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IAE realiza os testes finais da carga útil MICROG 1A
Na semana de 23 a 27 de agosto, especialistas do Laboratório de Eletrônica do IAE, juntamente com pesquisadores e técnicos de instituições de pesquisa e universidades brasileiras, realizaram os testes de simulação de vôo com todos os experimentos e partes da carga útil MICROG 1A integrados ao VSB-30.
Participam desses estudos pesquisadores do Centro Universitário da FEI, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), da Secretaria de Educação de São José dos Campos (SME/SJC), e técnicos do DLR-MORABA (Agência Espacial Alemã).
Ao longo desta semana, foram realizados a integração da rede elétrica e os testes de telemetria com todos os experimentos e as partes da carga útil com o foguete.
Os trabalhos consistiram, também, nos testes em bancada do módulo de serviço, a integração do adaptador da carga útil e os testes de RF. A plataforma MICROG 1A, carga útil do foguete VSB-30, levará ao espaço os cerca de nove experimentos dessas organizações, que há um ano vêm sendo testados, um trabalho sob a coordenação da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Os ensaios ambientais (vibração e balanceamento) da carga útil estão previstos para a primeira semana de outubro, nas instalações do IAE.
Fonte: IAE/DCTA
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Cooperação Brasil - Ucrânia
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Entre os dias 26 e 27 de agosto, ocorreu em Brasília (DF), a IV Reunião da Comissão Intergovernamental Brasil - Ucrânia de Cooperação Econômica e Comercial. A delegação ucraniana foi chefiada pelo Ministro de Política Industrial, Dmitro Kolesnikov, e contou também com a participação do Embaixador da Ucrânia no Brasil, Igor Hrushikó.
Ao final da reunião, foi divulgada uma ata que elenca os pontos e entendimentos. Abaixo, reproduzimos trechos sobre cooperação na área aeronáutica, e também espacial. Destaque para a intenção dos dois países em verificar a ampliação da parceria na área espacial - já existente com o projeto da Alcântara Cyclone Space, com o desenvolvimento de um novo lançador (Cyclone 5) e de um satélite de sensoriamento remoto.
"Cooperação na área industrial
[...]
A Parte ucraniana manifestou interesse em estimular contatos entre as empresas ANTK Antonov e Embraer, com vistas a eventual colaboração nas áreas de projeção e construção de aeronaves. A Parte ucraniana destacou o interesse de intensificar a cooperação entre as empresas ucranianas e brasileiras da área da indústria militar e de defesa.
[...]
Cooperação na Área de Uso Pacífico do Espaço Exterior
As Partes reafirmaram o papel central da cooperação espacial no âmbito da parceria estratégica entre Brasil e Ucrânia, em conformidade com a Declaração Conjunta presidencial assinada por ocasião da visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Kiev, em 2 de dezembro de 2009. Nesse sentido, reiteraram o caráter prioritário, para ambos os países, do projeto bilateral de instalação e operação do sítio de lançamentos do Veículo Cyclone-4 no Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), no Maranhão.
As Partes observaram os importantes avanços alcançados pelo projeto binacional nos últimos meses, o que permitirá o início dos trabalhos práticos de construção do complexo terrestre Cyclone-4, no CLA. Em setembro próximo, será lançada a pedra fundamental das obras preliminares do Sítio de Lançamentos do Cyclone-4, em cerimônia a ser presidida pelo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil.
As Partes saudaram a realização, em 10 de março de 2010, em Kiev, da V Reunião do Conselho de Administração da Alcântara Cyclone Space (ACS) e reiteraram o compromisso de apoio à empresa binacional e ao cumprimento seu atual cronograma geral, que prevê o primeiro lançamento do Cyclone-4 em fevereiro de 2012.
As Partes afirmaram o interesse comum em verificar as possibilidades de ampliação da cooperação na área espacial por meio, por exemplo, do desenvolvimento conjunto de veículo lançador de satélites Cyclone-5 e de satélite de sensoriamento remoto, entre outros projetos de interesse.
[...]"
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Entre os dias 26 e 27 de agosto, ocorreu em Brasília (DF), a IV Reunião da Comissão Intergovernamental Brasil - Ucrânia de Cooperação Econômica e Comercial. A delegação ucraniana foi chefiada pelo Ministro de Política Industrial, Dmitro Kolesnikov, e contou também com a participação do Embaixador da Ucrânia no Brasil, Igor Hrushikó.
Ao final da reunião, foi divulgada uma ata que elenca os pontos e entendimentos. Abaixo, reproduzimos trechos sobre cooperação na área aeronáutica, e também espacial. Destaque para a intenção dos dois países em verificar a ampliação da parceria na área espacial - já existente com o projeto da Alcântara Cyclone Space, com o desenvolvimento de um novo lançador (Cyclone 5) e de um satélite de sensoriamento remoto.
"Cooperação na área industrial
[...]
A Parte ucraniana manifestou interesse em estimular contatos entre as empresas ANTK Antonov e Embraer, com vistas a eventual colaboração nas áreas de projeção e construção de aeronaves. A Parte ucraniana destacou o interesse de intensificar a cooperação entre as empresas ucranianas e brasileiras da área da indústria militar e de defesa.
[...]
Cooperação na Área de Uso Pacífico do Espaço Exterior
As Partes reafirmaram o papel central da cooperação espacial no âmbito da parceria estratégica entre Brasil e Ucrânia, em conformidade com a Declaração Conjunta presidencial assinada por ocasião da visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Kiev, em 2 de dezembro de 2009. Nesse sentido, reiteraram o caráter prioritário, para ambos os países, do projeto bilateral de instalação e operação do sítio de lançamentos do Veículo Cyclone-4 no Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), no Maranhão.
As Partes observaram os importantes avanços alcançados pelo projeto binacional nos últimos meses, o que permitirá o início dos trabalhos práticos de construção do complexo terrestre Cyclone-4, no CLA. Em setembro próximo, será lançada a pedra fundamental das obras preliminares do Sítio de Lançamentos do Cyclone-4, em cerimônia a ser presidida pelo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil.
As Partes saudaram a realização, em 10 de março de 2010, em Kiev, da V Reunião do Conselho de Administração da Alcântara Cyclone Space (ACS) e reiteraram o compromisso de apoio à empresa binacional e ao cumprimento seu atual cronograma geral, que prevê o primeiro lançamento do Cyclone-4 em fevereiro de 2012.
As Partes afirmaram o interesse comum em verificar as possibilidades de ampliação da cooperação na área espacial por meio, por exemplo, do desenvolvimento conjunto de veículo lançador de satélites Cyclone-5 e de satélite de sensoriamento remoto, entre outros projetos de interesse.
[...]"
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Problemas com o gravador de dados do CBERS 3
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O projeto do CBERS 3, primeiro satélite da 2ª geração do Programa Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, avança em linha com os objetivos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) de colocá-lo em órbita entre 2012 e 2013, mas também enfrenta alguns percalços.
Há algumas semanas, após testes realizados entre os meses de junho e julho, o gravador digital de dados (Digital Data Recorder - DDR) do satélite foi recusado e enviado de volta ao Brasil pela parte chinesa, em decorrência de mau funcionamento. Dentro do programa CBERS, o componente é de responsabilidade brasileira e foi contratado pelo INPE junto à Mectron, de São José dos Campos (SP).
Este não é, aliás, o primeiro problema da Mectron com satélites. O subsistema de suprimento de energia da Plataforma Multimissão (PMM), cujo desenvolvimento e fabricação são de sua responsabilidade, sofreu vários atrasos em seu cronograma, exigindo vários aditamentos ao contrato.
Mal funcionamento, defeitos e outros problemas são normais em qualquer projeto complexo de engenharia, mas que não evitam, porém, certos desconfortos. Concebido numa época em que os programas espaciais brasileiro e chinês eram relativamente equivalentes, hoje o CBERS recebe algumas críticas informais e não oficiais no Brasil, inclusive de integrantes do próprio INPE, incomodados com um certo domínio chinês sobre o programa. Problemas como da DDR, por exemplo, acabam enfraquecendo a posição brasileira.
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Operação Barreira III: lançamento cancelado
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CLBI cancela lançamento de Foguete
O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno cancelou o lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB) da Operação Barreira III, previsto para às 15h 30min, do dia 26 de agosto, devido à intensidade dos ventos, acima de 10m/s (aproximadamente 35 km), um dos critérios de segurança estabelecidos pela especificação do foguete.
Durante a Operação, o setor de meteorologia do Centro realizou várias sondagens para acompanhar a intensidade do vento com a finalidade de subsidiar o setor responsável pela segurança de voo, quanto à análise do critério do limite de intensidade do vento.
Foi observado que apesar da diminuição da intensidade do vento na janela de lançamento (período previsto na operação), houve muita oscilação nos dados da velocidade do vento. “Esta diminuição não foi constante para atender os requisitos de segurança” explica o Operador de segurança de voo do Centro.
Apesar de não ter ocorrido o lançamento do foguete os coordenadores das estações consideraram satisfatório o resultado da Operação Barreira III já que o objetivo primordial foi o treinamento dos operadores e a verificação dos meios de preparação, lançamento, rastreio, telemedidas, logística e comunicações, entre outros.
No momento, não existe data prevista para o novo lançamento deste foguete, já que a preparação de uma operação requer um novo planejamento dos operadores das equipes do Centro.
Fonte: CLBI
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
IAE/DCTA na missão SHEFEX II
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Pré-montagem dos propulsores S40M e S44 na UCA
26/08/2010
No decorrer da semana de 16 a 19 de agosto de 2010, o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) realizou, na Usina Coronel Abner (UCA), a pré-montagem dos propulsores S40M e S44 que compõem o veículo de sondagem Shefex 2.
Com a necessidade de evoluir o desempenho da missão Shefex 1, que foi o marco inicial do programa “Hypersonic Flight Experiment Program“, no qual foram utilizados os propulsores S30 e Orion, o centro alemão Deutsche Zentrum für Luft- und Raumfahrt - DLR solicitou ao IAE a provisão de um conjunto de propulsores S40M e S44, que fazem parte do sistema propulsivo do foguete de sondagem VS-40M.
O incremento da capacidade da missão com os propulsores do VS-40M ocorrerá principalmente no que se refere à velocidade de reentrada, duração do tempo de experimentação, controle do foguete na fase de reentrada, aumento do número de experimentos/sensores de 60 para 160, além da alta prioridade da carga útil ser resgatada em terra. O foguete deverá ser lançado no decorrer do mês de maio do próximo ano no Campo de Lançamento de Woomera, na Austrália.
Fonte: IAE/DCTA
Comentário: para saber mais sobre o envolvimento brasileiro na missão SHEFEX, da Alemanha, acesse a postagem "O VLS "alemão"". O portal Spacedaily também divulgou hoje (26) uma notícia geral sobre a SHEFEX II ("DLR Develops Custom Flight Control System for SHEFEX II").
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Cooperação Brasil - Japão: mais sobre o workshop
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No último dia 22, o blog divulgou a realização do workshop com empresas e centros de pesquisa japonesas (ver a postagem "Cooperação Brasil - Japão"). Hoje (24), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou uma notícia sobre o evento, reproduzida abaixo:
Brasil e Japão discutem no INPE parcerias na área espacial
24/08/2010
Nos dias 26 e 27 de agosto, políticas e programas da indústria espacial do Japão e do Brasil serão discutidos durante workshop no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
O evento é promovido em parceria pelo INPE, Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão e Sociedade de Companhias Aeroespaciais do Japão (SJAC, na sigla em inglês).
O “Japan-Brazil Space Sector Workshop” tem como objetivo promover o entendimento dos projetos em andamento na área e expandir as colaborações já existentes entre instituições governamentais e empresas de ambos os países. Esta troca possibilita a identificação de áreas de interesse mútuo e pode gerar cooperações futuras.
O workshop será aberto por João Braga, vice-diretor e coordenador dos Centros Regionais do INPE. Em seguida haverá uma palestra de Himilcon de Castro Carvalho, diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Durante os dois dias de workshop especialistas brasileiros e japoneses de instituições governamentais e privadas apresentarão alguns de seus principais projetos ligados à área espacial. Confira aqui a programação completa do workshop.
Fonte: INPE
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Cooperação Brasil - França: satélite GPM
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INPE discute desenvolvimento de satélite inovador com a França
24/08/2010
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) recebe, nos dias 25 e 26 de agosto, uma equipe do CNES, o Centro Nacional de Estudos Espaciais da França, para concluir a primeira fase de desenvolvimento de um satélite inovador de meteorologia, que será usado na medição de chuvas e na coleta de dados sobre mudanças climáticas.
A proposta vislumbra a fabricação de um satélite franco-brasileiro para orbitar em regiões tropicais do planeta, como a Amazônia, permitindo o monitoramento mais freqüente e eficaz de precipitação sobre a floresta e fornecendo novos dados sobre o comportamento do clima.
“As reuniões desta semana com o CNES são de extrema importância e podem ser um passo importante na concretização desta iniciativa do INPE, de desenvolver um satélite que terá, sem dúvida, um papel crucial no acompanhamento do clima”, afirma Marco Antônio Chamon, coordenador de Gestão Tecnológica do INPE.
Com lançamento previsto para 2016, o satélite em questão terá como base a PMM, plataforma multimissão desenvolvida pelo INPE, e levará um radiômetro - responsável pela mediação de chuvas - a ser desenvolvido em conjunto pelos dois países. A proposta é fabricar um instrumento baseado no radiômetro francês Madras, com características mais avançadas, permitindo obter informações ainda não disponibilizadas pelos satélites atuais.
As discussões bilaterais para esta missão tiveram início em outubro do ano passado e devem culminar em um acordo após a aprovação, pelos órgãos governamentais competentes, de um relatório a ser divulgado em outubro de 2010.
No Brasil, este relatório deverá ser avaliado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e, na França, dependerá da aprovação de um comitê de avaliação de projetos do CNES.
Este acordo, que beneficiará toda a comunidade científica, será importante para ambos os países, tanto em termos de avanços tecnológicos quanto de desenvolvimento industrial.
As quatro etapas desta cooperação - projeto, fabricação, lançamento e operação -, assim como os custos da missão, devem ser divididos de forma igualitária, em proposta que está em discussão pelos dois países. A fabricação poderá ser compartilhada por empresas brasileiras e francesas, com uma parte do satélite sendo desenvolvida no Brasil e outra na França.
A proposta inicial é que a fase de integração e testes do satélite seja realizada no INPE, que neste caso absorveria os custos relativos a esta etapa do desenvolvimento.
O acordo no setor espacial proposto por INPE e CNES visa ainda reforçar os laços de cooperação internacional já existentes entre os dois países.
Fonte: INPE
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Operação Barreira III: mais um FTB
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No próximo dia 26 de agosto, às 15h, no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), será lançado, como parte da Operação Barreira III, o Foguete de Treinamento Básico (FTB), o terceiro no ano.
Este foguete tem como objetivo exercitar toda a estrutura de coordenação, além de validar os procedimentos e de garantir o treinamento das equipes nas áreas de logística, telecomunicações, preparação, integração, montagem, lançamento, rastreio, segurança de voo,segurança de superfície, coleta e tratamento de dados.
O CLBI já participou em 2009 de quatro lançamentos desse tipo (dois em São Luiz, no Maranhão, e dois em Natal), e neste ano foram realizadas três campanhas com quatro lançamentos de foguetes (Natal e Alcântara) e todos alcançaram o resultado esperado: garantir a qualificação técnica dos recursos humanos e a manutenção dos meios operacionais necessários às atividades do Programa Nacional de Atividades Espaciais – PNAE.
Além da preocupação de aprimorar a excelência técnica do efetivo do Centro, a campanha propicia a manutenção e a operacionalidade dos equipamentos para futuros lançamentos de foguetes de maior porte. Cabe ressaltar que o FTB é totalmente é o desenvolvido pela indústria nacional, pois é a Avibras, empresa brasileira localizada em São José dos Campos (SP), que produz e comercializa esse tipo de foguete.
Fonte: CLBI
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Ensaios da carga útil do VSB-30 no IAE/DCTA
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IAE realiza ensaios de carga útil do VSB-30
23/08/2010
A Divisão de Eletrônica (AEL) do IAE realiza, de 23 a 27 de agosto, a verificação funcional e conjunta dos experimentos do segmento brasileiro da plataforma MICROG 1A com o módulo de serviço da Agência Espacial Alemã (DLR).
A plataforma MICROG 1A, carga útil do foguete VSB-30, levará ao espaço cerca de nove experimentos de diversas instituições de pesquisa e universidades brasileiras, sob a coordenação da Agência Espacial Brasileira (AEB), que há um ano vêm sendo testados.
Ao longo desta semana, serão realizados a integração da rede elétrica e os testes de telemetria com todos os experimentos e as partes da carga útil. Os ensaios ambientais no IAE devem ocorrer em setembro.

Fonte: IAE/DCTA
Comentário: o módulo de carga útil objeto dos ensaios realizados pelo IAE/DCTA voará no lançamento do VSB-30 previsto para o próximo mês de setembro, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão (ver postagem "Alcântara terá lançamento de VSB-30 em setembro").
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domingo, 22 de agosto de 2010
Amazônia-1: expectativa de novas licitações
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De acordo com informações apuradas pelo blog Panorama Espacial, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) está prestes a licitar os componentes faltantes para a conclusão do Amazônia-1, satélite de observação terrestre baseado na Plataforma Multimissão (PMM). A expectativa é que as licitações sejam iniciadas muito em breve, com a publicação de editais no Diário Oficial. Toda a documentação necessária para as instruções dos processos licitatórios já estaria, inclusive, pronta. O objetivo do INPE é ter os contratos de fornecimento assinados até o final do ano.
Dentre os poucos componentes que ainda não foram comprados, destaca-se o sensor de estrelas, sistema essencial para o posicionamento do satélite em órbita e apontamento das câmeras para a Terra. Especula-se que o sensor será adquirido junto a empresas europeias - da Itália, França ou Holanda.
O blog também apurou que a Agência Espacial Brasileira já começou a dar os primeiros passos visando ao lançamento do Amazônia-1, como, por exemplo, a busca de recursos no orçamento para levá-lo a órbita, em 2012 ou 2013. Muito provavelmente, será aberta uma concorrência internacional para a contratação do frete de um lançador, processo que pode levar vários meses, ou talvez anos.
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De acordo com informações apuradas pelo blog Panorama Espacial, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) está prestes a licitar os componentes faltantes para a conclusão do Amazônia-1, satélite de observação terrestre baseado na Plataforma Multimissão (PMM). A expectativa é que as licitações sejam iniciadas muito em breve, com a publicação de editais no Diário Oficial. Toda a documentação necessária para as instruções dos processos licitatórios já estaria, inclusive, pronta. O objetivo do INPE é ter os contratos de fornecimento assinados até o final do ano.
Dentre os poucos componentes que ainda não foram comprados, destaca-se o sensor de estrelas, sistema essencial para o posicionamento do satélite em órbita e apontamento das câmeras para a Terra. Especula-se que o sensor será adquirido junto a empresas europeias - da Itália, França ou Holanda.
O blog também apurou que a Agência Espacial Brasileira já começou a dar os primeiros passos visando ao lançamento do Amazônia-1, como, por exemplo, a busca de recursos no orçamento para levá-lo a órbita, em 2012 ou 2013. Muito provavelmente, será aberta uma concorrência internacional para a contratação do frete de um lançador, processo que pode levar vários meses, ou talvez anos.
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