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Gerador solar do CBERS-4 é integrado ao modelo de voo na China
Brasília, 30 de maio de 2014 – As atividades com o Gerador Solar (SAG, na sigla em inglês) integrado ao Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers-4) começam, na China, na primeira semana de junho, com a supervisão de técnicos brasileiros e chineses.
A partir da segunda semana se inicia a fase de testes ambientais com o modelo de voo do satélite, que inclui medidas de massa, teste acústico, de vibração e termo-vácuo.
Em abril último o gerador foi submetido à outra série de testes no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). No último dia 8 o equipamento foi embarcado para a China.
Com mais de 16 metros quadrados (6,3 x 2,6 m) o SAG é responsável por captar a luz do Sol e convertê-la em energia para alimentar as baterias do satélite. Apesar da dimensão avantajada a peça pesa só 55 quilos, pois a avançada tecnologia empregada na sua fabricação pelas empresas Orbital Engenharia Ltda e Cenic Indústria e Comércio Ltda, ambas de São José dos Campos, utiliza materiais leves, mas de alta resistência e durabilidade.
Energia – Abrir o gerador solar é a primeira atividade do satélite ao se posicionar na órbita programada. Durante o tempo em que o satélite recebe a luz solar em órbita, o SAG, além de abastecer os diversos instrumentos a bordo, também completa a carga das baterias para energizar os equipamentos na fase de eclipse, ou seja, período em que a luz solar não atinge o equipamento.
Desenvolvido com tecnologia moderna de células de tripla junção de alta eficiência energética o SAG do Cbers-4 gera até três mil watts de potência elétrica em condições normais de iluminação.
O Cbers-4 está programado para ser lançado em 7 de dezembro próximo da China, país parceiro do Brasil no desenvolvimento da série de satélites para sensoriamento remoto desde os anos 1980.
Fonte: AEB
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sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Raupp no Parque Tecnológico de SJC
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O ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, reassumirá a direção do Parque Tecnológico de São José dos Campos (PqTec - SJC), segundo noticiou o jornal local "O Vale" em sua edição de ontem (28).
Raupp já dirigia a instituição antes de assumir a presidência da Agência Espacial Brasileira (AEB), em março de 2011. Em janeiro de 2012, o dirigente foi indicado para o MCTI, onde permaneceu até meados de março deste ano.
Administrado pela Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos, entidade privada sem fins lucrativos com natureza de organização social, o PqTec - SJC reúne centros empresariais, instituições de ensino e de pesquisa, com atividades em setores como o aeroespacial, defesa, energia e meio ambiente.
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O ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, reassumirá a direção do Parque Tecnológico de São José dos Campos (PqTec - SJC), segundo noticiou o jornal local "O Vale" em sua edição de ontem (28).
Raupp já dirigia a instituição antes de assumir a presidência da Agência Espacial Brasileira (AEB), em março de 2011. Em janeiro de 2012, o dirigente foi indicado para o MCTI, onde permaneceu até meados de março deste ano.
Administrado pela Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos, entidade privada sem fins lucrativos com natureza de organização social, o PqTec - SJC reúne centros empresariais, instituições de ensino e de pesquisa, com atividades em setores como o aeroespacial, defesa, energia e meio ambiente.
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terça-feira, 27 de maio de 2014
Cooperação Brasil - China
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Acordo ampliação pesquisa sino-brasileira no segmento Aeroespacial
Brasília, 27 de maio de 2014 – Projetos de pesquisa na área Aeroespacial, contemplando bioastronáutica, materiais aeroespaciais, motores e combustão fazem parte de uma chamada pública do primeiro Plano de Trabalho a ser desenvolvido entre Brasil e China no âmbito do acordo de cooperação assinado na segunda-feira (26) entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a National Natural Sciences Foundation of China (NSFC).
O documento firmado pelo presidente do CNPq, Glaucius Oliva, na sede da agência de fomento chinesa visa a promover a realização de projetos de pesquisa conjuntos entre grupos dos dois países, além de incentivar o intercâmbio de estudantes e pesquisadores. As outras áreas objeto da chamada pública são as de Energia (biomassa e renováveis), Ambiente (química de produtos naturais, formação, função e proteção da biodiversidade, ciências florestais e engenharia oceânica) e Saúde (microorganismos patogênicos, vacinas, doenças infecciosas incluindo tuberculose e doenças tropicais e biotecnologia médica).
Preparação – A chamada será precedida de workshop binacional a ser realizado no Brasil com a participação de cientistas dos dois países atuantes nas áreas contempladas. Na visita, Oliva ainda discutiu a importância estratégica da colaboração sino-brasileira em ciência, tecnologia e inovação, tendo em vista se tratar de países de economias emergentes e com escala e desafios comuns.
O presidente do CNPq está na China participando da terceira reunião anual do Global Research Council, um fórum que congrega agências de fomento à pesquisa de todo o mundo.
O CNPq mantem cooperação com a China desde 1984, quando firmou acordo com a Academia de Ciências da China (CAS). Tem ainda convênio com a Comissão Estatal de Ciência e Tecnologia da China (SSTC). No âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF), a parceria no país é com o China Scholarship Council (CSC).
Fonte: CNPq, via AEB.
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Acordo ampliação pesquisa sino-brasileira no segmento Aeroespacial
Brasília, 27 de maio de 2014 – Projetos de pesquisa na área Aeroespacial, contemplando bioastronáutica, materiais aeroespaciais, motores e combustão fazem parte de uma chamada pública do primeiro Plano de Trabalho a ser desenvolvido entre Brasil e China no âmbito do acordo de cooperação assinado na segunda-feira (26) entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a National Natural Sciences Foundation of China (NSFC).
O documento firmado pelo presidente do CNPq, Glaucius Oliva, na sede da agência de fomento chinesa visa a promover a realização de projetos de pesquisa conjuntos entre grupos dos dois países, além de incentivar o intercâmbio de estudantes e pesquisadores. As outras áreas objeto da chamada pública são as de Energia (biomassa e renováveis), Ambiente (química de produtos naturais, formação, função e proteção da biodiversidade, ciências florestais e engenharia oceânica) e Saúde (microorganismos patogênicos, vacinas, doenças infecciosas incluindo tuberculose e doenças tropicais e biotecnologia médica).
Preparação – A chamada será precedida de workshop binacional a ser realizado no Brasil com a participação de cientistas dos dois países atuantes nas áreas contempladas. Na visita, Oliva ainda discutiu a importância estratégica da colaboração sino-brasileira em ciência, tecnologia e inovação, tendo em vista se tratar de países de economias emergentes e com escala e desafios comuns.
O presidente do CNPq está na China participando da terceira reunião anual do Global Research Council, um fórum que congrega agências de fomento à pesquisa de todo o mundo.
O CNPq mantem cooperação com a China desde 1984, quando firmou acordo com a Academia de Ciências da China (CAS). Tem ainda convênio com a Comissão Estatal de Ciência e Tecnologia da China (SSTC). No âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF), a parceria no país é com o China Scholarship Council (CSC).
Fonte: CNPq, via AEB.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
NanosatC-Br1: na Rússia para o lançamento
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Nanossatélite brasileiro já está na Rússia para ser lançado em junho
Brasília, 26 de maio de 2014 – O primeiro cubesat nacional, o NanosatC-Br1, já está em território russo de onde tem lançamento programado para o próximo dia 19 de junho da base de Yasny.
Até a semana passado o satélite de pequeno porte estava na cidade holandesa de Delft, onde foi submetido aos últimos testes antes de ser acondicionado no módulo no qual vai ao espaço juntamente com outros 12 cubesats em lançamento simultâneo.
Antes de ser enviado à Holanda o satélite também passou por uma bateria de testes no mês de março no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP).
Desenvolvido com recursos da Agência Espacial Brasileira (AEB), o NanosatC-Br1é um dos quatro artefatos nacionais de pequeno porte programados para ir ao espaço este ano. No segundo semestre está previsto o lançamento dos satélites AESP-14, desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) com apoio do Inpe; do Serpens, cuja montagem envolve diversas universidades coordenadas pela AEB, e do CanSat Tancredo-1, produzido por alunos da Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, de Ubatuba (SP), com a orientação do Inpe.
Compõem as três cargas do Br1 um magnômetro para utilização dos seus dados pela comunidade científica; um circuito integrado projetado pela Santa Maria Design House da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul (RS), e o hardware FPGA, que deve suportar as radiações no espaço em função de um software desenvolvido pelo Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Fonte: AEB
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domingo, 25 de maio de 2014
Cooperação Argentina - Venezuela
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No início de maio, na sede da Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE), em Buenos Aires, foi realizado o Curso de Capacitação Integral em Gerência de Projetos Espaciais, uma ação conjunta entre a agência espacial argentina e a Agencia Bolivariana para Actividades Espaciales (ABAE), da Venezuela.
Ministrado por especialistas venezuelanos, o curso abordou temas como a gerência de projetos espaciais, descrição dos programas venezuelanos relacionados à comunicações, sensoriamento remoto, sistemas mundiais de navegação e atividades científicas, princípios de gestão de riscos, problemas atuais em exploração espacial, dentre outros. Além de funcionários da CONAE, participaram profissionais da INVAP, ARSAT e de universidades.
Segundo a CONAE, o curso foi realizado dentro do marco da cooperação vigente entre os dois países, em linha com o Plano Espacial Nacional [principal política espacial da Argentina], que busca "impulsionar o aproveitamento da informação de origem espacial em nível regional."
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No início de maio, na sede da Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE), em Buenos Aires, foi realizado o Curso de Capacitação Integral em Gerência de Projetos Espaciais, uma ação conjunta entre a agência espacial argentina e a Agencia Bolivariana para Actividades Espaciales (ABAE), da Venezuela.
Ministrado por especialistas venezuelanos, o curso abordou temas como a gerência de projetos espaciais, descrição dos programas venezuelanos relacionados à comunicações, sensoriamento remoto, sistemas mundiais de navegação e atividades científicas, princípios de gestão de riscos, problemas atuais em exploração espacial, dentre outros. Além de funcionários da CONAE, participaram profissionais da INVAP, ARSAT e de universidades.
Segundo a CONAE, o curso foi realizado dentro do marco da cooperação vigente entre os dois países, em linha com o Plano Espacial Nacional [principal política espacial da Argentina], que busca "impulsionar o aproveitamento da informação de origem espacial em nível regional."
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sábado, 24 de maio de 2014
Missão Aster em pauta na AEB
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Missão Aster busca ampliar parcerias e financiamento
Brasília, 23 de maio de 2014 – Diversos aspectos técnicos e científicos envolvendo a 1ª Missão Brasileira de Espaço Profundo – Aster, foram apresentados e discutidos por pesquisadores de várias instituições em reunião realizada na quarta-feira (21) na Agência Espacial Brasileira (AEB).
A Missão Aster é um projeto multi-institucional, cujo objetivo principal é a construção de uma sonda espacial de pequeno porte para explorar o asteroide triplo 2001SN263, descoberto em 2008 na região entre Marte e Júpiter. O encontro também teve como foco a busca de apoio financeiro junto a instituições de fomento.
“Nossa intensão é unir esforços para apoiar iniciativas como esta, que elevam os níveis de excelência e tecnologia no país”, disse o presidente da AEB, José Raimundo Coelho, na abertura do evento. Ele lembrou que as ações espaciais no Brasil estão mais diretamente voltadas ao atendimento de necessidades da sociedade, mas a AEB entende que outras vertentes de pesquisas também precisam ser incrementadas no país, “por isso estamos sempre abertos à análise de propostas”, completou o presidente.
Detalhamento – A reunião na AEB foi organizada pelo pesquisador Haroldo de Campos Velho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Além de sua apresentação outros nove especialistas, que gerenciam estudos de componentes da missão, falaram sobre o desenvolvimento das unidades que compõe a sonda.
A proposta de Campos Velho é agregar suporte técnico e financeiro ao projeto ampliando as condições para aquisição e montagem de equipamentos como a plataforma, subsistemas, reforço na integração, na carga útil, bem como, no rastreio, na guiagem e controle da sonda. Na opinião do pesquisador, um dos destaques do Aster é a utilização de propulsores iônicos desenvolvidos por grupos de estudo nacionais.
A principal meta científica da missão é a obtenção de dados físicos e dinâmicos dos três corpos do sistema 2001SN263, envolvendo a determinação de seu tamanho, massa, volume, campo gravitacional e a velocidade de rotação dos corpos, identificação da composição mineral, a morfologia e a textura dos corpos.
A missão deve ainda estimar a distribuição de massa dos corpos que integram o sistema, entender as propriedades dinâmicas e orbitais dos componentes e buscar indícios sobre a formação do sistema triplo.
Além do Inpe estão envolvidas no projeto as universidades Estadual de São Paulo (Unesp), de Brasília (UnB), Federal do ABC, Federal do Paraná (UFPR), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estadual de Feira de Santana (Uefs), na Bahia, de São Paulo (USP), o Observatório Nacional (ON) e os institutos Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Mauá de Tecnologia (IMT).
Fonte: AEB
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Missão Aster busca ampliar parcerias e financiamento
Brasília, 23 de maio de 2014 – Diversos aspectos técnicos e científicos envolvendo a 1ª Missão Brasileira de Espaço Profundo – Aster, foram apresentados e discutidos por pesquisadores de várias instituições em reunião realizada na quarta-feira (21) na Agência Espacial Brasileira (AEB).
A Missão Aster é um projeto multi-institucional, cujo objetivo principal é a construção de uma sonda espacial de pequeno porte para explorar o asteroide triplo 2001SN263, descoberto em 2008 na região entre Marte e Júpiter. O encontro também teve como foco a busca de apoio financeiro junto a instituições de fomento.
“Nossa intensão é unir esforços para apoiar iniciativas como esta, que elevam os níveis de excelência e tecnologia no país”, disse o presidente da AEB, José Raimundo Coelho, na abertura do evento. Ele lembrou que as ações espaciais no Brasil estão mais diretamente voltadas ao atendimento de necessidades da sociedade, mas a AEB entende que outras vertentes de pesquisas também precisam ser incrementadas no país, “por isso estamos sempre abertos à análise de propostas”, completou o presidente.
Detalhamento – A reunião na AEB foi organizada pelo pesquisador Haroldo de Campos Velho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Além de sua apresentação outros nove especialistas, que gerenciam estudos de componentes da missão, falaram sobre o desenvolvimento das unidades que compõe a sonda.
A proposta de Campos Velho é agregar suporte técnico e financeiro ao projeto ampliando as condições para aquisição e montagem de equipamentos como a plataforma, subsistemas, reforço na integração, na carga útil, bem como, no rastreio, na guiagem e controle da sonda. Na opinião do pesquisador, um dos destaques do Aster é a utilização de propulsores iônicos desenvolvidos por grupos de estudo nacionais.
A principal meta científica da missão é a obtenção de dados físicos e dinâmicos dos três corpos do sistema 2001SN263, envolvendo a determinação de seu tamanho, massa, volume, campo gravitacional e a velocidade de rotação dos corpos, identificação da composição mineral, a morfologia e a textura dos corpos.
A missão deve ainda estimar a distribuição de massa dos corpos que integram o sistema, entender as propriedades dinâmicas e orbitais dos componentes e buscar indícios sobre a formação do sistema triplo.
Além do Inpe estão envolvidas no projeto as universidades Estadual de São Paulo (Unesp), de Brasília (UnB), Federal do ABC, Federal do Paraná (UFPR), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estadual de Feira de Santana (Uefs), na Bahia, de São Paulo (USP), o Observatório Nacional (ON) e os institutos Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Mauá de Tecnologia (IMT).
Fonte: AEB
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Lançamentos discutidos em Alcântara - II
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Atividade espacial no país foi debatida em reunião no CLA
Brasília, 23 de maio de 2014 – Foi concluída nesta sexta-feira (23) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, a primeira reunião do ano do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL1/ 2014), que objetivou definir os próximos passos da atividade espacial no país, sobretudo para o segundo semestre ano e para o biênio 2015-2016.
No evento, iniciado na segunda-feira (19), integrantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), do CLA e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), de Natal (RN), discutiram o cronograma de lançamento de veículos espaciais no Brasil e no exterior para os próximos três anos. Também foi apresentado o estágio de desenvolvimento dos principais projetos relacionados à área espacial no país.
Representantes da binacional Alcantara Cyclone Space (ACS) atualizaram os participantes sobre o atual estágio das obras de construção do sítio de lançamento para o foguete Cyclone-4 a partir de Alcântara. O IAE apresentou o estágio de desenvolvimento do Veículo Lançador de Satélite (VLS-1), que deve passar por testes no CLA até o final do ano.
Ainda foi informado o andamento das operações de lançamento do foguete suborbital VSB-30 no exterior em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Europeia (ESA), com expectativa de lançamento também em Alcântara entre junho e agosto de 2015. E do projeto Foguete de Treinamento (Fogtrein), com os lançamentos dos Foguetes de Treinamento Básico (FTB) e Intermediário (FTI), cujo objetivo é manter a operacionalidade dos dois centros de lançamentos brasileiros.
Infraestrutura – O CLA também mostrou um cronograma com previsão de término das obras do Prédio de Depósito de Propulsores e do Prédio de Segurança do Setor de Preparação e Lançamento, instalações essenciais para a retomada completa das atividades com o VLS, principal foguete desenvolvido no país.
Da GIL1/2014 também fez parte a Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) da Operação Raposa, marcada para iniciar em agosto próximo no CLA. Nela deve ser lançado o foguete VS-30 tendo em sua carga útil um motor movido a combustível líquido desenvolvido pelo IAE.
O relatório resultante do encontro propõe ações, dá encaminhamentos e sugere soluções que nortearão a atividade espacial no país em curto e médio prazo.
O Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL) é regulado pela Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 60-1 e se reúne até três vezes ao ano para discutir, encaminhar e propor soluções para a sequencia da atividade espacial no Brasil.
Fonte: CLA, via AEB.
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Atividade espacial no país foi debatida em reunião no CLA
Brasília, 23 de maio de 2014 – Foi concluída nesta sexta-feira (23) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, a primeira reunião do ano do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL1/ 2014), que objetivou definir os próximos passos da atividade espacial no país, sobretudo para o segundo semestre ano e para o biênio 2015-2016.
No evento, iniciado na segunda-feira (19), integrantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), do CLA e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), de Natal (RN), discutiram o cronograma de lançamento de veículos espaciais no Brasil e no exterior para os próximos três anos. Também foi apresentado o estágio de desenvolvimento dos principais projetos relacionados à área espacial no país.
Representantes da binacional Alcantara Cyclone Space (ACS) atualizaram os participantes sobre o atual estágio das obras de construção do sítio de lançamento para o foguete Cyclone-4 a partir de Alcântara. O IAE apresentou o estágio de desenvolvimento do Veículo Lançador de Satélite (VLS-1), que deve passar por testes no CLA até o final do ano.
Ainda foi informado o andamento das operações de lançamento do foguete suborbital VSB-30 no exterior em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Europeia (ESA), com expectativa de lançamento também em Alcântara entre junho e agosto de 2015. E do projeto Foguete de Treinamento (Fogtrein), com os lançamentos dos Foguetes de Treinamento Básico (FTB) e Intermediário (FTI), cujo objetivo é manter a operacionalidade dos dois centros de lançamentos brasileiros.
Infraestrutura – O CLA também mostrou um cronograma com previsão de término das obras do Prédio de Depósito de Propulsores e do Prédio de Segurança do Setor de Preparação e Lançamento, instalações essenciais para a retomada completa das atividades com o VLS, principal foguete desenvolvido no país.
Da GIL1/2014 também fez parte a Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) da Operação Raposa, marcada para iniciar em agosto próximo no CLA. Nela deve ser lançado o foguete VS-30 tendo em sua carga útil um motor movido a combustível líquido desenvolvido pelo IAE.
O relatório resultante do encontro propõe ações, dá encaminhamentos e sugere soluções que nortearão a atividade espacial no país em curto e médio prazo.
O Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL) é regulado pela Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 60-1 e se reúne até três vezes ao ano para discutir, encaminhar e propor soluções para a sequencia da atividade espacial no Brasil.
Fonte: CLA, via AEB.
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
VLM: reunião discute aspectos técnicos
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Reunião discute aspectos técnicos do projeto VLM
Brasília, 21 de maio de 2014 – Diversos aspectos técnicos do projeto e ajustes no cronograma das fases de desenvolvimento do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) foram discutidos na sexta-feira (16) em reunião realizada no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP).
O encontro teve a participação de dirigentes da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCTA), do Comando da Aeronáutica, do IAE, e de diretores e técnicos da Agência Espacial Alemã (DLR), parceira no desenvolvimento do projeto.
O projeto VLM visa ao desenvolvimento de um foguete destinado ao lançamento de cargas úteis especiais ou microssatélites, de até 150 kg, em órbitas equatoriais e polares ou de reentrada. Em sua configuração básica é formado de três estágios, dois com o motor S50, com cerca de dez toneladas de propelente e um estágio orbitalizador com o motor S44.
Outras configurações do veículo empregarão um quarto estágio em propelente sólido ou líquido e uma versão triestágio com motor de apogeu em propelente líquido. Alemanha e Brasil estudam utilizar o lançador para transportar o veículo alemão Shefex 3 em uma trajetória de reentrada na atmosfera terrestre em 2017.
Outra rodada de discussões sobre o projeto deve ocorrer em setembro ou outubro próximo na Alemanha.
Fonte: AEB
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Reunião discute aspectos técnicos do projeto VLM
Brasília, 21 de maio de 2014 – Diversos aspectos técnicos do projeto e ajustes no cronograma das fases de desenvolvimento do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) foram discutidos na sexta-feira (16) em reunião realizada no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP).
O encontro teve a participação de dirigentes da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCTA), do Comando da Aeronáutica, do IAE, e de diretores e técnicos da Agência Espacial Alemã (DLR), parceira no desenvolvimento do projeto.
O projeto VLM visa ao desenvolvimento de um foguete destinado ao lançamento de cargas úteis especiais ou microssatélites, de até 150 kg, em órbitas equatoriais e polares ou de reentrada. Em sua configuração básica é formado de três estágios, dois com o motor S50, com cerca de dez toneladas de propelente e um estágio orbitalizador com o motor S44.
Outras configurações do veículo empregarão um quarto estágio em propelente sólido ou líquido e uma versão triestágio com motor de apogeu em propelente líquido. Alemanha e Brasil estudam utilizar o lançador para transportar o veículo alemão Shefex 3 em uma trajetória de reentrada na atmosfera terrestre em 2017.
Outra rodada de discussões sobre o projeto deve ocorrer em setembro ou outubro próximo na Alemanha.
Fonte: AEB
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Lançamentos discutidos em Alcântara
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Alcântara sedia encontro para discutir atividade espacial no País
Brasília, 21 de maio de 2014 – Até sexta-feira (23) o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, sedia a primeira reunião do ano do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL1/ 2014). A atividade iniciada na segunda-feira (19) reúne representantes da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), dos institutos de Aeronáutica e Espaço (IAE), de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), do CLA e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), de Natal (RN). O grupo discute os próximos passos da atividade espacial no país.
No encontro, os integrantes do setor espacial devem analisar o cronograma de lançamentos previstos para este ano, além de 2015 e 2016. Serão tratados durante a GIL1/2014 o estágio atual de desenvolvimento dos foguetes de satelitização VLS-1 e Cyclone 4, capazes de enviar satélites ao espaço a partir de Alcântara, e os seus lançamentos futuros.
Dois lançamentos importantes para o ano, dentro do Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), devem ganhar destaque: o lançamento do foguete suborbital VS-40, para testes de sistemas do Satélite de Reentrada Atmosférica (Sara), no CLBI, e do foguete VS-30, a ser lançado no CLA, na Operação Raposa, que realizará testes do motor à propelente líquido, desenvolvido pelo IAE.
O Programa Microgravidade, que utiliza os foguetes suborbitais VSB-30 como veículo para levar experimentos embarcados para testes em ambiente de microgravidade, com previsão de lançamentos no Brasil e na Europa, além do projeto Foguete de Treinamento (FogTrein), com os lançamentos dos Foguetes de Treinamento Básico (FTB) e Intermediário (FTI), cujo objetivo é manter a operacionalidade dos centros de lançamentos, também fazem parte da pauta de reunião.
A atual situação das obras de apoio ao lançamento do VLS-1 no CLA é outro item em discussão. O grupo vai elaborar um relatório com conclusões e recomendações visando a orientar as ações do país na área espacial em médio prazo.
O GIL é regulado pela ICA- 60-1, que prevê a realização de até três reuniões anuais para discutir, dar encaminhamentos e propor soluções para o andamento da atividade espacial no Brasil.
Fonte: CLA, via AEB.
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terça-feira, 20 de maio de 2014
Workshop sobre missão científica na Amazônia
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Workshop internacional discute campanha científica que avaliará impactos da poluição na chuva da Amazônia
Sexta-feira, 16 de Maio de 2014
Entre os dias 19 e 22, será realizado o workshop ACRIDICON-CHUVA, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros, principalmente da Alemanha, para discutir o planejamento de uma campanha científica que será realizada em setembro e outubro deste ano na região amazônica. A campanha abrange medidas em solo e aéreas com sobrevoos diários, durante um mês, de aeronaves no entorno de Manaus, arco do Desflorestamento (Porto Velho, Alta Floresta, etc.) e regiões de queimadas. A campanha fará medidas para avaliar impactos da poluição urbana e de queimadas (aerossóis) no ciclo de vida de nuvens e na formação de nuvens de tempestades na região amazônica.
A campanha ACRIDICON (Aerosol, Cloud, Precipitation, and Radiation Interactions and Dynamics of Convective Cloud Systems) faz parte de um programa mais amplo, o GoAmazon, cujos experimentos estão em operação desde o início deste ano. O objetivo do programa é compreender melhor os impactos da poluição atmosférica de Manaus e de queimadas no sistema tropical amazônico e suas possíveis influências no clima regional e global.
O GoAmazon está programado para durar dois anos, devendo encerrar suas atividades no final de 2015. O programa é composto por duas campanhas científicas intensivas, que fazem uso de aeronaves para medidas de parâmetros atmosféricos e de poluição urbana e de queimadas. Participam e apoiam este grande esforço de pesquisa diversas instituições científicas brasileiras e estrangeiras (INPE, INPA, DCTA, USP, UEA, Instituto Max Planck, Universidade de Leipzig) e agências de fomento e apoio à pesquisa (FAPESP, FAPEAM, DLR, da Alemanha, e Departamento de Energia –DOE – dos Estados Unidos), reunindo mais de 100 pesquisadores.
A primeira campanha de medidas intensivas na região foi realizada entre os meses de fevereiro março, durante a estação chuvosa. Foram coletados dados de química da atmosfera e parâmetros meteorológicos no entorno da região metropolitana de Manaus, com equipamentos em solo, instalados em diferentes locais, e a partir de sobrevoos diários da aeronave científica Gulfstream-1, do Departamento de Energia (DOE), dos Estados Unidos.
Durante o workshop ACRIDICON-CHUVA, a ser realizado semana que vem no INPE, será finalizada a programação da segunda campanha intensiva na região, que terá a participação de duas aeronaves científicas: Gulfstrem-1, do DOE, e HALO (High Altitude and Long Range Research Aircraft), da Alemanha. O experimento será realizado durante a estação seca da região amazônica, quando também ocorrem chuvas intensas, mas em menor quantidade.
Segundo Luiz Augusto Machado, pesquisador do CPTEC/INPE, coordenador do Projeto CHUVA e da parte brasileira do ACRIDICON, voos simultâneos estão programados para medidas de plumas de fumaça e nuvens convectivas, com o intuito de avaliar os efeitos de partículas e aerossóis originados das queimadas e da poluição urbana sobre as propriedades microfísicas, químicas e radiativas das nuvens de tempo bom e de tempestades.
Em solo, estão montados e em operação, desde o início do ano, um radar de alta resolução para medidas de diversos parâmetros do interior das nuvens e diversos equipamentos que integram o Projeto CHUVA.O objetivo específico deste projeto, que conta com o apoio da FAPESP e a coordenação do CPTEC/INPE, é compreender os regimes de chuva do país, já tendo passado por seis regiões brasileiras diferentes. O SOS Chuva Manaus, componente deste projeto, desenvolvido para prever e monitorar chuvas, vem sendo utilizado na logística das campanhas intensivas do GoAmazon, mantendo-se aberto a qualquer usuário.
No primeiro dia do workshop, dia 19/05, coordenadores e lideranças da campanha científica irão definir os detalhes da logística da ACRIDICON CHUVA que terá a cidade de Manaus como base operacional do experimento. Além dos pesquisadores brasileiros, do CPTEC/INPE e USP, estarão presentes representantes e cientistas da agência espacial alemã (DLR), Leipzig University, Departamento de Energia (DOE), dos Estados Unidos, e do Instituto Max Planck, como Andi Andrea, também editor da Science. Entre os dias 20 e 22, estão programadas apresentações de projetos associados à campanha científica (confira o programa) e sessões irão promover a integração de pesquisadores brasileiros e alemães para dar início a parcerias e trabalhos conjuntos.
Os experimentos do GoAmazon irão compor um grande banco de dados, a partir do qual pesquisas deverão ser realizadas para compreender com maior profundidade como os aerossóis orgânicos e aqueles gerados a partir da poluição urbana, associados aos fluxos de superfície, influenciam os ciclos de vida de nuvens e as chuvas convectivas (intensas e localizadas) e estratiformes (menos intensas e de maior extensão), características da região amazônica. Sabe-se que os aerossóis têm papel central nos processos de nucleação de nuvens e na precipitação, mas pretende-se compreender com maior profundidade os processos e implicações destas partículas na atmosfera amazônica.
A expectativa é de que a melhor representação destes processos químicos e físicos na atmosfera possam trazer avanços à modelagem do clima regional e de cenários globais de mudanças climáticas, tendo em vista os possíveis impactos produzidos no regime de chuvas da Amazônia pelos processos de urbanização e de desmatamento.
Fonte: INPE, com edição do blog Panorama Espacial.
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Workshop internacional discute campanha científica que avaliará impactos da poluição na chuva da Amazônia
Sexta-feira, 16 de Maio de 2014
Entre os dias 19 e 22, será realizado o workshop ACRIDICON-CHUVA, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros, principalmente da Alemanha, para discutir o planejamento de uma campanha científica que será realizada em setembro e outubro deste ano na região amazônica. A campanha abrange medidas em solo e aéreas com sobrevoos diários, durante um mês, de aeronaves no entorno de Manaus, arco do Desflorestamento (Porto Velho, Alta Floresta, etc.) e regiões de queimadas. A campanha fará medidas para avaliar impactos da poluição urbana e de queimadas (aerossóis) no ciclo de vida de nuvens e na formação de nuvens de tempestades na região amazônica.
A campanha ACRIDICON (Aerosol, Cloud, Precipitation, and Radiation Interactions and Dynamics of Convective Cloud Systems) faz parte de um programa mais amplo, o GoAmazon, cujos experimentos estão em operação desde o início deste ano. O objetivo do programa é compreender melhor os impactos da poluição atmosférica de Manaus e de queimadas no sistema tropical amazônico e suas possíveis influências no clima regional e global.
O GoAmazon está programado para durar dois anos, devendo encerrar suas atividades no final de 2015. O programa é composto por duas campanhas científicas intensivas, que fazem uso de aeronaves para medidas de parâmetros atmosféricos e de poluição urbana e de queimadas. Participam e apoiam este grande esforço de pesquisa diversas instituições científicas brasileiras e estrangeiras (INPE, INPA, DCTA, USP, UEA, Instituto Max Planck, Universidade de Leipzig) e agências de fomento e apoio à pesquisa (FAPESP, FAPEAM, DLR, da Alemanha, e Departamento de Energia –DOE – dos Estados Unidos), reunindo mais de 100 pesquisadores.
A primeira campanha de medidas intensivas na região foi realizada entre os meses de fevereiro março, durante a estação chuvosa. Foram coletados dados de química da atmosfera e parâmetros meteorológicos no entorno da região metropolitana de Manaus, com equipamentos em solo, instalados em diferentes locais, e a partir de sobrevoos diários da aeronave científica Gulfstream-1, do Departamento de Energia (DOE), dos Estados Unidos.
Durante o workshop ACRIDICON-CHUVA, a ser realizado semana que vem no INPE, será finalizada a programação da segunda campanha intensiva na região, que terá a participação de duas aeronaves científicas: Gulfstrem-1, do DOE, e HALO (High Altitude and Long Range Research Aircraft), da Alemanha. O experimento será realizado durante a estação seca da região amazônica, quando também ocorrem chuvas intensas, mas em menor quantidade.
Segundo Luiz Augusto Machado, pesquisador do CPTEC/INPE, coordenador do Projeto CHUVA e da parte brasileira do ACRIDICON, voos simultâneos estão programados para medidas de plumas de fumaça e nuvens convectivas, com o intuito de avaliar os efeitos de partículas e aerossóis originados das queimadas e da poluição urbana sobre as propriedades microfísicas, químicas e radiativas das nuvens de tempo bom e de tempestades.
Em solo, estão montados e em operação, desde o início do ano, um radar de alta resolução para medidas de diversos parâmetros do interior das nuvens e diversos equipamentos que integram o Projeto CHUVA.O objetivo específico deste projeto, que conta com o apoio da FAPESP e a coordenação do CPTEC/INPE, é compreender os regimes de chuva do país, já tendo passado por seis regiões brasileiras diferentes. O SOS Chuva Manaus, componente deste projeto, desenvolvido para prever e monitorar chuvas, vem sendo utilizado na logística das campanhas intensivas do GoAmazon, mantendo-se aberto a qualquer usuário.
No primeiro dia do workshop, dia 19/05, coordenadores e lideranças da campanha científica irão definir os detalhes da logística da ACRIDICON CHUVA que terá a cidade de Manaus como base operacional do experimento. Além dos pesquisadores brasileiros, do CPTEC/INPE e USP, estarão presentes representantes e cientistas da agência espacial alemã (DLR), Leipzig University, Departamento de Energia (DOE), dos Estados Unidos, e do Instituto Max Planck, como Andi Andrea, também editor da Science. Entre os dias 20 e 22, estão programadas apresentações de projetos associados à campanha científica (confira o programa) e sessões irão promover a integração de pesquisadores brasileiros e alemães para dar início a parcerias e trabalhos conjuntos.
Os experimentos do GoAmazon irão compor um grande banco de dados, a partir do qual pesquisas deverão ser realizadas para compreender com maior profundidade como os aerossóis orgânicos e aqueles gerados a partir da poluição urbana, associados aos fluxos de superfície, influenciam os ciclos de vida de nuvens e as chuvas convectivas (intensas e localizadas) e estratiformes (menos intensas e de maior extensão), características da região amazônica. Sabe-se que os aerossóis têm papel central nos processos de nucleação de nuvens e na precipitação, mas pretende-se compreender com maior profundidade os processos e implicações destas partículas na atmosfera amazônica.
A expectativa é de que a melhor representação destes processos químicos e físicos na atmosfera possam trazer avanços à modelagem do clima regional e de cenários globais de mudanças climáticas, tendo em vista os possíveis impactos produzidos no regime de chuvas da Amazônia pelos processos de urbanização e de desmatamento.
Fonte: INPE, com edição do blog Panorama Espacial.
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