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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Georreferenciamento para planejamento de emergências

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Indra contribui para planejar emergências de terremoto no Nepal 

A Indra elaborou mapas com informações georreferenciadas que ajudarão as autoridades do Nepal a avaliar possíveis riscos em que o país esteja exposto, caso sofra um terremoto de alta magnitude e que permitirão preparar planos de contingência.

Esses mapas são baseados em imagens de satélite e informações coletada de várias fontes e que fornecem inteligência aos processos de decisão.

O projeto para o Nepal faz parte do Serviço de Gestão de Emergências do programa europeu de observação da Terra Copernicus. Este serviço entrou em operação em abril de 2012 e permite fornecer mapas de forma imediata para responder às crises humanitárias ou desastres. Além de produzir mapas enriquecidos com informações para avaliar riscos e planejar a recuperação posterior de uma área.

No caso do Nepal, a Indra trabalhou na produção de mapas que ajudarão o país a determinar quais medidas podem ser tomadas para mitigar os danos e planejar uma eventual resposta a fortes terremotos.

Os diferentes produtos elaborados abrangem cinco distritos de sua geografia (Katmandu, Bhaktapur, Dhanusa, Siraha and Mahottari) e oferecem informações sobre a exposição a perigos vulneráveis, riscos e cenários de contingência e evacuação.

Os mapas estudam também a expansão das principais cidades desses distritos (áreas metropolitanas de Catmandu e Bhaktapur, Lahan, Jaleshwor e Janakpur), que vão ajudar as autoridades locais a obterem informações precisas para planejar uma resposta perante as emergências. Esse trabalho destaca-se por sua complexidade espacial, já que exigiu a entrega de mais de 700 mapas.

Segurança do Espaço

A Indra já foi responsável por oferecer outros serviços da Copernicus, como o projeto de saneamento de água impulsionado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC), na região de Darfur, no Sudão.

Nessa ocasião, os mapas produzidos pela Indra ofereciam informações sobre a distribuição da população na cidade de Nyala, mostrando os assentamentos improvisados que foram formados. O objetivo era facilitar o cálculo preciso da distribuição da população para planejar de forma correta a implantação da rede de saneamento e abastecimento de água.

Além disso, os mapas mostravam a situação dos diversos prédios não residenciais (hospitais, áreas comerciais e prédios institucionais), assim como a localização das principais infraestruturas hidrológicas, de transporte e fornecimento de energia.

A Indra também foi responsável por projetos realizados para a Autoridade Nacional de Proteção Civil de Portugal e para a Proteção Civil da Alemanha. No primeiro caso, os mapas forneceram informações úteis para ajudar as autoridades a recuperar áreas afetadas por incêndios florestais na serra do Caramulo. Já no segundo, consistiu em entregar os mapas que ajudaram a equipe de segurança alemã a projetar exercícios para treinamento e se preparar para intervir de forma eficaz em caso de inundação na área.

Por último, a companhia fez outro estudo para o serviço de emergências sobre a degradação ambiental causada pelo conjunto de campos de refugiados do Dadaab, no Quênia, ao longo do tempo. A existência da vegetação nas áreas próximas aos assentamentos é sumamente importante para a subsistência nestes campos. Sua exploração provoca certo impacto ambiental em torno das áreas habitadas. Alguns programas de recuperação específicos tentam corrigir este impacto. O demandante desse trabalho foi DG ECHO (Directorate General of European Union Humanitarian Aid and Civil Protection).

O Serviço de Gestão de Emergência da Copernicus da União Europeia pode ser ativado por qualquer agente europeu envolvido na gestão de crise, bem como pelas organizações internacionais de ajuda humanitária que a Comissão Europeia vier a solicitar. A Indra assinou um acordo que a distingue como prestadora desse serviço, a primeira empresa a se lançar de forma totalmente operacional dentro do programa de observação da Terra.

Experiência na Europa

Além de ser fornecedora de produtos cartográficos, a companhia tem uma longa participação no programa Copernicus, após firmar acordo para acolher em suas instalações em San Fernando de Henares (Madri), o centro principal de processamento e arquivo de imagens da missão Sentinel-2 da Copernicus.

A Indra trabalhou também em dezenas de projetos do programa, focados em desenvolver produtos e camadas de informações, tais como GMES Urban Services, GSE Land, BOSS4GMES, GEOLAND2, SAFER, G-MOSAIC, G-SEXTANT, G-NEXT, Initial GMES Service for Geospatial Reference Data Access, GIO-Land e GIO-Emergency.

Fonte: Indra
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quarta-feira, 14 de maio de 2014

"Espaço no radar da Indra"

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Está disponível no website da revista Tecnologia & Defesa uma pequena reportagem sobre os interesses da companhia espanhola Indra no setor espacial brasileiro.

Especializada nos segmentos terrestres que compõem sistemas espaciais, a Indra é desde 2005 fornecedora de estações operadas no âmbito do Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS), do Ministério da Defesa.

Para acessar a reportagem, clique aqui.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Notícias dos Amazonas 3 e 4A


Chegou esta semana ao centro espacial de Kourou, na Guiana Francesa, o satélite Amazonas 3, encomendado pela espanhola Hispasat junto a norte-americana Space Systems Loral.

O satélite de comunicações, que será operado a partir de uma posição orbital brasileira (61º Oeste) e oferecerá cobertura do continente sul-americano em bandas C e Ku, deve ser lançado ao espaço em 7 de fevereiro. A missão ficará a cargo do do foguete europeu Ariane 5, em sua primeira missão de 2013, de um total de seis planejadas.

Amazonas 4A

Enquanto ocorrem os preparativos para o voo do Amazonas 3, a construção do Amazonas 4A, outro satélite da Hispasat, a cargo da Orbital Sciences Corporation, avança. Seu lançamento está previsto para 2014, devendo operar na mesma posição orbital do Amazonas 3.

Em 10 de janeiro, a Hispasat anunciou a contratação do grupo espanhol Indra para o desenvolvimento e fabricação do segmento terreno para a operação e controle do Amazonas 4A. No Brasil, a Hispasat opera principalmente por meio da Hispamar Satélites, que tem como sócio o grupo brasileiro de comunicações Oi.

A Hispamar dispõe de uma estação terrena de controle e telemetria em Guaratiba, no Rio de Janeiro, de onde opera os satélites que ocupam posições orbitais nacionais.
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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Novas estações do SISCOMIS: mais informações


Hoje (23), o Ministério da Defesa divulgou um press release sobre a entrega dos terminais para comunicação via satélite fornecidos pela empresa espanhola Indra, que integrarão o Sistema de Comunicações Militar por Satélite (SISCOMIS), divulgada pela própria companhia na semana passada. Algumas informações interessantes selecionadas pelo blog:

- Foram entregues 31 terminais do tipo "fly away", com custo unitário de US$157 mil. Ao todo, hoje o SISCOMIS conta com 87 terminais transportáveis. Os novos terminais devem "estrear" na próxima Operação Ágata, de combate a ilícitos nas fronteiras;

- As estações fornecidas oferecem desdobramento rápido. Cada estação tem antena de 1,8 m, massa em torno de 400 kg e pode ser montada em menos de 20 minutos. O sistema tem capacidade de transmissão de dados de quatro megabytes por segundo (4Mbps);

- Os terminais oferecem acesso a telefone, internet, videoconferências, trocas de dados e acessos a sistemas remotos;

- Atualmente, há 13 estações do SISCOMIS instaladas em navios da Marinha;

- SGB: no press release, o coronel reformado Edwin Pinheiro da Costa, chefe da Seção de Telemática do Ministério da Defesa, deu declarações relacionadas às expectativas para o SISCOMIS com o Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB). Reproduzimos algumas: “Quando o governo brasileiro tiver o controle operacional e tecnológico do satélite a ser criado pela Telebrás, poderá ampliar sensivelmente a potência utilizável e possibilidade de cobertura desses equipamentos, inclusive com feixe deslocável, aumentando a flexibilidade do sistema”. “Poderemos utilizar todos os nossos terminais transportáveis simultaneamente, além de terminais de pequeno porte, como os do tipo manpack e de submarinos, o que possibilitará maior controle e independência de nossas comunicações militares”.
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quinta-feira, 19 de julho de 2012

SISCOMIS: terminais táticos entregues pela Indra




Indra aumenta a capacidade da rede de comunicações militares por satélite no Brasil               

A companhia entrega terminais táticos, reforçando sua posição como o maior fornecedor de equipamentos de comunicações por satélite do Ministério da Defesa brasileiro

A Indra entregou para as Forças Armadas brasileiras terminais táticos que proporcionam cobertura de território para comunicações por satélite em operações de segurança. Os equipamentos fornecidos integrarão os sistemas de comunicações militares Via Satélite de desdobramento rápido, objeto de concorrência internacional vencida pela Indra no ano de 2011, com participação das principais companhias do setor.

Os novos terminais entregues à Marinha, ao Exército e à Aeronáutica serão distribuídos pelas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Em alguns pontos serão instalados para o monitoramento permanente e em outros, serão alocados para a vigilância temporária.

Desde 2006, a Indra já entregou ao Ministério da Defesa cerca de 70 terminais táticos e 14 móveis navais. Trata-se de sistemas terminais de comunicação por satélite empregados em operações de segurança, defesa e emergência em todo país. Transportáveis e com recursos avançados de transmissão, os soluções terminais ampliam a área de cobertura por satélite das forças armadas.

Os terminais entregues são do tipo Fly Away e serão incorporadas ao Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS) do Ministério da Defesa do Brasil. Estes equipamentos são caracterizados por serem facilmente transportáveis e muito fáceis de montar. Esta tecnologia garante para qualquer unidade do Exército Brasileiro a capacidade de estabelecer um link de comunicações por satélite seguro nos locais mais remotos.

A Indra contribuiu de forma destacada com a consolidação da rede de satélites do Ministério da Defesa do Brasil (SISCOMIS), tanto como fornecedor de diferentes tipos de terminais Satcom terrestres e móveis navais, quanto através do desenvolvimento do Sistema de Gestão da própria rede.

A companhia é parceira tecnológica das Forças Armadas Brasileiras em projetos relacionados com comunicações militares via satélite.

Fonte: Indra
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