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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Nova edição do "INPE Informa"

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Dando sequência a uma série de entrevistas, a mais recente edição do "INPE Informa", newsletter institucional do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), traz uma interessante entrevista com Edson Bel Bosco, responsável pela Coordenação dos Laboratórios Associados (CTE).

Formado por quatro laboratórios - sensores e materiais, plasma, combustão e propulsão, e computação e matemática aplicada, o CTE tem focado sua atuação no desenvolvimento de tecnologias críticas voltadas às atividades espaciais, conforme destacado por Del Bosco na extensa entrevista. Dentre os vários assuntos abordados, destaques para as pesquisas do CTE em fusão nuclear, o envolvimento na missão ASTER, a ser desenvolvida em parceria com a Rússia, e recursos e o apoio da FINEP e FAPESP. Para acessar a entrevista, clique aqui.

O informativo do INPE também apresenta um artigo sobre a atualização e modernização dos laboratórios de testes e qualificação de propulsores de satélites, localizados nas instalações do INPE em Cachoeira Paulista (SP), com informações sobre as principais capacidades e projetos desenvolvidos.

O terceiro e último artigo da edição aborda os programas científicos de mudanças climáticas tocados pelo Instituto, que têm ajudado a consolidar rede de pesquisas em ciência do sistema terrestre do INPE.
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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Cooperação Brasil - Rússia

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Brasil e Rússia decidem aprofundar cooperação em ciência e tecnologia

Brasília, 09 de julho de 2015 – Temas ligados à área da ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e a importância de ampliar a cooperação na área estiveram entre os itens abordados entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente russo Vladimir Putin ontem (8), no primeiro dia da agenda oficial da presidente na 7ª Cúpula dos Brics, que se realiza na cidade russa de Ufá.

No encontro, com a participação do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, Dilma destacou que a área científico-tecnológica é hoje um dos elementos propulsores da relação com a Rússia. Ela recordou que, em 2004, foi estabelecida uma parceria estratégica nesse setor entre os dois governos.

“Para nós, são prioridades importantes, na nossa relação bilateral, a adesão à missão Aster; a cooperação comercial e na área de parceria sobre lançamento de satélite”, enfatizou. A primeira Missão Brasileira de Espaço Profundo (Aster) é um projeto multi-institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB). Seu objetivo principal é a construção de uma sonda espacial de pequeno porte para explorar o asteroide triplo 2001SN263, descoberto em 2008 na região entre Marte e Júpiter.

Foram tratados pontos como a participação brasileira nas estações de calibração do sistema russo de posicionamento e navegação, o Glonass; a parceria para a instalação de uma estação para o monitoramento de resíduos espaciais em Minas Gerais; e a cooperação entre parques tecnológicos das duas partes. Esses assuntos foram abordados previamente em viagem do titular do MCTI a Moscou o mês passado. A reunião de ontem discutiu ainda a possibilidade de trabalho conjunto na área de energia atômica e no desenvolvimento de satélites e veículos lançadores.

“A reunião reafirmou o compromisso para uma ampliação da cooperação em CT&I envolvendo os governos, as agências governamentais, os institutos de pesquisa, universidades e empresas”, disse Rebelo.

No Brasil, já existem duas estações do Glonass instaladas na Universidade de Brasília (UnB). Outras duas serão instaladas em Recife e em Santa Maria (RS). Na reunião com a Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos), em junho, foi discutida a possibilidade de também equipar as regiões Norte e Sudeste com duas unidades.

A instalação de uma estação para o monitoramento de resíduos espaciais já teve início no Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), em Itajubá (MG). Para o Brasil, essa cooperação também é importante para a formação de recursos humanos na área espacial.

Na ida a Moscou, o ministro Rebelo ainda visitou a Fundação Skolkovo, o maior parque tecnológico em construção na Rússia, e discutiu perspectivas de cooperação em áreas como formação de recursos humanos e desenvolvimento de pesquisas científicas e de tecnologias para a inovação. Levantou-se também a possibilidade de realizar a interação da Skolkovo com parques tecnológicos brasileiros, como o de São José dos Campos (SP).

Cúpula - Na agenda prioritária dos líderes dos Brics está o acordo sobre o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) ou Banco do Brics, que entrou em vigor na última semana. Eles discutirão detalhes sobre o funcionamento da nova instituição, que terá sede na China e será presidida pelo banqueiro indiano K. V. Kamath, tendo como vice o economista Paulo Nogueira Batista Junior.

O grupo de países representa um quinto da economia mundial e 40% da população do planeta. A Cúpula também servirá para discutir ações de cooperação econômica e comercial entre os integrantes do bloco.

Fonte: MCTI e Presidência da República, via AEB.
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sábado, 24 de maio de 2014

Missão Aster em pauta na AEB

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Missão Aster busca ampliar parcerias e financiamento

Brasília, 23 de maio de 2014 – Diversos aspectos técnicos e científicos envolvendo a 1ª Missão Brasileira de Espaço Profundo – Aster, foram apresentados e discutidos por pesquisadores de várias instituições em reunião realizada na quarta-feira (21) na Agência Espacial Brasileira (AEB).

A Missão Aster é um projeto multi-institucional, cujo objetivo principal é a construção de uma sonda espacial de pequeno porte para explorar o asteroide triplo 2001SN263, descoberto em 2008 na região entre Marte e Júpiter. O encontro também teve como foco a busca de apoio financeiro junto a instituições de fomento.

“Nossa intensão é unir esforços para apoiar iniciativas como esta, que elevam os níveis de excelência e tecnologia no país”, disse o presidente da AEB, José Raimundo Coelho, na abertura do evento. Ele lembrou que as ações espaciais no Brasil estão mais diretamente voltadas ao atendimento de necessidades da sociedade, mas a AEB entende que outras vertentes de pesquisas também precisam ser incrementadas no país, “por isso estamos sempre abertos à análise de propostas”, completou o presidente.

Detalhamento – A reunião na AEB foi organizada pelo pesquisador Haroldo de Campos Velho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Além de sua apresentação outros nove especialistas, que gerenciam estudos de componentes da missão, falaram sobre o desenvolvimento das unidades que compõe a sonda.

A proposta de Campos Velho é agregar suporte técnico e financeiro ao projeto ampliando as condições para aquisição e montagem de equipamentos como a plataforma, subsistemas, reforço na integração, na carga útil, bem como, no rastreio, na guiagem e controle da sonda. Na opinião do pesquisador, um dos destaques do Aster é a utilização de propulsores iônicos desenvolvidos por grupos de estudo nacionais.

A principal meta científica da missão é a obtenção de dados físicos e dinâmicos dos três corpos do sistema 2001SN263, envolvendo a determinação de seu tamanho, massa, volume, campo gravitacional e a velocidade de rotação dos corpos, identificação da composição mineral, a morfologia e a textura dos corpos.

A missão deve ainda estimar a distribuição de massa dos corpos que integram o sistema, entender as propriedades dinâmicas e orbitais dos componentes e buscar indícios sobre a formação do sistema triplo.

Além do Inpe estão envolvidas no projeto as universidades Estadual de São Paulo (Unesp), de Brasília (UnB), Federal do ABC, Federal do Paraná (UFPR), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estadual de Feira de Santana (Uefs), na Bahia, de São Paulo (USP), o Observatório Nacional (ON) e os institutos Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Mauá de Tecnologia (IMT).

Fonte: AEB
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

7ª edição da AAB Revista

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A sétima edição (janeiro a março) da AAB Revista, editada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), já está disponível no website da entidade. O tema desta edição é Astronomia, com destaques para um artigo sobre a proposta da Missão ASTER, considerada a primeira missão brasileira de espaço profundo, e o Observatório Astronômico do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP).

Para acessar a nova edição (em arquivo PDF), clique aqui.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Notícia sobre a Missão ASTER

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UFABC desenvolverá instrumentos para missão brasileira ao espaço

30/09/2010

Professores da Engenharia Aeroespacial da UFABC, engajados na primeira missão brasileira ao espaço profundo, apresentaram um plano de desenvolvimento de dois instrumentos científicos que serão embarcados na sonda espacial não-tripulada que visitará o asteróide triplo 2001-SN263 em 2018.

Um altímetro laser que auxiliará na navegação da sonda e no mapeamento topográfico do alvo e um espectrômetro que analisará a radiação infravermelha irradiada pelo asteróide para determinação da sua composição. Os detalhes do plano de desenvolvimento foram discutidos durante o 2º workshop de instrumentação científica realizado nos dias 16 e 17 de setembro no campus da Unesp de Guaratinguetá.

"O plano de desenvolvimento que melhor atende aos objetivos da missão, da UFABC e do país deve necessariamente privilegiar a construção e qualificação espacial destes instrumentos em parceria com a academia, institutos de pesquisa e empresas nacionais", disse Antonio Gil, um dos professores da UFABC envolvidos na missão. Além do desenvolvimento dos instrumentos, a UFABC poderá também auxiliar na otimização de trajetórias orbitais até o alvo.

A missão ASTER, como foi batizada, deve-se à iniciativa estratégica de cientistas e engenheiros brasileiros para impulsionar o setor aeroespacial do país através da formação de pessoal qualificado, da maturação de tecnologias e da fundamentação de expertise necessárias para o sucesso de missões interplanetárias não-tripuladas desta magnitude. Além disso, a exploração do ainda desconhecido asteróide triplo 2001-SN263 poderá revelar segredos do nascimento do nosso sistema solar.

O próximo workshop será realizado no INPE, em São José dos Campos, onde cientistas do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia Russa de Ciências (IKI) apresentarão as características do lançador orbital e dos equipamentos de telemetria russo que serão utilizados na missão. A missão será oficialmente apresentada para a comunidade acadêmica da UFABC em outubro. A logomarca, utilizada para resumir a primeira missão brasileira ao espaço profundo, foi temporariamente sugerida pela UFABC, mas será futuramente decidida, assim como seu nome, através de enquete popular.

Fonte: UFABC
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quarta-feira, 19 de maio de 2010

UFABC participa da Missão ASTER

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Professores da UFABC colaboram em projeto de 1ª missão espacial brasileira para o espaço profundo

18/5/2010

A primeira sonda com tecnologia brasileira a explorar o espaço profundo, denominada Missão ASTER, terá a colaboração dos professores da UFABC e deverá ser lançada em 2015 caso seja confirmado o plano inicial de desenvolvimento do projeto. Professores do curso de Engenharia Aeroespacial da universidade têm participado de workshops onde são discutidas as implicações técnicas e logísticas do projeto que deve obter colaboração russa.

O projeto básico prevê a exploração do asteróide 2001-SN263, localizado a cerca de 11 milhões de quilômetros da Terra. A sonda seria construída sobre uma plataforma russa e contaria com a tecnologia de propulsão iônica desenvolvida no Brasil pela UnB e o Inpe. O plano inicial é lançá-la de um submarino por meio de um foguete espacial russo.

Outra opção é utilizar um foguete da Alcântara Cyclone Space (ACS), empresa aeroespacial binacional criada por Brasil e Ucrânia em 2003. Nesse caso, o lançamento ocorreria na base de Alcântara, no Maranhão.

Os professores da UFABC ficaram encarregados, nessa fase do projeto, de estudar o desenvolvimento de dois instrumentos de observação do asteróide: altímetro laser e o espectrômetro infravermelho. "Estudaremos as especificações, verificaremos quem pode fabricar e pesquisaremos experiências de missões similares de outros países", explica Luiz Martins, um dos professores da universidade envolvidos no projeto.

Orçada inicialmente em US$ 35 milhões, a missão aguarda ainda a inclusão no Programa Espacial Brasileiro para sair do papel. De acordo com o avanço das tratativas, a série de workshops dará lugar aos trabalhos técnicos mais específicos nos laboratórios do Inpe.

A magnitude dos objetivos da missão seria convertida no domínio de tecnologias pouco exploradas no Brasil e daria margem a aplicações que extrapolam o uso aeroespacial, segundo Martins. "Com o conhecimento adquirido, teríamos, por exemplo, a possibilidade de dotar casas com geração própria de energia elétrica a partir de conversão da energia solar, obter a capacitação tecnológica para a indústria aeronáutica, além de alcançar conhecimentos científicos, envolvendo físicos e químicos brasileiros, sobre a constituição de nossa galáxia".

Fonte: UFABC

Comentário: para saber mais sobre esta missão, acesse a postagem "Informações sobre a Missão ASTER".
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Informações sobre a Missão ASTER

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Em 18 de abril, publicamos no blog uma notícia divulgada pela Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) sobre o workshop que acontecerá nos próximos dias 13 e 14, em Guaratinguetá (SP), para discussões da missão científica ASTER. Com o objetivo de oferecer aos seus leitores mais informações sobre o ASTER, o blog entrou em contato com Othon Winter, da UNESP, um de seus coordenadores. Abaixo, reproduzimos as principais informações colhidas.

Origem e escopo

A missão ASTER começou a ser pensada no final de 2008, e no momento, pesquisadores e engenheiros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), UNESP, Observatório Nacional, Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade de São Paulo (USP) estão envolvidos na proposta. Basicamente, envolve a construção no Brasil de uma sonda espacial de pequeno porte, baseada em plataforma de espaço profundo possivelmente de origem russa, para a realização de estudos e experimentos científicos num asteróide. Trabalha-se com uma configuração prevendo 150 kg de massa, potência elétrica em torno de 2.100 W, sendo que 30 kg e 110 W estariam disponíveis para as cargas úteis.

Com base em dois pilares principais - oportunidade de desenvolvimento e qualificação em tecnologias espaciais, e pesquisas de excelência no campo científico, a ASTER tem como cronograma tentativo o lançamento em 2015, para aproximação de um asteróide em 2018. A sonda "orbitaria" o corpo celeste por cerca de um ano, colhendo e transmitindo informações para a Terra. O "alvo" da sonda ainda não foi definido, mas o candidato mais provável é o sistema triplo 2001SN263, formado por três pequenos asteróides de diâmetros de 2,8 km, 1,9 km e 0,5 km.

Pa o seu lançamento, ainda em estudo, trabalha-se com a possibilidade de uso de foguete ("refurbished rocket") russo lançado a partir de submarino (Shtil LV, designação OTAN SS-N-23), ou mesmo em perfil "piggyback", como carona num lançador maior, como o ucraniano Cyclone 4, operado pela Alcântara Cyclone Space a partir de Alcântara (MA).

Situação atual

Uma estimativa inicial de custo para a missão aponta para algo em torno de US$ 40 milhões. Por enquanto, o projeto existe apenas conceitualmente, não tendo sido incluído no Programa Espacial Brasileiro, e não contando, portanto, com recursos governamentais dedicados. Mas, conversas com dirigentes da Agência Espacial Brasileira (AEB) têm sido realizadas.

Enquanto o projeto não é oficializado, são realizadas reuniões e workshops com os interessados. Em setembro de 2009, no I Workshop de Astronomia Espacial, promovido na USP em São Paulo (SP), foi feita uma apresentação da proposta. Três meses depois, em dezembro, houve uma apresentação do projeto para a AEB. Já no final de março deste ano, um novo workshop, que contou com a presença de especialistas norte-americanos, foi também promovido.

Agora em maio, ocorrerá o workshop sobre a instrumentação científica, e também está programada uma visita técnica de dois diretores do INPE ao IKI, um centro de pesquisas espaciais na Rússia.

Espera-se que uma vez oficializada, a missão possibilite grande envolvimento de centros de pesquisa e indústrias brasileiras. "Uma das principais diretrizes desta missão é tentar agregar o maior envolvimento brasileiro possível, seja na plataforma, em sub-sistemas, na integração, na carga útil, bem como, no rastreio, na guiagem e controle da sonda. Com certeza, pretendemos utilizar propulsores iônicos desenvolvidos por grupos brasileiros. No momento, existem 3 tipos distintos de propulsores que podem ser utilizados na missão", diz Othon Winter.
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domingo, 18 de abril de 2010

Workshop sobre a Missão ASTER

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Workshop: Instrumentação Cientifica para a Missão ASTER

Local: UNESP - Guaratingueta, SP
Periodo: 13 e 14 de maio 2010

A missao ASTER é uma missão espacial exploratória de nosso sistema solar próximo, tendo por objetivo primário o desenvolvimento e a qualificação de tecnologias nacionais, bem como, a aquisição e o aprimoramento de "know-how" em procedimentos e sistemas voltados para a engenharia espacial. Associado ao seu objetivo primário, existe outro, não menos importante, mas de cunho científico por excelência, que é a observação em loco de um sistema de asteroides multiplos. Trata-se de uma missao de pequeno porte. A massa da sonda em configuração de lançamento é aproximada de 150 kg e potencia elétrica total de 2100 W, sendo que a parcela disponivel para a carga util é de 30 kg e 110 W.

As metas do workshop são fazer uma discussão sobre:

1) os objetivos científicos a serem cumpridos pela missão em sua trajetória e em órbita do alvo;
2) os experimentos a serem realizados pela sonda;
3) os equipamentos e instrumentos científicos a serem embarcados como carga útil;
4) os grupos responsáveis por instrumentos e experimentos.

Inscrições:

As inscrições para participação neste evento devem ser feitas por email para ocwinter@pq.cnpq.br, ocwinter@pq.cnpq.br ou elbert@lac.inpe.br

Fonte: Boletim da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB)

Comentários: em breve, o blog disponibilizará mais informações sobre a Missão ASTER, ora em estudo.
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