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terça-feira, 1 de maio de 2012
Notícias sobre satélites de observação terrestre
Abaixo, duas interessantes notícias dos últimos dias sobre satélites de observação terrestre:
Envisat fora do ar
Desde 8 de abril, o satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia (ESA, sigla em inglês), deixou de fazer contato com as estações terrenas, por razões ainda desconhecidas, com consequente interrupção do envio de dados. Há várias semanas, equipes da ESA tem buscado restabelecer o contato com o satélite, o maior de observação terrestre já construído, com massa superior a 8.200 kg.
Em nota divulgada pela ESA, foram reproduzidas interessantes imagens do Envisat obtidas pelo satélite Pleiades, lançado no final de 2011, e também por um radar localizado na cidade de Wachtberg, na Alemanha (clique aqui para vê-las). A imagem gerada pelo Pleiades foi obtida graças a uma rotação do satélite para capturar o Envisat, que estava a uma distância de aproximadamente 100 km.
Desde setembro de 2009, o Brasil conta com uma estação terrena, localizada em Cachoeira Paulista (SP), para recepção e processamento de dados do Envisat, dedicada ao sensoriamento remoto marinho. As imagens recebidas pela estação eram utilizadas para o monitoramento da costa brasileira.
Parceria entre Astrium e Hisdesat para imagens radar
Em 24 de abril, as companhias europeias Astrium Geo-Information Services, da Alemanha, e Hisdesat, da Espanha, anunciaram a assinatura de um acordo para a operação e comercialização conjunta de imagens do satélite radar Paz, de aplicações civis e militares e que será colocado em órbita em 2013.
Com o acordo, a Astrium amplia seu leque de produtos de imagens radar, hoje formado por produtos gerados pelos satélites alemães TerraSAR-X e TanDEM-X. O Paz, a exemplo dos satélites alemães, contará com um imageador radar na banda X. O acordo também é um bom negócio para a Hisdesat, que aliada à Astrium, não enfrentará sozinha a forte competição no mercado de imagens de satélites por radar, dominado pela Astrium, Telezpazio (imagens da constelação COSMO SkyMed) e MDA (Radarsat).
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Imagens da Bacia de Campos geradas pelo Envisat
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Imagens do INPE são utilizadas para avaliar vazamento de petróleo na Bacia de Campos
Um conjunto de imagens do radar ASAR, a bordo do Envisat, e do sensor MODIS, dos satélites Aqua e Terra, foi entregue ao Ibama e à Petrobras pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As imagens estão sendo utilizadas para avaliar o vazamento de petróleo no campo da empresa americana Chevron, situado na Bacia de Campos, no litoral norte do Rio de Janeiro.
“A Petrobras recebeu as imagens 30 minutos após serem gravadas pelos satélites. São informações importantes para o contingenciamento do acidente”, informa Ivan Barbosa, chefe da Divisão de Geração de Imagens do INPE.
Desde 2009, o INPE mantém em sua unidade de Cachoeira Paulista uma Estação de Sensoriamento Remoto Marinho que recebe imagens, em tempo quase real, para a detecção de poluentes na superfície do mar e outras aplicações, como o estudo de ecossistemas e recursos naturais marinhos e a medição da intensidade de correntes e campo de ventos, altura de ondas, entre outros parâmetros.
A estação, que recebe e processa as imagens do satélite Envisat, foi adquirida pelo INPE em parceria com a Petrobras. Suas imagens são ideais para o monitoramento ambiental e identificação de derrames de óleo no mar.
“O fornecimento imediato e contínuo de imagens à Petrobras faz parte da nossa operação regular”, explica Ivan Barbosa. Para acompanhar a situação na Bacia de Campos, enquanto necessário também o Ibama receberá as imagens dos satélites do INPE.

Fonte: INPE
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
INPE: inauguração de estação do Envisat
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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) inaugura hoje (30) a primeira estação brasileira dedicada a sensoriamento remoto marinho. A estação, localizada em Cachoeira Paulista (SP), irá receber, processar, armazenar e distribuir imagens do satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia, que serão utilizadas para monitorar a costa brasileira.
“Esta é a primeira estação no Brasil dedicada ao sensoriamento remoto marinho. As imagens serão recebidas em tempo quase real e serão utilizadas para a detecção de poluentes na superfície do mar, para o estudo de ecossistemas e recursos naturais marinhos e, ainda, para estimar parâmetros como direção e intensidade de correntes e campo de ventos, altura de ondas, entre outros”, disse Ivan Barbosa, chefe da Divisão de Geração de Imagens do INPE, em nota distribuída pelo Instituto.
A Estação de Sensoriamento Remoto Marinho foi viabilizada por meio de convênio firmado entre o INPE, a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP), devendo atender especialmente demandas da estatal brasileira. Até então, a Petrobras dependia da aquisição e processamento de imagens no exterior, resultando em maior custo operacional e tempo para a obtenção das imagens.
Em janeiro deste ano, o blog já havia abordado a construção de uma estação de recepção de dados do Envisat no Brasil (ver "Brasil terá estação de recepção de dados do Envisat"), que também será pioneira na recepção de imagens geradas por sensores-radar (SAR), uma das maiores carências brasileiras em termos de sensoriamento remoto. O investimento total na nova estação foi de cerca de R$ 7 milhões.
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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) inaugura hoje (30) a primeira estação brasileira dedicada a sensoriamento remoto marinho. A estação, localizada em Cachoeira Paulista (SP), irá receber, processar, armazenar e distribuir imagens do satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia, que serão utilizadas para monitorar a costa brasileira.
“Esta é a primeira estação no Brasil dedicada ao sensoriamento remoto marinho. As imagens serão recebidas em tempo quase real e serão utilizadas para a detecção de poluentes na superfície do mar, para o estudo de ecossistemas e recursos naturais marinhos e, ainda, para estimar parâmetros como direção e intensidade de correntes e campo de ventos, altura de ondas, entre outros”, disse Ivan Barbosa, chefe da Divisão de Geração de Imagens do INPE, em nota distribuída pelo Instituto.
A Estação de Sensoriamento Remoto Marinho foi viabilizada por meio de convênio firmado entre o INPE, a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP), devendo atender especialmente demandas da estatal brasileira. Até então, a Petrobras dependia da aquisição e processamento de imagens no exterior, resultando em maior custo operacional e tempo para a obtenção das imagens.
Em janeiro deste ano, o blog já havia abordado a construção de uma estação de recepção de dados do Envisat no Brasil (ver "Brasil terá estação de recepção de dados do Envisat"), que também será pioneira na recepção de imagens geradas por sensores-radar (SAR), uma das maiores carências brasileiras em termos de sensoriamento remoto. O investimento total na nova estação foi de cerca de R$ 7 milhões.
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domingo, 25 de janeiro de 2009
Brasil terá estação de recepção de dados do Envisat
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Em breve, o Brasil contará com uma estação de recepção de dados gerados pelos sensores ASAR (Advanced Synthetic Aperture Radar) e MERIS (Medium Resolution Imaging Spectrometer) do satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia (ESA). A antena será instalada na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) localizada na cidade de Cachoeira Paulista, interior de São Paulo.
Esta será a primeira estação do INPE para recepção de imagens geradas por um sensor radar (ASAR), hoje uma das maiores carências do País em termos de sensoriamento remoto, particularmente nos programas DETER e PRODES de monitoramento de desmatamento na Amazônia.
No momento, estão sendo instalados os processadores da estação de recepção, e a previsão é que ainda no primeiro semestre a mesma já esteja operacional. A instalação da antena foi viabilizada por meio de convênio firmado entre o INPE, a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Já há alguns anos, imagens geradas pelo ASAR têm sido utilizadas no monitoramento ambiental da Bacia de Campos, na costa do Rio de Janeiro, para a identificação de derrames de óleo no mar, daí o interesse e a razão da Petrobras ter financiado a aquisição da antena. A foto que ilustra essa nota foi gerada pelo sensor ASAR e revela a dimensão do derramamento de petróleo ocorrida em 2002 na costa da Espanha.
De acordo com informações do INPE, as imagens geradas pelo Envisat possivelmente serão utilizadas para outras aplicações além do monitoramento ambiental da Bacia de Campos, embora ainda não tenha sido definida uma política de distribuição desses dados.
Envisat
Colocado em órbita por um lançador Ariane 5 em 2002, o satélite Envisat foi construído por um consórcio de empresas lideradas pela EADS Astrium, e é equipado com dez sensores (ASAR, MERIS, AATSR, RA-2, MWR, DORIS, LRR, MIPAS, GOMOS, SCIAMACHY). Sua concepção levou em consideração quatro grandes áreas para estudos em meio-ambiente: mudanças climáticas, monitoramento de desastres naturais, aquecimento global e estudos de poluição do planeta.
Esta será a primeira estação do INPE para recepção de imagens geradas por um sensor radar (ASAR), hoje uma das maiores carências do País em termos de sensoriamento remoto, particularmente nos programas DETER e PRODES de monitoramento de desmatamento na Amazônia.
No momento, estão sendo instalados os processadores da estação de recepção, e a previsão é que ainda no primeiro semestre a mesma já esteja operacional. A instalação da antena foi viabilizada por meio de convênio firmado entre o INPE, a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Já há alguns anos, imagens geradas pelo ASAR têm sido utilizadas no monitoramento ambiental da Bacia de Campos, na costa do Rio de Janeiro, para a identificação de derrames de óleo no mar, daí o interesse e a razão da Petrobras ter financiado a aquisição da antena. A foto que ilustra essa nota foi gerada pelo sensor ASAR e revela a dimensão do derramamento de petróleo ocorrida em 2002 na costa da Espanha.
De acordo com informações do INPE, as imagens geradas pelo Envisat possivelmente serão utilizadas para outras aplicações além do monitoramento ambiental da Bacia de Campos, embora ainda não tenha sido definida uma política de distribuição desses dados.
Envisat
Colocado em órbita por um lançador Ariane 5 em 2002, o satélite Envisat foi construído por um consórcio de empresas lideradas pela EADS Astrium, e é equipado com dez sensores (ASAR, MERIS, AATSR, RA-2, MWR, DORIS, LRR, MIPAS, GOMOS, SCIAMACHY). Sua concepção levou em consideração quatro grandes áreas para estudos em meio-ambiente: mudanças climáticas, monitoramento de desastres naturais, aquecimento global e estudos de poluição do planeta.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Cooperação Brasil-França
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Firmado acordo com instituto francês
23/12/2008
Por ocasião da visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Institut de Recherche por le Développement (IRD) firmam Memorando de Entendimento para ampliar e aprimorar a cooperação mútua em áreas específicas da ciência, tecnologia e inovação espaciais.
Gilberto Câmara e Michel Laurent, respectivamente diretores do INPE e do IRD, participam da solenidade em que os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy assinam acordos bilaterais nesta terça-feira (23/12) no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
Em breve, através de suas estações de sensoriamento remoto instaladas em Cuiabá e Cayenne, na Guiana Francesa, INPE e IRD irão disponibilizar imagens dos satélites CBERS, SPOT e ENVISAT para o desenvolvimento de pesquisas na área de monitoramento de florestas tropicais.
O Memorando
O memorando de entendimento firmado entre o INPE e o IRD pretende promover o acesso livre a dados de satélites; ampliar o conhecimento científico e a capacitação com o intercâmbio de estudantes, pesquisadores e técnicos; e cooperar, no interesse comum, para compreender e solucionar problemas sobre o uso do sensoriamento remoto para o desenvolvimento sustentável e pacífico.
Também é objetivo aprofundar a compreensão mútua de questões científicas, econômicas e sociais nas seguintes áreas: impacto da degradação do meio ambiente na epidemiologia; monitoramento e avaliação das mudanças de cobertura terrestre; gerenciamento de recursos naturais e diversidade biológica; modelagem e monitoramento hidrológico; planejamento urbano; adaptação da sociedade às mudanças climáticas; gerenciamento integrado da zona costeira; gerenciamento sustentável das florestas; construção de bancos de dados para apoio a convenções internacionais sobre meio ambiente; e impacto das atividades humanas sobre o clima.
Para isso, os institutos brasileiro e francês devem promover a compatibilidade nos processos de coleta, análise, arquivamento e disseminação de informações ambientais, para que os dados possam ser facilmente acessados, analisados e integrados.
Sobre o Institut de Recherche por le Développement, acesse http://www.ird.fr/
Fonte: INPE
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Firmado acordo com instituto francês
23/12/2008
Por ocasião da visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Institut de Recherche por le Développement (IRD) firmam Memorando de Entendimento para ampliar e aprimorar a cooperação mútua em áreas específicas da ciência, tecnologia e inovação espaciais.
Gilberto Câmara e Michel Laurent, respectivamente diretores do INPE e do IRD, participam da solenidade em que os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy assinam acordos bilaterais nesta terça-feira (23/12) no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
Em breve, através de suas estações de sensoriamento remoto instaladas em Cuiabá e Cayenne, na Guiana Francesa, INPE e IRD irão disponibilizar imagens dos satélites CBERS, SPOT e ENVISAT para o desenvolvimento de pesquisas na área de monitoramento de florestas tropicais.
O Memorando
O memorando de entendimento firmado entre o INPE e o IRD pretende promover o acesso livre a dados de satélites; ampliar o conhecimento científico e a capacitação com o intercâmbio de estudantes, pesquisadores e técnicos; e cooperar, no interesse comum, para compreender e solucionar problemas sobre o uso do sensoriamento remoto para o desenvolvimento sustentável e pacífico.
Também é objetivo aprofundar a compreensão mútua de questões científicas, econômicas e sociais nas seguintes áreas: impacto da degradação do meio ambiente na epidemiologia; monitoramento e avaliação das mudanças de cobertura terrestre; gerenciamento de recursos naturais e diversidade biológica; modelagem e monitoramento hidrológico; planejamento urbano; adaptação da sociedade às mudanças climáticas; gerenciamento integrado da zona costeira; gerenciamento sustentável das florestas; construção de bancos de dados para apoio a convenções internacionais sobre meio ambiente; e impacto das atividades humanas sobre o clima.
Para isso, os institutos brasileiro e francês devem promover a compatibilidade nos processos de coleta, análise, arquivamento e disseminação de informações ambientais, para que os dados possam ser facilmente acessados, analisados e integrados.
Sobre o Institut de Recherche por le Développement, acesse http://www.ird.fr/
Fonte: INPE
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