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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Queima de propulsor S30

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Motor para veículo de sondagem passa por ensaio no IAE

Brasília, 18 de julho de 2014 – O propulsor S30 desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), de São José dos Campos (SP), para ser o primeiro estágio do veículo de sondagem VS-30 e segundo estágio do veículo de sondagem VSB-30, foi testado com sucesso em queima de bancada na terça-feira (15).

A atividade, realizada no âmbito da Operação Acapú, objetivou a medição dos parâmetros de empuxo e pressão do propulsor e avaliar: o desempenho da tubeira, confeccionada com grafite; a temperatura das principais partes metálicas do propulsor e o seu comportamento dinâmico durante o ensaio de queima.

Estas medições foram executadas utilizando dois sistemas distintos de aquisição de dados, telemetria e solo, totalizando 46 canais de medição. Na operação foram envolvidos direta e indiretamente mais de 60 servidores do IAE.

Observação preliminar dos resultados das medições realizadas indica que os objetivos da operação foram alcançados.

Fonte: IAE, via AEB.
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

VLS: ensaios em túnel de vento do IAE

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Mais uma campanha de ensaios é realizada no Túnel de Vento, na Divisão de Aerodinâmica do IAE

05/05/2014

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), de onde é lançada a maior parte dos foguetes brasileiros, está localizado no litoral norte do estado do Maranhão, numa região onde o relevo apresenta como uma peculiaridade topográfica uma falésia, de aproximadamente 50 metros de altura, e tem-se ainda a presença dos ventos alísios. A plataforma de lançamento de foguetes está localizada próxima à costa, a aproximadamente 150 metros, e as trajetórias dos mesmos podem sofrer a influência da turbulência causada pela modificação do perfil do vento que sopra do oceano para o continente. Portanto, é de grande importância para as atividades de lançamento de veículos espaciais (foguetes de sondagem ou o VLS), o conhecimento em profundidade do escoamento atmosférico no CLA e principalmente nas proximidades da Torre Móvel de Integração (TMI).

Desde meados de 2008, através de uma parceria no IAE entre as Divisões de Aerodinâmica (ALA) e Ciências Atmosféricas (ACA), simulações no túnel de vento TA-2 têm sido realizadas e comparadas com observações "in situ" com o objetivo de se estudar o escoamento atmosférico no CLA.

O TA-2, localizado na ALA, é um túnel aeronáutico com seção de ensaios de 2,10m x 3m e capacidade de medição de escoamentos na faixa de velocidades de 5 a 120m/s. Para a viabilização destes ensaios atmosféricos num túnel aeronáutico com o TA-2, é realizado inicialmente um procedimento de formação de uma camada atmosférica anteriormente à instalação do modelo. Embora os dados de vento sejam usualmente coletados em estações meteorológicas a 10 m de altura, medições adicionais, como aquelas realizadas em torres anemométricas são requeridas para obtenção de dados detalhados do padrão de escoamento de ar. As simulações em túnel de vento na ALA tem sido realizadas utilizando-se as técnicas de anemometria de fio-quente e de Velocimetria por Imagem de Partículas (PIV).

Nos últimos experimentos em túnel foi investigada a influência dos principais ângulos de incidência do vento na região do CLA e também da estrutura irregular da falésia. Este último parâmetro foi investigado variando-se o ângulo de inclinação da falésia. Os resultados obtidos parecem indicar que os dois parâmetros exercem uma influência no padrão de escoamento atrás da TMI, sendo o ângulo de incidência do vento um parâmetro de grande importância.

Fonte: IAE/DCTA, com edição do blog Panorama Espacial.
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Ensaio de propulsor líquido do IAE

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IAE realiza primeiro ensaio com estágio de propulsão líquida

30/12/2013 16:37h

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) realizou o primeiro ensaio a quente do modelo de voo do Estágio de Propulsão Líquida (EPL). O acionamento do motor movido a oxigênio líquido e etanol foi realizado na quinta-feira (19/12) no banco de ensaios em São José dos Campos (SP).

Este é um passo importante rumo a consolidação do uso da tecnologia de propulsão líquida, como é chamado o combustível usado para impulsionar os veículos espaciais. Até então, o país usa apenas a propulsão sólida

O teste do Motor L5, com 5 kN de empuxo, integrado ao Sistema de Alimentação do Motor Foguete (SAMF), permitiu a verificação funcional de todos os sistemas do estágio.  Ambos foram monitorados e controlados por meio da eletrônica que será embarcada no veículo VS-30.

O ensaio também treinou as equipes do IAE e da empresa Orbital para a Operação Raposa, prevista para o primeiro semestre de 2014, quando Estágio de Propulsão Líquida será testado em voo. Foram simuladas as condições de integração, carregamento de oxigênio líquido e seqüenciamento de eventos de voo. Também foram testados os sistemas de Ignição com pirotécnico de iniciação (IAE) e de Suprimento de Energia, Comando e Atuação (Orbital).

Nos últimos meses todos os sistemas e modelos de voo foram testados com êxito, como o banco de controle, a qualificação do ignitor pirotécnico, testes elétricos e estruturais, entre outros.

Apoio – O Sistema de Alimentação do Motor Foguete (SAMF) foi desenvolvido pela empresa Orbital em parceria com o IAE, tendo o apoio financeiro da FINEP. O Motor L5 foi concebido e projetado pelo IAE com recursos da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Fonte: Comando da Aeronáutica.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

IAE/DCTA: ensaio de motor híbrido

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IAE realiza o primeiro ensaio de Queima do Motor Foguete Híbrido H1

Campo Montenegro, 12/09/2013

No início de setembro, o Instituto de Aeronáutica e Espaço realizou o primeiro ensaio de queima do motor foguete a propulsão híbrida, denominado H1, no Laboratório de Propulsão Líquida da Divisão de Propulsão Espacial (APE)do IAE. O desempenho do motor foguete H1 foi considerado satisfatório, uma vez que os principais parâmetros propulsivos do motor (vazão mássica de oxigênio, pressão na câmara de combustão e velocidade característica do propelente) aproximaram-se dos valores teóricos.

O desenvolvimento do motor H1 visa a capacitação em propulsão híbrida, empregando tecnologias já disponíveis no IAE de propulsão sólida e propulsão líquida.

Nesse ensaio, gás oxigênio foi injetado no interior da câmara de combustão, que possuía um bloco de combustível sólido (HTPB) com geometria estrela. O processo de combustão foi iniciado por ignitores pirotécnicos, gerando pressão de câmara da ordem de 15 bar e empuxo de 1 kN.

Fonte: IAE/DCTA
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ensaios do SARA Suborbital

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Prosseguem os ensaios do Projeto SARA

Campo Montenegro, 04/08/2013

Foi realizado com sucesso nos dias 29 e 30 de julho, o Ensaio de Flutuabilidade do Modelo Mecânico de Qualificação do SARA Suborbital. O ensaio foi realizado nas instalações do Instituto Oceanográfico da USP (Ubatuba-SP), onde as equipes da Divisão de Sistemas Espaciais do IAE e do Grupo de Salvamento e Resgate -SAR/IAE lançaram ao mar o modelo de qualificação e observaram as características de estanqueidade por vinte horas.

Após este período o modelo foi içado, verificado preliminarmente e preparado para o transporte de regresso à São José dos Campos.

Neste ensaio foram verificadas as características de estabilidade e estanqueidade, bem como os procedimentos logísticos e operacionais para a recuperação do sistema na futura operação de lançamento.

Fonte: IAE/DCTA
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sábado, 13 de outubro de 2012

Modelo mecânico do SARA Suborbital


Modelo Mecânico de Voo do Sara Suborbital é aprovado

Campo Montenegro, 10/10/2012

O Modelo Mecânico do veículo Sara Suborbital, que recentemente foi submetido ao ensaio dinâmico de aceitação no shaker do IAE, passou pela FRR (Flight Readiness Review) nas dependências de Divisão de Sistemas Espaciais (ASE). A FRR é a revisão que comprova o apronto do modelo para o embarque para o voo. A aprovação ocorreu nesta terça-feira, dia 9 de outubro de 2012, através da constatação de que os resultados de ensaio correspondiam aos resultados obtidos com o Modelo de Qualificação.

A FRR foi cumprida conforme prevista contratualmente. A campanha de ensaios dinâmicos realizada no Modelo de Voo Mecânico foi bem sucedida. O modelo de elementos finitos foi elaborado pela CENIC e permitiu que a empresa pudesse comprovar a boa aderência entre as curvas que representavam o comportamento dinâmico previsto e as obtidas experimentalmente.

Com a aprovação do Modelo Mecânico de Voo, ele já pode ser utilizado para a integração do Modelo de Voo das Redes Elétricas. A empresa CENIC deve iniciar os trabalhos de integração desta eletrônica embarcada já na próxima semana na Divisão de Eletrônica do IAE (AEL), o que garante uma importante etapa das atividades de preparação para o voo do Sara Suborbital.

Fonte: IAE/DCTA
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domingo, 30 de setembro de 2012

Ensaio de modelo mecânico do SARA Suborbital


Completado o Ensaio Dinâmico do Modelo de Voo Mecânico do Sara Suborbital

Campo Montenegro, 28/09/2012

A Divisão de Ensaios (AIE), em conjunto com a Divisão de Sistemas Espaciais (ASE), ambas do Instituto de Aeronáutica e Espaço, concluiu nesta quarta-feira, dia 19 de setembro, o ensaio dinâmico do Modelo de Voo Mecânico do Sara Suborbital. O ensaio foi realizado no Laboratório de Ensaios Estáticos (LED), onde se localiza o maior shaker da América Latina. As equipes da AIE e da ASE trabalharam na integração, instrumentação, pré-teste e o ensaio propriamente dito que envolveu curvas senoidais e aleatórias nos três eixos do veículo.

Os resultados do ensaio serão agora analisados pela CENIC e apresentados ao IAE para a realização da Flight Readiness Review (FRR) do Modelo Mecânico, também denominada Revisão de Pré-embarque.

Após a conclusão desta etapa, o SARA Suborbital deve seguir para a Divisão de Eletrônica para a integração do Modelo de Voo das Redes Elétricas.

Fonte: IAE/DCTA
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Ensaio do motor foguete L1, do IAE/DCTA


IAE realiza o primeiro Ensaio a Quente do Motor Foguete L1

Campo Montenegro, 05/09/2012

O Instituto de Aeronáutica e Espaço realizou no dia 29 de agosto de 2012 o primeiro ensaio a quente do motor foguete a propulsão liquida denominado L1, no banco de ensaio de 1kN do Laboratório de Propulsão Liquida  da Divisão de Propulsão Espacial . O desempenho do motor foguete L1 foi considerado muito bom, pois os parâmetros propulsivos mais importantes do motor como empuxo, vazão mássica, impulso especifico, velocidade característica se apresentaram bem próximos dos valores pré-calculados.

O motor L1 tem como objetivos principais o treinamento do corpo técnico do Laboratório de Propulsão Líquida e a realização de pesquisas na área de propulsão espacial, além de ser uma ferramenta de capacitação para formação de novos grupos do curso de mestrado de propulsão líquida.

O cabeçote de injeção do motor L1 é composto de injetores mono propelentes centrífugo e jato, para etanol e oxigênio gasoso, respectivamente. A câmara de combustão é de aço inoxidável, refrigerada a água, e a ignição é feita por um ignitor gás dinâmico.

Assista ao vídeo do 1º ensaio do motor foguete L1 clicando aqui.

Fonte: IAE/DCTA
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terça-feira, 10 de julho de 2012

Concluído balanceamento do satélite CBERS-3


Terça-feira, 10 de Julho de 2012

Em Beijing, na China, especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês) concluíram as atividades de balanceamento e medidas de propriedades de massa do satélite sino-brasileiro CBERS-3, que será lançado no final do ano.

O balanceamento é realizado para atender aos requisitos de posição de centro de gravidade estabelecidos pelo veículo lançador e pelo subsistema de controle de atitude e órbita. O conhecimento preciso das propriedades de massa do satélite é fundamental para o correto desempenho desse subsistema. Em seguida, o CBERS-3 deve passar pelos testes de vibração acústica e senoidal.

O satélite é o quarto desenvolvido pelo Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), parceria com a China que garantiu a ambos os países o domínio da tecnologia do sensoriamento remoto para observação da Terra.

Ainda em 2011 começaram a ser enviados à Beijing os equipamentos desenvolvidos pela indústria brasileira para que, junto aos equipamentos chineses, fossem instalados na estrutura do CBERS-3 para realização dos testes que antecedem o seu lançamento.

Essas atividades são fundamentais para demonstrar o bom funcionamento em condições ambientais semelhantes ao lançamento e órbita e identificar e corrigir eventuais problemas. Antes mesmo de embarcar para a China, toda a estrutura do satélite, seus equipamentos e subsistemas enfrentaram uma série de ensaios ambientais no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE, em São José dos Campos (SP).

Mais informações sobre o CBERS: www.cbers.inpe.br

Fonte: INPE
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terça-feira, 19 de junho de 2012

Notícias do IAE: SARA e Plataforma Suborbital


Apresentada a carga útil brasileira para o Programa de Microgravidade

Representantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) estiveram nas instalações da Orbital Engenharia para conhecer o primeiro protótipo da PLataforma Suborbital de Microgravidade (PSM). A PSM substituirá a plataforma da agência espacial alemã (DLR), que tem sido usada pelo Brasil em seus experimentos em ambiente de gravidade reduzida utilizando-se do foguete de sondagem VSB-30.

Modelo de voo mecânico do SARA Suborbital é entregue ao IAE

Em 14 de junh, foi entregue ao IAE pela indústria CENIC, de São José dos Campos (SP), o modelo de voo mecânico do SARA Suborbital. O modelo de Voo mecânico do SARA Suborbital compreende três dos quatro subsistemas do veículo: subsistema estrutural, módulo de experimentação e subsistema de recuperação. O desenvolvimento deste modelo foi resultado de uma parceria coordenada pelo IAE, contando com a empresa CENIC no papel de “main contractor”, e outras indústrias nacionais como, a EQE e a Orbital Engenharia.

IAE certifica subsistema de recuperação do SARA Suborbital

Em 5 de junho, o IAE completou a qualificação em solo do subsistema de recuperação do SARA Suborbital, com a realização bem sucedida de ensaio de abertura dinâmica dos para-quedas.
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Testes do sistema de propulsão do Amazônia-1


INPE testa o primeiro subsistema de propulsão nacional para satélite

Segunda-feira, 04 de Junho de 2012

O teste do subsistema de propulsão do satélite Amazônia-1 será realizado nos próximos dias pelo Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Cachoeira Paulista. Esse é o primeiro subsistema de propulsão para satélite inteiramente desenvolvido no Brasil que entrará em órbita.

A qualificação de sistemas espaciais exige a prévia simulação das condições operacionais em órbita. No Banco de Testes com Simulação de Altitude (BTSA), do LCP/INPE, o subsistema de propulsão contendo um tanque de 45 litros de hidrazina, o combustível utilizado pelos propulsores, será testado simulando os mesmos procedimentos que o computador de controle de atitude e órbita usará no satélite no espaço.

A área do BTSA é fechada durante todo o período de teste, que tem início previsto para 11 de junho e prosseguirá por alguns dias. Bombeiros acompanham os procedimentos e os técnicos usam máscaras e vestimentas especiais durante a operação dos equipamentos. No teste em câmara de vácuo, os gases da hidrazina utilizada na combustão passam por um grande sistema de neutralização para tratamento e liberação na atmosfera sem toxidade.

O subsistema de propulsão da PMM, a Plataforma Multimissão criada pelo INPE para base de satélites como o Amazônia-1 e o Lattes, foi desenvolvido pela empresa brasileira Fibraforte com a coordenação de engenheiros do Instituto.

BTSA

Inaugurado em 1999, o Banco de Testes com Simulação de Altitude (BTSA) tem por finalidade principal testar propulsores utilizados em várias manobras espaciais, necessárias para o posicionamento e manutenção das órbitas de satélites e plataformas espaciais. Está dimensionado para testar e qualificar propulsores de até 200 N de empuxo, em um ambiente que simule as condições do espaço. O BTSA possui ainda um Laboratório de Análise de Propelentes - hidrazina, mono-metil-hidrazina, dimetil-hidrazina assimétrica, tetróxido de nitrogênio, entre outros.

O banco de teste, inicialmente projetado para testar propulsores individualmente, foi adaptado com inovações para testar o subsistema de propulsão com quatro propulsores ao mesmo tempo.

Além da novidade do teste do próprio subsistema, um dos propulsores está sendo testado com o catalisador nacional (reagente da hidrazina) fabricado pelo LCP, visando a independência de importação desse produto.

O comando e o controle dos vários equipamentos do banco de teste são feitos a partir de uma sala de comando, através de sequenciadores automáticos programáveis gerenciados por software, que controla o conjunto de vácuo, o sistema de refrigeração e um exclusivamente instalado para monitorar os propulsores e programar as sequências de tiro. O BTSA possui um sistema de segurança para o monitoramento da pressão na câmara de vácuo e de possíveis vazamentos de hidrazina no ambiente de teste.

Um sistema de aquisição armazena os dados relativos aos ensaios da campanha para posterior tratamento e análise. Alguns parâmetros mais importantes dos testes podem ser observados em tempo real através de imagens e dados em monitores.

Fonte: INPE
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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Ensaio de separação do 1º estágio do VLS


IAE realiza o Terceiro Ensaio de Separação dos Quatro Propulsores do Primeiro Estágio do VLS

Campo Montenegro, 04/05/2012

IAE realiza o Terceiro Ensaio de Separação dos Quatro Propulsores do Primeiro Estágio do VLS.

Foi realizado em 03 de Maio de 2012, no Laboratório de Integração de Propulsores do IAE, mais um ensaio de separação dos quatro propulsores do primeiro estágio do VLS-1.

Esta foi a terceira campanha de ensaio de separação, que durou aproximadamente um mês de preparação e integração. O evento foi realizado com sucesso e contou com uma equipe de 30 servidores entre técnicos e engenheiros do Instituto. O Ensaio foi acompanhado pelo Tenente Brigadeiro do Ar Ailton dos Santos Polhmann, Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial– DCTA, do Brigadeiro do Ar Wander Almodóvar Golfetto, Chefe do Subdepartamento Técnico do DCTA e do Brigadeiro Engenheiro Carlos Antônio de Magalhães Kasemodel, Diretor do IAE.

O protótipo de teste estava instrumentado com aproximadamente de 180 sensores para as medições de parâmetros físicos como: choque mecânico, vibração quase estática, deformação, simultaneidade de separação dos 4 propulsores do primeiro estágio, deslocamento, além da cobertura fotográfica e de vídeo (HD e alta velocidade).

Os dados coletados neste ensaio serão analisados e confrontados com os dos outros dois ensaios, realizados anteriormente, e servirão de base para conhecer os fenômenos e cargas mecânicas geradas no veículo durante esta fase importante de voo.

Fonte: IAE/DCTA
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ensaio de subsistema de pára-quedas do SARA

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Projeto Sara testa seu sistema de pára-quedas

21-12-2011

Em 16 de dezembro de 2011, integrantes da Divisão de Ensaios do IAE (AIE) em conjunto com a equipe do Projeto Sara, com apoio da Divisão de Mecânica e de representantes das empresas CENIC e Orbital realizaram com sucesso o ensaio de qualificação do Sistema de Recuperação do veículo Sara Suborbital. O teste foi realizado no interior do Prédio de Integração de Lançadores (PIL), que reunia as condições adequadas de altura para o desdobramento dos pára-quedas, e foi monitorado por um sistema de filmagem de alta velocidade.

O responsável pelo ensaio, o Eng. Claudinei (AIE), avaliou o evento da seguinte forma: “- A proposta de um ensaio de abertura dinâmica dentro de um prédio foi algo inédito, nunca tentado antes no IAE, o que sempre gera grande apreensão quanto aos resultados. Assim, além da qualificação do sistema de pára-quedas, também o ensaio estava sendo qualificado. Como fatores complicadores adicionais tinha-se a utilização de um dispositivo de alta pressão e a alta energia do dispositivo de liberação, o que nos obrigou a envolver o Setor de Segurança do instituto. Felizmente, o ensaio correu como esperado e valiosas informações foram coletadas para análise”.

O Subsistema de Recuperação é composto por quatro pára-quedas: uma aba piloto, um pára-quedas de arrasto e dois pára-quedas principais. O ensaio foi realizado em duas etapas, a primeira envolvendo a aba piloto e o pára-quedas de arrasto e a segunda produzindo a abertura dos pára-quedas principais.

O bolsista Breno, membro da equipe Sara que participou do ensaio, ressaltou o espírito de cooperação entre os participantes: “- Foi um verdadeiro trabalho de equipe. Todos colaboraram: tivemos que fabricar dispositivos, mudar a maneira de prender o contrapeso na torre, montar a iluminação para a filmagem, armar o dispositivo de liberação, dobrar os pára-quedas, fazer ajustes, verificar todas as condições de segurança. Não foi fácil, mas tudo funcionou no final”.

Na opinião do Dr. Luís Loures, gerente do projeto, esse foi um grande fechamento para um ano de muito trabalho: “- É um verdadeiro prazer chegar ao final do ano com estes resultados, mesmo porque o Sistema de Recuperação, devido à sua natureza, sempre foi o maior desafio do projeto, tendo convergido literalmente muito mais por ensaios do que por cálculos”.

Com este ensaio, o IAE chega mais próximo à meta de lançamento em 2012, muito embora estejam previstas algumas repetições do ensaio realizado. Segundo Loures, isso ocorre devido à influência do fator humano no subsistema: “- As nossas análises de risco revelaram que a maior probabilidade de falha decorre da ação humana, portanto nós estamos planejando diversas repetições para verificarmos o funcionamento do sistema e encaminhar ações corretivas, se necessário. Além disso, os resultados preliminares do ensaio demonstram que ainda há espaço para um ajuste no projeto e para o aperfeiçoamento do ensaio propriamente dito”.

Fonte: IAE/DCTA
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Operação Uirapuru: ensaio do propulsor S43TM

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O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) realiza amanhã (03), em São José dos Campos (SP) um experimento importante para o Programa Espacial Brasileiro: o ensaio de queima em banco de provas do propulsor S43TM, que foi desenvolvido para compor o segundo estágio do Veículo Lançador de Satélites - VLS-1.

O ensaio, denominado Operação “UIRAPURU”, será realizado para avaliar as modificações realizadas na proteção térmica flexível do domo dianteiro do propulsor S43TM (Tubeira Móvel), e será um procedimento importante para o desenvolvimento do VLS. Dentre os convidados, destaques para o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o Comandante da Aeronáutica, tenente brigadeiro Juniti Saito.

O ensaio tem os seguintes objetivos: (i) determinar o impulso específico, o empuxo e a velocidade de queima do propelente; (ii) determinar o desgaste das proteções térmicas; (iii) avaliar a temperatura das principais partes metálicas do propulsor; (iv) avaliar o desempenho da tubeira móvel; e (v) adquirir dados pelo sistema de medição por telemetria embarcado em voo, de modo a permitir a comparação com os dados medidos pelo sistema de medição em solo. Ao todo, serão medidos 75 parâmetros físicos.

Fonte: IAE/DCTA, com edição do Blog Panorama Espacial.
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domingo, 2 de outubro de 2011

Ensaio de separação do 1º estágio do VLS

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IAE realiza ensaios de qualificação do Sistema de Propulsão do VLS

30/09/2011

Foi realizado no último dia 29, no laboratório de Integração de Propulsores do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP), o ensaio de separação dos quatro propulsores do primeiro estágio do Veículo Lançador de Satélites (VLS). Durante um voo do veículo, esta situação ocorrerá a cerca de 32 km de altitude.

O evento foi realizado com sucesso e contou com uma equipe de 45 servidores entre técnicos e engenheiros do Instituto. Foram feitas 167 medições entre choque mecânico, vibração quase-estática, deformação, pressão, deslocamento, simetria de separação, além da cobertura fotográfica e de vídeo (HD e alta velocidade) (clique aqui para ver o vídeo).

Este ensaio tem como objetivo principal a qualificação do sistema de separação do primeiro estágio do VLS. Os dados coletados serão analisados e servirão de base para entender os fenômenos que ocorrem no veículo durante esta fase importante de voo. Entre esses fenômenos, ressalte-se a simultaneidade de ejeção dos motores, as tensões nas interfaces entre o segundo e terceiro estágio e as cargas de choque mecânicos no corpo central e nos equipamentos embarcados. Será feita também uma comparação entre os sinais adquiridos com o sistema de telemetria e o sistema de solo, procedimento importante para a qualificação do sistema de medição em voo.

Fonte: IAE, com edição do blog.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ensaio funcional de separação do VLS

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05-09-2011

Com objetivo de testar o sistema de separação entre o primeiro e segundo estágios do VLS, está sendo preparado o Ensaio Funcional de Separação de Estágios, na Torre de Integração do Laboratório de Integração de Lançadores da Divisão de Integração e Ensaios (AIE).

Os módulos, que estão sendo equipados em bancadas, começaram a ser integrados na Torre de Ensaio com previsão de estarem, os quatro motores do 1º Estágio, integrados até segunda-feira 05/09/2011.

Equipes de várias divisões do Instituto (Divisões de Química, Eletrônica, Propulsão Espacial, Sistemas Espaciais, Gerência de Projetos , Qualidade, entre outras) estão envolvidas nesta Operação sob coordenação da Divisão de Integração e Ensaios.

O Ensaio está previsto para ocorrer neste mês de setembro de 2011.

Fonte: IAE/DCTA
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Qualificação das redes elétricas do SARA suborbital

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IAE e Mectron iniciam qualificação das redes elétricas do SARA Suborbital

29/12/2010

A empresa Mectron, em conjunto com o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/DCTA), iniciou, em dezembro, os ensaios de qualificação dos equipamentos das redes elétricas do SARA Suborbital, sendo concluídos, até o momento, todos os ensaios de vibração dos diversos computadores da rede de controle.

O trabalho foi realizado pelos funcionários da empresa no shaker da Subdivisão de Ensaios Ambientais da Divisão de Integração e Ensaios do IAE (AIE) e acompanhados pela equipe de ensaios ambientais da AIE.

Após cada tipo de ensaio realizado (sempre nos três eixos do veículo), os equipamentos foram testados quanto a sua funcionalidade. Os ensaios de vibração destinam-se a garantir que os equipamentos desenvolvidos suportem o ambiente dinâmico em voo do veículo VS-40/SARA Suborbital.

Até o presente momento, já foram iniciados os ensaios em câmara térmica que serão concluídos em janeiro. Em seguida, serão realizados os ensaios relativos à interferência eletromagnética.

Após a Rede de Controle, o IAE e a Mectron darão início a qualificação dos equipamentos das demais redes elétricas.

Fonte: IAE/DCTA, com edição do blog.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Montagem de tubeira móvel do VLS-1

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IAE inicia montagem de Sistema Tubeira Móvel do VLS

10/09/2010

O sistema tubeira móvel para o propulsor S-43 do 6º Ensaio de Queima, Operação Uirapuru, está sendo integrado no Laboratório de Propulsão da Divisão de Propulsão Espacial (APE). Atualmente, é realizada confecção da tubulação do circuito hidropneumático do SATM (Sistema de Alimentação da Tubeira Móvel) na saia traseira do 2º estágio.

O caminho a ser percorrido pela tubulação é pré-determinado pelo layout 3D, em PRO-E, da Saia Traseira do 2º Estágio. Para auxiliar na dobra dos tubos no caminho correto dentro da saia, os principais componentes do SATM foram previamente posicionados. Posteriormente os componentes e tubos serão desmontados e testados individualmente.

Fonte: IAE/DCTA

Comentários: o propulsor S43 equipa o primeiro e segundo estágios do VLS-1. Para ver fotos do sistema de tubeira móvel, clique aqui.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ensaios da carga útil do VSB-30 no IAE/DCTA

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IAE realiza ensaios de carga útil do VSB-30

23/08/2010

A Divisão de Eletrônica (AEL) do IAE realiza, de 23 a 27 de agosto, a verificação funcional e conjunta dos experimentos do segmento brasileiro da plataforma MICROG 1A com o módulo de serviço da Agência Espacial Alemã (DLR).

A plataforma MICROG 1A, carga útil do foguete VSB-30, levará ao espaço cerca de nove experimentos de diversas instituições de pesquisa e universidades brasileiras, sob a coordenação da Agência Espacial Brasileira (AEB), que há um ano vêm sendo testados.

Ao longo desta semana, serão realizados a integração da rede elétrica e os testes de telemetria com todos os experimentos e as partes da carga útil. Os ensaios ambientais no IAE devem ocorrer em setembro.


Fonte: IAE/DCTA

Comentário: o módulo de carga útil objeto dos ensaios realizados pelo IAE/DCTA voará no lançamento do VSB-30 previsto para o próximo mês de setembro, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão (ver postagem "Alcântara terá lançamento de VSB-30 em setembro").
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ensaio de propulsor Improved Orion

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IAE realiza Ensaio de Queima em Banco de Provas Horizontal do Propulsor Improved Orion (IO)


05/07/2010

Foi realizado com sucesso, na quinta-feira, 1º de julho, na Usina Cel. Abner, em São José dos Campos (SP), o ensaio de queima em banco do Propulsor Inproved Orion (IO), com o objetivo de determinar Impulso Específico e Curva de Empuxo x Tempo e avaliar as temperaturas na parte externa da tubeira, na superfície externa do motor e no domo do motor na região do ignitor.

O propulsor Improved Orion (IO) é utilizado como segundo estágio no Foguete de Sondagem VS-30/Orion e como mono-estágio no Foguete de Treinamento dos Centros de Lançamento, com a denominação de Orion.

No Brasil, já ocorreram 4 lançamentos, sendo dois com o VS-30/Orion (Operação Baronesa e Operação Pirapema), ambas operações realizadas no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, com os veículos portando experimentos científicos. E dois lançamentos com o Foguete de Treinamento Orion, durante a Operação Parelhas, realizada no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), e Operação Maracati I, realizada no CLA.

Fonte: IAE/DCTA, editado pelo blog.
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