o primeiro cosmonauta brasileiro, o tenente-coronel Marcos Pontes.
A Missão Centenário recebeu este nome em referência à comemoração do centenário do primeiro voo tripulado de uma aeronave, o 14 Bis, de Santos Dumont, em Paris, em 23 de outubro de 1906. A Missão foi fruto de um acordo firmado entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos). Com o acordo firmado entre os dois países, Brasil e Rússia, Marcos Pontes passou por treinamento na Cidade das Estrelas, complexo de formação e preparação de cosmonautas situado a cerca de 50 quilômetros de Moscou.
Os três cosmonautas, a bordo da Soyuz, decolaram do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, em 29 de março de 2006, às 23h30min (horário de Brasília), tendo como destino a Estação Espacial, onde acoplou no dia 1º de abril. Lá os três realizaram diversos experimentos científicos. Pontes levou oito experimentos que foram estudados em ambiente de microgravidade, seis deles de instituições brasileiras de pesquisa e dois de escolas de ensino médio, de São José dos Campos (SP).
Pontes ressaltou que o acordo com a AEB, ele teria apenas cinco meses para treinar, sendo que o treino normal de um cosmonauta é de dois anos. “Tive de aprender tudo sobre os sistemas russos para incluí-los nas minhas tarefas técnicas a bordo e, também aprender a língua russa, em paralelo, nos primeiros três meses”, afirmou.
Segundo o astronauta brasileiro, há muito o que ser feito para recolocar o Brasil rumo à conquista do espaço, mas estamos muito além do que era o mínimo esperado para um país da categoria e intenções de desenvolvimento que é o Brasil. O astronauta disse se sentir honrado em receber tanto carinho, mas para ele, foi a oportunidade de realizar não apenas um sonho dele, mas de uma nação inteira.
Fonte: AEB
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quarta-feira, 30 de março de 2016
INPE: relação de inscritos para o cargo de diretor
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Divulgada a relação de inscritos ao cargo de diretor
Terça-feira, 29 de Março de 2016
O processo de seleção para o cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem os seguintes candidatos inscritos:
- Cesar Celeste Ghizoni
- Clézio Marcos de Nardin
- Haroldo Campos Velho
- Hélio Takai
- José Henrique de Souza Damiani
- Leonel Fernando Perondi
- Ricardo Magnus Osório Galvão
- Thelma Krug
O prazo para inscrições foi encerrado em 24 de março. O Comitê de Busca ainda irá divulgar a data para as apresentações orais das propostas dos candidatos, bem como de suas entrevistas individuais.
A seleção para diretor do INPE é conduzida por um Comitê de Busca nomeado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera. Presidido por Marco Antonio Raupp, do Parque Tecnológico de São José dos Campos, o comitê tem ainda como membros: Rogério Cézar Cerqueira Leite, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Luiz Bevilacqua, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Helena Bonciani Nader, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); e Reginaldo dos Santos, da Empresa Binacional Alcântara Cyclone Space (ACS).
Fonte: INPE
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Divulgada a relação de inscritos ao cargo de diretor
Terça-feira, 29 de Março de 2016
O processo de seleção para o cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem os seguintes candidatos inscritos:
- Cesar Celeste Ghizoni
- Clézio Marcos de Nardin
- Haroldo Campos Velho
- Hélio Takai
- José Henrique de Souza Damiani
- Leonel Fernando Perondi
- Ricardo Magnus Osório Galvão
- Thelma Krug
O prazo para inscrições foi encerrado em 24 de março. O Comitê de Busca ainda irá divulgar a data para as apresentações orais das propostas dos candidatos, bem como de suas entrevistas individuais.
A seleção para diretor do INPE é conduzida por um Comitê de Busca nomeado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera. Presidido por Marco Antonio Raupp, do Parque Tecnológico de São José dos Campos, o comitê tem ainda como membros: Rogério Cézar Cerqueira Leite, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Luiz Bevilacqua, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Helena Bonciani Nader, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); e Reginaldo dos Santos, da Empresa Binacional Alcântara Cyclone Space (ACS).
Fonte: INPE
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terça-feira, 29 de março de 2016
Ministro do MCTI no Senado Federal
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Ministro fala dos desafios da Ciência e Tecnologia para 2016, em Comissão do Senado
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera, participou nesta terça-feira (29/03) de audiência pública realizada na Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, onde ressaltou os avanços, desafios e expectativas do ministério para este ano.
Segundo Pansera, em 2016 houve um grande contingenciamento no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), ou seja, cerca de R$ 1,7 bilhão foi contingenciado. “Estamos pedindo o desbloqueio imediato de R$ 400 milhões do fundo de reserva para darmos continuidade aos projetos”, afirmou.
“A segunda iniciativa é a recomposição do orçamento do MCTI, que sofreu corte aqui no Congresso. E a terceira, que já está avançada, é um empréstimo no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de $ 1,4 bilhão de dólares, $ 200 milhões este ano e $ 300 nos próximos quatro anos. Este dinheiro seria destinado ao CNPQ e à Finep. Com esses valores teríamos um aporte financeiro muito forte”, afirmou o ministro Pansera.
Ele afirmou ainda que há um acerto com o governo para que o contingenciamento no FNDCT seja feito aos poucos e se encerre em 2019. Pansera explicou também que 25% do fundo do pré-sal devem ir para a área de Ciência e Tecnologia.
Ciência sem Fronteiras - Celso Pansera citou avanços em vários programas de sua pasta, como o Ciência sem Fronteiras, que implementou 92.880 bolsas até janeiro de 2016. Pansera também citou o fato de o programa ter sido desvinculado do FNDCT e ficado sob a cobertura do Ministério da Educação, o que vai permitir que as verbas do fundo sejam destinadas a outras áreas de inovação.
O senador Omar Aziz (PSD-AM), que relatou a análise do programa, escolhido como política pública a ser avaliada pela comissão em 2015, pediu ao ministro que leve em conta as recomendações feitas no relatório. O ministro afirmou que uma das recomendações, que é investir mais em cursos de pós-graduação, será atendida e que há ainda outro debate para que se invista mais na área de engenharias.
A maior parte dos alunos que foram são para a área de engenharia e ciência e tecnologia. Nós ampliaríamos ainda mais essa margem para essas áreas de Exatas voltadas para a área de produção, engenharias etc. — disse o ministro.
Dengue, Zika e Chicungunha - Pansera falou ainda que o ministério vai investir este ano no Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, lançado na última semana. O ministro explicou que o programa tem um orçamento de R$ 1,2 bilhão, vai até 2017, e envolve bolsas de doutorado.
Nós lançamos semana passada um plano muito ousado, muito ambicioso para a pesquisa da Zika, Chicungunha e Dengue, não só do combate ao vírus, mas do principal vetor, que é o mosquito — disse.
Fosfoetanolamina - O senador Ivo Cassol (PP-RO) pediu que o ministro interceda junto à presidente Dilma pela sanção do projeto de lei que autoriza o uso da fosfoetanolamina, aprovado há uma semana no Senado. O senador disse que o medicamento tem efeitos impressionantes em pessoas com câncer e criticou a burocracia e os que são contra o projeto, que libera o medicamento, de modo excepcional, antes de concluídas as pesquisas sobre a substância.
Segundo o ministro, nesta quarta-feira (30), será anunciado o resultado da pesquisa que comprova que a fosfoetanolamina não faz mal ao corpo humano. Mas Pansera explicou que ainda serão necessárias outras pesquisas para descobrir como a substância age dentro do organismo.
Fonte: Agência Espacial Brasileira, com informações da Agência Senado.
Comentário do blog: o setor espacial teve pouco ou nenhum destaque na apresentação do ministro Celso Pansera. No âmbito das atividades espaciais lideradas pelo MCTI, há expectativa quanto à liberação de recursos para a compra de determinados subsistemas e componentes para a construção do CBERS 4A, em parceria com a China, acordo que ainda está pendente de aprovação pelo Congresso Nacional, e também para a finalização do satélite de sensoriamento Amazônia-1, apenas para citar alguns projetos mais imediatos.
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Ministro fala dos desafios da Ciência e Tecnologia para 2016, em Comissão do Senado
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera, participou nesta terça-feira (29/03) de audiência pública realizada na Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, onde ressaltou os avanços, desafios e expectativas do ministério para este ano.
Segundo Pansera, em 2016 houve um grande contingenciamento no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), ou seja, cerca de R$ 1,7 bilhão foi contingenciado. “Estamos pedindo o desbloqueio imediato de R$ 400 milhões do fundo de reserva para darmos continuidade aos projetos”, afirmou.
“A segunda iniciativa é a recomposição do orçamento do MCTI, que sofreu corte aqui no Congresso. E a terceira, que já está avançada, é um empréstimo no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de $ 1,4 bilhão de dólares, $ 200 milhões este ano e $ 300 nos próximos quatro anos. Este dinheiro seria destinado ao CNPQ e à Finep. Com esses valores teríamos um aporte financeiro muito forte”, afirmou o ministro Pansera.
Ele afirmou ainda que há um acerto com o governo para que o contingenciamento no FNDCT seja feito aos poucos e se encerre em 2019. Pansera explicou também que 25% do fundo do pré-sal devem ir para a área de Ciência e Tecnologia.
Ciência sem Fronteiras - Celso Pansera citou avanços em vários programas de sua pasta, como o Ciência sem Fronteiras, que implementou 92.880 bolsas até janeiro de 2016. Pansera também citou o fato de o programa ter sido desvinculado do FNDCT e ficado sob a cobertura do Ministério da Educação, o que vai permitir que as verbas do fundo sejam destinadas a outras áreas de inovação.
O senador Omar Aziz (PSD-AM), que relatou a análise do programa, escolhido como política pública a ser avaliada pela comissão em 2015, pediu ao ministro que leve em conta as recomendações feitas no relatório. O ministro afirmou que uma das recomendações, que é investir mais em cursos de pós-graduação, será atendida e que há ainda outro debate para que se invista mais na área de engenharias.
A maior parte dos alunos que foram são para a área de engenharia e ciência e tecnologia. Nós ampliaríamos ainda mais essa margem para essas áreas de Exatas voltadas para a área de produção, engenharias etc. — disse o ministro.
Dengue, Zika e Chicungunha - Pansera falou ainda que o ministério vai investir este ano no Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, lançado na última semana. O ministro explicou que o programa tem um orçamento de R$ 1,2 bilhão, vai até 2017, e envolve bolsas de doutorado.
Nós lançamos semana passada um plano muito ousado, muito ambicioso para a pesquisa da Zika, Chicungunha e Dengue, não só do combate ao vírus, mas do principal vetor, que é o mosquito — disse.
Fosfoetanolamina - O senador Ivo Cassol (PP-RO) pediu que o ministro interceda junto à presidente Dilma pela sanção do projeto de lei que autoriza o uso da fosfoetanolamina, aprovado há uma semana no Senado. O senador disse que o medicamento tem efeitos impressionantes em pessoas com câncer e criticou a burocracia e os que são contra o projeto, que libera o medicamento, de modo excepcional, antes de concluídas as pesquisas sobre a substância.
Segundo o ministro, nesta quarta-feira (30), será anunciado o resultado da pesquisa que comprova que a fosfoetanolamina não faz mal ao corpo humano. Mas Pansera explicou que ainda serão necessárias outras pesquisas para descobrir como a substância age dentro do organismo.
Fonte: Agência Espacial Brasileira, com informações da Agência Senado.
Comentário do blog: o setor espacial teve pouco ou nenhum destaque na apresentação do ministro Celso Pansera. No âmbito das atividades espaciais lideradas pelo MCTI, há expectativa quanto à liberação de recursos para a compra de determinados subsistemas e componentes para a construção do CBERS 4A, em parceria com a China, acordo que ainda está pendente de aprovação pelo Congresso Nacional, e também para a finalização do satélite de sensoriamento Amazônia-1, apenas para citar alguns projetos mais imediatos.
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quarta-feira, 23 de março de 2016
SGDC: Dilma e Aldo visitam centro de controle
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Dilma e Aldo visitam obras no centro de controle do 1º satélite brasileiro de defesa
Brasília, 23/03/2016 – A presidenta Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, e o ministro das Comunicações, André Figueiredo, visitaram nesta quarta-feira (23) as obras de infraestrutura de solo para operação do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa (MD) e das Comunicações (MC). Este será o primeiro equipamento do tipo totalmente controlado pelo governo brasileiro, com previsão de lançamento em órbita entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2017.
“Esse satélite vai cobrir o Brasil em suas áreas mais remotas, conectando banda larga. É uma conquista para o Brasil. É importante ressaltar que é um patamar tecnológico que nós temos de alcançar, não só lançar o satélite, mas num segundo momento, sermos capazes de produzir, aqui no Brasil, esses equipamentos”, ressaltou a presidenta Dilma durante a visita.
O ministro Aldo Rebelo reforçou que, com o equipamento, o Brasil vai ganhar maior segurança nas comunicações militares e estratégicas. “O satélite, por ser operado a partir de bases nacionais, oferece segurança para a conexão ligada à área de defesa. Ou seja, o Brasil terá, com esse satélite, as suas condições de defesa nacional ampliadas e asseguradas. Além disso, o satélite vai democratizar o acesso à internet, ao oferecer conexão em todo o território nacional”, afirmou Aldo.
Instalada dentro do 6º Comando Aéreo Regional (VI COMAR) da Aeronáutica, em Brasília, a antena de comunicação com o satélite – que tem 18 metros de altura e 13m de diâmetro – será utilizada para controlar remotamente o satélite. O SGDC ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo o território brasileiro e o oceano Atlântico. Uma segunda antena auxiliar no comando do satélite também será montada em outro centro de operações, também localizado dentro de uma instalação militar, no Rio de Janeiro.
O satélite vai operar na chamada banda X, uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a cerca de 25% da capacidade total do satélite. Hoje, as comunicações militares brasileiras são realizadas por meio do aluguel da banda X em dois satélites privados, ao custo anual de R$ 13 milhões. Quando o SGDC já estiver operando, o MD vai manter somente um desses contratos com operadores privados, apenas como garantia em caso de possíveis falhas no SGDC.
Além da economia de recursos, o lançamento do satélite vai possibilitar ao Ministério da Defesa reforçar seu Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS) com mais 288 MHz de largura de banda, além do aumento de cobertura e potência de transmissão.
O equipamento também será utilizado pelo Governo Federal, por meio da Telebras, para levar internet em alta velocidade a regiões remotas do País, como a Amazônia, dentro das ações do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), operado pelo Ministério das Comunicações.
O SGDC
O satélite está sendo fabricado em Cannes, na França, e começou a ser construído em janeiro de 2014. O lançamento, organizado pela empresa Arianespace, ocorrerá na base de lançamento de Kourou, na Guiana Francesa. A construção do equipamento está sendo feita pela Thales Space, sob contrato com a Visiona, uma joint venture entre a Telebras – estatal federal do setor de telecomunicações – e a Embraer – empresa privada líder nos setores aeroespacial e de defesa.
A criação da Visiona, em 2012, corresponde a uma das ações selecionadas como prioritárias no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) para atender aos objetivos e às diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE) e da Estratégia Nacional de Defesa (END).
Fonte: Ministério da Defesa
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" EUA e China unidos contra o contrabando nuclear", artigo de José Monserrat Filho
EUA e China unidos contra o contrabando nuclear. Isso é muito bom, mas não basta
José Monserrat Filho *
“O atual sistema mundial é insustentável a partir de vários pontos de vista, porque deixamos de pensar nas finalidades das ações humanas.” Papa Francisco, Carta Encíclica Laudato Si', sobre o Cuidado da Casa Comum, São Paulo: Paulinas, 2015, pp. 49-50
As duas maiores potência do mundo hoje resolveram se aliar em defesa da segurança nuclear global, contra a possibilidade de construção de armas nucleares por forças terroristas como o Estado Islâmico. A aliança será fortalecida na 4ª Conferência de Cúpula sobre Segurança Nuclear, a ter lugar em Washington, em 31 de março e 1º de abril, com a participação dos Presidentes dos EUA e da China, Barack Obama e Xi Jinping.
A presença do líder chinês, que introduz novos elementos e mais dá vigor ao evento, foi anunciada pelo Secretário de Energia dos EUA, Ernest Moniz, como conta Kathleen McLaughlin, no editorial da revista Science, de 17 de março, intitulado U.S. and China cooperate to thwart nuclear smuggling (EUA e China cooperam para impedir o contrabando nuclear).
Autoridades americanas e chinesas firmaram acordo, em 11 de março, ampliando um programa de cooperação, pelo qual os EUA fornecem à China treinamento e tecnologia para detectar "movimentos ilícitos, contrabando de materiais nucleares e fontes lógicas."
Moniz frisou que as duas potências estão empenhadas em prevenir o contrabando global de materiais nucleares e tomarão medidas efetivas conjuntas na luta contra essa ameaça.
Graças a essa aliança, a China tem novo Centro de Excelência em Segurança Nuclear, perto de Pequim, equipado com laboratórios, locais de teste, e instalações de treinamento, baseados, parcialmente, em aparelhos americanos. A obra foi financiada pelos dois países.
O novo Centro vai detectar o contrabando de materiais que podem ser usados na produção de armas nucleares ou bombas sujas. Essas são armas radiológicas. Combinam material radiativo com explosivos convencionais e contaminam toda a área em torno da explosão, criando pânico e terror, embora não tenham o efeito das armas de destruição em massa. O centro poderá treinar peritos de detecção nuclear de outros países da região, mas a meta central é formar técnicos chineses. Os EUA, com base em outro acordo, também já treinaram pessoal de alfândega chineses para identificar e impedir a entrada ou saída de materiais nucleares ilícitos.
O Estado Islâmico busca matérias-primas para desenvolver tais armas, o que é perfeitamente lógico em sua conduta. Moniz fez questão de citar notícias recentes a respeito.
Para China e EUA, as ameaças em potencial são de extrema gravidade e os dois países vão tratá-las com essa visão. "Estamos trabalhando duro em conjunto e de modo muito concreto", explicou.
O acordo nuclear com o Irã é bom precedente? Moniz esclareceu como EUA e China atuam como copresidentes do grupo de trabalho técnico criado em função do dito acordo. “Já inúmeras vezes, os chineses têm se engajado com os iranianos para que isso ande", notou ele.
Na medida em que os pontos-chave do acordo forem sendo implementados, Moniz espera que surjam planos de cooperação científica. Recordou que os encontros entre cientistas dos EUA e a União Soviética nos anos da Guerra Fria foram essenciais para romper barreiras, e que a cooperação com o Irã poderia produzir benefícios similares. "Certamente não se exclui a possibilidade de que a comunidade científica americana colabore em alguma área de ciência básica", disse Moniz, mas reconheceu: “Vai levar tempo. Obviamente, não começamos uma relação robusta.” Ou seja, é preciso criar um ambiente de confiança mútua, algo que parece muito frágil hoje em dia.
Em Pequim, as autoridades chinesas ampliaram a agenda das conversas com o Secretário de Energia dos EUA, incluindo outros temas, como as mudanças climáticas e políticas energéticas. As negociações devem ter sido positivas, pois Moniz se disse satisfeito com os avanços alcançados. Ademais, ele elogiou o trabalho da China nos últimos meses, em especial por concordar em estabelecer limites às emissões tangíveis, nas negociações de Paris sobre o clima, em 2015. Acabou confessando torcer para que esse progresso de fato se implante, uma vez que ele pressionará os políticos americanos a fazerem o mesmo.
Se uma aliança para garantir a segurança nuclear global é possível, por que também não o seria um portentoso esforço conjunto para impedir nova Guerra Fria, a atual corrida armamentista e a consequente eclosão de conflitos tanto na Terra, quanto no espaço? Não é ao que assistimos hoje diariamente? Todos esses perigos crescentes poderiam ser evitados ou pelo menos reduzidos, se a segurança global fosse considerada, no mínimo, tão prioritária quanto a segurança nuclear ora buscada. Afinal, a segurança coletiva global é norma obrigatória, segundo os princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas, núcleo básico do Direito Internacional contemporâneo.
A segurança nuclear global não pode ser negociada e acordada apenas para se continuar garantindo a exclusividade da posse e eventual uso das armas nucleares, bem como de sua modernização, pelo grupo de países que já domina a tecnologia capaz de produzi-las e aperfeiçoá-las.
Não permitir de modo algum que os terroristas tenham acesso à capacitação nuclear é, sem a menor dúvida, uma missão urgente e imprescindível. Mas não é suficiente. É preciso também, com igual ênfase e sentido de responsabilidade, pensar nos perigos cada vez maiores de conflitos e desastres de enorme envergadura, naturais ou deliberados, capazes de arrasar países, talvez continentes, gerando sofrimentos indizíveis a milhões de seres humanos e eliminando a rica natureza do planeta Terra.
A luta pela paz e pelo desarmamento, em nosso tempo, na terra como no céu, tornou-se um imperativo de sobrevivência global.
* Vice-Presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA); Diretor Honorário do Instituto Internacional de Direito Espacial; Membro Pleno da Academia Internacional de Astronáutica (IAA); e ex-Chefe da Assessoria Internacional do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). E-mail: jose.monserrat.filho@gmail.com
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terça-feira, 22 de março de 2016
Pioneiro do programa espacial brasileiro ganha hotsite
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Pioneiro do programa espacial brasileiro ganha hotsite
Segunda-feira, 21 de Março de 2016
Uma página comemorativa apresenta fotos, vídeos, entrevistas, artigos e a produção científica de Fernando de Mendonça, idealizador do projeto que resultou no Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), órgão criado em 1961 e que deu origem ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
O hotsite foi desenvolvido pelo INPE, através do Serviço de Tecnologia e Informação (STI) com base em informações da Gestão de Comunicação Institucional (GCI) e, principalmente, do acervo do Serviço de Informação e Documentação (SID).
Lançado na sexta-feira (18/3), durante evento em homenagem ao Dr. Fernando de Mendonça, o hotsite pode ser acessado a partir do banner disponível no site do INPE ou diretamente no endereço: www.inpe.br/FernandoMendonca.
Fonte: INPE
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Pioneiro do programa espacial brasileiro ganha hotsite
Segunda-feira, 21 de Março de 2016
Uma página comemorativa apresenta fotos, vídeos, entrevistas, artigos e a produção científica de Fernando de Mendonça, idealizador do projeto que resultou no Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), órgão criado em 1961 e que deu origem ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
O hotsite foi desenvolvido pelo INPE, através do Serviço de Tecnologia e Informação (STI) com base em informações da Gestão de Comunicação Institucional (GCI) e, principalmente, do acervo do Serviço de Informação e Documentação (SID).
Lançado na sexta-feira (18/3), durante evento em homenagem ao Dr. Fernando de Mendonça, o hotsite pode ser acessado a partir do banner disponível no site do INPE ou diretamente no endereço: www.inpe.br/FernandoMendonca.
Fonte: INPE
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