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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

ACS assina contrato de lançamento

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No último dia 27 de janeiro, a binacional ucraniano-brasileira Alcântara Cyclone Space (ACS) assinou com o Von Karman Institute (VKI), da Bélgica, um contrato de serviço e lançamento para o projeto de nanossatélites QB50, iniciativa cofinanciada pela Comissão Europeia. A cerimônia de assinatura contou com as presenças do diretor-geral da ACS, Oleksandr Serdyuk, e Jean Mylaert, diretor do VKI (foto abaixo).

O projeto QB50 compreende a colocação em órbita de uma combinação de 50 cubesats (dos tipos 2U e 3U) para missões de ciência atmosférica e demonstração de tecnologias espaciais. A missão será conduzida por um consórcio de parceiros internacionais, sendo que o lançamento é planejado para 2016.

O Brasil participa da missão QB50 por meio da construção de um nanossatélite, o 14-BISat, a cargo do Centro de Referência em Sistemas Embarcados e Aeroespaciais (CRSEA), do Instituto Federal Fluminense (IFF). Deverá também contribuir com uma rede de estações terrestres (veja a postagem "Projeto QB50 e satélite 14-BISat", de maio de 2013).

Em novembro de 2013, em entrevista concedida ao blog Panorama Espacial, José Raimundo Coelho, presidente da Agência Espacial Brasileira, já havia falado sobre o interesse do QB50 na capacidade de injeção múltipla de cargas úteis do Cyclone 4, lançador que será operado pela ACS.

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domingo, 31 de julho de 2011

A entrada da Bélgica no mercado espacial

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A Bélgica pode se tornar o mais novo país a exportar satélites de observação terrestre. Em 27 de julho, uma proposta feita por indústrias espaciais belgas foi comissionada pelo governo do Vietnã para o fornecimento de um microssatélite de observação terrestre, dentro do programa VNREDSat (Vietnam Natural Resources Environment and Disaster monitoring small Satellite).

Estudos de viabilidade para o projeto final da carga útil ótica foram iniciados e devem ser concluídos até outubro. O contrato de construção será assinado em março de 2012, por ocasião de uma missão econômica da Bélgica no Vietnã. A expectativa é que o modelo seja lançado em 2016, sendo que este será o segundo microssatélite de observação do Vietnã. Em 2010, o país asiático também adquiriu um satélite da EADS Astrium, baseado na plataforma Myriade (a mesma adotada pelo chileno SSOT), e que está atualmente em construção em Toulouse, com previsão de lançamento em 2013 ou 2014.

Segundo informações da imprensa europeia, indústrias da Bélgica recentemente fizeram propostas equivalentes de satélites de sensoriamento remoto para países no continente africano e na América Latina. Em outubro de 2009, a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Centro Espacial de Liège assinaram um acordo de cooperação no campo espacial, compreendendo diversas áreas, dentre as quais observação terrestre, cargas úteis e satélites. No final de junho, a AEB divulgou notícia sobre planos de uma visita dea delegação de empresários da indústria espacial brasileira a empresas espaciais belgas, e também para a formação de recursos humanos especializados, em universidades da Bélgica, nas áreas de engenharia e aplicações espaciais.

Satélites PROBA

O modelo selecionado pelo Vietnã será baseado numa família já madura de satélites desenhados pela indústria belga. Desde o final da década de noventa, o governo da Bélgica tem apoiado o desenvolvimento do PROBA (Project for OnBoard Autonomy), projeto de família de microssatélites que envolve a participação de várias indústrias e entidades do país, como a QinetiQ Space, que atua como prime-contractor, e a Spacebel (software e segmento terrestre). O primeiro modelo PROBA, de sensoriamento remoto ótico, foi colocado em órbita em outubro de 2001, e continua em operação. Em 2009, foi lançado um segundo satélite baseado na plataforma, para missões científicas, dedicado a observações sobre os efeitos do Sol na Terra. Um terceiro modelo, chamado PROBA-V, também para observação terrestre, está em construção e deve ser lançado entre 2012 e 2013.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Cooperação Brasil - Bélgica

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Delegação de indústria espacial brasileira pode visitar a Bélgica em setembro

30-06-2011

O embaixador da Bélgica, Claude Misson foi recebido na sede da Agência Espacial Brasileira (AEB), hoje (30), pelo presidente, Marco Antonio Raupp, e o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, José Monserrat Filho para estudar formas de incrementar a cooperação espacial entre os dois países. Ao término do encontro foram tomadas duas decisões. A primeira é tentar organizar a visita de uma delegação de empresários da indústria espacial do Brasil às empresas espaciais belgas. A outra é promover a formação de recursos humanos especializados, em universidades da Bélgica, nas áreas de engenharia e aplicações espaciais.

Se a viagem se concretizar, o grupo será chefiado por Raupp e fará contato com diversos atores da indústria espacial belga, hoje composta por mais de 40 grandes empresas no setor, para possíveis acordos comerciais e de cooperação.

Visita Presidencial

A comitiva brasileira precederá a visita da presidenta Dilma, que no dia quatro de outubro participará da Europália, maior festival cultural da Bélgica, realizado a cada dois anos, que terá o Brasil como tema nesta edição. O evento será sediado na cidade de Bruxelas e ocorrerá entre outubro de 2011 a janeiro de 2012.

Para Monserrat, a ida da presidenta àquele país, dias após a visita do grupo de empresários brasileiros é muito importante porque pode gerar negócios e acordos entre empresas dos dois países.

Especialização na Bélgica

A capacitação profissional foi um dos temas abordados no encontro. A possibilidade da abertura de vagas para mestrado e doutorado na área espacial foi discutida. Segundo Monserrat, esse interesse pela troca de conhecimento, já acordado ano passado e reafirmado pelo embaixador Claude Misson, será fundamental para o Programa Espacial Brasileiro. “Atualmente, o setor espacial sente a falta de profissionais qualificados. Iniciativas como essas podem ajudar a desobstruir este gargalo”, diz Monserrat. Segundo ele, a reunião veio em boa hora. “A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) irão oferecer por meio do programa “Brasil sem Fronteira”, 75 mil bolsas para estudos no exterior até 2012. A área espacial pode se beneficiar desses acordos”.

No ano passado, brasileiros e belgas assinaram dois acordos bilaterais de cooperação internacional. Um contempla as áreas de espaço, de microeletrônica, de nanotecnologia; de biotecnologia, de energia nuclear e de ciências humanas e sociais. O outro visa o intercâmbio acadêmico e científico entre os dois países.

Fonte: AEB

Comentários: em outubro de 2009, a AEB e o Centro Espacial de Liège, na Bélgica, assinaram um programa de cooperação no setor espacial, compreendendo as áreas de educação - principalmente no âmbito das ciências e técnicas espaciais-; técnicas de observação da Terra; concepção de instrumentos espaciais; testes de instrumentos, cargas úteis e satélites; nanossatélites com participação de estudantes; técnicas ópticas e tecnologias específicas ligadas ao setor espacial. O Centro Espacial de Liège (Centre Spatial de Liège - CSL) é um instituto de pesquisa e testes belga especializado em aplicações e cargas úteis relacionadas a instrumentos óticos, detectores, metrologia e equipamentos para testes. O CSL está envolvido em grandes projetos, como o do telescópio JWST (futuro substituto do famoso telescópio espacial Hubble, da NASA), além de outras iniciativas e missões da Agência Espacial Europeia.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cooperação Brasil - Bélgica

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Empresas aeroespaciais belgas e brasileiras reúnem-se no INPE

26/02/2010

A Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) realizam no dia 1º de março (segunda-feira), em São José dos Campos, o Encontro de Empresas do Setor Aeroespacial Brasil-Bélgica. O objetivo é promover uma aproximação de empresas dos dois países que atuam na área e divulgar o Programa Espacial Brasileiro, visando a identificação de oportunidades empresariais de interesse mútuo, assim como o fortalecimento do setor.

O encontro contará com a participação de representantes de 12 empresas brasileiras e 10 empresas belgas. Cada empresa fará uma breve apresentação de suas atividades. Nos dias 2 e 3 de março, serão realizadas visitas individuais às empresas, organizadas pela Embaixada da Bélgica no Brasil.

Fonte: INPE. Colaborou Ildefonso.

Comentário: em outubro de 2009, a AEB e o Centro Espacial de Liège, na Bélgica, assinaram um programa de cooperação no setor espacial, compreendendo as áreas de educação - principalmente no âmbito das ciências e técnicas espaciais-; técnicas de observação da Terra; concepção de instrumentos espaciais; testes de instrumentos, cargas úteis e satélites; nanossatélites com participação de estudantes; técnicas ópticas e tecnologias específicas ligadas ao setor espacial.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Cooperação Brasil - Bélgica

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Presidente da AEB assina Programa de Cooperação na Área Espacial na Bélgica

06-10-2009

O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Ganem, assinou, nesta terça-feira (6), o Programa de Cooperação na Área Espacial entre a AEB e o Centro Espacial de Liège, na Bélgica. Composto por nove artigos, o acordo foi assinado, também, pelo diretor-geral do Centro de Liège, Jean-Marc Defise.

O quadro preliminar da cooperação refere-se a área de educação - principalmente no âmbito das ciências e técnicas espaciais-; técnicas de observação da Terra; concepção de instrumentos espaciais; testes de instrumentos, cargas úteis e satélites; nanossatélites com participação de estudantes; técnicas ópticas e tecnologias específicas ligadas ao setor espacial.

Com a assinatura, o Brasil e a Bélgica se comprometeram em buscar os meios técnicos e financeiros adequados para fazer avançar ações de colaboração. Ficou acordado, ainda, que, na medida do possível, será obtida isenção dos direitos e taxas aduaneiras, bem como impostos de importação e exportação dos equipamentos necessários para às atividades de cooperação.

Segundo Ganem, este é o primeiro acordo que o Brasil assina com a Bélgica na área espacial. “A Bélgica, apesar de não produzir satélites e foguetes, é um parceiro importante pela qualidade dos serviços apresentados no âmbito das universidades, óptica e espaço. Além disso, as empresas belgas colaboram com o programa espacial de países como a França e a Argentina”, completa o presidente da AEB.

O Programa de Cooperação na Área Espacial entre a AEB e o Centro Espacial de Liège entrou em vigor na data da assinatura e tem duração inicial de quatro anos. Ele pode ser prorrogado a cada ano.

Fonte: AEB
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domingo, 27 de setembro de 2009

Cooperação Brasil - Bélgica

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Entre os dias 4 e 5 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará visita oficial à Bélgica, acompanhado de importante comitiva do governo e de setores empresariais. Segundo informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, durante a visita serão assinados alguns atos e instrumentos bilaterais, inclusive um na área espacial: um acordo de cooperação entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Centro Espacial de Liège, ligado à Universidade de Liège. O comunicado do Planalto não fornece maiores detalhes sobre a natureza do acordo e os tópicos envolvidos.

O Centro Espacial de Liège (Centre Spatial de Liège - CSL) é um instituto de pesquisa e testes belga especializado em aplicações e cargas úteis relacionadas a instrumentos óticos, detectores, metrologia e equipamentos para testes. O CSL está envolvido em grandes projetos, como o do telescópio JWST (futuro substituto do famoso telescópio espacial Hubble, da NASA), além de outras iniciativas e missões da Agência Espacial Europeia.
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