quinta-feira, 5 de março de 2015

Cooperação Brasil - Japão

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INPE recebe comitiva do Japão

Quinta-feira, 05 de Março de 2015

Representantes do governo, indústria, universidades e instituições científicas do Japão estiveram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), nesta terça-feira (3/3).

Recebida pelo diretor do INPE, Leonel Perondi, a comitiva japonesa se reuniu com especialistas das áreas de Observação da Terra e de Engenharia e Tecnologia Espacial para discutir possíveis acordos de cooperação bilateral.

Após a reunião com os especialistas do INPE, o instituto sediou um seminário sobre a parceria entre os dois países, organizado pelo governo japonês. O evento abordou oportunidades na área espacial, como tecnologias relacionadas ao desenvolvimento de satélites e aplicações, como monitoramento de desastres naturais, da agricultura e de recursos naturais, entre outros.

Participaram do seminário especialistas do INPE e representantes de empresas brasileiras do setor espacial, do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e de instituições como Cemaden e Embrapa.

“Este encontro deve estimular ainda mais a participação do setor privado e universidades em áreas inovadoras”, disse Perondi. “Trata-se de uma oportunidade para preparar as próximas etapas da cooperação técnica entre Brasil e Japão”, concluiu o diretor do INPE.

Fonte: INPE

Brasil e Japão avaliam novas perspectivas de cooperação espacial

Brasília, 5 de março de 2015 – Uma delegação japonesa composta de representantes do governo e do setor empresarial foi recebida nesta quarta-feira (4) na Agência Espacial Brasileira (AEB), para examinar os projetos de cooperação espacial existentes entre o Brasil e o Japão e discutir outras possibilidades de parcerias.

A missão, chefiada por Takeyoshi Fukuyo, vice-diretor do Escritório de Política Espacial junto ao Primeiro Ministro do Japão, foi recebida pelo chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB, José Monserrat Filho.

Os dois países estão comprometidos, neste momento, em trabalhar juntos em duas áreas de grande relevância para o Brasil: formação de recursos humanos altamente qualificados em áreas espaciais de interesse do Programa Espacial Brasileiro; e enfrentamento de desastres naturais, campo em que o Japão é altamente especializado.

A cooperação em matéria de desastres naturais deve reunir, em torno de um plano de trabalho comum, técnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e técnicos japoneses de diversas entidades públicas e privadas.

Satélites – O Japão está interessado em trabalhar com o Brasil na área de sensores de satélites de última geração e de pequenos satélites. A troca de ideias e informações sobre este e outros assuntos pautou a maior parte do tempo da reunião.

O professor  Hiroaki Siraishi, da Universidade Wakayama, discorreu sobre formação de especialistas em áreas espaciais básicas. Makoto Ono, pesquisador do Centro de Tecnologia de Sensoriamento Remoto do Japão, fez uma apresentação sobre os principais trabalhos de sua instituição.

Participaram também o chefe do Escritório da Indústria Espacial do Ministério da Economia, Comércio e Indústria, Nao Takada, o presidente da Axelspace Corporation, Yuya Nakamura, três representantes da empresa Japan Space Systes, inclusive seu diretor geral, Shoishiro Mihara, dois representantes da NEC Corporation Space System Division e o gerente da Mitsubishi Cooperation, Zentaro Watanabe, além de dois funcionários da área de cooperação da Embaixada do Japão. Pela AEB ainda participou do encontro a técnica da área de cooperação internacional, Daniela Miranda.

Ficou acertado o envio oficial em breve para a AEB das propostas japonesas de cooperação.

Fonte: AEB
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terça-feira, 3 de março de 2015

Cooperação Brasil - Polônia

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Embaixador da Polônia visita a Agência Espacial

Brasília, 3 de março de 2015 – O Embaixador da Polônia no Brasil, Andrzej Braiter, foi recebido pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, nesta segunda-feira (2). Eles conversaram sobre as atividades espaciais dos dois países, especialmente no âmbito internacional.

Braiter falou sobre seus entendimentos com a direção da Universidade de Brasília (UnB) para a realização, ainda este ano, de uma conferência com a participação de professores e pesquisadores brasileiros e poloneses, inclusive da área espacial.

O presidente da AEB confirmou o apoio ao evento em fase de preparo. Braiter lembrou ainda o renomado Instituto de Aviação de Varsóvia, fundado em 1926, que hoje também desenvolve equipamentos e componentes para as atividades espaciais.

Braga Coelho e o Embaixador ficaram de estudar temas de interesse mútuo capazes de gerar parcerias bilaterais em áreas espaciais de relevância econômica.

Participaram também do encontro Anna Jozefowicz, assessora do Embaixador, e o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB, José Monserrat Filho.

Fonte: AEB
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Cubesats: falha do AESP-14

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Falha deixa Cubesat nacional inoperante  

Brasília, 3 de março de 2015 – Após várias tentativas sem sucesso de acionar os equipamentos do cubesat AESP-14 o coordenador do projeto do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), engenheiro Pedro Teixeira Lacava, informou a Agência Espacial Brasileira (AEB) que o satélite de pequeno porte está inoperante.

Apesar da falha, a equipe integrante do projeto avalia que no seu todo ele foi cumprido, pois o objetivo traçado, que era de projetar, construir, testar, certificar e lançar um artefato espacial foi alcançado.

Segundo relatório de Lacava, a falha do cubesat está relacionada a não abertura da antena de transmissão de telemetria, que deveria ocorrer 30 minutos após seu lançamento da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), no último dia 5 de fevereiro.

O sistema estava programado, explica o engenheiro, para sucessivas tentativas, até que houvesse o esgotamento da bateria para esta ação num prazo estimado de quinze dias.

A não abertura da antena é tida como uma fatalidade uma vez que o sistema foi testado e habilitado para voo por não ter apresentado falha nos ensaios realizados no Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP).

O projeto do AESP-14, apoiado técnica e financeiramente pela AEB, teve como objetivo por em prática o conhecimento adquirido pelos alunos do curso de engenharia aeroespacial do ITA, meta que foi atingida.

Fonte: AEB
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SGDC: treinamento técnico na França

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Treinamento técnico sobre satélite brasileiro continua na França

Brasília, 2 de março de 2015 – Especialistas do Ministério das Comunicações (MiniCom) participaram em fevereiro de um treinamento nas cidades francesas de Cannes e Toulouse. O curso foi promovido pela empresa Thales Alenia Space, encarregada da construção do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação Brasileiro (SGDC).

O objetivo foi abordar os aspectos técnicos ligados ao projeto, à fabricação e ao lançamento, que ajudam nas tomadas de decisão dos grupos técnicos a respeito do equipamento.

“Dentro do contrato está incluído esse treinamento que faz parte do processo de absorção de tecnologia da empresa que está fabricando o satélite para o Brasil”, disse a engenheira de telecomunicações do Departamento de Banda Larga da pasta, Juliana Müller.

O treinamento também reuniu membros do Ministério da Defesa, da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e da Visiona, joint-venture entre a Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) e a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A (Embraer), que supervisiona a construção do satélite.

O SGDC atenderá à conexão de áreas isoladas do país com internet como parte do Programa Nacional de Banda Larga, assim como à segurança das comunicações estratégicas do Governo Federal. Seu lançamento está previsto para 2016.

Fonte: Agência Gestão CT&I, via AEB.
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Cubesats: Serpens é apresentado

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CubeSat Serpens é apresentado ao presidente da AEB

Brasília, 2 de março de 2015 – O modelo de engenharia do cubesat  Serpens – Sistema Espacial para Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites – foi apresentado na sexta-feira (27/2) ao presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, pela professora da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do projeto, Chantal Cappelletti.

Com a estrutura de um paralelepípedo e pesando 3,5 quilos, o satélite de pequeno porte foi integrado no Laboratório de Integração e Teste (LIT), do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), em São José dos Campos (SP), onde também passou por diversos testes nas últimas duas semanas.

Para essas atividades a professora Chantal coordenou o trabalho de outras nove pessoas, entre técnicos e estudantes de engenharia, inclusive três da Universidade de Vigo, da Espanha.

No sábado (28/2), o Serpens foi levado para o Japão, onde será realizada mais uma bateria de testes na Agência Espacial Japonesa (Jaxa), com a participação de estudantes brasileiros. O lançamento do cubesat está programado para o segundo semestre a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

Além da UnB e da Universidade de Vigo, participam ainda do projeto as universidades federais de Santa Catarina (UFSC), do ABC, de Minas Gerais (UFMG), o Instituto Federal Fluminense (IFF), além de universidades dos Estados Unidos e da Itália.

O principal objetivo do Serpens é a capacitação de recursos humanos e a consolidação dos novos cursos de engenharia aeroespacial brasileiros. Quando lançado o satélite levará a bordo uma carga útil cujo objetivo é testar um conceito tecnológico para o uso CubSat para recebimento e transmissão de mensagens por sistema de rádio.

Fonte: AEB
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Cemaden: instalações inauguradas

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Cemaden inaugura instalações em parque tecnológico

Brasília, 2 de março de 2015 – O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Nacionais (Cemaden) está operando oficialmente do Parque Tecnológico de São José dos Campos (PqTec SJC), no interior de São Paulo. As novas instalações foram inauguradas no sábado (28/2) com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, que deu posse ao novo diretor do Cemaden, Carlos Nobre.

Rebelo conheceu a infraestrutura do centro e o funcionamento do Setor de Operação e Modelagem (Sala de Situação), que monitora 888 municípios com histórico de desastres naturais 24 horas por dia. “O Cemaden tem uma função social. Ele protege a vida, o bem-estar da sociedade e o patrimônio de pessoas mais pobres, que são as que moram em locais de risco”, avaliou o ministro.

No discurso de posse, Nobre ressaltou que hoje 50 milhões de pessoas vivem em áreas de risco. Segundo ele, a integração entre diversas instituições do governo federal criou um “novo arcabouço de conhecimentos aplicados à prevenção de desastres naturais”.

O centro objetiva principalmente contribuir para que se evitem mortes acarretadas por extremos – como inundações, longos períodos de estiagem e deslizamentos de terra – e diminuir a vulnerabilidade social, ambiental e econômica decorrente deles. Para isso, apoia-se em uma rede de observação composta hoje por nove radares, 2.267 pluviômetros automáticos e 960 semiautomáticos (cuja operação envolve comunitários) e 115 estações hidrológicas, entre outros equipamentos.

Para Rebelo, “o centro ajuda a proteger a economia, a produção da agricultura e da indústria, a infraestrutura do país, a logística, principalmente de transporte, e o interesse público. Governos municipais, estaduais e federal poderão mobilizar seus meios sempre que houver riscos de desastres naturais”, disse.

Na Sala de Situação, 42 tecnologistas se revezam para analisar dados hidrológicos, meteorológicos e geológicos, além de monitorar redes sociais e câmeras públicas de governos municipais e estaduais, para emitir alertas de desastres naturais ao Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), auxiliando o Sistema Nacional de Defesa Civil. De 2011 até quarta-feira (25/2), foram emitidos 2.939 alertas, sendo 347 só neste ano.

Participaram da solenidade o diretor-geral do PqTec, o ex-ministro Marco Antonio Raupp; o prefeito Carlinhos Almeida; o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB); o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu; o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Armando Milioni, e os diretores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Perondi, e do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), Victor Mammana.

Histórico – O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais foi criado em julho de 2011 como órgão vinculado ao MCTI, por meio da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped).

A operação em regime ininterrupto começou em dezembro daquele ano, em instalações cedidas pelo Inpe, também vinculado ao MCTI, em Cachoeira Paulista (SP).

A Sala de Situação da nova sede começou a operar em 29 de outubro de 2014, após o ingresso da nova equipe de 75 servidores efetivados por concurso público, consolidando a estrutura organizacional com as equipes de pesquisadores, tecnologistas e analistas. Toda essa estrutura está interligada, por sistema de videoconferência, à Sala de Situação do Cemaden de Cachoeira Paulista.

Fonte: MCTI
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Programa Microgravidade: anúncio de oportunidade

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Programa Microgravidade divulga o quinto Anúncio de Oportunidade  

Brasília, 26 de fevereiro de 2015 – A Agência Espacial Brasileira (AEB), dando continuidade ao Programa Microgravidade está divulgando o quinto Anúncio de Oportunidade (5º AO) para a apresentação de experimentos. As propostas devem ser cadastradas no formulário eletrônico, exclusivamente via internet, disponível no site www.aeb.gov.br – Programa Microgravidade, entre os dias 24 de março e 27 de abril próximos.

A chamada pública é para o desenvolvimento de um dispositivo eletrônico compacto, portátil, wearable (que pode ser facilmente integrado ao corpo, com dimensões e massa que não comprometam a execução de movimentos) e não invasivo, capaz de avaliar os diversos aspectos fisiológicos relacionados à exposição do corpo humano ao ambiente de microgravidade e hipergravidade, decorrentes de um voo suborbital tripulado.

O experimento será conduzido pelo espaçonauta Pedro Nehme, engenheiro bolsista da AEB, durante o voo suborbital que ele fará no final do ano a bordo do veículo espacial Lynk Mark II, da empresa XCOR Space Expedition.

O presente AO é direcionado a escolas públicas de educação básica brasileiras em parceria com instituições de ensino superior (IES). A divulgação do experimento selecionado está prevista para o próximo dia 2 de maio.

O Programa Microgravidade foi criado em 1998 com o objetivo de disponibilizar ambientes de imponderabilidade aparente, comumente chamado de microgravidade, à disposição da comunidade técnico-científica nacional, provendo meios de acesso e suporte técnico e orçamentário para a viabilização de experimentos que necessitam desses ambientes.

Fonte: AEB
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Cooperação Brasil - EUA: visita da NASA

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Administrador da Nasa se reúne com presidente da AEB

Brasília, 23 de fevereiro de 2015 – Em encontro na tarde de hoje (23) na sede da Agência Espacial Brasileira (AEB) com Charles Bolden, administrador da Agência Espacial Norte-americana (Nasa) e sua comitiva, o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, apresentou a diretoria da instituição e trocou observações  sobre a parceria do governo com a indústria nacional para o desenvolvimento das atividades espaciais.

Após um breve relato sobre as atividades da AEB e rememorar uma série de ações no segmento espacial entre Brasil e Estados Unidos, o presidente falou sobre os avanços na produção de satélites de pequeno porte e do envolvimento das universidades nestes projetos.

Bolden mostrou interesse em saber como é realizado o programa de bolsas Ciência sem Fronteiras (CsF), do Governo Federal. Na oportunidade o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento, Carlos Gurgel, fez algumas observações sobre o programa destacando sua importância para a qualificação de recursos humanos no setor.

Segundo Bolden, seu interesse nesse tema se deve ao fato de que nos Estados Unidos (EUA) existe um programa similar envolvendo estudantes desde o nível fundamental até a universidade e que há possibilidade da participação de estudantes brasileiros no mesmo. O administrador da Nasa falou ainda sobre as novas oportunidades que se abrem para participação do Brasil e de outros países em diversas modalidades de ação na Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês)  e em projetos de cooperação em diferentes níveis.

Fonte: AEB
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

VSB-30 voa na Suécia

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Após o sucesso do VS-30 na sexta-feira passada, foi a vez do VSB-30. Ocorreu com sucesso ontem (22) o lançamento desse modelo, desenvolvido e construído no Brasil, dentro da missão Cryofenix, da agência espacial francesa (CNES). A missão ocorreu no centro espacial de Esrange, no norte da Suécia, tendo o foguete alcançado um apogeu de 265 km e tempo de microgravidade de 6 minutos.

Segundo informações da Swedish Space Corporation (SSC), que executou a operação, o experimento Cryofenix envolve estudos de comportamento de líquidos criogênicos como parte de um programa de tecnologia em propulsão para lançadores da CNES. Tais estudos devem orientar no desenvolvimento do sistema de propulsão do Ariane 6.

(Na foto acima, imagem do resgate da carga útil na região do ártico sueco. Créditos: SSC)
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domingo, 22 de fevereiro de 2015

VS-30 voa com sucesso na Noruega

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Na última sexta-feira (20), às 23h06, horário local, foi realizado com sucesso o lançamento do foguete suborbital VS-30/IO V11 a partir do centro espacial de Andoya, na Noruega, segundo informações do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/DCTA). O foguete teve como carga útil o experimento ICI4, para estudos de clima espacial.

Está ainda previsto para os próximos dias o lançamento de outro foguete de origem nacional, um VSB-30, desta vez a partir de Esrange, no norte da Suécia, numa missão patrocinada pela Agência Espacial Europeia para experimentos com propulsão a hidrogênio líquido.

Atualização, 24/02/2015, às 01h55: a Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou nota destacando o uso do foguete brasileiro na missão da Agência Espacial Europeia, voltada à investigação dos efeitos dos fenômenos da aurora boreal em sistemas de navegação e comunicação por satélite.
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