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Natal (RN) sedia eventos voltados para o setor espacial
Brasília, 13 de maio de 2015 – A cidade de Natal (RN) sedia de segunda (18) a quinta-feira (21) o V Encontro de Gerentes de Projetos do Programa Uniespaço e o 1º Astronautic Workshop Brazil-Germany, iniciativas que objetivam a disseminação da temática espacial.
Os eventos reúnem 52 palestrantes nacionais e internacionais, que apresentarão trabalhos na área espacial para um público estimado de 120 pessoas composto na sua maioria por pesquisadores de instituições de ensino superior do Brasil e do exterior, além de representantes de todos os cursos de engenharia aeroespacial brasileiros.
Consta da programação uma série de apresentações de projetos e pesquisas desenvolvidos por universidades nacionais e fomentados pelo Programa Uniespaço da Agência Espacial Brasileira (AEB) e por professores e alunos da Universidade Técnica de Munique (TUM), da Alemanha.
Além de palestras, consta da programação do primeiro dia o lançamento do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) de um foguete com motor híbrido desenvolvido por alunos da TUM.
O Encontro e o Workshop são organizados pela AEB e pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em parceria com a TUM e o CLBI. A inscrição para ambos é gratuita, mas com vagas limitadas.
Os eventos
O Encontro de Gerentes de Projetos do Programa Uniespaço é promovido anualmente pela AEB, oportunidade em que os gerentes dos projetos fomentados pelo Programa apresentam suas pesquisas e trocam experiências entre si e com os convidados.
O 1º Astronautic Workshop Brazil-Germany é resultado de uma parceria entre a UFRN, a Technische Universität München (TUM) e o CLBI.
Serviço:
Eventos: V Encontro de Gerentes de Projetos do Programa Uniespaço e 1º Astronautic Workshop Brazil-Germany
Data: 18 a 21 de maio de 2015
Local: Praiamar Natal Hotel & Convention – Ponta Negra, Natal – RN
Inscrição pelo e-mail: moro@ect.ufrn.br
Fonte: AEB
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Mostrando postagens com marcador Uniespaço. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
domingo, 1 de junho de 2014
2ª edição do Simpósio Aeroespacial Brasileiro
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2ª edição do Simpósio Aeroespacial Brasileiro tem público recorde
30/05/2014
Após três dias de atividades, chegou ao fim na última quinta-feira, dia 29, a 2ª edição do Simpósio Aeroespacial Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira Aeroespacial. Durante o encontro, foram apresentados 49 trabalhos técnico-científicos e promovidas três palestras, além de uma mesa redonda com pesquisadores argentinos, com o intuito de estreitar relações e criar possibilidades de cooperação.
Dentre as pesquisas apresentadas, 25 são provenientes do projeto Uniespaço, através do qual a Agência Espacial Brasileira (AEB) aloca recursos nas universidades e outras instituições de ensino públicas, de forma a trazê-las para dentro do Programa Espacial Brasileiro. É o caso dos mestrandos Diego Fernandes Moro e Antônio Carlos, que vieram de Curitiba para representar a Universidade Federal do Paraná (UFPR), pela segunda vez. “Só o nosso grupo de pesquisa vai apresentar seis trabalhos. Simpósios, seminários e congressos na área aeroespacial são muito raros no Brasil, então esta é uma oportunidade única de conversar com outros pesquisadores e estabelecer novas parcerias.
Segundo o organizador do evento, Paulo Moraes, embora não se tenha trabalhado para aumentar o número de inscritos, houve acréscimo em relação ao Simpósio anterior, realizado em 2012. “Este é um momento importante de circulação de ideias, estabelecimento de contatos e a possibilidade de integração entre alunos, pesquisadores, instituições de pesquisa e indústria, ou seja, entre os vários atores envolvidos no processo. E não poderíamos ter um espaço melhor que o Memorial Aeroespacial Brasileiro para as atividades, onde se encontra tudo que foi feito nos últimos 60 anos, nas áreas de aeronáutica e espaço”, afirma Moraes.
Fonte: DCTA
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2ª edição do Simpósio Aeroespacial Brasileiro tem público recorde
30/05/2014
Após três dias de atividades, chegou ao fim na última quinta-feira, dia 29, a 2ª edição do Simpósio Aeroespacial Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira Aeroespacial. Durante o encontro, foram apresentados 49 trabalhos técnico-científicos e promovidas três palestras, além de uma mesa redonda com pesquisadores argentinos, com o intuito de estreitar relações e criar possibilidades de cooperação.
Dentre as pesquisas apresentadas, 25 são provenientes do projeto Uniespaço, através do qual a Agência Espacial Brasileira (AEB) aloca recursos nas universidades e outras instituições de ensino públicas, de forma a trazê-las para dentro do Programa Espacial Brasileiro. É o caso dos mestrandos Diego Fernandes Moro e Antônio Carlos, que vieram de Curitiba para representar a Universidade Federal do Paraná (UFPR), pela segunda vez. “Só o nosso grupo de pesquisa vai apresentar seis trabalhos. Simpósios, seminários e congressos na área aeroespacial são muito raros no Brasil, então esta é uma oportunidade única de conversar com outros pesquisadores e estabelecer novas parcerias.
Segundo o organizador do evento, Paulo Moraes, embora não se tenha trabalhado para aumentar o número de inscritos, houve acréscimo em relação ao Simpósio anterior, realizado em 2012. “Este é um momento importante de circulação de ideias, estabelecimento de contatos e a possibilidade de integração entre alunos, pesquisadores, instituições de pesquisa e indústria, ou seja, entre os vários atores envolvidos no processo. E não poderíamos ter um espaço melhor que o Memorial Aeroespacial Brasileiro para as atividades, onde se encontra tudo que foi feito nos últimos 60 anos, nas áreas de aeronáutica e espaço”, afirma Moraes.
Fonte: DCTA
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Programa Uniespaço: Anúncio de Oportunidades
AEB divulga Anúncio de Oportunidades do Programa Uniespaço
Brasília, 7 de maio de 2013- A Agência Espacial Brasileira (AEB) publica nesta terça-feira (7) o Primeiro Anúncio de Oportunidades de 2013 (AO1/2013) do Programa Uniespaço. Ao todo, serão disponibilizados R$ 6 milhões para projetos submetidos por universidades e instituições congêneres com temas pré-estabelecidos no documento. As propostas podem ser submetidas, entre os dias 13 de maio e 5 de julho, por meio da pagina da AEB ( www.aeb.gov.br).
O Programa Uniespaço, aprovado pela Portaria nº 7 de 31 de março de 2004, e reestruturado pela Portaria nº 12 de 19 de fevereiro de 2013, tem o objetivo de formar, tornar operacional e aperfeiçoar uma base de pesquisa e desenvolvimento composta por núcleos sediados em universidades, centros de pesquisa e instituições congêneres, capazes de realizar estudos, pesquisas e desenvolvimento de interesse do Programa Espacial Brasileiro.
Segundo o presidente da AEB, José Raimundo Coelho, o Uniespaço almeja integrar o setor universitário à realização das atividades do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), para atender às demandas tecnológicas do setor, no desenvolvimento de processos, análises, estudos e produtos.
Ao todo, serão disponibilizados R$ 6 milhões. Os projetos deverão ter o valor de financiamento mínimo de R$ 50 mil e máximo de R$ 200 mil por fase. Os temas de pesquisa são: sensores e atuadores; computadores de bordo para aplicação espacial; materiais; artefatos espaciais; e veículos espaciais.
Uma novidade deste AO é que todos os projetos deverão desenvolver material didático para utilização como ferramenta de divulgação e letramento da população acerca do tema. Serão aceitos textos, vídeos, softwares educacionais, entre outros.
Outras informações na página: uniespaco/aeb.gov.br
Microgravidade - A AEB divulgará na próxima semana o Anúncio de Oportunidades do Programa Microgravidade. O programa tem o objetivo de viabilizar experimentos científicos e tecnológicos nacionais em ambiente de microgravidade e, para isso, fornece o acesso e o suporte técnico necessário. Atualmente, os ambientes de microgravidade disponíveis são voos em foguetes de sondagem brasileiros.
Fonte: AEB
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
Programa Uniespaço
COMISSÃO DE COORDENAÇÃO DO UNIESPAÇO SE REÚNE NA AEB
Brasília, 04 de abril de 2013 – A Comissão de Coordenação do Programa Uniespaço se reuniu na sede da Agência Espacial Brasileira (AEB), em 4 de abril, para definir os termos do Primeiro Anúncio de Oportunidades de 2013 (AO1/2013). O Anúncio deve ser publicado ainda em abril e será destinado apenas a universidades e instituições congêneres.
Esta é a primeira vez em que a Comissão de Coordenação é formada apenas por representantes da AEB e por coordenadores dos cursos de graduação em Engenharia Aeroespacial brasileiros. O diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel, preside a Comissão. Segundo Gurgel, “por se tratar de um programa voltado às universidades, a AEB optou por agregar ainda mais conhecimento e fortalecer o Programa Uniespaço. Para isso convidou os cursos de graduação em Engenharia Aeroespacial para participarem ativamente do Programa e em especial, atuarem na coordenação”.
“Ao convidar os coordenadores dos cursos para a Comissão do Uniespaço, a AEB contribue para a consolidação dos cursos de Engenharia Aeroespacial do Brasil. Uma vez que o Programa Uniespaço é uma oportunidade onde a universidade pode buscar financiamento para os seus projetos, nada mais justo do que os coordenadores dos cursos possam participar das decisões”, afirma o coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial de Universidade de Brasília, Manuel Barcelos.
O coordenador do curso do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Pedro Lacava, conta que a instituição participa do Uniespaço desde sua primeira edição. “O programa ajudou a universidade a criar massa crítica na área espacial. Ou seja, a melhorar a infraestrutura do laboratório e a contribuir para os trabalhos de graduação, dissertação de mestrado e teses de doutorado”, conta.
São atribuições da Comissão de Coordenação: estabelecer princípios e procedimentos básicos para a condução do Programa, bem como suas linhas de atuação; aprovar a programação de atividades; apreciar propostas orçamentárias e detalhar a aplicação dos recursos disponibilizados; estabelecer e aprovar Anúncios de Oportunidades para execução de projetos, propor, apreciar, e acompanhar ações cooperativas com instituições nacionais, estrangeiras e internacionais. A Comissão também deve: aprovar os projetos para execução, em conformidade ao estabelecido ao respectivo AO e nos procedimentos de seleção; efetuar gestões quanto a atuação das instituições executoras; estabelecer grupos de trabalho para apreciar temas específicos; acompanhar a realização dos projetos aprovados e os resultados alcançados; e apreciar relatórios da Gerência do Programa, para encaminhamento à Presidência da AEB.
Outra novidade deste AO é que todos os projetos deverão desenvolver material didático para utilização como ferramenta de divulgação e letramento da população acerca do tema. Serão aceitos textos, vídeos, softwares educacionais, entre outros.
Uniespaço - O Programa Uniespaço, aprovado pela Portaria n° 7 de 31 de março de 2004, e reestruturado pela Portaria n° 12 de 19 de fevereiro de 2013, tem o objetivo de formar, tornar operacional e aperfeiçoar uma base de pesquisa e desenvolvimento composta por núcleos sediados em universidades, centros de pesquisa e instituições congêneres, capazes de realizar estudos, pesquisas e desenvolvimento de interesse do Programa Espacial Brasileiro (PEB).
O Programa almeja integrar o setor universitário à realização das atividades do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) para atender às demandas tecnológicas do setor, no desenvolvimento de produtos, processos, análises e estudos.
O Uniespaço publica Anúncios de Oportunidades (AOs) onde são estabelecidos temas e demais condições para encaminhamento de propostas que devem considerar a possibilidade efetiva de aplicação futura. O próximo deve ser publicado ainda em abril.
Fonte: AEB
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domingo, 22 de abril de 2012
Simpósio Aeroespacial Brasileiro
O Simpósio Aeroespacial Brasileiro, organizado pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) e que acontece em São José dos Campos (SP) entre os dias 30 e 31 de maio, teve sua programação ampliada, passando a hospedar dois outros eventos, enriquecendo assim seu conteúdo e fortalecendo sua imagem.
Os Gerentes de Projetos do Programa Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira (AEB), estarão participando apresentando os resultados obtidos em seus projetos.
Pesquisadores brasileiros e franceses farão também parte com contribuições de um workshop franco-brasileiro, que nesta edição tem como foco o tema "Green Aircrafts". Dessa forma, o simpósio ficou mais amplo e interessante, tornando-se necessário ocupar as manhãs dos dias 30 e 31 de maio.
As palestras da AEB e do Centro de Lançamento de Alcântara já foram confirmadas. O Simpósio abrigará também uma exposição de empresas das áreas aeronáutica e espacial, bem como dos projetos do Programa Uniespaço. Um programa de visitações na tarde do último dia do evento a instituições e empresas nos arredores do local do evento está sendo organizado e, em breve, será divulgado.
As inscrições para o evento continuam abertas e podem ser feitas através do link http://www.aeroespacial.org.br/sab_2012
Fonte: AAB, com edição do blog Panorama Espacial
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Tecnologia espacial brasileira
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Brasil desenvolve tecnologia espacial para lançamento de foguetes
16-03-2010
No passado se dizia que dominar os mares era ter autoridade sobre o mundo. Hoje, não se pode dizer o mesmo com o espaço, pois pertence a toda a humanidade. Mas a plena capacidade de acesso e, consequentemente, de participar dos benefícios de se colocar em órbita satélites que servirão para comunicações, meteorologia, observação da Terra e posicionamento, por exemplo, ainda é privilégio de poucos. E o Brasil com a presença da Agência Espacial Brasileira se torna um desses, capaz de fortalecer a soberania nacional com o lançamento de satélites artificiais e até mesmo foguetes.
A importância dos satélites está na observação da Terra através de câmeras, fazendo o mapeamento e o monitoramento ambiental. Conforme o diretor de Política e Investimento Estratégico da AEB, Himilcon Carvalho, a tecnologia espacial permite a previsão da safra, a quantidade de alimentos que será produzida a cada ano e, principalmente, o tempo, ainda mais agora nesse cenário de mudanças globais e climáticas.
“Temos a maior floresta do mundo e nossa responsabilidade ambiental é imensa perante o resto da comunidade internacional. Sem falar em comunicação via satélite, que coloca aquelas comunidades mais remotas, aonde não chega fibra ótica, em contato com o resto do Brasil, e colocar o estado presente nessas comunidades”, afirma o diretor.
Potência Espacial - Para o Brasil ser considerado uma potência espacial é uma questão de tempo. Segundo Carvalho, nesse tema o País pode ser comparado somente aos Estados Unidos, China, Índia e Rússia. Os quatro países dominam a tecnologia de foguetes lançadores, algo que a AEB está a desenvolver. Do ponto de vista tecnológico, o Brasil já possui satélite de observação da Terra e satélite de coletas de dados.
Atualmente, a agência desenvolve o Veículo Lançador de Satélites (VLS). Já ocorreram três tentativas de lançamento e em 2012 será executada a quarta experiência. Com a cooperação da Ucrânia, o Brasil irá lançar um foguete Ucraniano chamado Ciclone 4. O lançamento será através da base de Alcântara, no Maranhão, que é a melhor posicionada do mundo, pois fica muito próximo à linha do Equador, o que proporciona o aproveitamento da velocidade de rotação da Terra. E, principalmente, a base fica de frente para o mar, o que oferece mais segurança ao procedimento, pois o foguete não passa por cima de áreas habitadas.
“Em 2012, será a quarta tentativa de lançamento. A torre de lançamento foi reformulada, e está apta a receber não só o nosso foguete VLS, mas os foguetes futuros e com uma solução que não é completamente nacional, mas uma excelente oportunidade de negócio”, diz Carvalho.
Desde 1988, o Brasil também tem uma cooperação com a China. A partir dessa colaboração já foram lançados três satélites de observação. São satélites de grande porte com tecnologia avançada. Mais dois satélites ainda serão lançados em 2012 e 2014.
Incentivo aos jovens
A Agência Especial Brasileira criou, em 2003, o Programa AEB Escola com o objetivo de atuar como instrumento gerador de iniciativas de divulgação do programa espacial brasileiro e colaborar para a formação de pesquisadores, técnicos e empreendedores para a área. O projeto é direcionado às escolas do Ensino Fundamental e Médio de todo o Brasil.
De acordo com o diretor de Política e Investimento Estratégico da AEB, é importante ter ações voltadas para a juventude. “Nós queremos que a juventude se empolgue, comece a sonhar também com o programa espacial. Mostrar que o Brasil tem capacidade, engenhosidade e bastante criatividade”, diz Carvalho.
Para auxiliar os professores na elaboração de metodologias, a AEB oferece cursos, palestras e oficinas sobre os temas do programa. Conforme Carvalho, por meio da integração entre a comunidade escolar e as ações brasileiras no campo espacial, a AEB pretende fortalecer uma cultura do saber que possibilite ao País responder à sua capacidade de modificar, para melhor, a própria realidade.
No nível universitário a AEB também possui dois programas, o Microgravidade e Uniespaço. Esses projetos têm como objetivo integrar o ensino superior à realização de pesquisas para o desenvolvimento de núcleos especializados capazes de executar projetos na área espacial. “É importante ressaltar também que o ITA começou o curso de graduação de engenharia espacial”, conclui o diretor.
Fonte: Secom, via AEB.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Uniespaço: AEB divulga projetos selecionados
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A Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou ontem (09), em seu web-site, a listagem final dos projetos selecionados no Programa Uniespaço, no Anúncio de Oportunidades de 2009. Foram ao todo 33 iniciativas de dezenas de universidades (USP, ITA, UnB, PUC e várias federais, entre outras), e alguns de estudos de pesquisa como o Instituto de Estudos Avançados (IEAv), ligado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
Os projetos são os mais diversos, cobrindo desde tecnologias de satélites, sistemas embarcados e de controle, a até tecnologias em propulsão. Para acessar a lista e ler a relação completa das iniciativas selecionadas, cliquem aqui (arquivo em PDF).
O Programa Uniespaço, coordenado pela AEB, tem como principal objetivo estimular a formação e aperfeiçoamento de núcleos de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias espaciais, nas universidades.
Atualização, 10/02, às 14h24: a AEB liberou um press release sobre a divulgação dos selecionados. De acordo com o texto, dos 59 projetos inscritos, apenas 33 foram selecionados, aos quais serão destinados R$ 3 milhões. Dentro da temática “Veículos Espaciais”, foram aprovados 17 projetos. Sete são sobre “Controle Embarcado de Satélites Artificiais”, três sobre “Sensoriamento Remoto”, e seis sobre “Materiais”. As instituições que mais tiveram projetos aprovados foram o ITA e o IEAv.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
GPS para foguetes de sondagem
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UFRN desenvolve GPS exclusivo para foguetes
21/10/2009
Uma parceria entre o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) poderá garantir melhor desempenho nos lançamentos de foguetes. O receptor de GPS, projetado pelo professor Francisco Mota, do Departamento de Engenharia da Computação e Automação da UFRN, substitui as plataformas inerciais, que têm a função de informar a posição e a velocidade dos foguetes.
Patrocinado em 2004 pelo programa Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira (AEB), este GPS – específico para artefatos espaciais – leva vantagem pelo baixo custo e pela alta precisão. “O uso do GPS é uma tendência mundial e por restrições de outros países não tínhamos acesso a essa tecnologia”, comenta Mota. O GPS da UFRN custa apenas 10% do valor de um equipamento, caso fosse comprado no exterior.
O professor estuda a possibilidade de incorporar este novo sistema nos futuros lançamentos dos foguetes de treinamento – o segundo lançamento está previsto para hoje (21) às 17 horas no CLBI. “Os FTBs são mais freqüentes, com condições mais dinâmicas e severas, e o GPS seria um componente perfeito”, diz o professor da UFRN.
O primeiro protótipo do GPS foi embarcado, em dezembro de 2007, no VS-30 durante a operação Angicos. Além da possibilidade do dispositivo ser utilizados nos FTBs, o GPS, com software nacional, deve ser embarcado no lançamento do VSB 30.
Na tarde de ontem, o primeiro FTB foi lançado, com sucesso, da plataforma do CLBI. O foguete atingiu o seu apogeu com 32 quilômetros de altitude, a uma velocidade de 4.200 km/h (quatro vezes a velocidade do som), caindo a 16 km da costa.
Conforme o chefe da Divisão de Operações, tenente coronel aviador Ricardo Rangel, a operação também visa certificar foguetes instrumentados para o aprimoramento, além da manutenção da capacidade operacional do Centro e do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. Nesta quarta-feira (21), às 17 horas, está previsto o lançamento do segundo do FTB, fabricado pela empresa brasileira Avibras.
A operação Fogtrein 2, além dos efetivos do CLBI e do CLA, conta ainda com a participação da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) e do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).
Fonte: AEB, via comunicação social do CLBI
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Uniespaço: Anúncio de Oportunidades 2009
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No início da semana, a Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou o "Anúncio de Oportunidades 2009" do Programa Uniespaço, iniciativa que tem como objetivo integrar o setor acadêmico universitário no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos de interesse para a área espacial. Para acessar o documento, clique aqui.
Nesta edição, serão disponibilizados R$ 3 milhões para serem usados ao longo de dois anos. Segundo divulgou a AEB em nota. A Agência espera receber propostas de projetos de pesquisa e/ou desenvolvimento tecnológico na áre espacial dentro dos seguintes temas: atuadores e sensores para controle de atitude de satélites artificiais; ciclo de vida em órbita de satélites artificiais; controle embarcado de satélites artificiais; materiais; radar de abertura sintética para aplicações espaciais; sensoriamento remoto; software livre para análise de missões de satélites (desktop e/ou web); e veículos espaciais. Os interessados têm até o dia 10 de setembro para o envio de propostas.
Várias instituições já desenvolveram projetos dentro do Programa Uniespaço, como a PUC/RS, o ITA, a UnB, a UFRJ, a UFPR, a USP, a UFRN, UFMG, entre outras. De acordo com informações da AEB, desde 2004, quando o programa foi reestruturado, 32 projetos foram contemplados com recursos do programa.
O Uniespaço não é o único programa de fomento voltado à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) para o setor espacial brasileiro. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia também tem exercido esta função através de um programa de concessão de subvenção econômica de (recursos não-reembolsáveis). Outro fomentador é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que eventualmente apoia projetos aeroespaciais através do Programa Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE).
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No início da semana, a Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou o "Anúncio de Oportunidades 2009" do Programa Uniespaço, iniciativa que tem como objetivo integrar o setor acadêmico universitário no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos de interesse para a área espacial. Para acessar o documento, clique aqui.
Nesta edição, serão disponibilizados R$ 3 milhões para serem usados ao longo de dois anos. Segundo divulgou a AEB em nota. A Agência espera receber propostas de projetos de pesquisa e/ou desenvolvimento tecnológico na áre espacial dentro dos seguintes temas: atuadores e sensores para controle de atitude de satélites artificiais; ciclo de vida em órbita de satélites artificiais; controle embarcado de satélites artificiais; materiais; radar de abertura sintética para aplicações espaciais; sensoriamento remoto; software livre para análise de missões de satélites (desktop e/ou web); e veículos espaciais. Os interessados têm até o dia 10 de setembro para o envio de propostas.
Várias instituições já desenvolveram projetos dentro do Programa Uniespaço, como a PUC/RS, o ITA, a UnB, a UFRJ, a UFPR, a USP, a UFRN, UFMG, entre outras. De acordo com informações da AEB, desde 2004, quando o programa foi reestruturado, 32 projetos foram contemplados com recursos do programa.
O Uniespaço não é o único programa de fomento voltado à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) para o setor espacial brasileiro. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia também tem exercido esta função através de um programa de concessão de subvenção econômica de (recursos não-reembolsáveis). Outro fomentador é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que eventualmente apoia projetos aeroespaciais através do Programa Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE).
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Nova regulamentação do Programa UNIESPAÇO
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Foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (14), a Portaria nº 119, editada pela Agência Espacial Brasileira (AEB), aprovando as bases operacionais do Programa UNIESPAÇO (objetivos, metas, estruturas de gestão, etc.).
O objetivo do programa, como é descrito na própria portaria, é "formar, tornar operacional e aperfeiçoar uma base de pesquisa e desenvolvimento, composto por núcleos especializados, sediados em universidades ou em instituições congêneres, capazes de realizar estudos, pesquisas e desenvolvimentos tecnológicos de interesse do Programa Espacial Brasileiro - PEB."
Periodicamente, o Programa lança anúncios de oportunidades (editais) definindo temas e condições para que as instituições interessadas possam inscrever seus projetos, e, uma vez selecionadas, receber recursos financeiros não-reembolsáveis.
Dentre os vários projetos já apoiados pela a UNIESPAÇO, estão o foguete híbrido da Universidade de Brasília (UnB), receptores GPS da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), de materiais compósitos, entre outros.
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Foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (14), a Portaria nº 119, editada pela Agência Espacial Brasileira (AEB), aprovando as bases operacionais do Programa UNIESPAÇO (objetivos, metas, estruturas de gestão, etc.).
O objetivo do programa, como é descrito na própria portaria, é "formar, tornar operacional e aperfeiçoar uma base de pesquisa e desenvolvimento, composto por núcleos especializados, sediados em universidades ou em instituições congêneres, capazes de realizar estudos, pesquisas e desenvolvimentos tecnológicos de interesse do Programa Espacial Brasileiro - PEB."
Periodicamente, o Programa lança anúncios de oportunidades (editais) definindo temas e condições para que as instituições interessadas possam inscrever seus projetos, e, uma vez selecionadas, receber recursos financeiros não-reembolsáveis.
Dentre os vários projetos já apoiados pela a UNIESPAÇO, estão o foguete híbrido da Universidade de Brasília (UnB), receptores GPS da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), de materiais compósitos, entre outros.
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domingo, 28 de junho de 2009
Santos Dumont 2: o foguete da UnB
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Foguete brasileiro
Aparelho feito por universitários da UNB deve colaborar com a agência espacial do país
Rodolfo Borges
Brasília - Está em fase final de testes um foguete produzido por estudantes da Universidade de Brasília (UnB) que deve ajudar a Agência Espacial Brasileira (AEB) a treinar pessoal e fazer exercícios de logística nos centros de lançamento do país. Fruto da parceria entre a AEB e o Departamento de Engenharia Mecânica da universidade, o foguete Santos Dumont 2 (SD-2) é impulsionado por um motor híbrido (com combustível sólido e líquido), tecnologia pioneira no Brasil e que aumenta a segurança do aparelho. Tudo por apenas R$ 3 mil, um preço irrisório comparado aos milhões de reais necessários para produzir e testar um veículo lançador de satélites no Brasil.
"Não teríamos tempo para desenvolver essa tecnologia", diz José Bezerra Pessoa Filho, chefe da Divisão de Propulsão Espacial do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), que veio de São José dos Campos (SP) a Brasília para acompanhar os testes finais do foguete. Ocupados com projetos do Programa Espacial Brasileiro, os engenheiros da AEB delegaram aos universitários a descoberta de novas tecnologias, através do Programa Uniespaço. "Vamos levantar o programa espacial brasileiro e teremos novidades nos próximos anos", diz o estudante Danilo Sakay, 25, envolvido no projeto desde 2006.
Em teste realizado no mês passado, os alunos da UnB avaliaram pela primeira vez o desempenho do foguete em posição de lançamento. Por volta de 18h do último dia 20, um raio de 20m ao redor do aparelho (preso a uma torre de metal para não decolar) foi esvaziado, para evitar acidentes. Atrás do muro que sustentava a torre, os alunos ligaram o motor, que funcionou por apenas 3s, porque a tampa do reservatório do oxidante (que reage com o combustível) não suportou a pressão e se rompeu.
O professor Carlos Alberto Gurgel Vieira, responsável pelo projeto, explica: "A tampa de vedação explodiu por causa da variação entre a temperatura da parte inferior do foguete (2.500 °C) e do óxido nitroso (-80°C), composto de nitrogênio e oxigênio.Imaginamos que o alumínio ia aguentar, mas teremos que revesti-lo com camada de polímero (material mais resistente a alterações de temperatura) e soldar a tampa. Mas é assim, o ensaio serve para identificar os pepinos. Faz parte do processo", consolava, depois do ensaio, o engenheiro e observador José Bezerra, que disse enxergar muito potencial nos alunos da UnB. Outro contratempo já tinha adiado o teste no dia anterior. Um problema na ignição do aparelho impediu que o motor ligasse.
Projeto - O foguete SD-2 é desenvolvido desde 2005 na UnB. A terceira geração do projeto, chamada "Desenvolvimento de um motor híbrido, com empuxo variável para foguetes de sondagem", recebeu patrocínio de R$ 150 mil da AEB. "A medida em que o projeto for mostrando resultado, eles podem reivindicar mais dinheiro", diz Bezerra.
Caso a eficiência do SD-2 seja comprovada, o foguete será lançado nos próximos meses no Centro de Lançamento Barreira do Inferno, em Parnamirim (RN). "Se o foguete alcançar os planejados 6km de altura na base de Parnamirim, podemos pensar em fazer modelos maiores", planeja Bezerra. Segundo ele, a tecnologia do SD-2 pode ser aproveitada, inclusive, para desenvolver um motor de indução de reentrada, necessário para trazer satélites em órbita de volta ao solo. Depois de finalizado esse modelo do motor híbrido, o projeto continua. A expectativa do professor Gurgel é de que o aparelho alcance 100km de altura em quatro anos.
Fonte: Diário de Pernambuco
Comentário: foguetes do tipo SBAT, fabricados pela Avibrás, são utilizados para qualificação, treinamento de equipes, calibração e testes de equipamentos nos Centros de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), e de Alcântara (CLA). Pelo teor da reportagem, o SD-2 pode acabar sendo usado para as mesmas funções que o SBAT.
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Foguete brasileiro
Aparelho feito por universitários da UNB deve colaborar com a agência espacial do país
Rodolfo Borges
Brasília - Está em fase final de testes um foguete produzido por estudantes da Universidade de Brasília (UnB) que deve ajudar a Agência Espacial Brasileira (AEB) a treinar pessoal e fazer exercícios de logística nos centros de lançamento do país. Fruto da parceria entre a AEB e o Departamento de Engenharia Mecânica da universidade, o foguete Santos Dumont 2 (SD-2) é impulsionado por um motor híbrido (com combustível sólido e líquido), tecnologia pioneira no Brasil e que aumenta a segurança do aparelho. Tudo por apenas R$ 3 mil, um preço irrisório comparado aos milhões de reais necessários para produzir e testar um veículo lançador de satélites no Brasil.
"Não teríamos tempo para desenvolver essa tecnologia", diz José Bezerra Pessoa Filho, chefe da Divisão de Propulsão Espacial do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), que veio de São José dos Campos (SP) a Brasília para acompanhar os testes finais do foguete. Ocupados com projetos do Programa Espacial Brasileiro, os engenheiros da AEB delegaram aos universitários a descoberta de novas tecnologias, através do Programa Uniespaço. "Vamos levantar o programa espacial brasileiro e teremos novidades nos próximos anos", diz o estudante Danilo Sakay, 25, envolvido no projeto desde 2006.
Em teste realizado no mês passado, os alunos da UnB avaliaram pela primeira vez o desempenho do foguete em posição de lançamento. Por volta de 18h do último dia 20, um raio de 20m ao redor do aparelho (preso a uma torre de metal para não decolar) foi esvaziado, para evitar acidentes. Atrás do muro que sustentava a torre, os alunos ligaram o motor, que funcionou por apenas 3s, porque a tampa do reservatório do oxidante (que reage com o combustível) não suportou a pressão e se rompeu.
O professor Carlos Alberto Gurgel Vieira, responsável pelo projeto, explica: "A tampa de vedação explodiu por causa da variação entre a temperatura da parte inferior do foguete (2.500 °C) e do óxido nitroso (-80°C), composto de nitrogênio e oxigênio.Imaginamos que o alumínio ia aguentar, mas teremos que revesti-lo com camada de polímero (material mais resistente a alterações de temperatura) e soldar a tampa. Mas é assim, o ensaio serve para identificar os pepinos. Faz parte do processo", consolava, depois do ensaio, o engenheiro e observador José Bezerra, que disse enxergar muito potencial nos alunos da UnB. Outro contratempo já tinha adiado o teste no dia anterior. Um problema na ignição do aparelho impediu que o motor ligasse.
Projeto - O foguete SD-2 é desenvolvido desde 2005 na UnB. A terceira geração do projeto, chamada "Desenvolvimento de um motor híbrido, com empuxo variável para foguetes de sondagem", recebeu patrocínio de R$ 150 mil da AEB. "A medida em que o projeto for mostrando resultado, eles podem reivindicar mais dinheiro", diz Bezerra.
Caso a eficiência do SD-2 seja comprovada, o foguete será lançado nos próximos meses no Centro de Lançamento Barreira do Inferno, em Parnamirim (RN). "Se o foguete alcançar os planejados 6km de altura na base de Parnamirim, podemos pensar em fazer modelos maiores", planeja Bezerra. Segundo ele, a tecnologia do SD-2 pode ser aproveitada, inclusive, para desenvolver um motor de indução de reentrada, necessário para trazer satélites em órbita de volta ao solo. Depois de finalizado esse modelo do motor híbrido, o projeto continua. A expectativa do professor Gurgel é de que o aparelho alcance 100km de altura em quatro anos.
Fonte: Diário de Pernambuco
Comentário: foguetes do tipo SBAT, fabricados pela Avibrás, são utilizados para qualificação, treinamento de equipes, calibração e testes de equipamentos nos Centros de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), e de Alcântara (CLA). Pelo teor da reportagem, o SD-2 pode acabar sendo usado para as mesmas funções que o SBAT.
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Foguete híbrido da UnB
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Foguete da UnB explode
20/02/2009
Camila Rabelo e Daiane Souza
Da Secretaria de Comunicação da UnB
O teste do foguete de propulsão híbrida da Universidade de Brasília terminou com uma explosão às 18h16 da tarde de sexta-feira, 20 de fevereiro, no gramado do Centro Olímpico da instituição. O motivo do acidente foi a ruptura da tampa do tanque do oxidante. Apesar do estouro e da grande cortina de fumaça - a poeira atingiu raio de 40 metros, aproximadamente -, ninguém se machucou e a explosão não comprometeu os resultados finais do experimento.
“Em quatro segundos, o foguete alcançou força de 1.000 newtons, dentro da faixa estimada. Foi muito positivo. Agora, vamos verificar a vedação do tanque do oxidante e desmontar o motor para fazer um diagnóstico”, esclarece o professor da Engenharia Mecânica da UnB e responsável pelo projeto de pesquisa, Carlos Alberto Gurgel.
De acordo com o professor, o acidente não prejudicará o lançamento do foguete, agendado para abril de 2009, no centro da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte. Ele será o primeiro foguete brasileiro de propulsão híbrida, que mistura combustíveis sólido e líquido. A tecnologia é inédita no Brasil e permite maior controle da combustão, além de ser mais barata. O país domina a propulsão química, de combustíveis sólidos.
O teste realizado serve para avaliar a força que o foguete consegue gerar para o cálculo da sua trajetória. A expectativa é que ele consiga atingir altitude de 6 km e alcance de 15 km. Ainda serão feitas outras simulações antes de levar o veículo para o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno.
A UnB desenvolve a tecnologia desde 2002. Dois anos depois, o projeto passou a integrar o Programa Uniespaço da Agência Espacial Brasileira. O foguete passa por testes há cinco anos, nos dois últimos houve problemas técnicos.
Fonte: UnB Agência
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Foguete da UnB explode
20/02/2009
Camila Rabelo e Daiane Souza
Da Secretaria de Comunicação da UnB
O teste do foguete de propulsão híbrida da Universidade de Brasília terminou com uma explosão às 18h16 da tarde de sexta-feira, 20 de fevereiro, no gramado do Centro Olímpico da instituição. O motivo do acidente foi a ruptura da tampa do tanque do oxidante. Apesar do estouro e da grande cortina de fumaça - a poeira atingiu raio de 40 metros, aproximadamente -, ninguém se machucou e a explosão não comprometeu os resultados finais do experimento.
“Em quatro segundos, o foguete alcançou força de 1.000 newtons, dentro da faixa estimada. Foi muito positivo. Agora, vamos verificar a vedação do tanque do oxidante e desmontar o motor para fazer um diagnóstico”, esclarece o professor da Engenharia Mecânica da UnB e responsável pelo projeto de pesquisa, Carlos Alberto Gurgel.
De acordo com o professor, o acidente não prejudicará o lançamento do foguete, agendado para abril de 2009, no centro da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte. Ele será o primeiro foguete brasileiro de propulsão híbrida, que mistura combustíveis sólido e líquido. A tecnologia é inédita no Brasil e permite maior controle da combustão, além de ser mais barata. O país domina a propulsão química, de combustíveis sólidos.
O teste realizado serve para avaliar a força que o foguete consegue gerar para o cálculo da sua trajetória. A expectativa é que ele consiga atingir altitude de 6 km e alcance de 15 km. Ainda serão feitas outras simulações antes de levar o veículo para o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno.
A UnB desenvolve a tecnologia desde 2002. Dois anos depois, o projeto passou a integrar o Programa Uniespaço da Agência Espacial Brasileira. O foguete passa por testes há cinco anos, nos dois últimos houve problemas técnicos.
Fonte: UnB Agência
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Teste de motor de foguete da UnB
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Foguete desenvolvido na UnB fará teste de motor
18/02/2009 09:14:00
Será realizado, hoje, 18 de fevereiro, às 15h30, na Universidade de Brasília (UnB), o último teste do motor do foguete desenvolvido pelo professor Carlos Alberto Gurgel Vieira, do departamento de Engenharia Mecânica da UnB. O projeto “Desenvolvimento de um Motor Híbrido, com empuxo variável para foguetes de sondagem” faz parte do Programa Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira (AEB).
O teste do foguete que mede 1,80m será feito no Centro Olímpico da UnB. O ensaio será estático e registrará o desempenho e a potência propulsiva do motor. O objetivo, segundo o professor Gurgel, “é comprovar a viabilidade de tecnologia de combustível híbrido”, ou seja, quando se usam dois tipos de combustível: o líquido e o sólido. No foguete, batizado de Santos Dumont (SD-2), nome dado em homenagem ao aviador, serão usados 10kg de óxido nitroso (líquido) e 1kg de parafina (sólido).
Para avaliar o ensaio, estarão presentes o chefe de divisão e o tecnologista da divisão de propulsão espacial do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), José Bezerra Pessoa Filho e Renato Nunes.
O Programa Uniespaço
O Programa Uniespaço foi criado pela Agência Espacial Brasileira (AEB), em 1997. Seu objetivo é integrar o setor universitário à realização do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) para atender à demanda tecnológica do setor, no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos. A idéia é formar uma base sólida de pesquisa e desenvolvimento composta por núcleos especializados capazes de executar projetos na área espacial.
São objetivos do Programa estimular e ampliar a participação de universidades e outras instituições de pesquisa no PNAE; promover projetos de pesquisas a partir de temas selecionados pelo programa, gerando produtos tangíveis e não-tangíveis podendo incluir o desenvolvimento de protótipos; aprimorar núcleos de pesquisa e desenvolvimento, capacitando-os a executar projetos de maior vulto e complexidade.
Fonte: AEB
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Foguete desenvolvido na UnB fará teste de motor
18/02/2009 09:14:00
Será realizado, hoje, 18 de fevereiro, às 15h30, na Universidade de Brasília (UnB), o último teste do motor do foguete desenvolvido pelo professor Carlos Alberto Gurgel Vieira, do departamento de Engenharia Mecânica da UnB. O projeto “Desenvolvimento de um Motor Híbrido, com empuxo variável para foguetes de sondagem” faz parte do Programa Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira (AEB).
O teste do foguete que mede 1,80m será feito no Centro Olímpico da UnB. O ensaio será estático e registrará o desempenho e a potência propulsiva do motor. O objetivo, segundo o professor Gurgel, “é comprovar a viabilidade de tecnologia de combustível híbrido”, ou seja, quando se usam dois tipos de combustível: o líquido e o sólido. No foguete, batizado de Santos Dumont (SD-2), nome dado em homenagem ao aviador, serão usados 10kg de óxido nitroso (líquido) e 1kg de parafina (sólido).
Para avaliar o ensaio, estarão presentes o chefe de divisão e o tecnologista da divisão de propulsão espacial do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), José Bezerra Pessoa Filho e Renato Nunes.
O Programa Uniespaço
O Programa Uniespaço foi criado pela Agência Espacial Brasileira (AEB), em 1997. Seu objetivo é integrar o setor universitário à realização do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) para atender à demanda tecnológica do setor, no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos. A idéia é formar uma base sólida de pesquisa e desenvolvimento composta por núcleos especializados capazes de executar projetos na área espacial.
São objetivos do Programa estimular e ampliar a participação de universidades e outras instituições de pesquisa no PNAE; promover projetos de pesquisas a partir de temas selecionados pelo programa, gerando produtos tangíveis e não-tangíveis podendo incluir o desenvolvimento de protótipos; aprimorar núcleos de pesquisa e desenvolvimento, capacitando-os a executar projetos de maior vulto e complexidade.
Fonte: AEB
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terça-feira, 17 de junho de 2008
Programa Uniespaço
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Apresentados novos projetos no III Seminário Uniespaço
16/06/2008 14:26:49
A Agência Espacial Brasileira (AEB) promoveu, nos dias 12 e 13 de junho, em São José dos Campos (SP), o III Seminário Programa Uniespaço. Durante o evento foram apresentados projetos para a área espacial desenvolvidos por várias universidades brasileiras.
Professor e coordenador de um grupo de pesquisas da Universidade de Brasília, Carlos Gurgel Veras expôs o Desenvolvimento de um Motor Híbrido, com Empuxo Variável, para foguetes de sondagem; Marcelo Tosin, da Universidade Estadual de Londrina, juntamente com seus colaboradores, pretende desenvolver um Determinador de Atitude de Satélites. Pedro Teixeira Lacava do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), desenvolverá o projeto sobre Controle de Instabilidade de Combustão em Motores Foguete a Propelente Líquido.
Representantes de outras instituições como Universidade Federal de Ouro Preto, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal do Paraná e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, também, participaram do seminário.
O evento faz parte do Programa Uniespaço que tem como principal objetivo estimular a formação e aperfeiçoamento de núcleos de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias espaciais, nas universidades.
Com esse propósito, o Programa lança, periodicamente, anúncios de oportunidades (editais) definindo temas e condições para que as instituições interessadas possam inscrever seus projetos. Cada proposta é, então, avaliada por uma comissão - formada por um integrante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um representante da Academia Brasileira de Ciências, o Comando Geral de Tecnologia Aéro-espacial (CTA), destaca alguém do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) - que fará uma análise técnico-científica de todas as propostas recebidas.
O processo de seleção passa por duas etapas, uma eliminatória e outra classificatória. A execução das propostas é acompanhada por assessores técnicos. Anualmente é realizado um encontro entre os membros da Comissão de Coordenação, Gerência de Programa, Gerentes de Projetos para avaliação de resultados alcançados. Fonte: AEB
Comentários: o Uniespaço não é o único programa de fomento voltado à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) para o setor espacial brasileiro. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia também tem exercido esta função através de um programa de concessão de subvenção econômica de (recursos não-reembolsáveis). Em 2006, foram selecionados vários projetos de P&D relacionados à cadeia aeroespacial, como o desenvolvimento de uma câmera espacial de imageamento para a região amazônica, computadores de bordo para satélites, softwares embarcados, motores de propulsão líquida, e outros. A FINEP lançou este ano um novo edital para a seleção de projetos de inovação, devendo destinar até R$ 80 milhões para programas estratégicos, como projetos de posicionamento georeferenciado, navegação, controle e guiamento, incluindo simuladores; e propulsão de artefatos, entre outros. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) também tem apoiado projetos aeroespaciais, através do Programa Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE). Um dos exemplos bem-sucedidos deste apoio envolveu a Orbital Engenharia, que desenvolve e produz painéis solares para satélites como o CBERS e futuramente para a Plataforma Multi-Missão.
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Apresentados novos projetos no III Seminário Uniespaço
16/06/2008 14:26:49
A Agência Espacial Brasileira (AEB) promoveu, nos dias 12 e 13 de junho, em São José dos Campos (SP), o III Seminário Programa Uniespaço. Durante o evento foram apresentados projetos para a área espacial desenvolvidos por várias universidades brasileiras.
Professor e coordenador de um grupo de pesquisas da Universidade de Brasília, Carlos Gurgel Veras expôs o Desenvolvimento de um Motor Híbrido, com Empuxo Variável, para foguetes de sondagem; Marcelo Tosin, da Universidade Estadual de Londrina, juntamente com seus colaboradores, pretende desenvolver um Determinador de Atitude de Satélites. Pedro Teixeira Lacava do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), desenvolverá o projeto sobre Controle de Instabilidade de Combustão em Motores Foguete a Propelente Líquido.
Representantes de outras instituições como Universidade Federal de Ouro Preto, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal do Paraná e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, também, participaram do seminário.
O evento faz parte do Programa Uniespaço que tem como principal objetivo estimular a formação e aperfeiçoamento de núcleos de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias espaciais, nas universidades.
Com esse propósito, o Programa lança, periodicamente, anúncios de oportunidades (editais) definindo temas e condições para que as instituições interessadas possam inscrever seus projetos. Cada proposta é, então, avaliada por uma comissão - formada por um integrante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um representante da Academia Brasileira de Ciências, o Comando Geral de Tecnologia Aéro-espacial (CTA), destaca alguém do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) - que fará uma análise técnico-científica de todas as propostas recebidas.
O processo de seleção passa por duas etapas, uma eliminatória e outra classificatória. A execução das propostas é acompanhada por assessores técnicos. Anualmente é realizado um encontro entre os membros da Comissão de Coordenação, Gerência de Programa, Gerentes de Projetos para avaliação de resultados alcançados. Fonte: AEB
Comentários: o Uniespaço não é o único programa de fomento voltado à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) para o setor espacial brasileiro. A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia também tem exercido esta função através de um programa de concessão de subvenção econômica de (recursos não-reembolsáveis). Em 2006, foram selecionados vários projetos de P&D relacionados à cadeia aeroespacial, como o desenvolvimento de uma câmera espacial de imageamento para a região amazônica, computadores de bordo para satélites, softwares embarcados, motores de propulsão líquida, e outros. A FINEP lançou este ano um novo edital para a seleção de projetos de inovação, devendo destinar até R$ 80 milhões para programas estratégicos, como projetos de posicionamento georeferenciado, navegação, controle e guiamento, incluindo simuladores; e propulsão de artefatos, entre outros. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) também tem apoiado projetos aeroespaciais, através do Programa Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE). Um dos exemplos bem-sucedidos deste apoio envolveu a Orbital Engenharia, que desenvolve e produz painéis solares para satélites como o CBERS e futuramente para a Plataforma Multi-Missão.
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