segunda-feira, 31 de março de 2014

Nanossatélites brasileiros na "direção correta"

.
Especialista diz que projetos de pequenos satélites do país estão na direção correta

Brasília, 31 de março de 2014 – O estágio alcançado no desenvolvimento de pequenos satélites pelos projetos que são apoiados na atualidade pela Agência Espacial Brasileira (AEB) é bastante positivo e seguem numa direção promissora. A avaliação é do professor Jordi Puig-Suari, da Universidade Politécnica da Califórnia (Cal Poly), dos Estados Unidos, apontado como uma dos maiores especialistas nesse segmento espacial.

Co-criador dos CubeSats ele considerou a capacitação e a formação de recursos humanos especializados um dos pontos mais importante do desenvolvimento de pequenos satélites do país. Estas observações estão no pré-relatório que Puig-Suari entregou nesta segunda-feira (31) ao presidente da AEB, José Raimundo Coelho, após uma semana no país participando da revisão crítica de alguns projetos.

Além do projeto Serpens, CubeSat em desenvolvimento na AEB, Puig-Suari também conheceu os projetos do NanossatC-Br1,  e AESP-14, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). Na cidade de Ubatuba (SP) ele visitou a Escola Municipal Tancredo de Almeida Neves, onde conheceu o grupo de estudantes que desenvolveu um CanSat com a orientação de técnicos do Inpe. Todos os projetos conhecidos pelo engenheiro aeroespacial têm programação para lançamento no segundo semestre do ano.

O professor ainda visitou o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN), e proferiu uma palestra para estudantes da Universidade de Brasília (UnB), na sede da AEB, seguida de uma rodada de debate.

Fonte: AEB
.

domingo, 30 de março de 2014

INPE e o International Charter “Space and Major Disasters”

.
INPE fornece imagens de satélites à Defesa Civil por meio do International Charter Space and Major Disasters

Quinta-feira, 27 de Março de 2014

Para apoio a ações da Defesa Civil em relação à cheia no Rio Madeira, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) analisa imagens de satélites que foram providas através do International Charter “Space and Major Disasters”, um consórcio de instituições e agências espaciais que fornece dados orbitais para gestão de desastres naturais em todo o mundo.

Para atuar no Brasil, o International Charter deve ser acionado a pedido do Ministério da Defesa ou do CENAD, o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres do Ministério da Integração Nacional, coordenado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que são os usuários autorizados no País.

Para prover imagens das regiões inundadas em Rondônia, o consórcio foi ativado pelo CENAD no dia 21 de março. A partir daí, como membro do Internacional Charter, o INPE passou a receber e selecionar imagens de satélites que, após análise e processamento, geram dados e informações úteis à Defesa Civil.

O primeiro dado foi gravado por radar a bordo do satélite europeu TerraSAR-X no dia 23 de março, sobre o distrito de Mutum-Paraná, no município de Porto Velho, em Rondônia.

A imagem bruta do TerraSAR-X foi disponibilizada ao INPE pela agência espacial alemã (DLR) em 25 de março e, após tratada pelos técnicos do Instituto, foi enviada ao CENAD logo no dia seguinte, 26 de março.

O produto gerado no INPE mostra inundação de 11 quilômetros na BR-364 e, ainda, que o distrito de Mutum-Paraná está totalmente alagado e isolado.

Imagem do satélite Ikonos-2 registrada em 2011 pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) permite a comparação com a imagem registrada agora pelo TerraSAR-X. Confira aqui em alta resolução.

Novas imagens serão liberadas pela equipe do INPE assim que estiverem prontas.

Outras informações sobre a ação do International Charter na cheia do Rio Madeira estão disponíveis aqui.

Consórcio

O INPE é membro do International Charter “Space and Major Disasters” desde novembro de 2011. Mesmo antes de seu ingresso formal no consórcio, no início daquele ano o Instituto analisou e forneceu à Defesa Civil imagens da região serrana do Rio de Janeiro, atingida pelas chuvas que provocaram mortes, intensas enchentes e deslizamentos.

Desde 2000, quando foi criado, o International Charter beneficiou vários países em centenas de episódios como terremotos, furacões, ciclones, inundações e incêndios, entre outros desastres naturais.

A aquisição e liberação gratuita de dados espaciais a países autorizados pelo Charter acontece em situações de emergências. Fora do consórcio, as imagens geradas pelas agências membros muitas vezes não estão disponíveis gratuitamente.

Diante de um desastre, tão logo o International Charter seja acionado, os membros mobilizam-se na aquisição prioritária de dados de satélite com foco na região atingida. Há um esforço concentrado para geração de produtos que possam auxiliar as autoridades e agentes locais, como a Defesa Civil.

Mais informações: www.disasterscharter.org

Fonte: INPE
.

sexta-feira, 28 de março de 2014

NanosatC-Br1: concluídos os testes no Brasil

.
Nanossatélite nacional finaliza testes

Terminou na quinta-feira (27) a última bateria de testes do segundo nanossatélite brasileiro e primeiro Cubesat nacional, o NanosatC-Br1, no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP).

Na quarta-feira (26), foram concluídos os testes de vibração, que simulam as condições na fase de lançamento, e que também são os únicos requeridos para o procedimento. Os testes de ontem (27) foram todos voltados para a avaliação da massa do artefato. De acordo com o engenheiro Otávio Durão, gerente do projeto no Inpe, em nota divulgada no dia 26, hoje (28) o satélite seria embalado para ser levado para a Holanda, onde também serão feitos alguns testes antes do seu embarque para a Russia, de onde tem lançamento previsto para 19 de junho.

Desenvolvido com recursos da Agência Espacial Brasileira (AEB), o NanosatC-Br1é um dos quatro artefatos nacionais programados para lançamento este ano. No segundo semestre está previsto o lançamento dos satélites AESP-14, desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) com apoio do Inpe; do Serpens, cuja produção envolve diversas universidades coordenadas pela AEB, e do UbatubaSat, que é um CanSat produzido pelos alunos da Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, de Ubatuba (SP), com a orientação do Inpe.

Compõem as três cargas do NanosatC-Br1 um magnômetro para utilização dos seus dados pela comunidade científica; um circuito integrado projetado pela Santa Maria Design House da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul (RS), e o hardware FPGA, que deve suportar as radiações no espaço em função de um software desenvolvido pelo Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Continuidade - O Br1 é um pequeno satélite científico (pouco mais de um quilo) e o primeiro cubesat desenvolvido no país, produzido em parceria do CRS, do Inpe e da UFSM. Também esteve envolvida na sua preparação a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e as empresas Emsisti, Innovative Solution in Space (ISS), empresa holandesa fornecedora da plataforma do cubesat, e a brasileira Lunus Aeroespacial.

Segundo Durão, as equipes envolvidas no projeto já trabalham no desenvolvimento do NanosatC-Br2 “para o qual já temos a plataforma e algumas especificações de cargas úteis”. Entre as cargas está o primeiro sistema de determinação de atitude nacional (com tripla redundância), já em fase de produção cooperativa entre o Inpe e as universidade federais de Minas Gerais (UFMG) e do ABC (UFABC).

O NanosatC-Br2 é um cubesat 2U (o dobro do Br1 que é 1U – um litro de volume) tendo assim muito mais capacidade de carga útil. A carga útil científica será uma sonda de Langmuir para dados da ionosfera, a cargo de pesquisadores do Inpe.


[Na imagem acima, o NanosatC-Br1 em testes numa câmara de vácuo do LIT/INPE]

Fonte: AEB, com edição do blog Panorama Espacial.
.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Tecnologia & Defesa nª 136

.

Já está nas bancas o número 136 da revista Tecnologia & Defesa, que ao longo de suas mais de 140 páginas traz um variado conteúdo sobre espaço. A edição conta com uma reportagem exclusiva sobre o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), um perfil sobre a canadense MDA e sua controlada Space Systems/Loral, abordando seus planos para o Brasil, um amplo artigo sobre a cooperação entre o Brasil e a Itália nos campos aeroespacial e de defesa, e um artigo de Otávio Durão, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), sobre projetos de cubesats no Brasil.

Destacamos abaixo os principais conteúdos:

- Entrevista com o Comandante da Aeronáutica
- A Aviação de Combate na América do Sul
- Conhecendo a Rockwell Collins
- Escritório de Projetos Estratégicos do Exército
- Centro de Defesa Cibernética
- Cooperação entre Brasil e Itália
- Programa Estratégico de Sistemas Espaciais - PESE
- Cubesats no Brasil
- MDA e Space Systems/Loral: planos para o Brasil
- Exercício Agulhas Negras
- E muito mais!
.

terça-feira, 25 de março de 2014

Novo edital de direitos de exploração de satélites

.
Publicado edital de licitação de até quatro direitos de exploração de satélites

24 de Março de 2014

O recebimento dos documentos de identificação, das propostas de preço e da documentação de habilitação dos interessados em participar da licitação de até quatro direitos de exploração de satélites, com 15 anos de duração, prorrogáveis por igual período, será no dia 29 de abril de 2014, às 10h, no miniauditório da Anatel, em Brasília.

O objetivo da licitação é reforçar a capacidade do País para transmissão de dados e voz. O preço mínimo de referência por direito de exploração é de R$ 12.223.484,27. As condições para participação constam do Edital nº 1/2014, publicado hoje (24) na página da Anatel na internet.

O Aviso de Licitação nº 1/2014/SOR/SPR/CD-ANATEL também foi publicado na edição da segunda-feira no Diário Oficial da União.

Em 6 de maio de 2014, às 10h, também no miniauditório da Anatel, será iniciada a sessão de abertura, análise e julgamento das propostas de preço.

Fonte: Anatel
.

domingo, 23 de março de 2014

Amazonas 4A em órbita

.
Foi realizado com sucesso na noite de ontem (22), o lançamento do satélite Amazonas 4A, destinado ao mercado sul-americano, a partir de Kourou, na Guiana Francesa, a bordo de um lançador Ariane 5, da Arianespace.

O Amazonas 4A, com vida útil nominal de 15 anos, cobrirá a América do Sul, desde a Venezuela e a Colômbia até o sul da Argentina e do Chile, oferecendo capacidade em banda Ku. Será operado pela brasileira Hispamar Satélites, joint-venture da Hispasat (80%) e da Oi (20%), ampliando a oferta de serviços audiovisuais na região.

Elena Pisonero, presidente da Hispasat, declarou em nota: “o Amazonas 4A é a resposta do Grupo Hispasat a um desafio: proporcionar, em tempo recorde, capacidade espacial adicional à América Latina de modo a satisfazer o aumento da demanda por serviços audiovisuais que será gerado durante a celebração dos importantes eventos esportivos que acontecerão no Brasil nos próximos anos".

Sobre a colocação em órbita proporcionada pelo Ariane 5, a executiva ainda afirmou: "Seu profissionalismo excepcional nunca frustra a confiança que colocamos nesta empresa [Arianespace]. È por causa de seu prestigio e reputação que nós esperamos continuar colaborando com a Arianespace para nosso próximo projeto de satélite."
.

sábado, 22 de março de 2014

Mais notícias sobre nanossatélites brasileiros

.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou nos últimos dias algumas notícias relacionadas aos projetos de nanossatélites brasileiros.

Segundo a AEB, na quinta-feira passada (20), foram iniciados os últimos testes do do segundo nanossatélite brasileiro e primeiro cubesat nacional, o NanosatC-Br1, em desenvolvimento pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As atividades, que estão sendo executadas no Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos (SP), prosseguirão até o dia 28. Em seguida, o artefato será levado para a Holanda, onde será submetido a testes adicionais, com posterior embarque para a Rússia, de onde será lançado por um foguete Dnepr em 19 de junho. Para mais informações sobre o cubesat, seus testes e preparativos para operação, clique aqui.

Outra notícia é a vinda ao País, a partir deste sábado (22), do engenheiro Jordi Puig-Suari, professor da Universidade Politécnica da Califórnia (Cal Poly), convidado pela AEB para fazer uma revisão crítica de alguns projetos de nanossatélites financiados com recursos da Agência. São eles o NanosatBR1, AESP-14, Projeto Serpens, ITASat, UbatubaSat e o transpônder (placa para coleta de dados), do INPE, que deve ser embarcado no ITASat. Saiba mais em "AEB traz um dos ciradores dos nanossatélites ao Brasil".
.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Espaço em destaque na FIDAE 2014

.

Entre os dias 25 e 30 de março, acontece em Santiago do Chile a tradicional Feria Internacional del Aire y del Espacio (FIDAE), considerada um dos principais eventos dos setores aeroespacial, defesa e segurança na América Latina.

Espaço será um dos segmentos abordados na exibição, com a presença confirmada de alguns dos principais fabricantes de satélites. A europeia Airbus Defence and Space, nascida da fusão da Cassidian (segurança & defesa), Airbus Military (aeronaves militares de transporte) e Astrium (espaço), apresentará seus produtos de observação terrestre e telecomunicações.

Já a franco-italiana Thales Alenia Space promoverá suas soluções em observação terrestre de alta resolução, tanto ótica como radar. Outro fabricante que mencionou satélites de sensoriamento como um de seus destaques no evento foi a Israel Aerospace Industries (IAI), que apresentará a pequena plataforma Opsat 3000.

Na FIDAE, o foco principal destes fabricantes é a futura substituição e complementação do FASat-Charlie, primeiro satélite de sensoriamento remoto do Chile, também conhecido pela sigla SSOT (Sistema Satelital de Observación Terrestre) (ilustração acima). O artefato, construído pela EADS Astrium (atual Airbus DS) foi lançado ao espaço em dezembro de 2011 e tem vida útil nominal de 5 anos. Ainda, outros países na região, como o Peru e Colômbia também têm suas pretensões internas de contar com sistemas espaciais próprios de sensoriamento remoto.

No mercado, frequentemente também é mencionado o interesse em chileno em dispor de um satélite de comunicações, seguindo o exemplo da Argentina (Arsat), Brasil (SGDC), Bolívia (Tupac Katari) e Venezuela (Venesat-1), que desenvolveram ou desenvolvem seus programas próprios.

Conferência

Paralelamente à feira de negócios, será realizada a 2ª Conferência Espacial, promovida pelo Grupo de Operaciones Espaciales e o Servicio Aerofotogramétrico da força aérea chilena, com painéis tratando do "Espaço como ferramenta de desenvolvimento" e "Informação geoespacial para a tomada de decisões".

Tecnologia & Defesa, publicação a qual o blog Panorama Espacial é vinculado estará presente e fará uma cobertura completa sobre a feira.
.

Cubesats brasileiros: lançamentos a partir da ISS

.
Nanossatélites brasileiros serão lançados ao espaço a partir da ISS

Brasília, 19 de março de 2014 – A empresa Japan Manned Space Systems Corporation (JAMSS), parceira da Agência Espacial Japonesa (Jaxa), firmou acordo com a Agência Espacial Brasileira (AEB), para lançamento de três pequenos satélites a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) no segundo semestre do ano.

Os entendimentos para o envio dos nanossatélites AESP-14, Serpens (Sistema Espacial para a Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites) e UbatubaSat para a ISS foram discutidos na AEB com o engenheiro Yuchiro Nogawa da JAMSS, no último dia 1º de fevereiro.

O AESP-14 é um Cubesat desenvolvido pelos institutos Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ambos em São José dos Campos (SP). O Serpens é um programa coordenado pela AEB, que envolve diversas universidades brasileiras, uma espanhola e duas norte-americanas e o UbatuSat é um CanSat criado por alunos do ensino médio da Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, de Ubatuba (SP), com apoio do Inpe. Todos os projetos têm o apoio e recursos da AEB.

A ISS se encontra em uma órbita baixa entre 340 e 404 quilômetros e se locomove a uma velocidade de 27.700 Km por hora. Os pequenos satélites brasileiros serão lançados ao espaço por meio de um braço robótico desenvolvido e operação pela Jaxa.

Participaram também da reunião com o representante da JAMSS a professora Chantal Cappelletti, da Universidade de Brasília (UnB), que coordena o programa Serpens, os bolsistas da AEB, Gabriel Figueiró e Pedro Luiz Kaled, o estudante do ITA, Cleber Hoffman Toss, o professor Cândido Moura, da escola Tancredo Neves, e Jean Robert Batana, Coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Diretoria de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB.

Fonte: AEB
.

terça-feira, 18 de março de 2014

Missão Espacial Canadense ao Brasil

.
Ontem (18) foi o primeiro dia do evento "Missão Espacial Canadense ao Brasil", organizado pela Agência Espacial Brasileira, o Consulado Geral do Canadá em São Paulo e a Agência Espacial Canadense, promovido com o objetivo de encontrar formas e meios conjuntos para o desenvolvimento de ambos os países no setor espacial, bem como criar oportunidade às suas empresas para estreitarem contatos.

O evento contou com a presença de vários pesquisadores, empresários e militares interessados no campo espacial. A reportagem de Tecnologia & Defesa, publicação à qual o blog Panorama Espacial está vinculado, esteve presente e relata o que aconteceu de mais importante. Veja em "Agências Espaciais do Brasil e Canadá assinam acordo".

A edição n.º 136 de T&D, que começa a circular a partir da próxima semana, também traz uma reportagem exclusiva sobre a MDA e seus negócios e interesses no Brasil.
.