domingo, 8 de novembro de 2009

Encontro Empresarial Brasil - Itália

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Acontece no próximo dia 10, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na capital paulista, o Encontro Empresarial Brasil - Itália, evento que contará com a presença de várias autoridades e industriais dos dois países. Duas empresas italianas com negócios na área espacial participarão de uma rodada de negócios relacionada ao seminário: a Progetti Speciali Italiani srl, e a Avio s.p.a.

A Progetti Speciali Italiani é uma pequena empresa atuante no campo espacial e da produção de equipamentos de alta tecnologia, em especial arquiteturas avançadas para micro e nanossatélites para aplicações duais. Seus principais clientes são a Agência Espacial Europeia (ESA), a Força Aérea Italiana e a Thales Alenia Space. Em sua visita ao Brasil, a empresa busca contatos com instituições governamentais, empresas e institutos de pesquisa do setor espacial, com competências nas áreas de células combustíveis, estruturas compósitas e sistemas.

O grupo Avio tem várias atividades no ramo de propulsão (espacial, civil e militar), serviços, aeronáutica, entre outras. Especificamente em propulsão espacial, a Avio desenvolveu alguns motores do lançador europeu Vega, da Arianespace. No início deste mês, o grupo conquistou contrato, no valor de 13 milhões de euros, para o desenvolvimento do sistema de propulsão líquida da plataforma SMALL-GEO, da alemã OHB Systems. Representantes da Avio desejam se encontrar com indústrias aeroespaciais brasileiras e com o Ministério da Defesa.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Início de campanha do VSB-30 na Suécia

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Campanha de Lançamento do VSB-30 V09 e V10 - TEXUS 46 e 47

06/11/2009

Teve início no dia 03 nov, no ESRANGE LAUNCH CENTER - Kiruna - Suécia a Campanha de Lançamento do VSB-30 V09 e V10 - TEXUS 46 e 47, que tem previsão de duração até o dia 23 nov 2009.

O primeiro lançamento (TEXUS 46) está previsto para o dia 13/11/09 e o segundo (TEXUS 47) para o dia 23/11/09.

O TEXUS 46 terá a participação, nos experimentos, da ESA, Kaiser (KT), SSC (Suécia), DLR e JAXA (Japonês). O segundo, TEXUS 47 somente a participação do DLR, Kaiser e SSC (Suécia).

Fonte: IAE/DCTA

Comentário: para ver fotos do VSB-30 em preparação no centro de lançamento de Esrange, acessem http://www.iae.cta.br/noticias/06112009_Campanha_LanCamento_VSB_30.php
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Seminário sobre Política Espacial Brasileira

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O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados promove na próxima segunda-feira, 9 de novembro, das 09h30 às 12h30, o seminário "Por uma Nova Política Espacial Brasileira: Realidade ou Ficção?", que contará com a presença de autoridades e especialistas sobre o Programa Espacial Brasileiro.

O seminário terá por objetivo avaliar as diretrizes da Política Espacial Brasileira, e abordará temas como a relevância do setor espacial para o País e reavaliação dos rumos e objetivos do Programa Nacional de Atividades Espaciais - PNAE, e instrumentos e ferramentas necessárias à catalisação de programas e ações no âmbito da política espacial nacional.

O editor de blog, André M. Mileski, participará como mediador dos painéis. O seminário será transmitido pela TV Câmara.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Demanda crescente para comunicações via satélite

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Indústria de satélites prevê expansão da demanda

por Felipe Dreher
04/11/2009

Provedores enxergam demanda superando a oferta. Entidade de classe planeja documento para criação de uma política pública

Um dos principais ícones da corrida espacial continua em alta. Desde que o Sputnik entrou em órbita, em 1957, os satélites cumprem importante papel e vivem intimamente relacionados ao mercado de TI e telecom. Nos últimos 50 anos, a tecnologia evoluiu consideravelmente e aponta bons negócios para o futuro.

A indústria apresenta seus argumentos. A distribuição de conteúdo multicast e aplicativos consume mais banda, a tecnologia serve eficientemente como sistemas de contingência à infraestrutura terrestre e, graças à sua abrangência, satélites são alternativa para regiões onde ‘levar cabos" é muito complicado. Observando apenas esses três pontos, o Brasil mostra-se como um campo fértil.

As possibilidades da internet via satélite para inclusão digital, por exemplo, entusiasmam o governo, que encara a tecnologia como possibilidade mais viável para conectar pontos distantes ou desprovidos de infraestrutura de comunicação terrestre.

"Em um país de grandes dimensões, como o Brasil, tem áreas que só o satélite é a solução", comenta o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite (Sindisat), Luiz Otavio Prates, salientando que a tecnologia não quer competir com aparelhos celulares nos grandes centros urbanos.

A entidade prepara um documento sugerindo uma política pública para utilização de satélites em meio rural e/ou distante que será endereçado à Secretaria de Telecomunicações, do Ministério de Comunicações. "Até o final do ano, queremos ter alguma coisa concreta para levar para o Governo", projeta o executivo.

Esferas governamentais mostram interesse no tema. Em entrevista recente à Agência Brasil, o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB), Thyrso Villela, reforçou a necessidade de ampliação da frota de satélites do país.

No final de 2008, a Empresa de Processamento de Dados do Estado do Amazonas (Prodam) contratou a Hughes para ajudar no projeto Amazonas Digital. A iniciativa usará satélite para levar internet a 61 municípios do estado. A medida prevê uma rede de comunicação conectada via satélite com Manaus e se desenrolará pelos próximos 36 meses.

Capacidade

"Apesar da crise, 2008 foi o melhor ano da Hughes no Brasil", afirma Rafael Guimarães, diretor de marketing fornecedora de serviços de comunicação via satélite. O executivo cita uma expansão na casa dos 30% da operação local no comparativo anual. Segundo ele, o mercado cresceu nas mesmas proporções.

Apesar de atender apenas cerca de 50 clientes, esse grupo representa grande demanda, requerendo muita capacidade de banda ou pontos a serem contectados. As principais oportunidades encontram-se nas verticais de varejo, finanças, telecom e educação, em projetos do governo.

Na visão de Guimarães, o mercado de satélite só não tem crescido mais devido a escassez momentânea de recursos espaciais. "A frota sobre o Brasil está muito tomada e alguns projetos pararam devido a um gargalo de capacidade satelital", analisa.

Isso significa que possíveis iniciativas, apontadas para um futuro próximo, podem não sair do papel. Na visão do executivo, há um "vale" de lançamentos programados para 2010, o que pode representar um risco para o futuro. "Se faltar isso, o mercado para", diz.

Eloi Stivalletti, diretor de marketing e vendas da Eutelsat do Brasil, empresa de origem francesa que comercializa capacidade de quatro satélites que cobrem o Brasil. A demanda tem crescido, puxada por projetos de inclusão digital do governo e para oferta de back haul 3G para operadoras de telecom. "A demanda cresce mais do que a oferta", diz.

Segundo Prates, do Sindisat, não há motivos para se preocupar. "O mercado pode passar de momento de maior ou menor oferta, mas isso é típico do meio satélite, que tem um investimento inicial rápido e alto e retorno ao longo de cerca de 15 anos", avalia o presidente.

Fonte: IT Web
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

AEB repassa recursos para o Amazônia-1

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AEB repassa R$ 14 milhões para INPE concluir satélite Amazônia-1

Luiz Queiroz
Convergência Digital - 03/11/2009

A Agência Espacial Brasileira (AEB) anunciou hoje (03) uma "complementação de descentralização orçamentária de R$ 14 milhões, para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) continuar com o projeto de desenvolvimento do satélite "Amazônia-1", previsto para ser lançado no próximo ano. A descentralização foi publicada na edição de hoje (03) do Diário Oficial da União.

Segundo informações do site Inovação Tecnológica , o novo satélite será o primeiro desenvolvido com tecnologia nacional e deverá levar a bordo duas câmeras, sendo a primeira também desenvolvida no Brasil, com resolução espacial de 40 m e capacidade de imageamento de uma faixa de 780 km.

"Já a câmera RALCam-3, fabricada na Inglaterra, produzirá imagens com resolução da superfície terrestre de cerca de 12 metros e com 110km de campo de visada. A tecnologia empregada nesta câmera é inédita em satélites brasileiros e permitirá a geração de imagens com maior definição, aptas, por exemplo, a monitorar o meio ambiente e prover a gestão de recursos naturais", informa o site especializado.

Fonte: web-site Convergência Digital

Comentário: o repasse de recursos da AEB para o INPE se deu por meio da Portaria nº 191, de 30 de outubro de 2009. Para lê-la, cliquem aqui.
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Resenha do livro sobre o Programa CBERS

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Em 10 de outubro, mencionamos no blog o lançamento de “Brasil – China - 20 anos de Cooperação Espacial: CBERS – O Satélite da Parceria Estratégica”, livro oficial sobre o programa do Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS, sigla em inglês), e também dissemos que faríamos uma pequena resenha, apresentada a seguir.

A obra, de alta qualidade gráfica e em versão bilíngüe (português, inglês) é assinada por Fabíola de Oliveira, jornalista científica já experimentada no tema, e autora do livro "O Brasil chega ao espaço", sobre o primeiro satélite construído no País, o SCD-1 (o blog também irá resenhar esta obra em breve).

A obra está dividida em quatro capítulos principais, além da apresentação (feita pelo ministro Sérgio Resende), prefácio (do ministro Celso Amorim), impressões e momentos da história: “O Início da Cooperação”; “As Dificuldades e a Superação”; “O Lançamento do Primeiro Satélite”; e “A Consolidação do Programa”.

1. “O Início da Cooperação”

No primeiro capítulo do livro, é apresentado breve histórico sobre o surgimento das atividades espaciais no Brasil, com a criação do Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE) em agosto de 1961, e também sobre os acordos de cooperação científica firmados com o governo chinês, e que acabaram culminando no Programa CBERS, resumidos abaixo.

Em março de 1982, foi assinado um acordo de cooperação científica e tecnológica com a China, documento ajustado em maio de 1984, quando se passou a constar expressamente a área espacial como uma das áreas de interesse. Em dezembro de 1984, houve uma primeira aproximação para se discutir a cooperação específica em espaço, com uma visita de delegação brasileira à Beijing.

Em 1986, após reuniões iniciais entre representantes dos órgãos espaciais dos dois países, já estava estabelecida a intenção de se levar adiante um programa de desenvolvimento de satélites de observação terrestre. Em fevereiro de 1987, uma primeira visita técnica brasileira é enviada à China, ocasião em que representantes chineses apresentam aos brasileiros o projeto de um satélite de observação de recursos terrestres. O projeto então passa a ser discutido, tendo sido produzido um primeiro relatório de trabalho entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a CAST definindo as linhas mestras do projeto, em março de 1988. Nesse mesmo ano, em julho, o projeto foi oficializado com a assinatura do "Protocolo sobre Aprovação de Pesquisa e Produção de Satélite de Recursos da Terra, entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China".

2. “As Dificuldades e a Superação”

Em agosto de 1988, um grupo de engenheiros e técnicos do INPE foi enviado à China para uma temporada de quase dois meses de início dos trabalhos técnicos. Fabíola de Oliveira relata as primeiras dificuldades, como o idioma e procedimentos. O idioma oficial escolhido foi o inglês, o que não foi fácil para os chineses, que tinham dificuldades com a língua.

Os procedimentos de trabalho da parte chinesa também surpreenderam os brasileiros. Toda a documentação era preparada em chinês e não seguiam os padrões internacionais, do Ocidente, aos quais os brasileiros estavam familiarizados (os engenheiros brasileiros participantes do início do projeto em sua maioria haviam estudado fora do País, onde fizeram mestrado ou doutorado, tendo, portanto, facilidade com a língua inglesa e também conhecimento dos padrões internacionais adotados pela NASA e ESA).

Uma “dificuldade” não relatada no livro, mas que o editor do blog já ouviu em rodas de conversas do pessoal envolvido no programa foi a comida, bastante diferente do padrão brasileiro. Qualquer dia, postaremos aqui a história das “small snakes”...

No início, o programa avançava relativamente bem, sem problemas de orçamento ou natureza política, mas já em 1989 começaram a surgir maiores dificuldades, como políticas e econômicas, e como consequência, desmotivação do pessoal envolvido. Mudanças na direção do INPE e no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) afetaram sensivelmente o programa, situação que só passou a melhorar após o afastamento do presidente Fernando Collor, a partir do segundo semestre de 1992.

Do lado chinês, a truculenta ação contra as manifestações na Praça da Paz Celestial em 1989 foi um momento difícil. O Brasil se opôs às ações de força, mas não rompeu qualquer acordo com a China, o que fortaleceu a posição brasileira de parceiro confiável, contribuindo para a continuidade do projeto, apesar dos atrasos. Roberto Abdenur, na época embaixador do Brasil na China, revela no livro que, por duas vezes, os chineses expressaram intenção de afastar o Brasil do programa, em razão dos atrasos e de seus problemas internos.

A retomada do CBERS ocorreu de fato em 1993, quando da assinatura de protocolo tratando de pontos como os recursos para lançamento do primeiro satélite, integração e testes do segundo satélite da série no Brasil, controle em órbita compartilhado, entre outros.

3. “O Lançamento do Primeiro Satélite”

Em 1993, também foram assinados protocolos adicionais relacionados ao programa: um tratando do lançamento de microssatélite científico brasileiro como carga extra (“piggyback”) junto com o CBERS 1, e outro com escopo de ampliação da cooperação bilateral em matéria de espaço em itens como comunicações, lançamento de satélites, microgravidade, ciências atmosféricas e astrofísica, entre outros. Como escreveu Fabíola de Oliveira, “O tempo veio demonstrar que o programa de cooperação não seria tão abrangente como se imaginava naquele momento.”

Os dois países analisaram a viabilidade de desenvolver em conjunto um satélite de comunicações, mais complexo que o CBERS, tendo ocorrido viagens para a discussão da iniciativa, que não vingou por dificuldades políticas e econômicas.

No penúltimo capítulo, é mencionada a falência da Esca, indústria brasileira contratada para fornecer vários componentes para o CBERS, fato ocorrido no primeiro semestre de 1995. Este fato resultou em novos atrasos no programa.

O livro tem uma marcante frase de Roberto Abdenur, que estava na comitiva brasileira que assistiu ao lançamento do primeiro satélite da série, em 14 de outubro de 1999: “Nós, diplomatas, não vemos com freqüência a materialização de nosso trabalho diplomático. Assistir ao lançamento do satélite CBERS-1 foi uma das emoções mais fortes de minha vida.”

4. “A Consolidação do Programa”

O último capítulo do livro trata de história mais recente e, portanto, mais conhecida sobre o Programa CBERS: o protocolo complementar para a construção dos CBERS 3 e 4; lançamento do CBERS 2; acordo para a construção do CBERS 2B; distribuição gratuita de imagens; lançamento do CBERS 2; entre outros acontecimentos.

Nesse capítulo, é também mencionada a expectativa de continuidade do programa após os satélites da segunda série. Inclusive, Chen Duqing, Embaixador da República Popular da China no Brasil, em depoimento publicado no livro, diz (destaque do blog): “Com o forte apoio dos Governos e dignatários dos dois Países, a cooperação em torno do CBERS tem alcançado constantes avanços. Até o momento, já foram lançados três satélites (CBERS 1, 2 e 2b) para a órbita da Terra. Os trabalhos referentes à pesquisa e fabricação dos CBERS 3 e 4 estão sendo felizmente levados a efeito. E os CBERS 5 e 6 vão ser colocados na agenda.”

Algumas críticas

É louvável a iniciativa de publicar livros sobre projetos do Programa Espacial Brasileiro, e a qualidade da obra assinada por Fabíola de Oliveira é inquestionável. Isso não nos impede, porém, de fazer algumas críticas.

A bibliografia consultada é quase que unicamente oficial, como instrumentos diplomáticos e atas de reuniões do comitê conjunto. Existem hoje no Brasil estudos de grande qualidade sobre o CBERS, inclusive acadêmicos (da UNICAMP, o blog se recorda de ao menos três), que não foram consultados. Assim, o livro não pode ser considerado independente, o que é até lógico por ter sido patrocinado pelo MCT, AEB e INPE.

Alguns pontos críticos do programa não foram abordados, ou se foram, de forma muito superficial. Mencione-se, por exemplo, a questão das restrições dos EUA à importação de componentes para os satélites (legislação ITAR), o acordo de compensação industrial fechado (e não cumprido devidamente) pela parte chinesa, as dificuldades da indústria brasileira em cumprir alguns contratos, entre outros.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Venesat-1 completa um ano

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O presidente venezuelano Hugo Chávez celebrou na última quinta-feira, 29 de outubro, o primeiro aniversário do satélite geoestacionário de comunicações Venesat-1, comprado pelo governo da Venezuela junto a um fabricante chinês.

Durante a cerimônia, Chávez confirmou a operacionalidade do satélite, negando rumores de que o artefato estaria com problemas (vejam também a postagem "Venesat-1: 100% operacional"). Desde o seu lançamento, cerca de 1.500 receptores do satélites foram instalados no país sul-americano, a maioria deles em escolas, e outros 16 mil devem ser instalados no país dentro dos próximos 5 anos.

O satélite venezuelano, também conhecido como Simón Bolivar 1, foi construído pela companhia China Great Wall Industry Corporation, num pacote estimado em 420 milhões de dólares, incluindo o segmento espacial, treinamento, transferência de tecnologia, infraestrutura de solo e lançamento.

Com o Venesat-1, a Venezuela se tornou o quarto país latino-americano a ter satélites próprios, depois do Brasil, Argentina e México.
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