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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Astronomia: instrumento brasileiro para observatório no Chile

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LNA desenvolve instrumento astronômico para observatório no Chile

23/06/2016

Pesquisadores do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em Itajubá (MG), vão entregar em julho o primeiro espectrógrafo de alta resolução construído no Brasil. Chamado Steles (Soar Telescope Èchelle Spectrograph), o equipamento será instalado no telescópio Soar, no Chile, um consórcio internacional que reúne parceiros brasileiros, norte-americanos e chilenos.

“Esse instrumento pega a luz de uma estrela, de uma galáxia e separa em comprimentos de onda. O diferencial é que ele é capaz de observar numa única imagem desde o ultravioleta até próximo do infravermelho”, explica o diretor do LNA, Bruno Castilho.

Segundo ele, o Steles irá aperfeiçoar as pesquisas astronômicas permitindo uma medida mais acurada da matéria que compõe os objetos celestes. “Dá muita vantagem para os astrônomos que poderão observar vários aspectos do mesmo objeto numa única observação. Ele coletará informações como a temperatura, a gravidade da superfície, a rotação e a composição química das estrelas com uma observação apenas. Poucos instrumentos instalados no mundo são capazes disso.”

O equipamento é composto por mais de cinco mil peças, a maior parte projetada por engenheiros e pesquisadores do LNA. Os investimentos para a conclusão do Steles somam cerca de R$ 2,5 milhões, dos quais R$ 1,3 milhão são do MCTIC, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). O restante dos recursos são da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“O projeto, a construção, a montagem e toda a parte mecânica foram feitos no Brasil. O que não existia no país nós projetamos no LNA e produzimos em fábricas da região. Tentamos nacionalizar ao máximo o projeto, importando poucos componentes, como os elementos ópticos”, informa Castilho.

Para o diretor do LNA, isso comprova a capacidade brasileira em inovar e capacitar pessoas para atuar em ciência, tecnologia e inovação. “A gente conseguiu construir o equipamento. Isso gera uma capacitação que é a gente poder construir instrumentos para o Brasil e até para o mercado internacional. Podemos fabricar no Brasil”, ressalta.

Aparelho de fotografar as cores da luz - A espectroscopia é uma técnica que permite captar a luz do corpo celeste que está sendo observado e separá-la em seus diversos comprimentos de onda. É o efeito similar ao que ocorre com as gotas d’água na nossa atmosfera, que dispersam a luz do sol e a separa em seus diversos comprimentos de onda, resultando em um arco-íris.

O estudo das linhas de absorção da luz permite o cálculo da quantidade de elementos existentes na atmosfera de um corpo celeste, como cálcio ou ferro, por exemplo, além de descobrir sua massa, temperatura, gravidade, raio, e velocidade de rotação.

“Além de mostrar as linhas, o espectro das estrelas com muitos detalhes, o Steles também consegue observar na região do ultravioleta, e com isso a gente pode, por exemplo, observar as linhas de berílio, elemento químico formado no início do universo, durante o Big Bang, daí pode-se determinar a idade das estrelas e encontrar respostas sobre a evolução estelar. O Steles vai suprir essa lacuna para pesquisadores brasileiros e para a comunidade internacional”, prevê Castilho.

Fonte: MCTIC
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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Professor de universidade inglesa visita UnB

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Professor de universidade inglesa visita UnB


Brasília, 25 de agosto de 2015 – O professor Stephen Gabriel, da Universidade de Southhampton, Inglaterra, especialista da área espacial, com vários trabalhos dedicados ao uso da moderna propulsão a plasma está neste mês de agosto na Universidade de Brasília (UnB) participando de cursos, palestras e atividades de pesquisa nos laboratórios da faculdade de Engenharia do Gama (FGA) e do Instituto de Física (IF).

As atividades de Gabriel na UnB são parte de um extenso programa de trabalho, financiado pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Fonte: AEB
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terça-feira, 23 de junho de 2015

Ciência sem Fronteiras: estágios na NASA

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Graduandos e pesquisadores brasileiros poderão estagiar na NASA

Brasília, 23 de junho de 2015 – A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a National Aeronautics and Space Administration (Nasa), a agência espacial dos Estados Unidos, concluíram acordo que permite a estudantes e pós-graduandos brasileiros, das áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, a estagiarem em centros de pesquisa da Nasa.

Os graduandos, principalmente bolsistas de graduação do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) em uma universidade norte-americana, podem investir parte do seu tempo para ampliar os conhecimentos e a prática em questões espaciais.

A própria bolsa do CsF poderá ser usada, parcialmente, para custear o estágio num dos centros da Nasa.

Se você já é, ou virá a ser em breve, bolsista de graduação do Programa Ciência sem Fronteiras do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em uma universidade norte-americana, inscrito em um curso das áreas de engenharia, desenvolvimento tecnológico ou similar, você tem plenas condições para pleitear estágio num instituto da Nasa.

Se você é pós-graduando nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, considere também esta oportunidade. Um estágio na Nasa poderá significar um avanço profissional considerável em sua carreira.

Para saber mais detalhes sobre essa grande possibilidade, entre em contato com a AEB pelo e-mail estagio.nasa@aeb.gov.br

Conversando com o nosso pessoal, você pode tirar todas as suas dúvidas e conhecer direitinho o caminho das pedras para ter o privilégio de pôr os seus pés dentro de um centro de pesquisa e desenvolvimento da Nasa.

Fonte: AEB
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terça-feira, 9 de junho de 2015

Workshop do CNPq sobre Cooperação Brasil - China

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Workshop debate cooperação científica entre Brasil e China

Brasília, 09 de junho de 2015 – Pesquisadores chineses e brasileiros se reúnem hoje (9) e amanhã (10), no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para estabelecer estratégias e linhas de ação, propostas e recomendações nas áreas aeroespacial, de energia, meio ambiente e saúde para a ampliação e fortalecimento da cooperação científica e tecnológica dos projetos entre Brasil e China.

O encontro é um workshop de prospecção visando à definição de linhas temáticas de futuros projetos conjuntos a serem atendidos pelo acordo de cooperação assinado em maio de 2014 entre a National Natural Science Foundation da China (NFSC) e o CNPq.

Os debates serão realizados em sessões temáticas coordenadas por um pesquisador brasileiro e um chinês, representando instituições de pesquisa de ambos os países.

A sessão Aeroespacial será coordenada pelos professores Sergio Frascino Muller de Andrade, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e Cao Dengqing, do Instituto de Tecnologia de Harbin.

Na sessão Energia, estarão os professores João Pinho, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Energias Renováveis e Eficiência Energética da Amazônia (INCT-Ereea) e Li Jiangang, da Academia Chinesa de Ciências (CAS, na sigla em inglês).

Coordenam a mesa de Meio Ambiente os professores Cláudio Oller do INCT de Estudos do Meio Ambiente e Ma Keping, da CAS.

A quarta sessão, sobre Saúde, será coordenada por Edgar Carvalho, do INCT em Doenças Tropicais, e pelo professor Shen Adong, da Universidade de Ciências Médicas da China (Capital Medical University).

O CNPq em cooperação com a China desde 1984, quando firmou acordo com a CAS. Mantém ainda convênio com a Comissão Estatal de Ciência e Tecnologia da China (SSTC). No âmbito do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), o parceiro do governo federal no país asiático é o China Scholarship Council (CSC).

Fonte: CNPq, via AEB.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Cubesats: AESP-14 em órbita

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Cubesat brasileiro lançado com sucesso da Estação Espacial Internacional

Brasília, 5 de fevereiro de 2015 – O cubesat AESP-14, primeiro satélite de pequeno porte totalmente desenvolvido no país, foi lançado hoje (5) com sucesso, às 10h50 (horário de Brasília), a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). No momento do lançamento o laboratório científico estava nas proximidades do continente africano (veja ilustração acima).

A colocação do AESP-14 no espaço foi realizada por meio do dispositivo japonês JEM Small Satellite Orbital Deployer (J-SSOD), um lançador desenvolvido para satélites de pequeno porte.

Com as dimensões de um cubo com 10 centímetros de lado e pesando quase um quilo foi produzido em parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ambos em São José dos Campos (SP). Sua missão é validar subsistemas desenvolvidos por alunos de graduação e pós-graduação do ITA.

Para cumprir a tarefa, 30 minutos após o lançamento foi ativado um modem a bordo, que transmitirá informações de cientistas brasileiros na frequência de rádio amador e os dez primeiros rádio amadores que captarem a transmissão receberão certificado de participação.

O modem tem potência de 500 mW operando na frequência de 437.600 MHz. O cubesat transmitirá informações com uma taxa de 9600 bps padrão G3RUH na modulação GFSK. Para a comunidade radioamadora, receber os frames de telemetria e decodificá-los, o documento básico está disponível no site do projeto AESP-14.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) investiu R$ 250 mil no desenvolvimento do satélite, cabendo ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) o aporte de R$ 150 mil em bolsas para pesquisas. A AEB ainda financiou US$ 555 mil para os lançamentos do AESP-14, do Sistema Espacial para a Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites (Serpens) e do Tancredo-1, este dois últimos programados para lançamento ainda este ano.

Fonte: AEB
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terça-feira, 27 de maio de 2014

Cooperação Brasil - China

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Acordo ampliação pesquisa sino-brasileira no segmento Aeroespacial

Brasília, 27 de maio de 2014 – Projetos de pesquisa na área Aeroespacial, contemplando bioastronáutica, materiais aeroespaciais, motores e combustão fazem parte de uma chamada pública do primeiro Plano de Trabalho a ser desenvolvido entre Brasil e China no âmbito do acordo de cooperação assinado na segunda-feira (26) entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a National Natural Sciences Foundation of China (NSFC).

O documento firmado pelo presidente do CNPq, Glaucius Oliva, na sede da agência de fomento chinesa visa a promover a realização de projetos de pesquisa conjuntos entre grupos dos dois países, além de incentivar o intercâmbio de estudantes e pesquisadores. As outras áreas objeto da chamada pública são as de Energia (biomassa e renováveis), Ambiente (química de produtos naturais, formação, função e proteção da biodiversidade, ciências florestais e engenharia oceânica) e Saúde (microorganismos patogênicos, vacinas, doenças infecciosas incluindo tuberculose e doenças tropicais e biotecnologia médica).

Preparação – A chamada será precedida de workshop binacional a ser realizado no Brasil com a participação de cientistas dos dois países atuantes nas áreas contempladas. Na visita, Oliva ainda discutiu a importância estratégica da colaboração sino-brasileira em ciência, tecnologia e inovação, tendo em vista se tratar de países de economias emergentes e com escala e desafios comuns.

O presidente do CNPq está na China participando da terceira reunião anual do Global Research Council, um fórum que congrega agências de fomento à pesquisa de todo o mundo.

O CNPq mantem cooperação com a China desde 1984, quando firmou acordo com a Academia de Ciências da China (CAS). Tem ainda convênio com a Comissão Estatal de Ciência e Tecnologia da China (SSTC). No âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF), a parceria no país é com o China Scholarship Council (CSC).

Fonte: CNPq, via AEB.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Cooperação Brasil - Ucrânia: CsF Espacial

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Acordo com a Ucrânia favorece Ciência sem Fronteiras Espacial

13/11/2013

Candidatos a bolsas do Ciência sem Fronteiras Espacial (CsF Espacial) têm agora a Ucrânia como uma das opções para estudo e estágios no exterior. O país, por meio da Ukrainian State Center of International Education of Ukraine (Uscie), firmou à semana passada acordo de cooperação com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Além da área espacial o acordo oferece oportunidades de bolsas para a área de energia nuclear, guerra cibernética, tecnologias sensíveis, biocombustíveis, mineração e fármacos, por exemplo, nas modalidades doutorado sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

A cooperação visa estimular a diversificação dos programas de mobilidade internacional e de cooperação, entre estudantes, professores e pesquisadores dos dois países e ampliar as oportunidades de educação e treinamento de estudantes de graduação, pós-graduação e de pesquisadores brasileiros no exterior.

A cooperação em ciência e tecnologia entre os governos do Brasil e da Ucrânia teve início em 1991 e objetiva o desenvolvimento econômico e social e a melhoria da qualidade de vida de seus povos.

Fonte: AEB, com informações do CNPq.
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Cooperação Brasil - Alemanha

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Centro Aeroespacial Alemão adere ao Ciência sem Fronteiras Espacial

Brasília 02 de Outubro de 2013 - Os presidentes da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, e do Centro Aeroespacial Alemão (DLR), Johann Dietrich Wörner, firmaram acordo de cooperação para a formação de recursos humanos qualificados no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) Espacial.

O documento, assinado à semana passada em Beijing, na China, visa a intensificar a cooperação entre Brasil e Alemanha na área espacial por meio do intercâmbio de especialistas em projetos e missões de interesse comum e da qualificação de profissionais em ciência, tecnologia e inovação por meio de cursos de pós-graduação e estágios.

O desenvolvimento do acordo se concentrará em áreas tecnológicas de interesse das duas instituições e será executado com bolsas do CsF. Cabe a AEB e ao DLR indicarem universidades, centros de pesquisa e empresas apropriadas, bem como projetos de cooperação, planejados ou em andamento, para qualificar os profissionais.

O programa de cooperação entre os dois países tem por base o Acordo-Quadro entre os dois governos sobre pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, de março de 1996, e o acordo entre a AEB e o DLR sobre cooperação para a exploração e o uso do espaço exterior para fins pacíficos, de fevereiro de 2002.

O CsF Espacial ofertará 300 bolsas de estudo até 2014. O CsF é um programa do governo Federal gerenciado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC).

Fonte: AEB

Comentário do blog: em 2009, a cooperação espacial entre o Brasil e a Alemanha completou 40 anos, e tem um histórico muito bem sucedido no segmento de foguetes de sondagem, com várias iniciativas envolvendo o Instituto de Aeronáuiica e Espaço (IAE), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Os dois países também trabalham no projeto do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1).
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sábado, 21 de setembro de 2013

Bolsas de estudos do Ciência sem Fronteiras

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CsF para área aeroespacial tem mais de 80 bolsas do CNPq

Brasília 20 de Setembro de 2013 - Chamada pública lançada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lança a Chamada Pública 50/2013 para oferta de bolsas Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), de Pós-doutorado no Exterior (PDE) e de Doutorado no Exterior (GDE), direcionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial brasileiro no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) oferta bolsas de estudo nas modalidades Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), Pós-doutorado no Exterior (PDE) e Doutorado no Exterior (GDE), direcionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).

Serão concedidas até 25 bolsas de PDE, pelo período de seis a 12 meses cada, podendo ser prorrogada desde que não ultrapasse o total de 24 meses; até 42 bolsas para GDE, por 36 meses cada, podendo ser prorrogada por até 12 meses; e até 19 bolsas de SWE, pelo período de três a 12 meses cada.

Há ainda oportunidades para pós-graduação, a chamada terá oferta de bolsas para Atração de Jovens Talentos (BJT), por até 36 meses cada, e Pesquisador Visitante Especial (PVE), também pelo mesmo período, sem direito à prorrogação.

A chamada teve investimentos no total de R$ 15.855.300 e objetiva promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, em consonância com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até 29 de outubro próximo, às 23h59, horário de Brasília (DF), data limite de submissão das propostas. A divulgação dos resultados será feita a partir de novembro próximo e publicada no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet.

Fonte: CNPq
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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Chamada do CNPq para a área aeroespacial

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MCTI e CNPq lançam chamada para área Aeroespacial

As propostas serão contempladas com o valor máximo de R$ 500 mil, incluindo despesas de capital, custeio e bolsas

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram na terça-feira (9), a Chamada Pública MCTI/CNPq/CT-Aeronáutico/CT Espacial N° 22/2013, com objetivo de apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área Aeroespacial. O período destinado à submissão das propostas será entre 10 de julho e 26 de agosto.

O valor total aplicado nesta iniciativa é de R$ 11 milhões, sendo R$ 8 milhões do FNDCT/CT-Aeronáutico e R$ 3 milhões do FNDCT/CT-Espacial. As propostas serão contempladas com o valor máximo de R$ 500 mil, incluindo despesas de capital, custeio e bolsas. O prazo para execução dos projetos aprovados será de 36 meses.

Os temas selecionados na área Aeroespacial são: Aerodinâmica; Materiais de Aplicação Aeroespacial; Sistemas de Propulsão; Robótica e Armas Inteligentes; Sensores de Uso Aeroespacial; Simuladores; Hipervelocidade; Estruturas; Guiamento e Controle; e Sistemas de Comando e Controle.

As propostas devem ser cadastradas na Plataforma Carlos Chagas, localizada no site do CNPq. A divulgação dos projetos contemplados terá início a partir de outubro de 2013, no Diário Oficial da União (DOU) e na página do CNPq, assim como o início do financiamento.

Fonte: CNPq, via JC E-mail de 10/07/2013.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Grupo de pesquisa da Unifesp para atmosfera e espaço

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Pesquisadores da Unifesp constituem grupo de pesquisa em ciências atmosféricas e espaciais

20/10/2010

Objetivo é desenvolver a partir do campus em Diadema (SP) pesquisas de ponta sobre a atmosfera e o espaço

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus Diadema, formaram um grupo de pesquisa específico para estudos em Ciências Atmosféricas e Espaciais (CAE). O objetivo é desenvolver pesquisas de ponta, com relevância internacional, sobre Física da Atmosfera, Astrofísica, Gravitação e áreas afins, incluindo investigações sobre poluição do ar e meteorologia.

"No mundo todo há falta de cientistas, particularmente em Física e Astronomia. As atividades do grupo podem servir de inspiração e incentivo para novos cientistas, além de atuar no fomento de eventos e intercâmbios e publicar trabalhos em periódicos científicos de primeira linha", diz a professora Nadja Simão Magalhães, do Departamento de Ciências Exatas e da Terra da Unifesp em Diadema, líder do CAE.

O grupo, que no futuro espera reunir pesquisadores, estudantes de graduação e de pós-graduação, além de pós-doutores, é cadastrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e possui certificação da Unifesp.

Entre os trabalhos a serem desenvolvidos pelo grupo estão a busca por explicações do funcionamento de pulsares (estrelas no final de sua vida); composição química de estrelas mais jovens e estudos envolvendo a Relatividade Geral de Einstein, que ajudam a compreender a estrutura de objetos celestes e suas interações, além da própria história cósmica (cosmologia).

O diferencial do CAE, segundo Nadja, está no caráter de interdisciplinaridade, visto que outros grupos de pesquisa cadastrados no CNPq investigam a física da atmosfera de forma separada de estudos sobre o cosmos, os objetos que o compõem e a sua evolução no tempo. Essa interdisciplinaridade vai permitir que o grupo possa estudar de maneira mais abrangente a atmosfera de outros planetas ou suas luas, por exemplo, e estudos relacionados ao Sol.

"Estamos abertos a contatos científicos, tecnológicos ou educacionais com pessoas e organizações que tenham afinidade com nossas áreas de pesquisa", diz a professora.

Fonte: Unifesp, via JC E-mail.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010

AEB e CNPq: edital para pesquisas na área espacial

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AEB incentiva pesquisa na área espacial

13-05-2010

A Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram, nesta quinta-feira (13), edital para apoiar projetos voltados à fixação, formação e capacitação de especialistas para o setor espacial. No total serão destinados recursos da ordem de R$ 13 milhões, com desembolso de R$ 6 milhões em 2010 e R$ 7 milhões em 2011.

O Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), em mais de quatro décadas de história, conseguiu êxito na formação de pesquisadores e técnicos, com excelência internacionalmente reconhecida em várias áreas de conhecimento científico-tecnológico. Atualmente, cerca de três mil especialistas brasileiros atuam no governo e na indústria.

Os recursos são oriundos dos Fundos Setoriais (FNDCT) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e foram resultados de gestões feitas pela AEB junto ao Comitê de Coordenação dos Fundos Setoriais do MCT. Podem se candidatar pesquisadores vinculados às instituições integrantes do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (Sindae) e envolvidos em projetos estratégicos do Pnae, relacionados diretamente com o desenvolvimento de veículos lançadores, satélites e seus equipamentos e sistemas de solo e operação e controle de centros de lançamento, incluindo-se também atividades de avaliação de conformidade, de extensão inovadora e transferência de tecnologia para a indústria.

Os pesquisadores devem ter experiência mínima de 15 anos em projetos de desenvolvimento tecnológico, avaliação de conformidade ou lançamentos espaciais e ainda ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes. O apoio compreenderá a concessão de bolsas de fomento tecnológico e extensão inovadora e de auxilio para despesas de pesquisa, com duração máxima de 48 meses e com custo, por projeto, no valor de até R$300 mil. As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas (http://carloschagas.cnpq.br/) até o dia 28 de junho. A divulgação dos resultados estarão disponíveis na página do CNPq a partir de 20 de julho.

A concessão de bolsas visa reduzir o índice de evasão e elevar a taxa de fixação dos pesquisadores, técnicos e especialistas nos institutos de pesquisa que integram o Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais; fortalecer e ampliar a capacitação das pesquisas de projeto envolvidas nas atividades de desenvolvimento de veículos lançadores, satélites e seus equipamentos e sistemas de solo e operação e controle de centros de lançamento; formar competência nacional nas áreas consideradas imprescindíveis para o domínio sobre as atividades espaciais e suas aplicações e implementar cursos de Engenharia Espacial voltados à formação de recursos humanos.

O edital está disponível no site: http://www.cnpq.gov.br

Fonte: AEB
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Programa de bolsas para a área espacial

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AEB fecha acordo com CNPq para programa de formação e capacitação

18/12/2008 14:23:00

A Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram hoje (17/12) uma ação conjunta para a criação de um programa de bolsas para a área espacial.

O objetivo é restaurar as competências necessárias ao Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) por meio de ações para estímulo e valorização de profissionais, fortalecimento de equipes, treinamento e capacitação de especialistas e formação de quadros em áreas estratégicas.

O capital humano na área espacial conta, atualmente, com aproximadamente 3.100 profissionais, atuando no governo e na indústria. Esta quantidade se mostra insuficiente para cobrir as necessidades atuais e futuras do Programa Espacial. A carência de recursos humanos deve-se, principalmente, à falta de contratações para o setor governamental, impedindo a reposição de especialistas que, na maioria, já atingiram o tempo para a aposentadoria.

Na primeira etapa, serão liberados cerca de R$ 1 milhão do orçamento da AEB que será repassado para o CNPq e beneficiarão, principalmente o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e o Instituto Nacional de Atividades Espaciais (Inpe).

“A idéia é que o programa seja estendido para outras instituições que trabalham no programa espacial, e para a comunidade científica e empresas”, segundo o presidente da AEB, Carlos Ganem.

A estimativa é que sejam destinados cerca de R$ 5 milhões por ano para essa iniciativa.

Intercâmbio

Em uma segunda fase, a AEB, junto a outros instituições governamentais, estuda a possibilidade de intercâmbio com outros países que fazem parte do seleto grupo com programas espaciais. Entre eles, já existem tratativas com a França, Suécia, Ucrânia e Alemanha.

Fonte: AEB
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