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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

INPE e OTCA: capacitação em imagens de radar

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INPE e OTCA promovem curso de capacitação em imagens de radar

Segunda-feira, 10 de Outubro de 2016

Técnicos da Colômbia, Equador, Guiana e Peru participaram no Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Belém (PA), da segunda edição do Curso de Capacitação em Imagens de Radar.

Realizado em parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), entre os dias 3 e 7 de outubro, o curso apresentou fundamentos sobre radar e promoveu a capacitação no uso e interpretação das imagens, bem como nas aplicações para o estudo e monitoramento das florestas.

Além dos profissionais estrangeiros, participaram representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Secretaria de Estado de Transportes do Amapá (Setrap).

Os participantes aprimoraram técnicas baseadas nos princípios do imageamento por radar, como geometria das imagens e resolução espacial, conceitos de interferometria e polarimetria, e aplicações em monitoramento de floresta. Foram realizados exercícios práticos, em aplicativos gratuitos, sobre processamentos digitais de imagens SAR (radar de abertura sintética).

"O curso ministrado no Centro Regional da Amazônia visa capacitar para o entendimento das imagens de radar e as suas aplicações, em especial as aplicações para floresta, permitindo que os participantes conheçam o que se pode fazer com tais imagens, que tipo de informação pode ser gerada a partir desses dados", enfatiza Waldiza Brandão, instrutora do curso, especialista em radar e mestre em sensoriamento remoto. O pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutor em Radar, Arnaldo Queiroz, foi convidado a ministrar o módulo que abordou polarimetria.

As imagens de radar podem ser utilizadas, por exemplo, para mapeamento da vegetação, geração de modelos de elevação do terreno, acompanhamento de alterações na floresta, além de mapear e identificar os diferentes alvos da superfície, como vegetação, área urbana, entre outros.

O curso foi sugerido pelos países membros da OTCA que, no contexto do projeto BNDES e com recursos do Fundo Amazônia, pode contratar, por solicitação do executor técnico do projeto, CRA/INPE, a compra de imagens e a realização de capacitação para difundir as tecnologias para análise de imagens de radar, que é uma das propostas do Projeto Capacitree. A primeira edição aconteceu em agosto, para o nivelamento dos instrutores e avaliação do conteúdo dos próximos cursos.

Chefe do Centro Regional da Amazônia e coordenadora do Projeto Capacitree, Alessandra Gomes destaca que "há perspectivas de cursos de radar num prazo de seis a oito meses inclusos no Projeto Capacitree. Os instrutores precisam antes se capacitar e essa capacitação é, em média, de 200 a 300 horas para se tornarem aptos a conduzir um curso com tal tecnologia. Obviamente os cursos são oferecidos por demanda e, havendo demanda, parceiros e países serão convidados.

Fonte: INPE
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sábado, 16 de julho de 2016

Centro Regional da Amazônia realiza capacitação internacional

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Centro Regional da Amazônia realiza capacitação internacional

Quinta-feira, 14 de Julho de 2016

A capacitação de recursos humanos para atuar no monitoramento de florestas é uma das principais missões do Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), localizado em Belém (PA). O CRA/INPE é responsável por trazer à capital paraense, desde 2010, mais de 450 técnicos de países da América Latina, da Ásia e da África interessados em preservar suas florestas.

De 4 a 15 de julho, acontece a terceira edição de 2016 do Curso Internacional de Monitoramento de Florestas Tropicais. Participam profissionais de Bolívia, Colômbia, Equador e Peru.

Ministrado em espanhol pelos consultores Carlos da Costa e César Diniz, o curso é parte do Projeto de Capacitação em Monitoramento de Florestas por Satélite – Capacitree e ocorre através de parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). O Capacitree gera material didático e capacita técnicos do Brasil e exterior com o que há de mais avançado na área de geotecnologias.

Durante o curso os participantes aprendem a executar o software TerraAmazon, que os habilita a mapear corte raso, bem como o uso e cobertura da terra. O sistema de disponibilização gratuita foi desenvolvido pela Divisão de Processamento de Imagens (DPI/INPE) em parceria com a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE). Com o sistema é possível medir o desmatamento e divulgar com transparência todas as informações obtidas a partir de imagens de satélites.

Especialista em sistemas de informação geográfica, o agrônomo colombiano Uriel Murcia comemora a possibilidade de estreitar relações institucionais com o INPE. Segundo ele, a Colômbia já apresenta um sistema de monitoramento da floresta em exercício e segue selecionando e aplicando técnicas novas. “A metodologia repassada pelo CRA/INPE nos possibilita o acompanhamento de pontos, áreas menores da floresta, ampliando a possibilidade de controle da cobertura florestal da Amazônia colombiana”, ressalta Murcia.

A engenheira e especialista em sensoriamento remoto Cristina Trujillo, do Ministério do Meio Ambiente do Peru, revela expectativa de trabalhar com o sistema do INPE. “Ele permite um processamento de imagens mais rápido, o que otimiza tempo frente a outras ferramentas”, diz Trujillo.

Com o Capacitree, o INPE transfere tecnologia e conhecimento adquirido em três décadas no monitoramento por satélites da floresta amazônica. Em parceria com a OTCA, já foram instaladas salas de observação no Peru e na Bolívia, por exemplo, países sul-americanos por onde se estende a Amazônia. Com a vinda de técnicos estrangeiros a Belém, tais profissionais são capacitados para o monitoramento efetivo de maior parte da região. O trabalho desenvolvido pelo Instituto torna o Brasil líder em iniciativas internacionais para o controle do desmatamento e da degradação florestal a nível mundial.

Fonte: INPE
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sistemas de alerta de desmatamento

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Workshop discute sistemas de alerta de desmatamento

Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015 

O desenvolvimento e a operação de sistemas de alerta de desmatamento no Peru, Colômbia, México e Equador estão sendo discutidos no “12th Regional Workshop on Forest Monitoring GEO GFOI - Early Warning Systems for Deforestation”. O evento acontece no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), de 19 a 23 de janeiro.

O workshop é promovido pelo GEO, grupo intergovernamental de observação da Terra que mantém uma iniciativa para o monitoramento global de florestas (GFOI). As atividades têm o suporte do programa SilvaCarbon, vinculado ao Serviço Geológico Americano (USGS).

Peru, Colômbia, México e Equador se encontram em diferentes estágios de desenvolvimento de seus sistemas de alerta e o workshop é uma oportunidade para o compartilhamento de experiências entre os países.

Representante do Brasil no GEO, o INPE é pioneiro em tecnologias para monitoramento de florestas por satélites. É responsável pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real – DETER, que fornece informações estratégicas ao Ibama para combate à derrubada da floresta na Amazônia Legal Brasileira. Também realiza o monitoramento de focos de queimadas detectados por satélites, bem como o cálculo e previsão do risco de fogo da vegetação, com informações geradas todos os dias e imprescindíveis para auxiliar no controle de incêndios florestais.

Durante o workshop serão apresentados os sistemas do INPE e as ações adotadas pelo Instituto para auxiliar outros países empenhados em preservar suas florestas e reduzir emissões causadas pelo desmatamento.

Em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em seu Centro Regional da Amazônia (CRA), em Belém (PA), o INPE ministra cursos e treinamentos internacionais sobre técnicas de sensoriamento remoto, geoprocessamento e monitoramento por satélites.

Fonte: INPE
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Cooperação Equador - China

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Na última semana, em visita oficial à China, a ministra da defesa do Equador, Maria Fernanda Espinosa divulgou que seu país busca apoio do país asiático para o desenvolvimento de seu programa espacial, especificamente no campo de satélites.

"O Equador não está muito interessado em adquirir um satélite, mas em transferência de tecnologia de modo a desenvolver suas instalações locais para fortalecer nossas próprias capacidades", declarou.

Segundo reportagens da imprensa local, a ministra teria também afirmado que ainda este ano deverá haver visitas recíprocas de equipes técnicas para iniciar trabalhos visando ao desenvolvimento de um satélite, de finalidades não especificadas.

Dando prosseguimento a sua estratégia de ampliação de mercados e parcerias, a China hoje figura como a maior parceira espacial da América do Sul, com projetos conjuntos com Brasil, Argentina, Venezuela e Bolívia.
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terça-feira, 15 de julho de 2014

Cooperação Brasil - Equador

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Equador busca apoio e parceria em área espacial com o INPE

Brasília, 15 de julho de 2014 – A colaboração em projetos de pesquisa e desenvolvimento espacial estiveram entre os itens discutidos nesta segunda-feira (14) pelo vice-ministro da Defesa Nacional do Equador, Carlos Larrea Dávila, e pelo chefe de gabinete do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Alexander Wuensche, na sede da instituição em São José dos Campos (SP).

Em nota, o Ministério da Defesa do Equador informou que Dávila e Wuensche conversaram sobre o apoio e capacitação no âmbito dos recursos humanos, da análise e avaliação de sistemas e projetos de pesquisa e da transferência de conhecimento e tecnologia.

Segundo o comunicado, todas estas temáticas são de especial interesse para o Equador, que deseja estreitar uma ativa relação de trabalho com o Inpe.

O inpe se comprometeu a analisar as possibilidades de colaboração com o Instituto Espacial Equatoriano (IEE) para concretizar áreas de trabalho que ampliem os benefícios de suas pesquisas no âmbito espacial sobre a base da igualdade, solidariedade, complementaridade e integração regional, acrescentou o comunicado do ministério.

Fonte: Terra, via website da Agência Espacial Brasileira.
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Cubesats na América do Sul

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Na terça-feira (21), reproduzimos uma notícia da Agência Espacial Brasileira (AEB) sobre o projeto do cubesat NanosatC-Br-1, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A notícia, aliás, foi atualizada com algumas correções e acréscimos em seu conteúdo (clique aqui para visualizá-la).

Nos últimos meses, outros dois países sul-americanos executaram com sucesso missões similares. Em novembro, a Agência Civil Espacial do Equador lançou o seu segundo cubesat, o NEE-02 Krysaor, com uma câmera de vídeo para imageamento da superfície terrestre como carga útil. O artefato é similar ao NEE-01 Pegaso, primeiro nanossatélite da história do país andino, colocado em órbita em abril passado. Este foi perdido um mês após sua entrada em operação, ao se chocar no espaço com componentes de um antigo foguete russo.

No mesmo voo do Krysaor, realizado por um lançador Dnepr (o mesmo que transportará o NanosatC-Br-1), seguiram os dois primeiros nanossatélites peruanos, o PUCP-Sat 1 e o Pocket-UPCP, projetados e construídos pelo Instituto de Radioastronomia (INRAS) da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP).

Este mês, outro projeto peruano, o UAP SAT-1, da Universidad Alas Peruanas, seguiu para o espaço, levado por um foguete norte-americano Antares com a cápsula Cygnus rumo à Estação Espacial Internacional. Este cubesat, aliás, contou com a participação da empresa colombiana Sequoia Space, que participa ainda de missões na Colômbia, Chile e Equador.

As missões de cubesats sofreram um grande "boom" nos últimos anos, graças a miniaturização tecnológica, aos seus custos relativamente reduzidos para padrões espaciais, geralmente de dezenas ou algumas centenas de milhares de dólares, e ampliação do leque de aplicações. Para muitos países e universidades, trata-se de uma "porta" de acesso à tecnologia espacial, e também de capacitação de "mão de obra" altamente especializada.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Satélite do Equador atingido por lixo espacial


O primeiro satélite do Equador não teve muita sorte. Menos de um mês após o seu lançamento ao espaço, na última quinta-feira (23), o nanossatélite Pegaso foi atingido lateralmente por partículas de "lixo espacial" de um antigo foguete espacial soviético. O pequeno satélite, com formato de cubo (cubesat) ainda está em sua órbita, mas sem capacidade de receber ou enviar sinais.

A EXA, a agência espacial civil equatoriana, ainda não perdeu as esperanças e tem trabalhado para restabelecer contato com o artefato, de acordo com informações divulgadas pela entidade. Em agosto, o Krysaor, um novo cubesat equatoriano, similar ao Pegaso, deve ser lançado ao espaço a partir da Rússia.
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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Nanossatélites sul-americanos em órbita



Na última sexta-feira (26 de abril), dois nanossatélites sul-americanos foram lançados com sucesso ao espaço por um foguete Longa Marcha 2, a partir do centro espacial de Jiuquan, na China: o CubeBug-1, da Argentina, e o NEE-01 Pegaso, o primeiro satélite da história do Equador.

O CubeBug-1 tem 2 kg de massa e foi concebido, projetado e fabricado na Argentina, num investimento próximo de 6,3 milhões de pesos. Participaram do projeto a empresa Satellogic e a estatal INVAP, numa ação de desenvolvimento estratégico espacial por meio de uma cooperação público-privada. O CubeBug-1, também conhecido como "Capitán Beto", tem finalidades educativas e científicas, e tem por objetivo demonstrar o funcionamento em órbita da plataforma.

O NEE-01 Pegaso (foto acima), por sua vez, é um nanossatélite com massa em torno de 1,2 kg, dotado de dois pequenos painésis solares. É dotado de uma câmera dual, capaz de gerar imagens normais e infravermelhas em fotos e vídeos em tempo real. Este foi o primeiro projeto de satélite do Equador, desenvolvido pela Agência Espacial Civil Equatoriana (EXA).
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