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NASA financiará nanossatélite desenvolvido em parceria com o INPE e o ITA
Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2016
A missão SPORT - Scintilation Prediction Observations Research Task, que prevê um nanossatélite para estudos de bolhas de plasma na ionosfera, foi selecionada entre projetos apresentados à NASA para financiamento. A iniciativa é coordenada pelo Marshall Space Flight Center, da agência espacial americana, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
O nanossatélite, um cubesat de aproximadamente seis quilos, servirá a estudos sobre a formação de bolhas de plasma ionosférico, que são as fontes principais de reflexões de radar na região equatorial. A missão SPORT investigará o estado da ionosfera que acarreta o crescimento das bolhas de plasma. Também serão estudadas as relações entre as irregularidades no plasma em altitude de satélites com as cintilações de rádio observadas na região equatorial da ionosfera.
Os instrumentos a bordo do satélite serão desenvolvidos pelo centro da NASA e universidades dos Estados Unidos, com a participação de pesquisadores brasileiros. Já a plataforma poderá ser semelhante à do Itasat, nanossatélite universitário realizado em parceria pelo ITA, INPE e instituições de ensino.
No Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE, em São José dos Campos (SP), será realizada a montagem e ensaios necessários para o lançamento do nanossatélite. A responsabilidade pela operação em órbita será do Centro de Controle de Satélites (CCS) do INPE e estações brasileiras de cubesats.
O Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace) do INPE fará o processamento, armazenamento e distribuição dos dados científicos da missão SPORT. As informações da rede de sensores de solo do Embrace na região da Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS), combinadas com os dados obtidos pelo cubesat, conferem características pioneiras à missão.
O lançamento, de responsabilidade da NASA, será pela Estação Espacial Internacional (ISS). O cronograma prevê o início da missão em março de 2017, sendo que o seu lançamento e comissionamento deverá ocorrer entre novembro de 2018 e março de março de 2019, com uma vida útil de um ano, em função da atividade solar no período e a dinâmica de voo para o lançamento da ISS.
Pesquisadores e tecnologistas de várias áreas do INPE participaram do desenvolvimento da proposta agora contemplada pela NASA. Sob o encaminhamento do ITA, está sendo submetido à FAPESP um projeto temático para o orçamento da parte nacional da missão, bem como sua extensão.
Fonte: INPE
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
domingo, 6 de novembro de 2016
AEB - NASA: Programa Globe
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Agência Espacial promove segunda edição do Programa Globe da Nasa
04/11/2016
A segunda edição do Workshop do Programa Globe da Nasa no Brasil, promovido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), acontece nos dias 7 e 8 de novembro. O evento será realizado na sede da Agência, em Brasília, e terá a participação de 37 professores das redes pública e particular de ensino do Distrito Federal, que serão capacitados para trabalhar em sala de aula com educação ambiental.
Durante dois dias de capacitação os professores serão conduzidos aos protocolos de Atmosfera e Hidrosfera. Também serão trabalhadas atividades teóricas e práticas de coleta de dados ambientais de acordo com os protocolos do programa, assim como a publicação desses dados no site do Globe.
O segundo workshop no Brasil será orientado pela coordenadora nacional do Globe, na Argentina, Marta Kingsland e pela bióloga peruana, Claudia Cecilia Caro Vera. As duas foram responsáveis pelas atividades da primeira edição do Workshop no Brasil, realizado em junho deste ano.
O Globe é um programa de ciência e educação desenvolvido pela Agência Espacial Americana (Nasa) que envolve a participação de estudantes, professores, cientistas e cidadãos em todo o mundo nas coletas de dados ambientais e nos estudos científicos, que contribuem de maneira significativa para a compreensão do meio ambiente.
O objetivo do programa é conscientizar os estudantes sobre o meio ambiente e suas interações com o ser humano, além de contribuir para a compreensão científica do planeta, aumentar o número de vocações científicas, transformar os alunos em pesquisadores, promover a investigação escolar e o trabalho colaborativo entre escolas do Brasil e de outras regiões do mundo.
A bióloga Claudia Caro ressaltou a importância da participação do Brasil no Programa Globe. “O Brasil é um verdadeiro laboratório climático de biodiversidade. Se conseguirmos entender o que acontece no país provavelmente compreenderemos o que está ocorrendo em todo o mundo. A biodiversidade daqui não será encontrada em lugar nenhum do mundo, por isso é tão relevante a participação do Brasil no Programa Globe”, explicou.
Globe no Brasil - Brasília foi a primeira cidade brasileira a ser contemplada com o programa. O Globe chegou ao Brasil este ano, após um acordo de parceria entre a AEB e a Nasa. Em 2017 a Agência pretende levar o Programa para outros estados brasileiros, a previsão é que aconteçam outros workshops nos estados de São Paulo e Paraná.
O programa Globe foi criado em 1995 e hoje está presente em mais de 700 escolas distribuídas em 112 países. Até o ano de 2014 o programa teve a participação de mais de mil professores e cerca de 10 mil estudantes.
Fonte: AEB
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Agência Espacial promove segunda edição do Programa Globe da Nasa
04/11/2016
A segunda edição do Workshop do Programa Globe da Nasa no Brasil, promovido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), acontece nos dias 7 e 8 de novembro. O evento será realizado na sede da Agência, em Brasília, e terá a participação de 37 professores das redes pública e particular de ensino do Distrito Federal, que serão capacitados para trabalhar em sala de aula com educação ambiental.
Durante dois dias de capacitação os professores serão conduzidos aos protocolos de Atmosfera e Hidrosfera. Também serão trabalhadas atividades teóricas e práticas de coleta de dados ambientais de acordo com os protocolos do programa, assim como a publicação desses dados no site do Globe.
O segundo workshop no Brasil será orientado pela coordenadora nacional do Globe, na Argentina, Marta Kingsland e pela bióloga peruana, Claudia Cecilia Caro Vera. As duas foram responsáveis pelas atividades da primeira edição do Workshop no Brasil, realizado em junho deste ano.
O Globe é um programa de ciência e educação desenvolvido pela Agência Espacial Americana (Nasa) que envolve a participação de estudantes, professores, cientistas e cidadãos em todo o mundo nas coletas de dados ambientais e nos estudos científicos, que contribuem de maneira significativa para a compreensão do meio ambiente.
O objetivo do programa é conscientizar os estudantes sobre o meio ambiente e suas interações com o ser humano, além de contribuir para a compreensão científica do planeta, aumentar o número de vocações científicas, transformar os alunos em pesquisadores, promover a investigação escolar e o trabalho colaborativo entre escolas do Brasil e de outras regiões do mundo.
A bióloga Claudia Caro ressaltou a importância da participação do Brasil no Programa Globe. “O Brasil é um verdadeiro laboratório climático de biodiversidade. Se conseguirmos entender o que acontece no país provavelmente compreenderemos o que está ocorrendo em todo o mundo. A biodiversidade daqui não será encontrada em lugar nenhum do mundo, por isso é tão relevante a participação do Brasil no Programa Globe”, explicou.
Globe no Brasil - Brasília foi a primeira cidade brasileira a ser contemplada com o programa. O Globe chegou ao Brasil este ano, após um acordo de parceria entre a AEB e a Nasa. Em 2017 a Agência pretende levar o Programa para outros estados brasileiros, a previsão é que aconteçam outros workshops nos estados de São Paulo e Paraná.
O programa Globe foi criado em 1995 e hoje está presente em mais de 700 escolas distribuídas em 112 países. Até o ano de 2014 o programa teve a participação de mais de mil professores e cerca de 10 mil estudantes.
Fonte: AEB
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Estágio de estudantes brasileiros na NASA
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Estudantes selecionados para estágio na Nasa vão trazer experiência para o Brasil
Numa parceria com a AEB, Flavio Altinier e Gabriel Militão vão passar 10 semanas na agência espacial norte-americana. Alunos do Ciência sem Fronteiras, os jovens foram selecionados entre mais de 400 candidatos.
17/08/2016
Uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Nasa levou dois estudantes brasileiros para um estágio de 10 semanas na agência espacial norte-americana dentro do Programa I². Alunos de Engenharia da Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Flavio Altinier, 24 anos, e Gabriel Militão, 22 anos, foram selecionados entre 400 candidatos e embarcaram em julho para uma experiência que pode ser decisiva para o futuro de cada um deles.
No Ames Research Center (ARC), em Palo Alto, na Califórnia, eles atuam em pesquisas diferentes. Enquanto Flavio trabalha com análise de dados, Gabriel desenvolve um aplicativo sobre terremotos dentro do World Wind, uma plataforma de visualização do globo terrestre criada pela Nasa. Em comum, a vontade de aprender com os melhores pesquisadores do mundo.
"O estágio está sendo sensacional. A experiência de trabalhar em um projeto cientificamente complexo e, ao mesmo tempo, com um gigantesco potencial de impacto na vida das pessoas é extraordinário", afirmou Gabriel.
"É uma experiência engrandecedora em todos os sentidos", acrescentou Flavio.
O processo de seleção foi longo. Começou com um edital lançado pela AEB, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em fevereiro de 2016. O objetivo era escolher estudantes do programa Ciência sem Fronteiras que já estivessem nos Estados Unidos. Mais de 400 se candidataram, o que levou a AEB a ampliar de cinco para 15 o número de selecionados para a segunda etapa. Entre eles, Flavio e Gabriel, que passavam uma temporada na Universidade Cornell, em Nova Iorque, foram chamados para o estágio na Nasa.
"O nível dos candidatos era muito alto. Por isso, optaram por selecionar mais pessoas do que o previsto", lembrou Gabriel Militão.
"Por fim, eu e o Gabriel tivemos a felicidade de ser os escolhidos", completou Flavio Altinier.
Impactos positivos
O Brasil só tem a ganhar com a iniciativa, avalia o diretor de Satélites da AEB, Carlos Gurgel. Isso porque, além de ampliar os conhecimentos na área, os jovens trazem na bagagem a "cultura da Nasa". "O profissional brasileiro não só trabalha lá, mas entende como funciona a cultura da Nasa, como eles trabalham a questão da infraestrutura de laboratórios, como se planeja o orçamento para as pesquisas. Mesmo o garoto de graduação traz a experiência adquirida lá e recicla o nosso conhecimento. Isso abre portas para que nós possamos evoluir", disse Gurgel.
Parceria
Esta foi a primeira vez que a Agência Espacial Brasileira participou do Programa I², e a ideia é manter a parceria nos próximos anos. Segundo Gurgel, uma proposta está em discussão para que a AEB envie pelo menos três estudantes brasileiros para estágios de verão na Nasa. "Estamos trabalhando para construir um método para que possamos financiar o envio dos estudantes, pelo menos três a cada ano. Esse é um bom número e vai permitir a perenidade dessa parceria com a Nasa", destacou.
Fonte: MCTIC
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Estudantes selecionados para estágio na Nasa vão trazer experiência para o Brasil
Numa parceria com a AEB, Flavio Altinier e Gabriel Militão vão passar 10 semanas na agência espacial norte-americana. Alunos do Ciência sem Fronteiras, os jovens foram selecionados entre mais de 400 candidatos.
17/08/2016
Uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Nasa levou dois estudantes brasileiros para um estágio de 10 semanas na agência espacial norte-americana dentro do Programa I². Alunos de Engenharia da Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Flavio Altinier, 24 anos, e Gabriel Militão, 22 anos, foram selecionados entre 400 candidatos e embarcaram em julho para uma experiência que pode ser decisiva para o futuro de cada um deles.
No Ames Research Center (ARC), em Palo Alto, na Califórnia, eles atuam em pesquisas diferentes. Enquanto Flavio trabalha com análise de dados, Gabriel desenvolve um aplicativo sobre terremotos dentro do World Wind, uma plataforma de visualização do globo terrestre criada pela Nasa. Em comum, a vontade de aprender com os melhores pesquisadores do mundo.
"O estágio está sendo sensacional. A experiência de trabalhar em um projeto cientificamente complexo e, ao mesmo tempo, com um gigantesco potencial de impacto na vida das pessoas é extraordinário", afirmou Gabriel.
"É uma experiência engrandecedora em todos os sentidos", acrescentou Flavio.
O processo de seleção foi longo. Começou com um edital lançado pela AEB, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em fevereiro de 2016. O objetivo era escolher estudantes do programa Ciência sem Fronteiras que já estivessem nos Estados Unidos. Mais de 400 se candidataram, o que levou a AEB a ampliar de cinco para 15 o número de selecionados para a segunda etapa. Entre eles, Flavio e Gabriel, que passavam uma temporada na Universidade Cornell, em Nova Iorque, foram chamados para o estágio na Nasa.
"O nível dos candidatos era muito alto. Por isso, optaram por selecionar mais pessoas do que o previsto", lembrou Gabriel Militão.
"Por fim, eu e o Gabriel tivemos a felicidade de ser os escolhidos", completou Flavio Altinier.
Impactos positivos
O Brasil só tem a ganhar com a iniciativa, avalia o diretor de Satélites da AEB, Carlos Gurgel. Isso porque, além de ampliar os conhecimentos na área, os jovens trazem na bagagem a "cultura da Nasa". "O profissional brasileiro não só trabalha lá, mas entende como funciona a cultura da Nasa, como eles trabalham a questão da infraestrutura de laboratórios, como se planeja o orçamento para as pesquisas. Mesmo o garoto de graduação traz a experiência adquirida lá e recicla o nosso conhecimento. Isso abre portas para que nós possamos evoluir", disse Gurgel.
Parceria
Esta foi a primeira vez que a Agência Espacial Brasileira participou do Programa I², e a ideia é manter a parceria nos próximos anos. Segundo Gurgel, uma proposta está em discussão para que a AEB envie pelo menos três estudantes brasileiros para estágios de verão na Nasa. "Estamos trabalhando para construir um método para que possamos financiar o envio dos estudantes, pelo menos três a cada ano. Esse é um bom número e vai permitir a perenidade dessa parceria com a Nasa", destacou.
Fonte: MCTIC
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
Cooperação Brasil - EUA
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Durante a visita da Presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos da América (EUA) esta semana, foram assinados três atos oficiais que tratam da cooperação entre os dois países no âmbito espacial.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) firmaram um memorando acerca da participação brasileira no programa da Constelação do Sistema de Observação para Meteorologia, Ionosfera e Clima (COSMIC-2), que se daria por meio da instalação de uma estação terrestre em território nacional, em local ainda a ser decidido, para a recepção de dados da futura constelação.
Segundo informações constantes do memorando, o COSMIC-2 tem por principais objetivos aumentar o número de medições globais por rádio ocultação (RO), além de fazer a transição da missão de demonstração do COSMIC para um sistema global e confiável apoiando tanto a pesquisa atmosférica como a previsão operacional do tempo. A constelação será composta de 6 satélites com uma inclinação de 24 graus e 6 satélites com uma inclinação de 72 graus, que deverão reforçar as observações atualmente coletadas pelo COSMIC na região equatorial. O primeiro lançamento do COSMIC-2 está planejado para o início de agosto de 2015 e a Capacidade Operacional Inicial do COSMIC-2 está prevista para 2017.
Um dos instrumentos assinados envolvem colaboração no campo educacional. A Agência Espacial Brasileira A(EB) firmou com a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) um acordo para participação brasileira no programa GLOBE, de ciência e educação ambiental internacional, que reúne estudantes, professores e cientistas para estudar o meio ambiente global.
O terceiro e último instrumento, um Ajuste Complementar assinado pela AEB e NASA, trata de atividades conjuntas envolvendo física solar e espacial (heliofísica) e pesquisa sobre clima espacial, campo em que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem destacada atuação e já coopera com outros países, inclusive com a China.
Atualização do blog (1º de julho, às 17h40): a AEB divulgou notas sobre os acordos assinados com a NASA e NOAA. Veja em "AEB e NASA firmam acordos em Ciência e Educação", e "Acordo prevê estação terrestre do programa de satélites COSMIC-2 no País".
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Durante a visita da Presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos da América (EUA) esta semana, foram assinados três atos oficiais que tratam da cooperação entre os dois países no âmbito espacial.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) firmaram um memorando acerca da participação brasileira no programa da Constelação do Sistema de Observação para Meteorologia, Ionosfera e Clima (COSMIC-2), que se daria por meio da instalação de uma estação terrestre em território nacional, em local ainda a ser decidido, para a recepção de dados da futura constelação.
Segundo informações constantes do memorando, o COSMIC-2 tem por principais objetivos aumentar o número de medições globais por rádio ocultação (RO), além de fazer a transição da missão de demonstração do COSMIC para um sistema global e confiável apoiando tanto a pesquisa atmosférica como a previsão operacional do tempo. A constelação será composta de 6 satélites com uma inclinação de 24 graus e 6 satélites com uma inclinação de 72 graus, que deverão reforçar as observações atualmente coletadas pelo COSMIC na região equatorial. O primeiro lançamento do COSMIC-2 está planejado para o início de agosto de 2015 e a Capacidade Operacional Inicial do COSMIC-2 está prevista para 2017.
Um dos instrumentos assinados envolvem colaboração no campo educacional. A Agência Espacial Brasileira A(EB) firmou com a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) um acordo para participação brasileira no programa GLOBE, de ciência e educação ambiental internacional, que reúne estudantes, professores e cientistas para estudar o meio ambiente global.
O terceiro e último instrumento, um Ajuste Complementar assinado pela AEB e NASA, trata de atividades conjuntas envolvendo física solar e espacial (heliofísica) e pesquisa sobre clima espacial, campo em que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) tem destacada atuação e já coopera com outros países, inclusive com a China.
Atualização do blog (1º de julho, às 17h40): a AEB divulgou notas sobre os acordos assinados com a NASA e NOAA. Veja em "AEB e NASA firmam acordos em Ciência e Educação", e "Acordo prevê estação terrestre do programa de satélites COSMIC-2 no País".
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terça-feira, 23 de junho de 2015
Ciência sem Fronteiras: estágios na NASA
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Graduandos e pesquisadores brasileiros poderão estagiar na NASA
Brasília, 23 de junho de 2015 – A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a National Aeronautics and Space Administration (Nasa), a agência espacial dos Estados Unidos, concluíram acordo que permite a estudantes e pós-graduandos brasileiros, das áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, a estagiarem em centros de pesquisa da Nasa.
Os graduandos, principalmente bolsistas de graduação do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) em uma universidade norte-americana, podem investir parte do seu tempo para ampliar os conhecimentos e a prática em questões espaciais.
A própria bolsa do CsF poderá ser usada, parcialmente, para custear o estágio num dos centros da Nasa.
Se você já é, ou virá a ser em breve, bolsista de graduação do Programa Ciência sem Fronteiras do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em uma universidade norte-americana, inscrito em um curso das áreas de engenharia, desenvolvimento tecnológico ou similar, você tem plenas condições para pleitear estágio num instituto da Nasa.
Se você é pós-graduando nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, considere também esta oportunidade. Um estágio na Nasa poderá significar um avanço profissional considerável em sua carreira.
Para saber mais detalhes sobre essa grande possibilidade, entre em contato com a AEB pelo e-mail estagio.nasa@aeb.gov.br
Conversando com o nosso pessoal, você pode tirar todas as suas dúvidas e conhecer direitinho o caminho das pedras para ter o privilégio de pôr os seus pés dentro de um centro de pesquisa e desenvolvimento da Nasa.
Fonte: AEB
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Graduandos e pesquisadores brasileiros poderão estagiar na NASA
Brasília, 23 de junho de 2015 – A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a National Aeronautics and Space Administration (Nasa), a agência espacial dos Estados Unidos, concluíram acordo que permite a estudantes e pós-graduandos brasileiros, das áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, a estagiarem em centros de pesquisa da Nasa.
Os graduandos, principalmente bolsistas de graduação do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) em uma universidade norte-americana, podem investir parte do seu tempo para ampliar os conhecimentos e a prática em questões espaciais.
A própria bolsa do CsF poderá ser usada, parcialmente, para custear o estágio num dos centros da Nasa.
Se você já é, ou virá a ser em breve, bolsista de graduação do Programa Ciência sem Fronteiras do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em uma universidade norte-americana, inscrito em um curso das áreas de engenharia, desenvolvimento tecnológico ou similar, você tem plenas condições para pleitear estágio num instituto da Nasa.
Se você é pós-graduando nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, considere também esta oportunidade. Um estágio na Nasa poderá significar um avanço profissional considerável em sua carreira.
Para saber mais detalhes sobre essa grande possibilidade, entre em contato com a AEB pelo e-mail estagio.nasa@aeb.gov.br
Conversando com o nosso pessoal, você pode tirar todas as suas dúvidas e conhecer direitinho o caminho das pedras para ter o privilégio de pôr os seus pés dentro de um centro de pesquisa e desenvolvimento da Nasa.
Fonte: AEB
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segunda-feira, 22 de junho de 2015
Missão SAC-D/Aquarius chega ao fim
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A missão do satélite argentino SAC-D/Aquarius, lançada em junho de 2011, foi encerrada, informou a agência espacial norte-americana (NASA) na última semana. A previsão era que o satélite, construído pela estatal INVAP, operasse por mais um ano, mas falhas nos sistemas de energia e controle de atitude em 8 de junho abreviaram a sua vida útil.
Avaliada em cerca de 400 milhões de dólares, a missão envolveu uma significativa cooperação com os Estados Unidos, que forneceram sua principal carga útil (um sensor em banda L para a medição de salinidade de oceanos), além do lançamento a bordo de um foguete Delta II.
Segundo informações da NASA, os dados obtidos pelo Aquarius estão ajudando cientistas a aprimorar suas previsões para o fenômeno "El Nino" e no monitoramento do impacto da salinidade oceânica decorrente da evaporação de água na foz de grandes rios.
Além dos EUA, outros países também colaboraram com o programa, como o Canadá, França e Itália, que também tiveram sensores a bordo. O Brasil, por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), participou dos ensaios finais do satélite, realizados no Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos (SP).
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A missão do satélite argentino SAC-D/Aquarius, lançada em junho de 2011, foi encerrada, informou a agência espacial norte-americana (NASA) na última semana. A previsão era que o satélite, construído pela estatal INVAP, operasse por mais um ano, mas falhas nos sistemas de energia e controle de atitude em 8 de junho abreviaram a sua vida útil.
Avaliada em cerca de 400 milhões de dólares, a missão envolveu uma significativa cooperação com os Estados Unidos, que forneceram sua principal carga útil (um sensor em banda L para a medição de salinidade de oceanos), além do lançamento a bordo de um foguete Delta II.
Segundo informações da NASA, os dados obtidos pelo Aquarius estão ajudando cientistas a aprimorar suas previsões para o fenômeno "El Nino" e no monitoramento do impacto da salinidade oceânica decorrente da evaporação de água na foz de grandes rios.
Além dos EUA, outros países também colaboraram com o programa, como o Canadá, França e Itália, que também tiveram sensores a bordo. O Brasil, por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), participou dos ensaios finais do satélite, realizados no Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos (SP).
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terça-feira, 14 de abril de 2015
Ciência sem Fronteiras: pesquisadoras do INPE na NASA
Ciência sem Fronteiras aproxima cientistas brasileiras na Nasa
14/04/2015 16h53
O programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foi o elo responsável pelo encontro entre duas cariocas, Rosaly Lopes e Fabíola Magalhães, na Agência Espacial Norte-Americana (Nasa).
As cientistas brasileiras descobriram suas afinidades na área de Astronomia ao atuarem juntas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e iniciaram um trabalho de parceria na agência Norte-Americana.
Trajetórias
Ainda menina, aos quatro anos de idade, Rosaly começou a se interessar pelos assuntos do Cosmos ao assistir noticiários sobre Iuri Gagarin, o primeiro homem a viajar pelo espaço.
E como muitos jovens de sua época, aos 18 anos, a ex-garota de Ipanema saiu do Rio para estudar Astronomia na Universidade de Londres, Inglaterra, pela falta de estrutura no Brasil.
A carreira da cientista foi coroada pelos mais de 20 anos de atuação na Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), onde esteve à frente da Missão Cassini (que explora, com um satélite, o planeta Saturno e suas luas). Rosaly é também considerada uma das maiores especialistas em vulcões do mundo. Ela encontrou 71 deles ativos em Io, lua de Júpiter.
Por esse feito, entrou para o Guiness americano, o livro dos recordes. Hoje, com 58 anos de idade, a astrônoma brasileira chefia o departamento de ciências planetárias no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, na Califórnia, responsável pela coordenação de 80 profissionais.
Já a trajetória acadêmica da pesquisadora Fabíola Magalhães, de 33 anos, transcorreu no Brasil, onde se graduou em Astronomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e cursou o mestrado em Astrometria pelo Observatório Nacional (ON/MCTI).
Atualmente, ela é doutoranda em Geofísica Espacial pelo Inpe. A jovem, que foi inspirada pelos livros de divulgação científica do astrônomo norte-americano, Carl Sagan, hoje vive a realidade de estudar os astros e os vulcões em parceria com a doutora Rosaly, na Nasa.
Vulcanismo
Orientada pelo físico Walter Gonzalez, da Divisão de Geofísica Espacial do Inpe, Fabíola atua na agência espacial norte-americana com uma bolsa sanduíche pelo programa Ciência sem Fronteiras e estuda a influência do vulcanismo em Io e no campo magnético de Júpiter.
Uma oportunidade "incrível" para a brasileira que nunca pensou na possibilidade de trabalhar na Nasa. "A experiência tem sido fascinante de poder conhecer e discutir ideias com pessoas que apenas conhecia por nome em artigos. Com certeza, por isso, já vale a viagem. Uma coisa que pela qual sempre me interessei, e que a Nasa tem de sobra, são as missões espaciais. E algo que achei fascinante é saber que a sala de controle das missões fica logo ali, num prédio bem pertinho ao meu", declara.
Intercâmbio
Para Rosaly Lopes, que voltou ao Brasil em 2012, como visitante especial pelo Ciência sem Fronteiras, a parceria com Fabíola representa a continuidade da sua pesquisa sobre as causas e os efeitos no sistema magnetosférico (exterior da atmosfera de um astro) ao redor Júpiter e a relação com as erupções vulcânicas. "Estamos fazendo a maior parte do trabalho em termos de análises de dados, o que se estenderá até o fim do ano", conta a Rosaly.
Para a pesquisadora, o intercâmbio permitiu atuar na área de sua especialidade e intensificar a cooperação entre as agências da área espacial dos dois países.
"A geologia dos planetas é muito pouco estudada no Brasil, que se concentra em outros campos de ciência astronômica e planetária. Tenho, então, a oportunidade de envolver estudantes e fazer crescer esta área no País. Por exemplo, em 2013, dei aulas num curso de Pós-Graduação, no Observatório Nacional, sobre geologia dos planetas e escrevi o capítulo de um livro que foi editado pelo Observatório. Dei também muitas palestras no Inpe e em alguns congressos no Brasil," relata.
Rosaly Lopes conta que os compromissos com a Nasa dificultam a sua fixação por longos períodos no Brasil, o que não impedirá o intercâmbio de conhecimentos. "O Inpe é um lugar ótimo, com cientistas e engenheiros de grande calibre", avalia.
"E, por outro lado, hoje em dia, com computadores e Skype, podemos trabalhar juntos sem passar muito tempo no mesmo lugar", justifica. "Estou servindo como ponte entre o Inpe e o JPL. Existem outros projetos, de pesquisadores brasileiros aqui no JPL, estou fazendo as conexões entre os pesquisadores e facilitando a colaboração".
Na avaliação de Rosaly, a ciência no Brasil se desenvolveu muito desde a época que saiu do País em busca de oportunidades.
"O Brasil agora já está entrando no grupo de países que têm programa espacial. Essa foi uma das razões pelas quais o JPL me deu permissão para passar um tempo no nosso País, na esperança de fomentar mais projetos de colaboração, principalmente, em missões espaciais de observação da Terra", ressaltou a cientista, que é entusiasta do programa CsF pela iniciativa de enviar estudantes brasileiros ao exterior, como é o caso de Fabíola. "Eles praticam outra língua e podem ver como funcionam instituições de alto nível, em outras partes do mundo", avalia.
Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Cooperação Brasil - EUA: visita da NASA
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Administrador da Nasa se reúne com presidente da AEB
Brasília, 23 de fevereiro de 2015 – Em encontro na tarde de hoje (23) na sede da Agência Espacial Brasileira (AEB) com Charles Bolden, administrador da Agência Espacial Norte-americana (Nasa) e sua comitiva, o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, apresentou a diretoria da instituição e trocou observações sobre a parceria do governo com a indústria nacional para o desenvolvimento das atividades espaciais.
Após um breve relato sobre as atividades da AEB e rememorar uma série de ações no segmento espacial entre Brasil e Estados Unidos, o presidente falou sobre os avanços na produção de satélites de pequeno porte e do envolvimento das universidades nestes projetos.
Bolden mostrou interesse em saber como é realizado o programa de bolsas Ciência sem Fronteiras (CsF), do Governo Federal. Na oportunidade o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento, Carlos Gurgel, fez algumas observações sobre o programa destacando sua importância para a qualificação de recursos humanos no setor.
Segundo Bolden, seu interesse nesse tema se deve ao fato de que nos Estados Unidos (EUA) existe um programa similar envolvendo estudantes desde o nível fundamental até a universidade e que há possibilidade da participação de estudantes brasileiros no mesmo. O administrador da Nasa falou ainda sobre as novas oportunidades que se abrem para participação do Brasil e de outros países em diversas modalidades de ação na Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) e em projetos de cooperação em diferentes níveis.
Fonte: AEB
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Administrador da Nasa se reúne com presidente da AEB
Brasília, 23 de fevereiro de 2015 – Em encontro na tarde de hoje (23) na sede da Agência Espacial Brasileira (AEB) com Charles Bolden, administrador da Agência Espacial Norte-americana (Nasa) e sua comitiva, o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, apresentou a diretoria da instituição e trocou observações sobre a parceria do governo com a indústria nacional para o desenvolvimento das atividades espaciais.
Após um breve relato sobre as atividades da AEB e rememorar uma série de ações no segmento espacial entre Brasil e Estados Unidos, o presidente falou sobre os avanços na produção de satélites de pequeno porte e do envolvimento das universidades nestes projetos.
Bolden mostrou interesse em saber como é realizado o programa de bolsas Ciência sem Fronteiras (CsF), do Governo Federal. Na oportunidade o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento, Carlos Gurgel, fez algumas observações sobre o programa destacando sua importância para a qualificação de recursos humanos no setor.
Segundo Bolden, seu interesse nesse tema se deve ao fato de que nos Estados Unidos (EUA) existe um programa similar envolvendo estudantes desde o nível fundamental até a universidade e que há possibilidade da participação de estudantes brasileiros no mesmo. O administrador da Nasa falou ainda sobre as novas oportunidades que se abrem para participação do Brasil e de outros países em diversas modalidades de ação na Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) e em projetos de cooperação em diferentes níveis.
Fonte: AEB
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
INPE, ITA e NASA discutem satélite conjunto
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Pesquisadores da NASA, INPE e ITA discutem missão na área de clima espacial
Terça-feira, 02 de Dezembro de 2014
Pesquisadores do Marshall Space Flight Center, ligado à agência espacial americana (NASA), e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), estiveram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para discutir uma possível colaboração no desenvolvimento de um satélite tecnológico de monitoramento do Clima Espacial.
Em São José dos Campos (SP), o grupo se reuniu com os especialistas do Programa de Estudos e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace) do INPE, bem como da Divisão de Geofísica Espacial e da Coordenação de Engenharia e Tecnologia Espacial do Instituto, para falar sobre o objetivo tecnológico e de monitoramento da possível missão, o design do satélite e seus equipamentos a bordo.
Participaram do encontro: James Spann, Daniel Schumacher, Joe Cases e Stephen Spehn (MSFC/NASA), André L Pierre Mattei (ITA/DCTA), Clezio Marcos De Nardin, Otavio Santos Cupertino Durão, Joaquim Eduardo Rezende Costa, Marcelo Banik de Padua, Lígia Alves da Silva, Livia Ribeiro Alves, Eurico Rodrigues de Paula, Hisao Takahashi e Luis Eduardo Antunes Vieira (INPE).
Fonte: INPE
Pesquisadores da NASA, INPE e ITA discutem missão na área de clima espacial
Terça-feira, 02 de Dezembro de 2014
Pesquisadores do Marshall Space Flight Center, ligado à agência espacial americana (NASA), e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), estiveram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para discutir uma possível colaboração no desenvolvimento de um satélite tecnológico de monitoramento do Clima Espacial.
Em São José dos Campos (SP), o grupo se reuniu com os especialistas do Programa de Estudos e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace) do INPE, bem como da Divisão de Geofísica Espacial e da Coordenação de Engenharia e Tecnologia Espacial do Instituto, para falar sobre o objetivo tecnológico e de monitoramento da possível missão, o design do satélite e seus equipamentos a bordo.
Participaram do encontro: James Spann, Daniel Schumacher, Joe Cases e Stephen Spehn (MSFC/NASA), André L Pierre Mattei (ITA/DCTA), Clezio Marcos De Nardin, Otavio Santos Cupertino Durão, Joaquim Eduardo Rezende Costa, Marcelo Banik de Padua, Lígia Alves da Silva, Livia Ribeiro Alves, Eurico Rodrigues de Paula, Hisao Takahashi e Luis Eduardo Antunes Vieira (INPE).
Fonte: INPE
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