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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Nova edição do "INPE Informa"

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) disponibilizou esta semana a oitava edição de seu boletim institucional, o "INPE Informa".

O destaque deste número é uma extensa entrevista com Leila Fonseca, coordenadora da Coordenação de Observação da Terra (OBT) do Instituto, responsável pelo processamento e análise de imagens captadas por satélites de observação, e monitoramento do desmatamento na região amazônica, dentre outras atividades. Dentre os vários assuntos abordados, destaques para os programas de monitoramento da Amazônia como o PRODES e DETER, perspectivas para o processamento de dados de novos satélites, formação de recursos humanos, apoio do Fundo Amazônia, entre outros.

Clique aqui para acessar o boletim.
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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Censipam inicia processamento de imagens radar

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Atualizado em 16/06/16, 14h38.

André M. Mileski

Na semana passada, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) iniciou o processamento de imagens de radar geradas por satélites da constelação italiana COSMO-SkyMed, para detecção de desmatamento ilegal na Amazônia. Esta é a primeira vez que a região será monitorada sistematicamente com radares orbitais, segundo informações divulgadas pelo Censipam, citando o seu diretor-geral, Rogério Guedes.

Os dados foram adquiridos em licitação realizada no âmbito do programa Amazônia SAR, financiado pelo Fundo Amazônia, via o BNDES, e coordenado pelo Censipam, que foi vencida pela empresa Geoambiente, em parceria com a e-GEOS, uma joint-venture entre a italiana Telespazio e a Agência Espacial Italiana para a comercialização de imagens do COSMO-SkyMed.

O contrato firmado com a Geoambiente prevê a aquisição mensal dos dados satelitais sobre uma área de um milhão de quilômetros quadrados da região amazônica. As imagens que estão em processamento foram coletadas nos meses de abril e maio, e são do tipo Stripmap (40 km x 40 km), com resolução espacial de 3 metros. Quando finalizadas, serão disponibilizadas para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O processamento está sendo realizado pelas equipes de especialistas do Censipam em Brasília (DF), Porto Velho (RO), Manaus (AM) e Belém (PA), utilizando métodos considerados no estado da arte em técnicas de extração de informações sobre imagens de radar de abertura sintética (SAR) de alta resolução espacial, incluindo análises multitemporais dos dados de amplitude e fase do sinal de radar, extração de parâmetros interferométricos e métodos de classificação. De acordo com a Telespazio, “a utilização destas técnicas sobre dados SAR multitemporais e multigeometria tem como objetivo detectar e caracterizar as mudanças de cobertura do solo decorrentes de atividades antrópicas na Amazônia, nos períodos de maior incidência de nuvens”.

Os primeiros resultados dos processamentos de imagens do SipamSAR já evidenciam a sua importância para o monitoramento do desmatamento da Amazônia. Na figura abaixo (clique sobre ela para melhor resolução), as áreas destacadas em amarelo indicam o desmatamento detectado pelo sistema PRODES, do INPE, acumulado até agosto de 2015, a partir de imagens óticas (A). Após o processamento de imagem obtida pelo COSMO-SkyMed (B), é possível identificar desmatamento encoberto pelas nuvens, bem como o avanço do desmatamento ocorrido no período chuvoso, que estão indicados pelas áreas destacadas em vermelho (C).


SipamSAR: sistema integrado de alerta de desmatamento

O monitoramento por radar do desmatamento da Amazônia é uma demanda brasileira de muitos anos, e particularmente necessária durante os períodos mais chuvosos, em que a cobertura de nuvens impede um preciso monitoramento realizado por satélites com sensores óticos.

Em paralelo ao processamento das imagens já adquiridas, o Censipam está conduzindo uma concorrência visando adquirir, implantar, operacionalizar e manter uma solução completa de recepção de dados de satélites SAR, para operação do chamado Sistema Integrado de Alerta de Desmatamento por Radar Orbital – SipamSAR.

A solução compreenderá a construção de uma antena de recepção em território brasileiro, que proporcionará ao órgão o acesso direto aos dados de telemetria dos satélites, baixando as imagens em tempo real, e tornando mais ágil a disponibilização dos dados aos usuários finais.

O SipamSAR terá investimentos de pouco mais de R$80 milhões, sendo R$63,9 milhões oriundos do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e R$16,6 milhões do orçamento federal.
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

XVII SBSR: CBERS, Amazônia-1 e Fundo Amazônia

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou dois press releases destacando sua atuação e projetos em sensoriamento remoto durante o XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), que se encerrou ontem (29) em João Pessoa, Paraíba. Veja os principais trechos abaixo, com edição do blog.

Diretor ressalta sucesso do CBERS, aplicações de satélites e participação internacional no SBSR

Leonel Perondi, diretor do INPE, ressaltou a ampla participação de especialistas do mundo todo durante a solenidade de abertura do XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), na noite de domingo (26/4).

Em seu discurso de abertura, o diretor destacou o sucesso brasileiro no desenvolvimento de satélites de sensoriamento remoto e de suas aplicações. “O satélite CBERS-4 (realizado em parceria com a China) foi lançado com pleno êxito em dezembro e opera conforme as especificações. Imagens dos quatro sensores são disponibilizadas em operação rotineira pelo lado chinês desde a segunda quinzena deste mês e pelo lado brasileiro a partir de junho”, disse Perondi.

O Programa CBERS representa um grande avanço na capacitação da indústria nacional. “Além dos subsistemas completos de suprimento de energia e estrutura, foram projetados e fabricados no país os sensores MUX, com quatro bandas espectrais e 20 m de resolução, e WFI, com quatro bandas espectrais e resolução de 64 m. Com a operação em órbita destes sensores, o Brasil passa a integrar um seleto grupo de países com a capacidade de projetar e fabricar sensores para imageamento do planeta”, disse Perondi.

O diretor citou ainda o primeiro satélite desenvolvido a partir do projeto totalmente brasileiro Plataforma Multi-Missão (PMM), o Amazônia-1, que se encontra na fase de integração e tem lançamento previsto para 2017.


Fundo Amazônia vai aprimorar estudos e projetos do INPE

O INPE está aperfeiçoando seus sistemas que monitoram desmatamentos, degradação florestal e queimadas com recursos do projeto Monitoramento Ambiental por Satélites no Bioma Amazônia, financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por meio do Fundo Amazônia.

"Após os três anos e meio previstos para a vigência deste projeto, os programas do INPE relacionados ao bioma Amazônia terão sido amplamente incrementados, proporcionando ao país, particularmente ao Ministério do Meio Ambiente, ferramentas ainda mais eficientes e eficazes para o monitoramento ambiental da Amazônia”, declarou Leonel Perondi.

O contrato na ordem de R$ 70 milhões foi firmado com o BNDES no final de 2014 e permitirá melhorias na recepção e distribuição de imagens de sensoriamento remoto. O projeto prevê ainda o aperfeiçoamento de métodos de estimativa de biomassa e de emissões, entre outras ações para o mapeamento do uso e cobertura da terra na Amazônia e modelagem de mudanças ambientais.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Amazônia, TerraClass e PRODES

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Dados sobre uso da terra na Amazônia estão online

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015

Os dados do TerraClass 2012 estão disponíveis no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Trata-se do mais recente relatório do projeto realizado em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para mapear o uso das áreas desmatadas na Amazônia. Confira aqui.

O TerraClass qualifica as áreas mapeadas pelo PRODES, o sistema do INPE que contabiliza anualmente o desmate por corte raso na Amazônia Legal com base em imagens de satélites. Para este relatório, apresentado no final de novembro, foram mapeados 751 mil km2, o que corresponde ao total do desmatamento desde o ano 1988 até 2012. Mais informações aqui.

Para descrever a situação do uso e da cobertura da terra, o projeto considera as seguintes classes temáticas: Agricultura Anual, Pasto Limpo, Pasto Sujo, Pasto com Solo Exposto, Regeneração com Pasto, Vegetação Secundária, Mosaico de Ocupações, Mineração, Área Urbana e Reflorestamento.

O INPE executa o projeto TerraClass em seu Centro Regional da Amazônia (CRA), instalado em Belém (PA): www.inpe.br/cra

Fonte: INPE
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Recursos do BNDES para monitoramento da Amazônia

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Contrato com o BNDES permitirá aprimorar o monitoramento por satélites da Amazônia

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

O Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financiará ações para ampliar e aprimorar o monitoramento ambiental por satélites realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O contrato no valor de R$ 67 milhões foi firmado nesta terça-feira (29/10) pelo diretor da Área de Meio Ambiente do BNDES, Guilherme Lacerda, e pelos diretores do INPE, Leonel Perondi, e da Funcate, Luiz Carlos Miranda. Os  ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Clélio Campolina, e do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, acompanharam a cerimônia de assinatura do contrato, em Brasília.

Os recursos estão relacionados ao projeto “Monitoramento Ambiental por Satélites no Bioma Amazônia” e permitirão avanços nos estudos sobre o mapeamento do uso e cobertura da terra na região e o aprimoramento do software utilizado nos sistemas para monitorar desmatamentos e degradação florestal, bem como melhorias na recepção e distribuição das imagens de sensoriamento remoto e dos métodos de estimativa de biomassa e de emissões, entre outras ações.

“Após os três anos e meio previstos para a vigência do presente projeto, os programas do INPE relacionados ao bioma Amazônia terão sido amplamente incrementados, proporcionando ao país, particularmente ao Ministério do Meio Ambiente, ferramentas ainda mais eficientes e eficazes para o monitoramento ambiental da Amazônia”, declarou o diretor do INPE, Leonel Perondi.

Durante a cerimônia, Perondi destacou o Programa Amazônia como um dos principais do INPE e apresentou seus resultados, como o PRODES, que produz as taxas anuais de desmatamento por corte raso na região, e o DETER, que serve de suporte para os órgãos fiscalizadores, o DEGRAD, entre outras atividades dedicadas à Amazônia realizadas pelo Instituto.

Confira aqui a íntegra do discurso do diretor.

Fonte: INPE
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cooperação INPE - FAO em monitoramento de florestas

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 INPE e FAO firmam acordo para capacitação no monitoramento de florestas por satélites

Terça-feira, 22 de Abril de 2014

Países da África, Ásia e América do Sul serão beneficiados pelo termo de cooperação firmado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em prol da capacitação na área de monitoramento de florestas a partir de satélites.

No Centro Regional da Amazônia do INPE, localizado em Belém (PA), os técnicos estrangeiros terão a oportunidade de aprender a utilizar tecnologias desenvolvidas pelo instituto brasileiro – o INPE é reconhecido internacionalmente por manter o maior programa de acompanhamento de florestas do mundo, capaz de calcular taxas anuais de desmatamento bruto, estimativas de degradação e monitorar em tempo quase real alterações na Amazônia brasileira.

Pelo acordo, cabe ao INPE empregar sua experiência para o ensino de técnicas de sensoriamento remoto e uso de imagens de satélites voltado para monitoramento de florestas. Os participantes conhecerão ainda as funcionalidades do TerraAmazon, sistema desenvolvido pelo Instituto para seus programas de monitoramento, como o PRODES e o DETER. De sua parte, a FAO garantirá a vinda dos participantes estrangeiros aos cursos, bem como equipamentos e consultoria técnica.

Serão realizados seis cursos ao longo de 2014 e 2015, em português, espanhol, francês e inglês. Participarão técnicos do Uruguai, Argentina, Chile, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé, Marrocos, Argélia, Tunísia, Congo, Filipinas, Laos, Tailândia, Miamar, Butão, Papua Nova Guiné, Sri Lanka, Nigéria, Gana, África do Sul, Quirquistão e Tajiquistão.

O acordo foi assinado nesta terça-feira (22/4) na sede do INPE, em São José dos Campos (SP), pelo diretor do instituto, Leonel Perondi, e pelo representante da FAO/Brasil, Alan Jorge Bojanic Helbingen.

Fonte: INPE
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PRODES completa 25 anos

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Prodes completa 25 anos de vigilância na Amazônia

Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013

O monitoramento por satélites é imprescindível na contenção do desmatamento para proteger a biodiversidade e frear alterações no clima, além de gerar as informações necessárias à implantação de políticas voltadas para a fiscalização e para o desenvolvimento sustentável. Desde 1988, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mapeia de forma operacional o desmate com o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes).

O Prodes é considerado o maior programa de acompanhamento de florestas do mundo, por cobrir 4 milhões de km² todos os anos. Seu resultado revela a taxa anual do desmatamento por corte raso, quando todo o conjunto de árvores de floresta é retirado. Os satélites mostram que a Amazônia já perdeu 752 mil km2, cerca de 19% da floresta original.

O coordenador do Programa Amazônia do INPE, Dalton Valeriano, falou sobre os 25 anos do Prodes durante a cerimônia de aniversário do instituto, que acaba de comemorar seus 52 anos. Confira aqui a apresentação realizada no evento.

“Colocamos na internet todas as informações, taxas anuais e banco de dados geográficos, com imagens e mapas e estatísticas”, ressaltou Valeriano. Para o INPE, a transparência sobre informações que são de interesse da sociedade é um dos seus maiores compromissos.

Histórico

Em 1973, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) inicia em sua estação de Cuiabá a recepção de imagens do primeiro satélite de sensoriamento remoto, o norte-americano Landsat, lançado apenas um ano antes. E já no final da década de 1970 estava pronto o primeiro mapeamento completo da região, que revelava o avanço do homem pela floresta causado pela construção de estradas, novas cidades e pela expansão da fronteira agrícola.

O levantamento pioneiro foi feito a pedido da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Porém, naquela época, o objetivo principal era verificar se a ocupação do território estava ocorrendo como estimulado por financiamentos oficiais. Mas a vigilância por satélites tornou-se mesmo imprescindível com a constatação de que é preciso conter o desmatamento para proteger a biodiversidade e impedir alterações no clima.

Assim, a partir de 1988, com o Prodes, o INPE passou a realizar o mapeamento de forma operacional. Como resultado, o Brasil possui um sistema reconhecido internacionalmente por sua excelência e pioneirismo.

O monitoramento da Amazônia tem se beneficiado das novas tecnologias e satélites. Em 2004, as imagens do Modis, sensor a bordo de um satélite da Nasa, permitiram ao INPE desenvolver o Deter, cujas informações diárias são passadas para o Ibama  (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e órgãos estaduais de meio ambiente, que podem intensificar a fiscalização em campo.

O Deter colaborou também para revelar um outro tipo de exploração da floresta, que vem crescendo nos últimos anos, em que é retirada apenas a madeira de maior valor econômico. Com isto a floresta se torna mais vulnerável, a vegetação mais baixa sofre com as queimadas e as árvores de maior porte continuam em pé, porém mortas. São identificadas como degradadas estas áreas que ainda não podem ser classificadas como corte raso, mas já estão comprometidas pelo desmate. O mapeamento completo destas áreas, que podem evoluir para o corte raso, começou a ser feito em 2008 por um novo sistema, chamado Degrad.

Os sistemas operacionais para monitoramento por satélite do desflorestamento são realizados pelo Programa Amazônia, vinculado à Coordenação de Observação da Terra do INPE.

Taxas

O recorde de desmatamento verificado pelo Prodes aconteceu em 1995, quando a Amazônia perdeu 29.059 km2. Desde 2004, quando foram registrados 27.423 km2, o desmatamento vem diminuindo progressivamente, com exceção de 2008 que apresentou ligeiro aumento. Deve-se destacar que, no início de 2008, o Deter mostrou que havia uma tendência de aceleração do desmatamento. Baseado no sistema de alerta, o governo pôde agir rápido e conter a devastação.

Em 2012, a taxa foi de4.571 km2, a menor já registrada pelo Prodes. Sem dúvida, a informação rápida gerada pelo sistema Deter para orientar a fiscalização é um dos motivos para a queda acentuada do desmatamento registrada nos últimos anos.

Confira os dados do desmatamento na Amazônia registrado pelo INPE em: http://www.obt.inpe.br/prodes/prodes_1988_2012.htm

Capacitação

Por meio do INPE, o Brasil oferece ajuda aos países interessados em avançar na vigilância de suas próprias florestas, colocando-se assim na liderança de iniciativas internacionais para o controle do desmatamento e da degradação florestal em todo o mundo. Em parceria com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), são realizados cursos visando a capacitação técnica necessária ao monitoramento para REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação em Países em Desenvolvimento.

Iniciativas como REDD serão implantadas com sucesso se os países puderem medir e comprovar a veracidade de suas informações sobre florestas.  Nesse sentido, o INPE instalou em Belém (PA) o Centro Regional da Amazônia, um verdadeiro centro internacional de difusão de tecnologia de monitoramento por satélite de florestas tropicais, para ensinar técnicos estrangeiros a utilizar o TerraAmazon, sistema desenvolvido pelo Instituto para seus programas de monitoramento, como Prodes e Deter.

A metodologia e todos os dados do sistema Prodes estão disponíveis na página www.obt.inpe.br/prodes

Fonte: INPE
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sexta-feira, 19 de julho de 2013

INPE e OTCA: monitoramento do desmatamento

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INPE e OTCA firmam acordo para monitorar desmatamento nos países amazônicos

Quinta-feira, 18 de Julho de 2013

As tecnologias de monitoramento da floresta desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) irão beneficiar os países membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Parceria firmada entre as duas instituições permitirá a capacitação de técnicos da Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, que aprenderão no Centro Regional da Amazônia do INPE, em Belém (PA), a manejar as ferramentas que fizeram da instituição brasileira uma referência mundial no monitoramento por satélites.

Acordo assinado entre o diretor do INPE, Leonel Perondi, e o secretário geral da OTCA, Robby Ramlakhan, facilitará a disponibilização do TerraAmazon, o sistema desenvolvido pelo instituto para seus programas de monitoramento da Amazônia Legal Brasileira, como PRODES e DETER. O documento foi assinado nesta quarta-feira (17/7) na sede do INPE, em São José dos Campos (SP).

Segundo a OTCA, o objetivo é estabelecer um sistema regional coordenado de monitoramento da cobertura florestal, tendo como referência as metodologias e tecnologias desenvolvidas pelo INPE. Assim, o conhecimento adquirido na instituição brasileira deve contribuir para a governança de questões relacionadas ao desmatamento e ao uso da terra nos países.

Está prevista a realização de 12 cursos de capacitação sobre monitoramento do desmatamento. A parceria entre INPE e OTCA também possibilitará instalar “Salas de Observação” nos países membros da organização, que poderão acompanhar em tempo quase real as informações sobre a extensão e a qualidade da cobertura florestal nessa região.

Vigilância por satélites

Através do INPE, o Brasil monitora por satélite 4 milhões de Km² de florestas na Amazônia todos os anos. O maior programa de acompanhamento de florestas do mundo permite ao país medir o desmatamento e divulgar com transparência todas as informações obtidas a partir dos satélites.

O monitoramento por satélites é hoje imprescindível na contenção do desmatamento para proteger a biodiversidade e frear alterações no clima, além de gerar as informações necessárias à implantação de políticas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Desde 1988, o INPE mapeia de forma operacional o desmate por corte raso com o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (PRODES).

O INPE mantém em operação três sistemas para monitorar o desflorestamento na Amazônia – além do PRODES, o DETER e o DEGRAD -, que atuam de forma independente, porém complementares.

O PRODES revela a taxa anual do desmatamento por corte raso, quando todo o conjunto de árvores da floresta é retirado. Desde 2004, o INPE também opera o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER). Menos detalhado do que o Prodes - por utilizar sensores que cobrem a Amazônia com maior frequência, porém com imagens de menor resolução espacial -, o DETER inclui tanto o corte raso quanto as ocorrências de degradação florestal. É utilizado para informar rapidamente aos órgãos de fiscalização sobre novos desmatamentos.

Em 2008, o aumento da degradação indicado pelo Deter motivou a criação do terceiro sistema, denominado DEGRAD, para identificar as áreas que ainda não podem ser classificadas como corte raso, mas já estão comprometidas pelo desmate. Em 2011, o INPE lançou o TerraClass, que revela como estão sendo usadas as áreas onde não se encontra mais floresta nativa.

Toda essa experiência está resultando na transferência de conhecimento e tecnologia para outros países desenvolverem sistemas próprios de controle sobre o desmatamento. A ajuda oferecida a outros países interessados em avançar na vigilância de suas próprias florestas faz do Brasil um líder de iniciativas internacionais para o controle do desmatamento e da degradação florestal em todo o mundo.

Fonte: INPE
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domingo, 7 de julho de 2013

Desmatamento da Amazônia e as carências em observação

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou na última sexta-feira (05) os dados mais atualizados sobre o desmatamento da região amazônica. O Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (DETER) identificou um crescimento de 370% no desmate na comparação de maio com o mesmo mês de 2012. As imagens de satélite mostram a que a retirada de floresta nativa alcançou 464,96 km², frente a 98,85 km² no mesmo período no ano passado.

De acordo com informações divulgadas pelo INPE, "o DETER utiliza imagens do sensor MODIS do satélite Terra, com resolução espacial de 250 metros, que possibilitam detectar polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares. Nem todos os desmatamentos são identificados devido à ocorrência de nuvens."

Os dados de maio foram apurados levando-se em conta uma cobertura de nuvens de 59% sobre a Amazônia Legal (as áreas em rosa do mapa acima correspondem aos locais encobertos, enquanto que os pontos amarelos mostram a localização dos alertas de desmatamento).

Apesar do DETER ser complementado pelos dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES), que faz um cômputo anual dos desmatamentos por meio de imagens de satélites de melhor resolução espacial (o americano Landsat, a constelação DMC, e o indiano Resourcesat-1), fato é que os sistemas de monitoramento nacionais carecem de uma melhor capacidade de revisita, de resolução e mesmo de tipo de imagens. O imageamento por sensores radar, capazes de observar o solo mesmo com cobertura de nuvens, é uma necessidade há muito sentida. Interessante ainda notar que já há vários anos que o DETER e o PRODES não fazem uso de imagens geradas por satélites da série CBERS, que não estão em operação, lacuna que será cumprida quando do lançamento do CBERS 3.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Cooperação do INPE com a Bolívia


Bolívia adota tecnologia de monitoramento do INPE

Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

A primeira Sala de Observação do projeto de monitoramento conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) foi inaugurada na sexta-feira (18/5) em Cochabamba, na Bolívia.

“Estamos transferindo tecnologia e conhecimento às equipes de monitoramento de outros países com floresta tropical”, diz Alessandra Gomes, pesquisadora do Centro Regional da Amazônia (CRA) do INPE, situado em Belém (PA), onde técnicos estrangeiros estão vindo aprender a utilizar o TerraAmazon, o sistema desenvolvido pelo instituto para seus programas de monitoramento, como PRODES e DETER.

O TerraAmazon é oferecido sem custo a qualquer país interessado em monitorar suas próprias florestas. O projeto com a OTCA, que prevê a instalação de salas como a inaugurada em Cochabamba, é voltado à capacitação dos países da América do Sul por onde se estende a floresta e permitirá que toda a região possa ser totalmente monitorada, a exemplo do trabalho feito pelo INPE na Amazônia Legal Brasileira há mais de 20 anos.

Através do INPE, o Brasil monitora por satélite 4 milhões de Km² de florestas na Amazônia todos os anos. O maior programa de acompanhamento de florestas do mundo permite ao país medir o desmatamento e divulgar com transparência todas as informações obtidas a partir dos satélites.

Toda essa experiência está resultando na transferência de conhecimento e tecnologia para outros países desenvolverem sistemas próprios de controle sobre o desmatamento. A ajuda oferecida aos interessados em avançar na vigilância de suas próprias florestas faz do Brasil um líder de iniciativas internacionais para o controle do desmatamento e da degradação florestal em todo o mundo.

Fonte: INPE
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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cooperação Brasil - Congo: monitoramento de florestas

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Com apoio da tecnologia brasileira, Congo avança no monitoramento de florestas para REDD

Terça-feira, 02 de Agosto de 2011

A República Democrática do Congo adotou a tecnologia brasileira de monitoramento desenvolvida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que oferece seu sistema baseado em satélites a países interessados em cuidar de suas florestas. O objetivo é utilizar os resultados do monitoramento na implantação de políticas nacionais para REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação em Países em Desenvolvimento.

O país africano é o segundo no mundo com maior cobertura de florestas tropicais. Em primeiro está o Brasil, que possui em seu território grande parte da Amazônia, a maior floresta tropical do planeta.

O sistema operacional para monitoramento de florestas do Congo deve ser lançado durante a COP 17, na África do Sul. O sucesso de políticas relacionadas a REDD depende da capacidade dos países em medir e comprovar a veracidade de suas informações sobre florestas, algo que o Brasil, através do INPE, realiza há vários anos.

O INPE oferece a capacitação técnica necessária ao monitoramento para REDD por meio de parceria com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Os cursos são realizados em Belém, onde o INPE instalou um verdadeiro centro internacional de difusão de tecnologia de monitoramento por satélite de florestas tropicais. Lá, técnicos estrangeiros aprendem a utilizar o TerraAmazon, o sistema desenvolvido pelo Instituto para seus programas de monitoramento, como PRODES e DETER.

“A República Democrática do Congo é o primeiro a adotar nosso sistema operacional, entre os países que foram capacitados a utilizar esta tecnologia. Estamos capacitando técnicos de várias partes do mundo e estão previstos mais cursos para a Bacia do Congo, além da América Latina e Ásia, de maneira que todos os principais países com florestas tropicais possam ser capacitados”, conta Cláudio Almeida, chefe do Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto, o INPE Amazônia.

Em setembro, uma nova equipe da República Democrática do Congo virá para mais um treinamento em Belém, do qual também devem participar técnicos de Papua Nova Guiné e Vietnã.

Fonte: INPE
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Uma década de DMC

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Esta semana, foi celebrada em Londres, na Inglaterra, uma década do sistema de monitoramento de desastres DMC (Disaster Monitoring Constellation), liderado pelo Reino Unido e pela empresa SSTL, do grupo EADS Astrium. O sistema é formado por organizações e nações estrangeiras, cada qual possuindo um satélite de observação de pequeno porte, desenvolvido e construído pela própria SSTL.

O objetivo da DMC é contribuir em campanhas humanitárias contra desastres naturais, como os que aconteceram com tsunamis na Ásia (2004), furacão Katrina nos EUA (2005), inundações no Reino Unido (2007), e o terremoto de Sichuan, na China (2008), fornecendo imagens óticas de alta resolução.

Uma empresa - DMC International Imaging - foi criada com o propósito de coordenar respostas aos desastres e distribuir as imagens, e também para comercializar dados gerados pela constelação para clientes mundo afora, gerando assim recursos para custear as missões de caráter humanitário. Um dos clientes, aliás, é o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Desde 2004, duas vezes ao ano, os satélites DMC têm sido usados para o imageamento em alta resolução da região amazônica, com o objetivo de mensurar o desflorestamento e identificar cortes ilegais, em apoio aos sistemas DETER e PRODES.

Para este ano, está prevista a inclusão de mais dois satélites à constelação, o NigeriaSat-2 e NigerisaSat-X, ambos da Agência Espacial da Nigéria. O consórcio que mantém a DMC também considera recentes desenvolvimentos tecnológicos para ampliar a rede e sua capacidade, além de sensores SAR (de tecnologia radar), capazes de imagear mesmo com cobertura de nuvens ou fumaças.
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quinta-feira, 25 de março de 2010

Visita do Rei da Suécia ao LIT/INPE

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Rei da Suécia visita laboratório de testes de satélites e produtos industriais

25/03/2010

O rei Carl XVI Gustaf, da Suécia, visita nesta sexta-feira (26/3) o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos, onde conhecerá as instalações do Laboratório de Integração e Testes (LIT) e assistirá a uma palestra sobre o monitoramento por satélites da Amazônia.

O LIT/ INPE é o único laboratório do gênero no Hemisfério Sul capacitado para a realização de atividades de montagem, integração e testes de satélites e seus subsistemas.

A impossibilidade de conserto em órbita torna imprescindível a simulação em Terra de todas as condições que um satélite irá enfrentar desde o seu lançamento até o fim de sua vida útil no espaço. Por isso, o LIT/INPE possui câmaras e equipamentos para ensaios de vibração e choque, medidas de propriedades de massa, testes elétricos, acústicos e de compatibilidade eletromagnética, além da própria simulação do ambiente espacial em câmara vacuotérmica.

No LIT/INPE, idealizado conforme as necessidades do programa espacial brasileiro, também são prestados serviços à indústria, pois este moderno laboratório reúne instrumentos sofisticados para a qualificação de produtos com exigência de alto grau de confiabilidade. Empresas nacionais e multinacionais usam as instalações do LIT para testes de certificação. Os produtos testados vão desde antenas e componentes eletroeletrônicos até veículos de grande porte.

O monitoramento da Amazônia

Desde que começou a receber imagens do satélite Landsat, da Nasa - e o Brasil foi um dos primeiros a ter dados orbitais de observação da Terra, em 1973 -, o INPE está de olho na cobertura florestal da Amazônia.

A partir de 1988, com o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), o INPE passou a realizar o mapeamento de forma operacional. Como resultado, o Brasil possui um sistema reconhecido internacionalmente por sua excelência e pioneirismo. Hoje estão em operação três sistemas, que atuam de forma independente, porém complementares.

O Prodes é considerado o maior programa de acompanhamento de florestas do mundo, por cobrir 4 milhões de Km² todos os anos. O resultado do Prodes revela a taxa anual do desmatamento por corte raso na Amazônia brasileira e tem orientado a formulação de políticas públicas para a região.

Desde 2004, o INPE também opera o sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), voltado para orientar a fiscalização por identificar corte raso e degradação florestal com mais agilidade. Em 2008, o aumento de áreas degradadas indicado pelo Deter motivou a criação do Degrad, sistema destinado a mapear áreas ainda em processo de desmatamento.

A tecnologia nacional para o monitoramento florestal por satélites, bem como a capacitação técnica, está sendo oferecida pelo INPE a outros países. A iniciativa coloca o Brasil na liderança para o monitoramento global de florestas tropicais.

Fonte: INPE

Comentário: para saber mais sobre a relação do Brasil e Suécia na área espacial, acessem as postagens "AEB: missão empresarial à Suécia", e "Cooperação Brasil - Suécia".
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Satélites DMC no monitoramento da Amazônia

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) não faz uso apenas de imagens dos satélites CBERS e da série norte-americana Landsat para o monitoramento do desmatamento na Floresta Amazônica. Frequentemente, são também compradas imagens no exterior, da rede DMC (Disaster Monitoring Constellation), fornecidos pela empresa inglesa DMC International Imaging.

A DMC International Imaging é controlada pela Surrey Satellite Technology Ltd. (SSTL), indústria também inglesa especializada no desenvolvimento e construção de pequenos satélites, adquirida pela EADS Astrium em abril de 2008.

Desde 2005, a DMC International Imaging fornece imagens para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As imagens são usadas para aprimorar os dados com estimativas anuais de desmatamento da região, atividade que o INPE executa por meio dos sistemas DETER (Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real) e PRODES (Monitoramento da Floresta Amazônia Brasileira por Satélite).

A constelação de microssatélites da DMC conta com sensores multiespectrais (32 m) e pancromáticos de alta-resolução (4 m). Todos os microssatélites da rede foram desenvolvidos e construídos pela SSTL, e são comparáveis em resolução aos da série Landsat. O grande diferencial da rede DMC para aplicações na região amazônica é o seu maior número de satélites, que possibilitam um maior número de visitas a uma mesma região, o que reduz consideravelmente o impacto da coberturas de nuvens comuns em regiões de florestas tropicais.

No final de 2009, o INPE contratou o fornecimento de mais imagens digitais para atender o monitoramento da Amazônia, negócio no valor de pouco mais de R$ 462 mil.
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sábado, 12 de dezembro de 2009

INPE no COP-15

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COP 15: INPE e CEOS discutem como monitorar as mudanças ambientais globais

11/12/2009

Evento promovido pelo Comitê de Satélites de Observação da Terra (CEOS, na sigla em inglês) durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), em Copenhague, discutirá a disseminação global de dados de satélites para monitoramento dos efeitos das mudanças ambientais. Às 17h (hora de Brasília) desta sexta-feira (11/12), o evento será conduzido por Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O INPE assume em 2010 a presidência do CEOS, que reúne 28 agências espaciais e 20 organizações nacionais e internacionais, com o objetivo de coordenar o intercâmbio global de dados de satélites de observação da Terra. Gilberto Câmara apresentará as perspectivas do CEOS para o monitoramento climático a partir do lançamento de novos satélites de sensoriamento remoto. O diretor do INPE também falará sobre as emissões de gases de efeito estufa provocadas pelo desmatamento das florestas.

O evento tem como principal palestrante o professor holandês Paul J. Crutzen, vencedor do Prêmio Nobel de Química em 1995 por suas pesquisas relacionadas à destruição da camada de ozônio. Também participam Takashi Moriyama, da agência espacial japonesa (JAXA), e José Achache, do GEO (sigla em inglês do Grupo de Observação da Terra).

O INPE adotou como política distribuir gratuitamente pela internet seus dados de satélites em 2004. Hoje o fácil acesso a dados que contribuam para o melhor entendimento das mudanças ambientais globais é o principal objetivo de organismos internacionais como o CEOS e o GEO, que pretendem disponibilizar e compartilhar informações para monitoramento de níveis de carbono, mudanças climáticas, perda de biodiversidade, desmatamento, recursos hídricos, temperaturas do oceano e outros indicadores críticos para a saúde do planeta e bem-estar da humanidade.

Monitoramento global

Nesta quinta-feira (10/12), INPE e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) assinaram em Copenhague memorando de entendimento que possibilitará a transferência de tecnologia e capacitação aos países interessados em monitorar florestas por satélites.

Com o PRODES do INPE, o Brasil monitora por satélite 4 milhões de Km² de florestas na Amazônia todos os anos. O maior programa de acompanhamento de florestas do mundo permite ao Brasil medir o desmatamento e divulgar com transparência todas as informações obtidas a partir dos satélites.

Para a FAO, o Brasil abre caminho para o controle do desmatamento e da degradação florestal em todo o mundo quando, por meio do INPE, oferece ajuda aos demais países a avançar na vigilância de suas próprias florestas.

O memorando proporcionará a capacitação técnica necessária ao monitoramento para REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação em Países em Desenvolvimento. Um dos principais objetivos da FAO, REDD é também um dos temas mais importantes em discussão COP-15.

Os cursos de capacitação serão realizados no Centro Regional da Amazônia (CRA/INPE), inaugurado recentemente em Belém (PA) com a missão de se tornar um centro internacional de difusão de tecnologia de monitoramento por satélite de florestas tropicais. Os técnicos estrangeiros aprenderão a utilizar o TerraAmazon, sistema desenvolvido pelo INPE para seus programas de monitoramento e que estará disponível gratuitamente.

Fonte: INPE
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sábado, 25 de julho de 2009

Programa Espacial e a Amazônia

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Programa espacial brasileiro em benefício da Amazônia

Por Ana Paula Morales
24/07/2009

Em 2008, foram detectados aproximadamente doze mil kilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia e, de acordo com o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, o Brasil deverá reduzir em 30% as taxas de emissão de carbono por desmatamento nos próximos seis anos. Tanto as coletas desses dados quanto as estratégias de redução de desmatamento dependem do monitoramento da Amazônia via satélites. “Por mais que o Brasil tenha um sistema de monitoramento eficiente, ele não é bom para a necessidade que temos”, afirmou Gilberto Câmara Neto, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), na conferência “Os benefícios do Programa Espacial Brasileiro para a Amazônia”, realizada na sexta-feira (17) na 61ª Reunião Anual da SBPC.

O sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), utilizado no monitoramento, oferece imagens anuais e detecta somente o corte raso, ou seja, quando houve a retirada total da cobertura florestal de uma área. “O desafio agora é detectar aquilo que antecede a remoção total da floresta, que é o necessário para que se evite a destruição”, diz Câmara. Um segundo sistema de monitoramento desenvolvido pelo Inpe, chamado Deter (Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real), oferece imagens em tempo real, mas com menor resolução. “Está sendo muito útil observar como é que a coisa está evoluindo, sem ter que contar o que já aconteceu”, alega o pesquisador.“O desafio que a gente tem é ver o que está acontecendo na Amazônia com cada vez mais qualidade”, diz Câmara. O satélite usado até a pouco pelo Brasil tinha uma resolução de solo de 20m – ou seja, o ‘pixel’ do satélite corresponde a 20m2. Já o satélite lançado em 2007 em parceria com a China, o CEBRS-2B (China Brazil Earth Research Satellite), apresenta uma resolução bem superior, de 2,5m2. Segundo o pesquisador, o uso combinado dos dois tipos de imagens pode dar muito mais informações.

Planos

“Em 2012 o Brasil espera ter capacidade de obter imagens do planeta com 40 metros de resolução a cada dois dias”, afirma Câmara. Essas condições, que são bem superiores ao que se tem hoje com o sistema Deter, segundo o pesquisador, serão alcançadas com o lançamento do satélite Amazônia 1, previsto para 2011, que servirá para a observação da região. Estão também nos planos brasileiros os lançamentos de outros satélites já em construção: o Amazônia-2, e os CBERS-3 e 4, previstos para 2010 e 2013, respectivamente. Além destes, os CBERS-5 e 6 já estão em fase de negociação com os chineses. O satélite Lattes-1, que terá fins científicos, deverá ficar pronto até 2013.

Com o problema da resolução de imagem resolvido até 2012, faltará somente resolver o problema das nuvens, que impossibilitam a captura de imagens. Segundo Câmara, discute-se, para isso, a construção de um satélite SAR (Sintetic Adventure Radar), por meio do Fundo Amazônia, até 2015. Essa tecnologia, baseada nos radares de avião, oferece a vantagem de obter imagens em quaisquer condições climáticas, inclusive com tempo encoberto. O satélite manda pulsos e, através da respostas recebidas por uma antena, compõem a imagem.

Desmatamento

Os estados onde ocorre mais desmatamento, segundo Câmara, são Mato Grosso, Pará e Rondônia, enquanto o estado do Amazonas tem tido uma contribuição pequena. O Mato Grosso liderou por muito tempo os índices de desmatamento, mas foi superado pelo Pará, que em 2008 apresentou as maiores taxas. “Isso tem a ver com a expansão da consolidação agrícola no Mato Grosso, enquanto que no Pará, a maior parte do desmatamento está associada ao binômio madeira e pecuária”, comenta.

Segundo declarado na reunião da SBPC pelo ministro do meio ambiente, Sérgio Minc, o Brasil terá a menor taxa de desmatamento neste ano em relação aos anos anteriores. No entanto, Câmara revela que o Inpe ainda não pode confirmar essa estimativa, já que “o sistema Deter só conseguiu ver o Mato Grosso, que apresenta uma tendência de queda no desmatamento”. No entanto, ainda não existe informação sobre o Pará, que para Câmara é o estado mais crítico.

Planeta em foco

Os quarenta anos do pouso do homem na Lua, comemorados esta semana, significaram um grande marco para a ciência. No entanto, Câmara afirma que “vôos tripulados não são os aspectos mais importantes do trabalho científico no espaço”. O pesquisador alega que o trabalho relevante feito no espaço pode ser feito com satélites, de forma que o enorme esforço gasto para levar o homem até lá não compensa. “Por mais interessante que possa parecer, o vôo de astronauta não traz ciência. Nós temos um programa espacial cujo objetivo é observar o planeta”, afirma.

O Comitê de Satélites de Observação da Terra (CEOS), formado pelos Estados Unidos, China, Europa e países do Pacífico, do qual o Brasil faz parte, representado pelo Inpe, definiu alguns problemas científicos que precisam de satélites e que não podem ser atendidos por um único país. Dessa forma, dados obtidos por satélites independentes podem ser comparados com uma finalidade em comum. “Um satélite só não resolve o problema, mas vários satélites operando em conjunto, com a política de dados abertos, são mais úteis que esforços separados”, diz Câmara.

Nesse sentido, Câmara afirma que existem tentativas de fazer do CBERS um satélite realmente global. Para cobrir toda a área tropical, seriam utilizadas três estações na África e outras que ainda estão sendo negociadas no Japão, Quênia e Ásia. “A idéia é fazer do CBRES o satélite do sul para o sul”, conclui.

Fonte: revista eletrônica Com Ciência
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domingo, 25 de janeiro de 2009

Brasil terá estação de recepção de dados do Envisat

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Em breve, o Brasil contará com uma estação de recepção de dados gerados pelos sensores ASAR (Advanced Synthetic Aperture Radar) e MERIS (Medium Resolution Imaging Spectrometer) do satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia (ESA). A antena será instalada na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) localizada na cidade de Cachoeira Paulista, interior de São Paulo.

Esta será a primeira estação do INPE para recepção de imagens geradas por um sensor radar (ASAR), hoje uma das maiores carências do País em termos de sensoriamento remoto, particularmente nos programas DETER e PRODES de monitoramento de desmatamento na Amazônia.

No momento, estão sendo instalados os processadores da estação de recepção, e a previsão é que ainda no primeiro semestre a mesma já esteja operacional. A instalação da antena foi viabilizada por meio de convênio firmado entre o INPE, a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Já há alguns anos, imagens geradas pelo ASAR têm sido utilizadas no monitoramento ambiental da Bacia de Campos, na costa do Rio de Janeiro, para a identificação de derrames de óleo no mar, daí o interesse e a razão da Petrobras ter financiado a aquisição da antena. A foto que ilustra essa nota foi gerada pelo sensor ASAR e revela a dimensão do derramamento de petróleo ocorrida em 2002 na costa da Espanha.

De acordo com informações do INPE, as imagens geradas pelo Envisat possivelmente serão utilizadas para outras aplicações além do monitoramento ambiental da Bacia de Campos, embora ainda não tenha sido definida uma política de distribuição desses dados.

Envisat

Colocado em órbita por um lançador Ariane 5 em 2002, o satélite Envisat foi construído por um consórcio de empresas lideradas pela EADS Astrium, e é equipado com dez sensores (ASAR, MERIS, AATSR, RA-2, MWR, DORIS, LRR, MIPAS, GOMOS, SCIAMACHY). Sua concepção levou em consideração quatro grandes áreas para estudos em meio-ambiente: mudanças climáticas, monitoramento de desastres naturais, aquecimento global e estudos de poluição do planeta.
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Amazônia, R-99B e satélites radares

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Semana passada, foi colocado no web-site de T&D uma pequena reportagem que escrevi sobre o Projeto Cartografia da Amazônia (para lê-la, clique aqui), iniciativa coordenada pelo SIPAM com o objetivo de eliminar os chamados "vazios cartográficos" da região amazônica.

A matéria não trata diretamente de projetos espaciais, mas enquanto eu a preparava, num telefonema para a coleta de informações, um funcionário do SIPAM comentou comigo o bem-sucedido trabalho da Força Aérea Brasileira (FAB) na checagem de dados sobre o desmatamento em 36 municípios amazônicos. Estes municípios foram, segundo os dados gerados pelo sistema PRODES, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), responsáveis por mais de 50% do desmatamento da região em um dado período, o que causou no meio deste ano uma polêmica entre o INPE e o governo do Mato Grosso, que contestava tais dados.

Diante da polêmica, a FAB foi chamada a ajudar. Usou para tanto os aviões R-99B, fabricados pela Embraer e dotados de vários sensores, inclusive um radar de abertura sintética (SAR), que "penetra" as nuvens, produzido pela canadense MDA (fabricante dos satélites Radarsat). Os sobrevôos para a checagem das áreas exigiram vários dias e custaram ao todo mais de US$ 1 milhão. Um satélite radar faria este trabalho em menor tempo e por uma fração deste valor.

No melhor cenário, sem problemas técnicos, orçamentários (e de licitações!), o primeiro satélite brasileiro com sensor SAR, o MAPSAR, só estará em órbita em 2014. Até lá, o INPE e os outros órgãos responsáveis por observar o desmatamento amazônico deverão confiar em satélites estrangeiros (o PRODES e o DETER ainda não contam com imagens produzidas por radares orbitais) e, em escala mais limitada, nos aviões da FAB.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Desmatamento na Amazônia

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresentou hoje (19) um novo sistema de mapeamento de áreas degradadas na Amazônia, em complemento aos já conhecidos PRODES (Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite) e DETER (Detecção de Desmatamento em Tempo Real). O sistema é chamado de DEGRAD e foi desenvolvido para mapear anualmente, e em detalhe, as áreas em processo de desmatamento não computadas pelo PRODES. O DEGRAD identifica áreas de degradação na floresta amazônica com base em imagens produzidas pelos satélites Landsat (EUA) e CBERS (China/Brasil). Para mais informações, leiam a notícia "Novo sistema do INPE mapeia áreas degradadas na Amazônia", disponível no web-site do INPE.

Possível corte no orçamento

No mesmo dia em que é anunciado um novo sistema para o monitoramento da Amazônia, foi publicada no jornal O Globo uma reportagem preocupante, intitulada "Cortes no Orçamento de 2009 afetam combate ao desmatamento, dizem ministros". Segundo a matéria do jornal carioca, citando os ministros da Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente, cerca de R$ 1 bilhão e R$ 400 milhões das verbas de suas respectivas pastas foram cortadas do relatório-geral do Orçamento de 2009, em análise pelo Congresso Nacional.

"O ministro de Ciência e Tecnologia afirmou que os cortes vão prejudicar o desmatamento porque atingem a verba dos satélites que monitoram as áreas degradadas", informa a reportagem.
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domingo, 3 de agosto de 2008

DETER, PRODES e o Desmatamento na Amazônia

Na semana passada, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou um relatório indicando uma redução de 20% no índice de desmatamento da Amazônia em junho, se comparado ao mês anterior. Uma ótima notícia.

Este mesmo relatório, no entanto, também apresenta algumas informações que, numa análise mais cuidadosa, merecem no mínimo certa reflexão.

Os dados sobre o desmatamento foram gerados, como é de praxe, pelo DETER, acrônimo de Detecção do Desmatamento em Tempo Real, sistema que se baseia em imagens geradas por satélites com sensores óticos, incapazes de “enxergar” por debaixo das nuvens. A conseqüência disso é que grande parte do território amazônico, a depender das nuvens, não é verificada (na imagem acima, as áreas destacadas em rosa correspondem ao território coberto por nuvens). Em junho, por exemplo, os Estados do Amapá e Roraima tiveram 99% e 89%, respectivamente, de seus territórios cobertos por nuvens.

O DETER tem ainda outra limitação, relacionada à resolução das imagens geradas pelos satélites, capazes de detectar apenas polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares.

Estas duas limitações são em tese mitigadas pelo PRODES, que mede as taxas anuais de desmatamento para incrementos superiores a 6,25 hectares, com base em imagens geradas pelo satélite norte-americano Landsat 5. Suas medições são realizadas em meses de boas condições de observação na Amazônia, geralmente de julho a setembro, período em que é possível observar cerca de 90% da região sem cobertura de nuvens. O PRODES também tem um problema: o Landsat 5, lançado há mais de vinte anos, a qualquer momento pode deixar de operar, e seu substituto, o Landsat 8, não entrará em operação antes de 2011. Além do mais, seus dados são anuais, não tendo o mesmo propósito do DETER, de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento.

Fato é que o DETER e o PRODES têm demonstrado a sua relevância, o que não significa dizer que não possam ser melhorados. Se a Amazônia é estratégica para o Brasil, é razoável pensarmos que o País precisa ter os melhores sistemas para o seu monitoramento, como satélites equipados com sensores radares (capazes de penetrar pelas nuvens), e câmeras óticas com melhor resolução.
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