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Dando mais um passo na organização do Polo Espacial do Rio Grande do Sul, na próxima sexta-feira (04), a AEL Sistemas, de Porto Alegre (RS) fará a apresentação oficial do modelo do MMM-1, o primeiro microssatélite brasileiro para aplicações militares, projeto já abordado pelo blog Panorama Espacial (veja aqui).
O MMM-1 será apresentado durante a Mostra de Equipamentos Aeroespaciais / Espaciais e de Defesa, que acontece na capital gaúcha e marcará a inauguração do Centro de Desenvolvimento e Industrialização de Equipamentos Aeroespaciais da AEL Sistemas. O pequeno satélite, com massa estimada inferior a 10 kg, tem previsão de lançamento em dezembro de 2015. O projeto está em análise no programa Inova Aerodefesa.
A mostra também contará com outros sistemas desenvolvidos no Rio Grande do Sul ou com a participação da AEL, como subsistemas espaciais, tecnologia de propulsão MEMS (Unisinos), veículos aéreos não tripulados (VANTs), o blindado Guarani, entre outros equipamentos.
Segundo informações da própria empresa, a AEL Sistemas atua no segmento espacial desde a década de noventa, participando de inúmeros programas gerenciados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), desenvolvendo e produzindo equipamentos aplicados em diversos satélites, sendo hoje a empresa brasileira que fornece maior número de subsistemas para os satélites do Instituto.
Mais informações sobre o MMM e a atuação da AEL Sistemas no setor espacial são dadas em reportagem e artigo publicados na edição n.º 134 da revista Tecnologia & Defesa, que em breve estará nas bancas de todo o Brasil.
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Micropropulsor da Unisinos
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Pesquisadores projetam micropropulsor para satélites em São Leopoldo
30/09/2013
Dayane Mascitti
São Leopoldo - Parcerias entre universidades e empresas pretendem criar um polo espacial no Rio Grande do Sul e colocar em órbita o primeiro satélite gaúcho. De olho nesta iniciativa, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) aposta em um ousado desafio.
Trata-se da criação de um micropropulsor que poderá ser utilizado no controle de altitude e órbita em satélites de pequeno porte. A iniciativa está sendo pesquisada e desenvolvida no Instituto de Semicondutores da Unisinos (ITT Chip) e utilizando a recém instalada infraestrutura, financiada pela Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT) do Estado com apoio da HT Micron, do Laboratório de Modelagem Elétrica Térmica e Mecânica de Módulos e Encapsulamentos e Eletrônicos (Modelab), localizada na Unisinos.
A solução para esse complexo desafio conta com a supervisão dos professores Willyan Hasenkamp, Eduardo Rhod e Celso Peter, todos envolvidos com a consolidação do ITT Chip e do Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica da Unisinos. Hasenkamp destaca que o objetivo do micropropulsor é aumentar a vida útil dos pequenos satélites no espaço ao mesmo tempo em que se desenvolve tecnologia da alto valor agregado e inovadora no País.
A ideia é buscar e expandir as parcerias já existentes com universidades, como Georgia Tech (EUA) e EPFL (Suíça), e empresas tanto nacionais como internacionais, como a AEL Sistemas.
“Neste momento, o projeto está sendo estruturado e logo iniciaremos a fase de simulação dos micropropulsores. Nossa expectativa é de obter um motor completo, para ser utilizado em satélites de pequeno porte em um prazo de quatro anos”, declara Hasenkamp.
Fonte: Jornal VS
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Pesquisadores projetam micropropulsor para satélites em São Leopoldo
30/09/2013
Dayane Mascitti
São Leopoldo - Parcerias entre universidades e empresas pretendem criar um polo espacial no Rio Grande do Sul e colocar em órbita o primeiro satélite gaúcho. De olho nesta iniciativa, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) aposta em um ousado desafio.
Trata-se da criação de um micropropulsor que poderá ser utilizado no controle de altitude e órbita em satélites de pequeno porte. A iniciativa está sendo pesquisada e desenvolvida no Instituto de Semicondutores da Unisinos (ITT Chip) e utilizando a recém instalada infraestrutura, financiada pela Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT) do Estado com apoio da HT Micron, do Laboratório de Modelagem Elétrica Térmica e Mecânica de Módulos e Encapsulamentos e Eletrônicos (Modelab), localizada na Unisinos.
A solução para esse complexo desafio conta com a supervisão dos professores Willyan Hasenkamp, Eduardo Rhod e Celso Peter, todos envolvidos com a consolidação do ITT Chip e do Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica da Unisinos. Hasenkamp destaca que o objetivo do micropropulsor é aumentar a vida útil dos pequenos satélites no espaço ao mesmo tempo em que se desenvolve tecnologia da alto valor agregado e inovadora no País.
A ideia é buscar e expandir as parcerias já existentes com universidades, como Georgia Tech (EUA) e EPFL (Suíça), e empresas tanto nacionais como internacionais, como a AEL Sistemas.
“Neste momento, o projeto está sendo estruturado e logo iniciaremos a fase de simulação dos micropropulsores. Nossa expectativa é de obter um motor completo, para ser utilizado em satélites de pequeno porte em um prazo de quatro anos”, declara Hasenkamp.
Fonte: Jornal VS
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