
Em outubro de 1997, o Brasil se comprometeu com o governo dos EUA a participar do projeto, contribuindo com a construção de seis tipos de peças para a estação, inicialmente avaliadas em mais de US$ 120 milhões. Depois de alguns anos, descobriu-se que ficariam mais caras, o que levou o governo brasileiro a renegociar sua participação. Ao invés dos seis componentes, produziria outros menos complexos, denominados Flight Support Equipments (FSE). Por várias razões, que merecem ser abordadas detalhadamente no futuro, o acordo não foi adiante, e o Brasil foi excluído do programa...
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