quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O sucesso dos outros

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Na última segunda-feira (2), o Irã inseriu em órbita seu primeiro satélite lançado por meios próprios, por meio do foguete Safir 2, baseado no míssil balístico Shahab 3. Para mais informações sobre a missão iraniana, acesse o Boletim em Órbita.

Com o sucesso da missão, o Irã se tornou o décimo país a integrar o seleto grupo de países lançadores de satélites, se juntando à Rússia, EUA, França, Inglaterra, Japão, China, Índia, Israel e Ucrânia.

Desde o final da década de setenta, com o lançamento da Missão Espacial Completa Brasileira (MECB) o Brasil almeja integrar o seleto clube de países com acesso direto ao espaço, sem intermediários. Desenvolve para tanto o programa VLS (Veículo Lançador de Satélites), tendo realizado já três tentativas, em 1997, 1999 e 2003, todas mal-sucedidas. Razões orçamentárias explicam o insucesso brasileiro, mas evidentemente não são as únicas causas.

A Coréia do Sul também quer entrar nesse grupo. Ainda esse ano, no verão, ou em 2010, deve lançar o primeiro protótipo do KSLV-1 (Korean Space Launch Vehicle - 1), desenvolvido por centros de pesquisa e indústrias coreanas, com forte apoio da Rússia. O primeiro estágio do lançador coreano é baseado num propulsor de combustível líquido que equipará a família de lançadores russos Angara.
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4 comentários:

caixabox_ disse...

Agora ficou a duvida, falta de copetencia ou copetencia de mais, querer ser o que nao somos?

Abracos Elcio Caixeiro

Sengedradog disse...

Caixabox?

querer ser o que não somos? Ora o Irã e a Coréia do Sul que são muito menores em espaço territorial mas que tem ambições muito maiores que as nossas, o fazem por que o Brasil não pode tentar, ou melhor fazer! Somos ou nos tornamos aquilo que ambicionamos. Quem nasceu com ambição de galinha vai morrer galinha.

phobus disse...

É gratificante constatar que o Brasil avança em alta tecnologia como a auto suficiencia na produção do urânio, com centrifugas mais eficientes da atualidade, apesar de alguns "brasileiros" serem subservientes (ou ingênuos?)e assinam tratados que lesam os interesses da nação e comentam de que deveriam as mesmas serem mostradas aos técnicos da Agencia Internacional.Tratados não podem afrontar a segurança e os interesses da nação. Existem interesses entre nações e atos de governo competente deve nortea-los nesses sentido para o bem de todos.Se todos os paises não abrem mão de seus arsenais, outros tem o direito de também os desenvolver para a sua própria segurança.

phobus disse...

China, India,Irã e outros alcançam o espaço, enquanto o Brasil continua com politicas discriminatorias, dividindo a Nação e atrasando seu desenvolvimento.Locais de interesse publico são desapropriados, como já aconteceu com familias, fazendas centenariasn e de outras propriedades de brasileiros, para construção de estradas e outras obras publicas.A quem interessa tantos transtornos, incompetencias e intromissões externas.