quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Foguetes de sondagem venezuelanos

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Em 26 de novembro, a Venezuela testou três foguetes de sondagem com propulsão sólida, segundo reportagem do jornal "El Nacional", reproduzida pelo website especializado Infoespacial.

Os foguetes foram desenvolvidos pelo Centro de Estudos Espaciais da Universidade de Los Andes, com apoio do Centro de Investigação e Desenvolvimento Aeronáutico da Força Aérea Venezuelana.

"Estamos falando de foguetes que foram a velocidades subsônicas e também a velocidades supersônicas, realizando experimentos científicos relativos ao conhecimento da física e química atomosférica, assim como outros parâmetros meteorológicos de nosso espaço aéreo", destacou Vicente Marcano, coordenador do projeto.

Denominados Xapirirepe Thepe (ULA 1-B), Bicentenario (ULA-2) e Huyá (ULA 1-B), os foguetes são aparentemente de pequeno porte. Segundo a imprensa venezuelana, o ULA-2 alcançou uma altitude de 20 km. Outros lançamentos estão previstos para 2012, e o objetivo venezuelano seria desenvolver foguetes com capacidade de colocar nanossatélites em órbita.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

VS-30 V08 lançado com sucesso

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05/12/2011

Como parte da comemoração dos 40 anos do acordo tecnológico internacional entre o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e o Centro Espacial da Alemanha (DLR), ocorreu, no dia 2 de dezembro de 2011, às 19h local, em Natal, o lançamento do foguete de sondagem VS-30 V08.

O principal objetivo desta operação foi lançar e rastrear esse foguete de sondagem que transportou uma carga útil científica portando experimentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Para o rastreamento do foguete, utilizou-se, além do radar Adour e Estação de Telemetria do CLBI, a Estação de Telemedidas Móvel, operada por equipe do IAE e do DLR, e a Estação de Telemetria do CLA (Alcântara - MA) como estação remota. Todos os dados foram recebidos de forma clara e serão disponibilizados para o INPE e a UFRN.

O VS-30 é um veículo mono-estágio que utiliza propelente sólido, tendo, neste voo, 7,7 metros de comprimento (dos quais 3,7 m de carga útil) e uma massa total da ordem de 1.500 kg.

Fonte: IAE/DCTA
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Workshop da AAB sobre Organização Institucional do PEB

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A Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) promoverá na próxima sexta-feira (09), na Câmara Municipal de São José dos Campos (SP), o seu último workshop relacionado ao estudo "A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro".

O evento tem por objetivo discutir a Organização Institucional do Programa Espacial Brasileiro sob a ótica de uma reestruturação e contará com a participação do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), e do deputado federal Carlinhos de Almeida, da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados.

Expectativas

Existe grande expectativa sobre as ideias que serão discutidas no workshop. Raupp, que logo no início de sua gestão defendia a "fusão" da AEB com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), fez declarações no início do mês (veja aqui) sobre a intenção de se criar um Conselho Nacional de Política Espacial, órgão que ficaria subordinado diretamente à Presidência da República.

A ideia, ressalte-se, não é nova e nem de autoria de Marco Antonio Raupp. Desde 2010, discutia-se a criação de um conselho vinculado à Presidência da República, num projeto encabeçado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE).
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SGB na Space News

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Brazil Reaffirms Interest in Building Pair of Government Comm Sats

Thu, 1 December, 2011
By Peter B. de Selding

LONDON — The Brazilian government intends to pursue development of two telecommunications satellites carrying X- and Ka-band payloads for military and civil government use but likely will miss the program’s announced schedule, a senior Brazilian Defense Ministry official said Nov. 30.

Lt. Col. Luciano Martins Menna, head of telematics at the ministry, said the 2014 launch date for the first of the satellites is probably too optimistic. But he said the program has the backing of the Brazilian administration and will go forward as a joint effort of the defense and communications ministries.

No contract has yet been signed for the satellites, although Martins Menna said a budget has been made available. Brazil’s Star One commercial satellite fleet operator has questioned whether a separate government satellite effort will not upset the currently healthy commercial market.

Brazilian military authorities in early November completed a test using France’s Syracuse military satellite telecommunications system to establish X-band links with Brazilian naval vessels off the African coast.

Martins Menna said the Brazilian military satellites would cover South America. For communications outside the region, Brazilian forces will rely on one or more international partnerships that have not yet been concluded.

Fonte: Space News
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Ainda sobre a missão TEXUS 48

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Normalmente bem discreta em relação às missões com foguetes de sondagem realizadas com o modelo brasileiro VSB-30, a agência espacial alemã (DLR) divulgou ontem (30) uma nota sobre a missão TEXUS 48, realizada no último dia 27 a partir do centro espacial de Esrange, no norte da Suécia.

A operação TEXUS 48 foi realizada dentro do escopo do projeto Cryogenic Upper Stage Technologies (CUST), da Agência Espacial Europeia (ESA), algo que pode ser traduzido para o português como tecnologias de estágio superior criogênico. O projeto é parte do Programa Preparatório para Futuros Lançadores (FLPP, sigla em inglês), que deve dar origem ao sucessor do Ariane 5.

Assim, pode-se dizer que o VSB-30, certamente o mais bem sucedido engenho de tecnologia espacial brasileira, contribuiu de alguma forma para o futuro dos lançadores europeus.

Atualização, 16h10: recebemos um e-mail de Otavio Durão com comentários e um "puxão de orelha" à afirmação de que o VSB-30 é "certamente o mais bem sucedido engenho de tecnologia espacial brasileira". Com razão, Durão fez questão de lembrar dos casos dos satélites SCD-1 e SCD-2. O blog opina que do ponto de vista tecnológico, de fato os SCDs foram uma grande conquista ao Programa Espacial, tanto é que operam até hoje. O VSB-30, sem dúvidas, é um grande sucesso do ponto de vista comercial (é exportado), mas do ponto de vista tecnológico, devemos reconhecer os méritos do INPE e família SCD. O e-mail de Otavio Durão é reproduzido abaixo:

"André:

Creio que você deve se inteirar mais sobre os SCD-1 e 2, antes de afirmar que o VSB-30 é "....certamente o mais bem sucedido engenho de tecnologia espacial brasileira" (sic). Leve em conta as respectivas complexidades de um pequeno satélite (na época, para nós, nem tão pequeno assim) desenvolvido no país (projeto, fabricação de muitas partes e equipamentos, integração, testes, qualificação e operação) e as de um motor de combustível sólido (one shot - sem controle de queima). E leve em conta que os SCD foram projetados e desenvolvidos nas décadas de 70 e 80! Com tecnologia e eletrônica da época. E, o mais importante, o motor só precisa funcionar por alguns poucos minutos. Os SCD´s funcionam, por incrível que pareça, e pela pouca valorização e compreensão do que significa isto, respectivamente há 18 e 13 anos!!! É incrível!!

Creio que isto merece um reparo no blog. Como um tributo àqueles veteranos, muitos ainda na ativa e outros já aposentados, que fizeram História no meu entender com, este sim um dos maiores feitos da tecnologia no país.


Se tivéssemos dado continuidade não estaríamos hoje fazendo VSB-30´s!!!

Abraços
Otavio"

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Câmara: "Fusão da AEB com Inpe está morta"

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Fusão da AEB com Inpe está morta, diz Gilberto Câmara, presidente do instituto

quarta-feira, 30 de novembro de 2011, 20h19

A proposta apresentada no meio do ano pelo presidente da AEB, Marco Antônio Raupp, de fundir a autarquia com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) não está mais sendo discutida dentro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A proposta não avançou porque sofreu forte oposição de Gilberto Câmara, diretor geral do Inpe. A ideia de Raupp era que a incorporação da AEB com o Inpe pudesse fortalecer o Programa Espacial Brasileiro a partir de uma atuação integrada das duas instituições.

"Falei 'ótimo' desde que a resultante disso se chame Inpe. O Instituto tem uma história é uma das instituições de pesquisa mais respeitadas do Brasil, muito mais antiga que a AEB. A AEB tem dois funcionários. Como ele (Marco Antônio Raupp) não topou, não rolou. A proposta morreu.", explica Gilberto Câmara.

A proposta, por ora está engavetada. Entetanto, Câmara está deixando o Inpe até o final do ano, o que poderá fazer com que a discussão seja recolocada quando o Intituto passar a ter outro diretor. Câmara diz que está "cansado"e pretende se dedicar mais a área acadêmica. Em 2012 ele deve se afastar para fazer um curso de pós-doutorado na Alemanha.

O novo dirtetor da o Instituto será escolhido pelo ministro Aloízio Mercadante a partir de uma lista tríplice apresentada pelo Comitê de Busca que é formado por profissionais que atuam em áreas afins às do Inpe.

Embraer

Câmara discorda da maneira como o governo vem trabalhando no projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro. Sua maior insatisfação reside no fato de o Inpe não ter sido incluído nas discussões. Além disso, segundo ele, o governo ainda não indicou como a experiência do Instituto será aproveitada no programa. Sobre a joint venture da Telebrás com a Embraer, Câmara diz que não vai haver "integração nenhuma" como dizem os representantes do governo.

Isso porque a companhia vai comprar um satélite pronto, já que não tem nenhuma experiência em integração. "Integração não é o que a Embraer vai fazer, ela vai acompanhar. A Embraer vai comprar pronto. A melhor maneira de integrar um satélite é fazendo", afirma ele.

Segundo ele, para que "a Embraer possa ser o que o governo quer que ela seja" é preciso investimento na empresa. Câmara procura amenizar a sua insatisfação com a exclusão do Inpe. "Como o Inpe vai passar o seu conhecimento para a Embraer, eu não sei. E nem quero falar sobre esse assunto agora que eu estou saindo. Isso faz parte de um debate que vai acontecer nos próximos anos".

Prêmio

Gilberto Câmara esteve nesta quarta em na Câmara dos Deputados onde foi homenageado em nome do Inpe com a Medalha Mérito Legislativo pelo trabalho que o Inpe desenvolve na área ambiental com monitoramento de queimadas, entre outras ações. A Medalha Mérito Legislativo é a maior honraria concedida pela Câmara dos Deputados a pessoas com relevantes serviços prestados ao País.

Fonte: Teletime. Colaborou Ildefonso.

Comentários: embora o INPE tenha um representante no grupo de trabalho do SGB, a informação que chegou ao conhecimento do Blog Panorama Espacial é que, de fato, sua função é meramente de observação, uma vez que o escopo do projeto já estaria definido. O não envolvimento (ou envolvimento inexpressivo) do INPE no SGB tem parcela de culpa do próprio Instituto, incapaz ou desinteressado em se alinhar com iniciativas que estavam sendo desenhadas em Brasília. Nos bastidores, comenta-se que um dos motivos que teriam levado à decisão de saída do Gilberto Câmara seria o enfraquecimento de suas relações com importantes "stakeholders" do Programa Espacial Brasileiro, inclusive Forças Armadas e indústria.
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Apresentação sobre o VLM-1

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Nesta quarta-feira, dia 22 de novembro de 2011, o Dr. Luís Loures, do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), esteve no Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), a convite deste Instituto, para realizar uma apresentação sobre o novo projeto em fase de estudo, o VLM-1, Veículo Lançador de Microssatélite.

O convite teve como propósito, nessa primeira etapa, promover a familiarização com o projeto, da plateia multidisciplinar do IFI composta de especialistas da área de certificação de produto e sistema de gestão da qualidade, desenvolvimento industrial, inovação tecnológica, transferência de tecnologia, entre outras.

Numa segunda etapa, o IFI, após identificação de possíveis oportunidades de contribuição à execução e ao aprimoramento do projeto, proporá um novo encontro, de maior abrangência, para debater a efetividade da sua eventual participação.

A apresentação no IFI foi muito oportuna, o binômio IFIxIAE organizações militares do Comando da Aeronáutica subordinadas ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), juntos, mais uma vez, em projetos de interesse nacional, outro aspecto citado foi as ações estratégicas relativas à atividade espacial e a importância do fomento e da coordenação e o apoio ao desenvolvimento de capacidade industrial no setor espacial brasileiro.

A Aeronáutica passou a adotar como política, no âmbito de sua competência de direção e gestão, a obtenção de reciprocidade de fornecedores estrangeiros de bens e serviços destinados à atividade aeroespacial, com vistas ao desenvolvimento e à modernização tecnológica e industrial do Setor Aeroespacial Brasileiro.

O IFI tem como missão, contribuir para a garantia do desempenho, da segurança e da disponibilidade de produtos e sistemas aeroespaciais de interesse do Comando da Aeronáutica, prestando serviços nas áreas de Normalização, Metrologia, Certificação, Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia e Coordenação Industrial, fomentando assim o complexo científico-tecnológico aeroespacial brasileiro. Exerce atividades de sistemas de gestão da qualidade, de análise e catalogação empresarial, de assessoria em compensação comercial, de tecnologia e industrial, de mobilização industrial, de inovação e capacitação relacionadas ao setor aeroespacial, envolvendo produtos de alto valor agregado e de tecnologia avançada de grande efeito multiplicador, como é o caso do VLM-1.

A independência tecnológica é outro aspecto importante para o País, gerando benefícios na cadeia produtiva em longa escala, com o favorecimento e fortalecimento da Industria Nacional, tornando-a parceira em projetos não só para o Comando da Aeronáutica, como também, para projetos de interesse do Estado Brasileiro.

Segundo o Eng.º Loures do IAE, o mercado de Lançadores de Microssatélite, ainda é pouco explorado, tornando-se um atrativo a mais para a conquista e a concretização desse projeto o VLM-1, onde poucos países tem participação, destacou o engenheiro.

O Programa Espacial Brasileiro conta atualmente com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Agência Espacial Brasileiraleira (AEB), sendo este o órgão central coordenador das atividades espacias no Brasil.

Fonte: DCTA
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Evento sobre comunicações militares em Brasília

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Seminário da Arycom apresenta novas tecnologias de comunicação via satélite para o Governo e as Forças Armadas

Envio de fotos otimizadas por satélite, soluções de transmissão de dados em banda X e criptografia de voz são os temas de algumas das apresentações do evento que será realizado em Brasília

São Paulo, 29 de novembro de 2011 - A Arycom, provedora de soluções completas em comunicações via satélite, fará apresentações e demonstrações de novas soluções de comunicação via satélite voltadas para as Forças Armadas, serviços de segurança e consultores e agências governamentais. O Seminário Anual de Tecnologia será realizado pelo segundo ano no próximo dia 30 de novembro (quarta-feira), em Brasília, apresentando como destaque o terminal portátil VSAT em banda X. A empresa norte-americana L3 trouxe para o Brasil, por meio da Arycom, o terminal “Panther Manpack” para uso exclusivo militar. O Panther Manpack pode utilizar a banda Ku, Ka ou X, atingindo velocidades de transmissão superiores a 2Mbps. Utilizando banda X permite o Governo manter comunicações seguras, pois a banda X é específica para uso governamental.

“O objetivo é apresentar o que há de mais novo em sistemas de comunicação via satélite, principalmente para operações em áreas remotas, situações corriqueiras para os integrantes da Força Aérea, Marinha, Exército, Polícia Militar e outros representantes de instituições de segurança pública”, destaca o CEO da Arycom, Svante Hjorth. Para ele, as novas aplicações de comunicação também podem ser fundamentais no desenvolvimento da política de segurança nacional, principalmente nos próximos anos, quando o foco será a organização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

O Seminário também vai apresentar as soluções:

ASIGN – A solução denominada Adaptive System for Image-communications in Global Networks (ASIGN), da parceira AnsuR, foi projetada para otimizar a transmissão de imagens de alta qualidade, especialmente em áreas onde a comunicação via satélite é a única solução, por exemplo, onde a infraestrutura de telecomunicação terrestre ainda não foi implementada ou não é garantida. A solução é indicada principalmente para situações que exigem acesso rápido à informação visual de alta qualidade, que pode ser decisiva para a tomada de decisões. Além de ser mais rápida e econômica em relação a qualquer outro sistema, a ASIGN também pode ser integrada com sensores automáticos para tirar fotos, criando observações de múltiplas fontes.

Enigma: Solução da parceira Tecnobit, para criptografia de voz para comunicação segura ponta a ponta via satélite ou 3G, com chamadas convencionais ou seguras do mesmo terminal.

Osprey – Rastreamento pessoal, de frotas ou tropas. O equipamento Osprey pode ser fixado junto ao corpo, veículo ou equipamento, para emissão de sinais para rastreamento. Por meio de uma interface web, o comandante ou a base de operações pode acompanhar o deslocamento da equipe.

Também estarão presentes a Vizada – provedora de soluções via satélite de telefonia, internet e transmissão de vídeo, a Inmarsat – operadora e proprietária dos satélites geoestacionários Inmarsat, a Astrium, do Grupo EADS - um dos principais players mundiais no campo de aplicações espaciais, a Thrane & Thrane - fabricante líder mundial de equipamentos e sistemas para comunicação móvel global, e a Paradigm - provedor líder de serviços de comunicação por satélite em banda X e UHF, todos parceiros da Arycom.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Arycom
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Astrium participa de evento de satélites em Brasília

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Astrium participa de seminário sobre novas tecnologias para o segmento de defesa

Pierre Duquesne, diretor geral da Astrium GEO no Brasil, falará sobre as aplicações de satélites voltadas para o monitoramento e controle de fronteiras terrestres e marítimas.

A Astrium GEO-Information Services participa da 2ª edição do Seminário de Tecnologia voltado ao setor governamental e às Forças Armadas. O evento é promovido pela Arycom, provedora de produtos e serviços na área de comunicação via satélite, e acontece na próxima quarta-feira, dia 30 de novembro, a partir das 08h30, no Hotel Royal Tulip, em Brasília.

O objetivo do evento é discutir a utilização de novas ferramentas para o monitoramento de fronteiras, transmissão de imagens e outros dados a partir de localidades remotas, além da conectividade com aeronaves e embarcações para que as mesmas possam transmitir informações em tempo real a partir de suas missões.

Além de representantes das Forças Armadas e dos principais órgãos de fiscalização e patrulha, como Polícia Federal, IBAMA, ABIN, SIPAM, estarão presentes as principais fabricantes e operadores de serviços de comunicação via satélite, que contam com soluções específicas para a área militar, tais como Inmarsat, Paradigm, Vizada, Thrane & Thrane, L-3, entre outras.

Pierre Duquesne, diretor-geral da Astrium GEO no Brasil, participa de um dos painéis que abordará serviços Inmarsat e as novas soluções de valor agregado. O executivo discorrerá sobre a atuação da Astrium e as principais aplicações de satélites de observação da Terra para a área de defesa, com foco no monitoramento e controle de fronteiras terrestres e marítimas.

Fonte: Astrium
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TEXUS 48: VSB-30 lançado com sucesso

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No último domingo, 27 de novembro, o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/DCTA) pode comemorar um dos melhores vôos realizado pelo foguete de sondagem VSB-30, no centro de lançamento de Esrange, no norte da Suécia.

Ás 10h10, horário local, 7h30 no horário de São José dos Campos (SP), foi lançado o VSB-30 V14 com a carga útil TEXUS 48.

Foi o 12º vôo do VSB-30, sendo três lançamentos realizados a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, e nove lançamentos de Esrange.

Dados do vôo:

- Apogeu: 258,4 km (estimado); 263 km (real);- Alcance da carga útil: 74,16 km (estimado); 72 km (real);- Dispersão do ponto de impacto = 1 - Tempo de microgravidade: 6 min 11 seg.

Fonte: IAE/DCTA, com edição do blog.
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