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Anatel licita direitos de exploração de satélite por R$ 183,7 milhões
Terça, 26 de Maio de 2015, 16h02
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou quatro direitos de exploração de satélite nesta terça-feira, 26, em Brasília, por R$ 183,7 milhões - ágio médio de 69,55%. O objetivo da licitação é reforçar a infraestrutura de telecomunicações do País.
O preço mínimo de referência por direito de exploração foi fixado em R$ 27.094.271,64, mas os ágios variaram de 56,86% a 85,63%. Veja abaixo as propostas vencedoras:
Telesat Brasil Capacidade de Satélites LTDA, R$ 42.500.020,00
Telesat Brasil Capacidade de Satélites LTDA, R$ 46.860.000,00
Star Satellite Communications Company (Yahsat), R$ 44.100.000,00
Hispamar Satélites S.A., R$ 50.295.000,00
"O resultado da licitação mostra que os investidores acreditam na potencialidade do mercado de telecomunicações no Brasil", afirmou o presidente da Anatel, João Rezende.
Todos os direitos de exploração abrangerão 15 anos e serão prorrogáveis por igual período.
Fonte: Anatel, com edição do blog.
Nota do blog: esta não é uma boa noticia para a Star One, do grupo Embratel, que pelo segundo leilão consecutivo não obteve uma posição orbital.
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
Reunião no INPE sobre radiocomunicações
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INPE sedia reunião da Anatel sobre radiocomunicações
Segunda-feira, 16 de Março de 2015
Membros do Grupo Relator de Radiocomunicações (GRR4) da Comissão Brasileira de Comunicação da Anatel (CBC2) estiveram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), nos dias 12 e 13 de março.
Na ocasião, foi analisado o compartilhamento de faixas de frequências entre diversas atividades científicas, como a radioastronomia, a observação da Terra, a meteorologia e outros serviços em telecomunicações (telefonia móvel, radiodifusão e radionavegação), para a proteção de trabalhos do INPE e de outras instituições, como o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), o Inmet, o Cemaden e o Observatório Nacional.
“As discussões deram ênfase ao posicionamento do GRR4 em diversos itens de agenda relativos a serviços científicos que serão tratados na Conferência Mundial de Radiocomunicações, que acontecerá neste ano na União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão da ONU, na qual será redigido o novo Regulamento de Rádio que rege o uso do espectro eletromagnético nas diversas regiões do planeta”, explica Carlos Gonçalves, engenheiro do INPE que coordena o GRR4.
As recomendações do GRR4 deverão ser adotadas pelo Brasil através da atuação da CBC2 nos órgãos internacionais, Citel (Comitê Interamericano de Telecomunicações) da Organização dos Estados Americanos e UIT (União Internacional de Telecomunicações).
“Também abordamos temas importantes para o Brasil que estão na pauta de discussões nos órgãos internacionais, com o objetivo principal de defender os interesses dos serviços científicos quanto ao uso do espectro eletromagnético e assessorar a ANATEL nas questões internas relacionadas com o compartilhamento e distribuição de frequências no país”, completa o engenheiro do INPE.
O GRR4, atualmente liderado pelo INPE, é o único grupo da CBC2 cujo coordenador (Carlos Gonçalves, da Divisão de Eletrônica Aeroespacial) não é do quadro da ANATEL. O evento contou com a presença do vice-coordenador da CBC2 da Anatel e líder da preparação para a Conferência Mundial de Radiocomunicações, Tarcísio Bakaus. Além dos integrantes do Grupo de Gerenciamento de Espectro do Instituto, participaram especialistas do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), IAE/DCTA, IFI/DCTA e Intel.
Fonte: INPE
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INPE sedia reunião da Anatel sobre radiocomunicações
Segunda-feira, 16 de Março de 2015
Membros do Grupo Relator de Radiocomunicações (GRR4) da Comissão Brasileira de Comunicação da Anatel (CBC2) estiveram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), nos dias 12 e 13 de março.
Na ocasião, foi analisado o compartilhamento de faixas de frequências entre diversas atividades científicas, como a radioastronomia, a observação da Terra, a meteorologia e outros serviços em telecomunicações (telefonia móvel, radiodifusão e radionavegação), para a proteção de trabalhos do INPE e de outras instituições, como o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), o Inmet, o Cemaden e o Observatório Nacional.
“As discussões deram ênfase ao posicionamento do GRR4 em diversos itens de agenda relativos a serviços científicos que serão tratados na Conferência Mundial de Radiocomunicações, que acontecerá neste ano na União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão da ONU, na qual será redigido o novo Regulamento de Rádio que rege o uso do espectro eletromagnético nas diversas regiões do planeta”, explica Carlos Gonçalves, engenheiro do INPE que coordena o GRR4.
As recomendações do GRR4 deverão ser adotadas pelo Brasil através da atuação da CBC2 nos órgãos internacionais, Citel (Comitê Interamericano de Telecomunicações) da Organização dos Estados Americanos e UIT (União Internacional de Telecomunicações).
“Também abordamos temas importantes para o Brasil que estão na pauta de discussões nos órgãos internacionais, com o objetivo principal de defender os interesses dos serviços científicos quanto ao uso do espectro eletromagnético e assessorar a ANATEL nas questões internas relacionadas com o compartilhamento e distribuição de frequências no país”, completa o engenheiro do INPE.
O GRR4, atualmente liderado pelo INPE, é o único grupo da CBC2 cujo coordenador (Carlos Gonçalves, da Divisão de Eletrônica Aeroespacial) não é do quadro da ANATEL. O evento contou com a presença do vice-coordenador da CBC2 da Anatel e líder da preparação para a Conferência Mundial de Radiocomunicações, Tarcísio Bakaus. Além dos integrantes do Grupo de Gerenciamento de Espectro do Instituto, participaram especialistas do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), IAE/DCTA, IFI/DCTA e Intel.
Fonte: INPE
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Comunicações: direitos de exploração licitados
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Anatel licita direitos de exploração de satélite por R$ 153,15 milhões
06 de Maio de 2014
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou hoje, 6 de maio, em Brasília, por R$ 153,15 milhões, quatro direitos de exploração de satélites. O objetivo da licitação é reforçar a infraestrutura de telecomunicações do País.
A Hispamar Satélites S.A. ofereceu R$ 65 milhões pelo primeiro direito de exploração de satélite licitado para operar a banda Ku planejada - o que representou um ágio de 431,8% sobre o preço mínimo.
A SES DTH do Brasil LTDA apresentou as melhores ofertas para o segundo e terceiro direitos de exploração de satélite. Com a proposta de R$ 33 milhões (ágio de 170% sobre o preço mínimo), a empresa obteve o segundo direito para operar nas bandas C, Ku e Ka. A banda Ka permite o provimento de banda larga. A banda C e a banda Ku possibilitam diversas aplicações em telecomunicações. Pelo terceiro direito, com a oferta de 26,8 milhões (ágio de 119,3%) a empresa poderá operar na banda Ku planejada.
As adquirentes do primeiro e terceiro direito de exploração de satélite escolheram as faixas planejadas para o Brasil do apêndice 30/30A do regulamento de radiocomunicação da UIT (União Internacional de Telecomunicações) destinadas no país para provimento de DTH (TV por assinatura via satélite).
A Eutelsat do Brasil LTDA apresentou a melhor oferta pelo quarto direito de exploração: 28,35 milhões, o que representou um ágio de 131,9% sobre o preço mínimo. O futuro satélite deverá operar nas frequências planejadas para o Brasil no apêndice 30B do regulamento de radiocomunicação da UIT. Essas faixas de radiofrequências podem atender a todos os serviços fixos de telecomunicações.
Todos os direitos de exploração abrangerão 15 anos e serão prorrogáveis por igual período.
Na última terça-feira, 29 de abril, sete empresas entregaram os documentos de identificação e habilitação, além das propostas de preço.
Veja abaixo a lista de proponentes, por ordem alfabética:
Eutelsat do Brasil LTDA
Hispamar Satélites S.A.
Inmarsat Navigation Ventures Limited
SES DTH do Brasil LTDA
Star One S.A.
Star Satellite Communications Company
Telesat Brasil Capacidade de Satélites LTDA
O preço mínimo de referência por direito de exploração foi fixado em R$ 12.223.484,27. As condições para participação constam do Edital de Licitação nº 1/2014 - SCD, que tem como objeto conferir até quatro Direitos de Exploração de Satélite Brasileiro para Transporte de Sinais de Telecomunicações, com 15 anos de duração, prorrogáveis por igual período.
Fonte: Anatel
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Anatel licita direitos de exploração de satélite por R$ 153,15 milhões
06 de Maio de 2014
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou hoje, 6 de maio, em Brasília, por R$ 153,15 milhões, quatro direitos de exploração de satélites. O objetivo da licitação é reforçar a infraestrutura de telecomunicações do País.
A Hispamar Satélites S.A. ofereceu R$ 65 milhões pelo primeiro direito de exploração de satélite licitado para operar a banda Ku planejada - o que representou um ágio de 431,8% sobre o preço mínimo.
A SES DTH do Brasil LTDA apresentou as melhores ofertas para o segundo e terceiro direitos de exploração de satélite. Com a proposta de R$ 33 milhões (ágio de 170% sobre o preço mínimo), a empresa obteve o segundo direito para operar nas bandas C, Ku e Ka. A banda Ka permite o provimento de banda larga. A banda C e a banda Ku possibilitam diversas aplicações em telecomunicações. Pelo terceiro direito, com a oferta de 26,8 milhões (ágio de 119,3%) a empresa poderá operar na banda Ku planejada.
As adquirentes do primeiro e terceiro direito de exploração de satélite escolheram as faixas planejadas para o Brasil do apêndice 30/30A do regulamento de radiocomunicação da UIT (União Internacional de Telecomunicações) destinadas no país para provimento de DTH (TV por assinatura via satélite).
A Eutelsat do Brasil LTDA apresentou a melhor oferta pelo quarto direito de exploração: 28,35 milhões, o que representou um ágio de 131,9% sobre o preço mínimo. O futuro satélite deverá operar nas frequências planejadas para o Brasil no apêndice 30B do regulamento de radiocomunicação da UIT. Essas faixas de radiofrequências podem atender a todos os serviços fixos de telecomunicações.
Todos os direitos de exploração abrangerão 15 anos e serão prorrogáveis por igual período.
Na última terça-feira, 29 de abril, sete empresas entregaram os documentos de identificação e habilitação, além das propostas de preço.
Veja abaixo a lista de proponentes, por ordem alfabética:
Eutelsat do Brasil LTDA
Hispamar Satélites S.A.
Inmarsat Navigation Ventures Limited
SES DTH do Brasil LTDA
Star One S.A.
Star Satellite Communications Company
Telesat Brasil Capacidade de Satélites LTDA
O preço mínimo de referência por direito de exploração foi fixado em R$ 12.223.484,27. As condições para participação constam do Edital de Licitação nº 1/2014 - SCD, que tem como objeto conferir até quatro Direitos de Exploração de Satélite Brasileiro para Transporte de Sinais de Telecomunicações, com 15 anos de duração, prorrogáveis por igual período.
Fonte: Anatel
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terça-feira, 25 de março de 2014
Novo edital de direitos de exploração de satélites
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Publicado edital de licitação de até quatro direitos de exploração de satélites
24 de Março de 2014
O recebimento dos documentos de identificação, das propostas de preço e da documentação de habilitação dos interessados em participar da licitação de até quatro direitos de exploração de satélites, com 15 anos de duração, prorrogáveis por igual período, será no dia 29 de abril de 2014, às 10h, no miniauditório da Anatel, em Brasília.
O objetivo da licitação é reforçar a capacidade do País para transmissão de dados e voz. O preço mínimo de referência por direito de exploração é de R$ 12.223.484,27. As condições para participação constam do Edital nº 1/2014, publicado hoje (24) na página da Anatel na internet.
O Aviso de Licitação nº 1/2014/SOR/SPR/CD-ANATEL também foi publicado na edição da segunda-feira no Diário Oficial da União.
Em 6 de maio de 2014, às 10h, também no miniauditório da Anatel, será iniciada a sessão de abertura, análise e julgamento das propostas de preço.
Fonte: Anatel
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Publicado edital de licitação de até quatro direitos de exploração de satélites
24 de Março de 2014
O recebimento dos documentos de identificação, das propostas de preço e da documentação de habilitação dos interessados em participar da licitação de até quatro direitos de exploração de satélites, com 15 anos de duração, prorrogáveis por igual período, será no dia 29 de abril de 2014, às 10h, no miniauditório da Anatel, em Brasília.
O objetivo da licitação é reforçar a capacidade do País para transmissão de dados e voz. O preço mínimo de referência por direito de exploração é de R$ 12.223.484,27. As condições para participação constam do Edital nº 1/2014, publicado hoje (24) na página da Anatel na internet.
O Aviso de Licitação nº 1/2014/SOR/SPR/CD-ANATEL também foi publicado na edição da segunda-feira no Diário Oficial da União.
Em 6 de maio de 2014, às 10h, também no miniauditório da Anatel, será iniciada a sessão de abertura, análise e julgamento das propostas de preço.
Fonte: Anatel
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Anatel: licitação de posições orbitais
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Anatel vai licitar quatro espaços para lançamento de satélites
19/12/2013 - 17h28
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai leiloar espaços para lançamento de satélites que serão usados em serviços de telecomunicações e banda larga. O edital foi aprovado hoje (19), em reunião do Conselho Diretor da agência.
Serão oferecidas quatro posições orbitais para lançamento de satélites geoestacionários, com prazo de exploração de 15 anos, prorrogável por igual período. Cada empresa poderá arrematar até dois direitos de licitação. O preço mínimo de exploração ainda será definido por uma comissão de licitação e terá de ser aprovado pelo conselho antes da publicação do edital.
Segundo o conselheiro Marcelo Bechara, relator da proposta, o leilão será fundamental para aumentar a capacidade do Brasil de transportar informações via satélite, especialmente com a proximidade dos grandes eventos, e para a oferta de serviços de banda larga, sobretudo na Região Norte. De acordo com Bechara, algumas empresas já se manifestaram dizendo que têm condições de lançar satélites para funcionamento durante a Copa do Mundo do ano que vem.
Poderão participar da licitação empresas brasileiras e com sede no país ou estrangeiras que comprometam-se a adaptar-se ou a constituir empresa com as características adequadas. O leilão também será aberto para pessoas jurídicas reunidas em consórcio.
O vencedor da licitação deverá pagar 10% da outorga antes da assinatura do termo de direito de exploração, e o restante poderá ser dividido em seis parcelas, com correção pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais 1% ao mês.
Fonte: Agência Brasil.
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Anatel vai licitar quatro espaços para lançamento de satélites
19/12/2013 - 17h28
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai leiloar espaços para lançamento de satélites que serão usados em serviços de telecomunicações e banda larga. O edital foi aprovado hoje (19), em reunião do Conselho Diretor da agência.
Serão oferecidas quatro posições orbitais para lançamento de satélites geoestacionários, com prazo de exploração de 15 anos, prorrogável por igual período. Cada empresa poderá arrematar até dois direitos de licitação. O preço mínimo de exploração ainda será definido por uma comissão de licitação e terá de ser aprovado pelo conselho antes da publicação do edital.
Segundo o conselheiro Marcelo Bechara, relator da proposta, o leilão será fundamental para aumentar a capacidade do Brasil de transportar informações via satélite, especialmente com a proximidade dos grandes eventos, e para a oferta de serviços de banda larga, sobretudo na Região Norte. De acordo com Bechara, algumas empresas já se manifestaram dizendo que têm condições de lançar satélites para funcionamento durante a Copa do Mundo do ano que vem.
Poderão participar da licitação empresas brasileiras e com sede no país ou estrangeiras que comprometam-se a adaptar-se ou a constituir empresa com as características adequadas. O leilão também será aberto para pessoas jurídicas reunidas em consórcio.
O vencedor da licitação deverá pagar 10% da outorga antes da assinatura do termo de direito de exploração, e o restante poderá ser dividido em seis parcelas, com correção pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais 1% ao mês.
Fonte: Agência Brasil.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
Anatel e direitos de exploração de posições orbitais
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Começou ontem (02) o período de contribuições para a proposta de edital de licitação de direitos de exploração de posições orbitais destinadas a satélites brasileiros. A proposta estará disponível no website da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pelo período de trinta dias, entidade reguladora responsável pela outorga dos direitos. O documento com informações sobre a proposta pode ser acessado clicando aqui.
O edital objeto da proposta deverá prever a licitação de quatro posições orbitais, e em relação ao último leilão, realizado em agosto de 2011, será permitida a operação de satélites exclusivamente em banda Ka, segmento que tem apresentado forte crescimento em todo o mundo.
Segundo informações divulgadas pela agência, "a Anatel concluiu que há grande demanda por provimento de capacidade de satélite para telecomunicações devido à ampliação do provimento de banda larga à população brasileira e também para atendimento das demandas relacionadas aos grandes eventos a serem realizados nos próximos anos."
Em agosto de 2011, a Anatel licitou quatro direitos, adquiridos pela Star One e pela HNS Americas Comunicações, arrecadando mais de R$254 milhões.
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Começou ontem (02) o período de contribuições para a proposta de edital de licitação de direitos de exploração de posições orbitais destinadas a satélites brasileiros. A proposta estará disponível no website da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pelo período de trinta dias, entidade reguladora responsável pela outorga dos direitos. O documento com informações sobre a proposta pode ser acessado clicando aqui.
O edital objeto da proposta deverá prever a licitação de quatro posições orbitais, e em relação ao último leilão, realizado em agosto de 2011, será permitida a operação de satélites exclusivamente em banda Ka, segmento que tem apresentado forte crescimento em todo o mundo.
Segundo informações divulgadas pela agência, "a Anatel concluiu que há grande demanda por provimento de capacidade de satélite para telecomunicações devido à ampliação do provimento de banda larga à população brasileira e também para atendimento das demandas relacionadas aos grandes eventos a serem realizados nos próximos anos."
Em agosto de 2011, a Anatel licitou quatro direitos, adquiridos pela Star One e pela HNS Americas Comunicações, arrecadando mais de R$254 milhões.
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
SES-6, Oi e o mercado de comunicações por satélite
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No segmento de comunicações comerciais por satélite, a principal notícia na semana passada foi o lançamento do satélite SES-6, da operadora SES, com sede em Luxemburgo, no dia 2, missão com significado especial para o mercado brasileiro: o SES-6, construído pela europeia Astrium e baseado na tradicional e confiável plataforma Eurostar E3000, teve toda a sua capacidade em banda Ku (28 transpônderes operacionais) contratada pela empresa de comunicações Oi, tornando-se a principal cliente do satélite.
O contrato é considerado relevante, uma vez que aquisições de capacidade nesta extensão são incomuns. Indicativo da relevância do contrato, que foi inclusive objeto de reportagem no boletim especializado Space News, foi a colocação do logotipo da Oi na coifa do lançador Proton (no canto superior, acima do logotipo da SES), algo raro (usualmente, são inseridos os logotipos dos operadores do satélite e do lançador, e não de clientes).
Mercado aquecido
O lançamento do SES-6 e o contrato com a Oi são os mais recentes elementos que demonstram o aquecimento do mercado de comunicações por satélite no continente latino-americano, embora não os únicos. Especificamente sobre o Brasil, em setembro de 2012 publicamos uma nota sobre o interesse da Telespazio Brasil em deter uma posição orbital brasileira e operar um satélite de comunicações até o início de 2016, possivelmente com um parceiro local.
A companhia europeia Astrium, do grupo EADS, também está em processo de constituição de uma empresa no Rio de Janeiro (RJ) para o fornecimento de serviços de telecomunicações via satélite para o mercado brasileiro.
No início do ano, foi colocado em órbita o Amazonas 3, primeiro satélite com capacidade em banda Ka para a América Latina, operado e comercializado pela Hispamar (joint-venture da Oi com a operadora espanhola Hispasat). O Brasil, aliás, hoje responde por metade do faturamento da Hispasat, sendo o seu maior mercado. A banda Ka é ideal para disponibilização de internet em banda larga.
Para os próximos meses, é aguardada a publicação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de editais sobre novas posições orbitais brasileiras para satélites geoestacionários operando em banda Ka, processo que deve gerar grande disputa entre operadores. Em agosto de 2011, a Anatel licitou quatro direitos, arrecadando mais de R$254 milhões.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Star One e HNS vencem licitação da Anatel
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou ontem (30), com sucesso, quatro direitos de exploração de satélites geoestacionários, obtendo o valor de R$ 254,4 milhões. As empresas Star One, subsidiária da Embratel, e HNS Americas Comunicações, unidade brasileira do grupo norte-americano Hugues, levaram duas posições cada.
Para o primeiro direito, que teve disputa mais acirrada, a HNS Americas Comunicações ofereceu R$ 145,2 milhões, representando um ágio de 3.579,82% em relação ao valor inicialmente pedido. A HNS também levou o quarto direito por R$ 35,2 milhões (ágio de 792,58%).
Já a Star One ficou com o segundo e terceiro direitos, apresentando propostas de R$ 37 milhões por cada um (ágio de 837,70%).
De acordo com o divulgado pela Anatel, a licitação tem "como finalidade aumentar a capacidade satelital brasileira para atender as atuais demandas no setor e aquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, entre outros projetos." "Os satélites deverão cobrir 100% do território nacional e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez."
Treze direitos de exploração brasileiros (e consequentemente, posições orbitais brasileiras, outorgadas pela União Internacional de Telecomunicações) estão atualmente válidos no País, sendo dois para a Hispamar Satélites (Amazonas 1 e Amazonas 2), dois para a Telesat Brasil (Estrela do Sul e Estrela do Sul 2), e os demais para a Star One (Brasilsat B2, B3 e B4, Star One C1, C2, C3, C4 e C5).
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) licitou ontem (30), com sucesso, quatro direitos de exploração de satélites geoestacionários, obtendo o valor de R$ 254,4 milhões. As empresas Star One, subsidiária da Embratel, e HNS Americas Comunicações, unidade brasileira do grupo norte-americano Hugues, levaram duas posições cada.
Para o primeiro direito, que teve disputa mais acirrada, a HNS Americas Comunicações ofereceu R$ 145,2 milhões, representando um ágio de 3.579,82% em relação ao valor inicialmente pedido. A HNS também levou o quarto direito por R$ 35,2 milhões (ágio de 792,58%).
Já a Star One ficou com o segundo e terceiro direitos, apresentando propostas de R$ 37 milhões por cada um (ágio de 837,70%).
De acordo com o divulgado pela Anatel, a licitação tem "como finalidade aumentar a capacidade satelital brasileira para atender as atuais demandas no setor e aquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, entre outros projetos." "Os satélites deverão cobrir 100% do território nacional e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez."
Treze direitos de exploração brasileiros (e consequentemente, posições orbitais brasileiras, outorgadas pela União Internacional de Telecomunicações) estão atualmente válidos no País, sendo dois para a Hispamar Satélites (Amazonas 1 e Amazonas 2), dois para a Telesat Brasil (Estrela do Sul e Estrela do Sul 2), e os demais para a Star One (Brasilsat B2, B3 e B4, Star One C1, C2, C3, C4 e C5).
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Direitos de exploração de satélites geoestacionários
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Agência recebe propostas de sete interessados na exploração de satélites
23 de Agosto de 2011
A Agência recebeu hoje, em Brasília, os documentos de identificação, as propostas de preço e a documentação de habilitação de sete interessados na licitação nº 002/2011/PVSS/SPV-Anatel (modalidade concorrência pública) para o direito de exploração de satélite brasileiro.
Veja abaixo a lista de interessados:
* Eutelsat do Brasil Ltda
* Hispamar Satélites S.A.
* HNS Americas Comunicações Ltda
* Intelsat Brasil Serviços de Telecomunicações Ltda
* SES DTH do Brasil Ltda
* Sky Brasil Serviços Ltda
* Star One S.A.
Em 30 de agosto, às 10h, em Brasília, será iniciada a sessão de abertura, análise e julgamento das propostas de preço.
Até quatro novos satélites brasileiros poderão entrar em operação nos próximos cinco anos, ocupando posições orbitais em coordenação ou notificação em nome do Brasil ante a União Internacional de Telecomunicações (UIT).
A licitação possibilitará aumentar a capacidade satelital brasileira para atender as atuais demandas no setor e aquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, entre outros projetos.
Nesta licitação, além das posições orbitais e faixas de frequências não planejadas, as interessadas poderão escolher posições orbitais e faixas de frequências associadas aos planos dos Apêndices 30, 30A e 30B do Regulamento de Radiocomunicações da UIT.
Os satélites deverão cobrir 100% do território brasileiro e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez. Uma mesma empresa poderá obter até dois dos quatro direitos licitados.
Fonte: Anatel
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Agência recebe propostas de sete interessados na exploração de satélites
23 de Agosto de 2011
A Agência recebeu hoje, em Brasília, os documentos de identificação, as propostas de preço e a documentação de habilitação de sete interessados na licitação nº 002/2011/PVSS/SPV-Anatel (modalidade concorrência pública) para o direito de exploração de satélite brasileiro.
Veja abaixo a lista de interessados:
* Eutelsat do Brasil Ltda
* Hispamar Satélites S.A.
* HNS Americas Comunicações Ltda
* Intelsat Brasil Serviços de Telecomunicações Ltda
* SES DTH do Brasil Ltda
* Sky Brasil Serviços Ltda
* Star One S.A.
Em 30 de agosto, às 10h, em Brasília, será iniciada a sessão de abertura, análise e julgamento das propostas de preço.
Até quatro novos satélites brasileiros poderão entrar em operação nos próximos cinco anos, ocupando posições orbitais em coordenação ou notificação em nome do Brasil ante a União Internacional de Telecomunicações (UIT).
A licitação possibilitará aumentar a capacidade satelital brasileira para atender as atuais demandas no setor e aquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, entre outros projetos.
Nesta licitação, além das posições orbitais e faixas de frequências não planejadas, as interessadas poderão escolher posições orbitais e faixas de frequências associadas aos planos dos Apêndices 30, 30A e 30B do Regulamento de Radiocomunicações da UIT.
Os satélites deverão cobrir 100% do território brasileiro e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez. Uma mesma empresa poderá obter até dois dos quatro direitos licitados.
Fonte: Anatel
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Direitos de exploração de satélites
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Anatel autoriza licitação para direito de exploração de satélite brasileiro
14 de Julho de 2011
O Conselho Diretor da Anatel autorizou hoje, em sua 613ª reunião, a abertura de procedimento licitatório, na modalidade de concorrência pública, para conferir direitos de exploração de satélite brasileiro para transporte de sinais de telecomunicações.
Até quatro novos satélites brasileiros poderão entrar em operação nos próximos cinco anos, ocupando posições orbitais em coordenação ou notificação em nome do Brasil ante a União Internacional de Telecomunicações (UIT).
A nova licitação possibilitará aumentar a capacidade satelital brasileira para atender as atuais demandas no setor e aquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, entre outros projetos.
O edital de licitação para conferir direito de exploração de satélite brasileiro estará disponível para consulta na página da Anatel em 19 de julho. Para participar da licitação, os interessados devem adquirir o edital com a Comissão de Licitação, situada no 9º andar do Bloco E, Quadra 6, Setor de Autarquias Sul, Brasília - DF, a partir do dia 19 de julho de 2011, nos dias úteis, no horário de 9h às 12h e de 14h às 16h.
Nesta licitação, além das posições orbitais e faixas de frequências não planejadas, as interessadas poderão escolher posições orbitais e faixas de frequências associadas aos planos dos Apêndices 30, 30A e 30B do Regulamento de Radiocomunicações da UIT.
Os satélites deverão cobrir 100% do território brasileiro e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez. Uma mesma empresa poderá obter até dois dos quatro direitos licitados.
O edital de licitação para o direito de exploração de satélite brasileiro foi objeto da Consulta Pública n.° 10, de 15 de fevereiro de 2011.
Fonte: Anatel
Comentários: o mercado de comunicações via satélite no Brasil está num momento aquecido, e a licitação para a exploração de novas posições de satélites indica um pouco esse momento (sobre o mercado, ver a postagem "Mercado de comunicações via satélite no Brasil"). Aliás, a Star One, maior operadora brasileira no segmento, está próxima de selecionar o fornecedor do satélite Star One C4, que terá 48 transpônderes. Segundo informações recebidas pelo blog, a expectativa é de que uma decisão seja tomada dentro das próximas semanas. No páreo, estão as norte-americanas Loral e Boeing, e a europeia Astrium, do grupo EADS.
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Anatel autoriza licitação para direito de exploração de satélite brasileiro
14 de Julho de 2011
O Conselho Diretor da Anatel autorizou hoje, em sua 613ª reunião, a abertura de procedimento licitatório, na modalidade de concorrência pública, para conferir direitos de exploração de satélite brasileiro para transporte de sinais de telecomunicações.
Até quatro novos satélites brasileiros poderão entrar em operação nos próximos cinco anos, ocupando posições orbitais em coordenação ou notificação em nome do Brasil ante a União Internacional de Telecomunicações (UIT).
A nova licitação possibilitará aumentar a capacidade satelital brasileira para atender as atuais demandas no setor e aquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, entre outros projetos.
O edital de licitação para conferir direito de exploração de satélite brasileiro estará disponível para consulta na página da Anatel em 19 de julho. Para participar da licitação, os interessados devem adquirir o edital com a Comissão de Licitação, situada no 9º andar do Bloco E, Quadra 6, Setor de Autarquias Sul, Brasília - DF, a partir do dia 19 de julho de 2011, nos dias úteis, no horário de 9h às 12h e de 14h às 16h.
Nesta licitação, além das posições orbitais e faixas de frequências não planejadas, as interessadas poderão escolher posições orbitais e faixas de frequências associadas aos planos dos Apêndices 30, 30A e 30B do Regulamento de Radiocomunicações da UIT.
Os satélites deverão cobrir 100% do território brasileiro e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro. Os direitos de exploração serão conferidos por 15 anos, prorrogáveis uma única vez. Uma mesma empresa poderá obter até dois dos quatro direitos licitados.
O edital de licitação para o direito de exploração de satélite brasileiro foi objeto da Consulta Pública n.° 10, de 15 de fevereiro de 2011.
Fonte: Anatel
Comentários: o mercado de comunicações via satélite no Brasil está num momento aquecido, e a licitação para a exploração de novas posições de satélites indica um pouco esse momento (sobre o mercado, ver a postagem "Mercado de comunicações via satélite no Brasil"). Aliás, a Star One, maior operadora brasileira no segmento, está próxima de selecionar o fornecedor do satélite Star One C4, que terá 48 transpônderes. Segundo informações recebidas pelo blog, a expectativa é de que uma decisão seja tomada dentro das próximas semanas. No páreo, estão as norte-americanas Loral e Boeing, e a europeia Astrium, do grupo EADS.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
Anatel: novos direitos de exploração de satélites
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Anatel poderá licitar quatro novos direitos de exploração de satélites brasileiros
10 de Fevereiro de 2011
O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje (10) a realização de consulta pública a respeito da proposta de edital de licitação que permitirá o lançamento de até quatro satélites geoestacionários brasileiros. Os novos satélites permitirão a ampliação da capacidade satelital brasileira e contribuirão para o melhor atendimento das demanda futuras por serviços de telecomunicações no País, como, por exemplo, as decorrentes de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, entre outros projetos.
Entre as inovações em relação às licitações anteriores, estão as possibilidades de realização em sequência de todas as etapas do processo licitatório, conferindo agilidade à licitação, e de seleção de órbitas e faixas de frequências associadas aos planos dos Apêndices 30, 30A, e 30B do Regulamento de Radiocomunicações da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Essas faixas são uma alternativa ao cenário de congestionamento do arco orbital geoestacionário, especialmente nas bandas C e Ku, para o crescimento do provimento de capacidade espacial brasileira.
O texto ficará à disposição da sociedade para contribuições por 30 dias no SACP (Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública), a contar da publicação do extrato da consulta no Diário Oficial.
A matéria foi relatada pela conselheira Emília Ribeiro. Clique aqui para ler a sua análise.
Fonte: Anatel
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Anatel poderá licitar quatro novos direitos de exploração de satélites brasileiros
10 de Fevereiro de 2011
O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje (10) a realização de consulta pública a respeito da proposta de edital de licitação que permitirá o lançamento de até quatro satélites geoestacionários brasileiros. Os novos satélites permitirão a ampliação da capacidade satelital brasileira e contribuirão para o melhor atendimento das demanda futuras por serviços de telecomunicações no País, como, por exemplo, as decorrentes de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, entre outros projetos.
Entre as inovações em relação às licitações anteriores, estão as possibilidades de realização em sequência de todas as etapas do processo licitatório, conferindo agilidade à licitação, e de seleção de órbitas e faixas de frequências associadas aos planos dos Apêndices 30, 30A, e 30B do Regulamento de Radiocomunicações da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Essas faixas são uma alternativa ao cenário de congestionamento do arco orbital geoestacionário, especialmente nas bandas C e Ku, para o crescimento do provimento de capacidade espacial brasileira.
O texto ficará à disposição da sociedade para contribuições por 30 dias no SACP (Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública), a contar da publicação do extrato da consulta no Diário Oficial.
A matéria foi relatada pela conselheira Emília Ribeiro. Clique aqui para ler a sua análise.
Fonte: Anatel
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Anatel e satélites meteorológicos
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Agência aprova destinação de faixa de freqüências para satélites ambientais
27 de Janeiro de 2011
O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje a destinação da faixa de radiofrequências de 26,55 GHz a 26,85 GHz ao Serviço Limitado Privado (SLP) em aplicações de exploração da Terra por satélite, para viabilizar a operação do Sistema NPOESS no País. As informações oferecidas pelo Sistema e disponibilizadas ao Brasil serão úteis para monitorar dados climáticos e meteorológicos, possibilitando às autoridades tomar ações de forma a evitar os efeitos de catástrofes naturais como as ocorridas recentemente no Brasil.
O Projeto NPOESS (National Polar-Orbiting Operational Environmental Satellite System) utiliza a nova geração de satélites ambientais de órbita polar dos Estados Unidos e foi desenvolvido para prover capacidade operacional de sensoriamento remoto a fim de obter, armazenar e disseminar dados meteorológicos, climáticos, terrestres, oceanográficos e geofísico-solares específicos aos centros de processamento de imagens global e regional.
O Sistema pertence à NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration), do Departamento de Comércio do governo dos Estados Unidos. O receptor no Brasil será operado pela Raytheon Espectro Serviços de Telecomunicações Ltda em colaboração com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais).
Atualmente, existe acordo entre INPE e NOAA com validade por 10 anos, podendo ser renovado, para acesso aos dados coletados pelo NOAA. O escopo do acordo compreende o compartilhamento de dados ambientais e produtos, a análise e disseminação de dados ambientais, a cooperação e utilização de infra-estrutura e o desenvolvimento de aplicações e pesquisa científica.
O Sistema prevê, inicialmente, a utilização de dois satélites NPOESS mais dois satélites por meio de cooperação internacional com a Europa e Japão. O primeiro satélite NPOESS tem lançamento previsto para 2014. Os satélites europeu e japonês já se encontram em órbita.
O projeto é composto por diversos receptores distribuídos globalmente (16 receptores em 15 localidades). Os dados são recebidos automaticamente e direcionados dos receptores para as centrais de alto desempenho. Após processados, os dados obtidos serão disponibilizados para a comunidade internacional de meteorologistas, cientistas e pesquisadores.
Os estudos sugeriram a localização de uma das estações no Brasil e, em discussões com a Anatel, foi promovida a localização da estação em Euzébio (Ceará), em centro de pesquisa do INPE, que conta com estação de radiomonitoragem da Agência, devido à alta disponibilidade de dados e baixa latência exigidos pelo sistema. De acordo com os estudos, "a estação no Brasil fornecerá cobertura sobre a área do Oceano Atlântico, onde os furacões costumam se formar, e provê a melhor conectividade a partir do Nordeste do Brasil, cuja capacidade atenda aos valores de latência de dados exigidos".
O Sistema NPOESS se propõe a trazer informações para as seguintes áreas:
* monitoramento de tempestades e planejamento mais eficaz de evacuações;
* monitoramento da qualidade do ar, com observação da poluição em áreas urbanas e de partículas decorrentes de incêndios;
* monitoramento de ozônio, a fim de atender os requisitos do Protocolo de Montreal;
* suporte ambiental à agricultura;
* indústria de pesca e transporte marítimo (cor e temperatura do oceano, altura das ondas, medidas atmosféricas sobre o mar);
* observação ambiental, com medidas de áreas de seca e de precipitação e de vegetação;
* preservação de ecossistemas.
Durante o processo de elaboração da proposta de regulamentação, ficou assegurado o acesso dos dados do sistema pelo INPE, Marinha do Brasil e demais membros da comunidade científica brasileira.
Fonte: Anatel
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Agência aprova destinação de faixa de freqüências para satélites ambientais
27 de Janeiro de 2011
O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje a destinação da faixa de radiofrequências de 26,55 GHz a 26,85 GHz ao Serviço Limitado Privado (SLP) em aplicações de exploração da Terra por satélite, para viabilizar a operação do Sistema NPOESS no País. As informações oferecidas pelo Sistema e disponibilizadas ao Brasil serão úteis para monitorar dados climáticos e meteorológicos, possibilitando às autoridades tomar ações de forma a evitar os efeitos de catástrofes naturais como as ocorridas recentemente no Brasil.
O Projeto NPOESS (National Polar-Orbiting Operational Environmental Satellite System) utiliza a nova geração de satélites ambientais de órbita polar dos Estados Unidos e foi desenvolvido para prover capacidade operacional de sensoriamento remoto a fim de obter, armazenar e disseminar dados meteorológicos, climáticos, terrestres, oceanográficos e geofísico-solares específicos aos centros de processamento de imagens global e regional.
O Sistema pertence à NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration), do Departamento de Comércio do governo dos Estados Unidos. O receptor no Brasil será operado pela Raytheon Espectro Serviços de Telecomunicações Ltda em colaboração com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais).
Atualmente, existe acordo entre INPE e NOAA com validade por 10 anos, podendo ser renovado, para acesso aos dados coletados pelo NOAA. O escopo do acordo compreende o compartilhamento de dados ambientais e produtos, a análise e disseminação de dados ambientais, a cooperação e utilização de infra-estrutura e o desenvolvimento de aplicações e pesquisa científica.
O Sistema prevê, inicialmente, a utilização de dois satélites NPOESS mais dois satélites por meio de cooperação internacional com a Europa e Japão. O primeiro satélite NPOESS tem lançamento previsto para 2014. Os satélites europeu e japonês já se encontram em órbita.
O projeto é composto por diversos receptores distribuídos globalmente (16 receptores em 15 localidades). Os dados são recebidos automaticamente e direcionados dos receptores para as centrais de alto desempenho. Após processados, os dados obtidos serão disponibilizados para a comunidade internacional de meteorologistas, cientistas e pesquisadores.
Os estudos sugeriram a localização de uma das estações no Brasil e, em discussões com a Anatel, foi promovida a localização da estação em Euzébio (Ceará), em centro de pesquisa do INPE, que conta com estação de radiomonitoragem da Agência, devido à alta disponibilidade de dados e baixa latência exigidos pelo sistema. De acordo com os estudos, "a estação no Brasil fornecerá cobertura sobre a área do Oceano Atlântico, onde os furacões costumam se formar, e provê a melhor conectividade a partir do Nordeste do Brasil, cuja capacidade atenda aos valores de latência de dados exigidos".
O Sistema NPOESS se propõe a trazer informações para as seguintes áreas:
* monitoramento de tempestades e planejamento mais eficaz de evacuações;
* monitoramento da qualidade do ar, com observação da poluição em áreas urbanas e de partículas decorrentes de incêndios;
* monitoramento de ozônio, a fim de atender os requisitos do Protocolo de Montreal;
* suporte ambiental à agricultura;
* indústria de pesca e transporte marítimo (cor e temperatura do oceano, altura das ondas, medidas atmosféricas sobre o mar);
* observação ambiental, com medidas de áreas de seca e de precipitação e de vegetação;
* preservação de ecossistemas.
Durante o processo de elaboração da proposta de regulamentação, ficou assegurado o acesso dos dados do sistema pelo INPE, Marinha do Brasil e demais membros da comunidade científica brasileira.
Fonte: Anatel
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
SGB: Oi cumpriu sua parte, diz Anatel
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Oi cumpre obrigação com Agência Espacial, diz Anatel
22/09/10 - 00:00
São Paulo - O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atestou ontem que a Oi cumpriu sua obrigação de apresentar uma proposta de colaboração para expansão do serviço de satélite de monitoramento de fronteira para a Agência Espacial Brasileira (AEB). Essa obrigação foi uma das condicionantes impostas à empresa quando a agência concedeu a anuência prévia para a compra da Brasil Telecom (BrT), em dezembro de 2008.
Segundo a conselheira da Anatel Emília Ribeiro, relatora da matéria, para se chegar a essa conclusão foram analisadas as trocas de memorando de entendimentos entre a operadora e AEB, Ministério das Comunicações e Ministério da Defesa. Isso porque, segundo a conselheira, a Agência Espacial já tinha contratado uma consultoria para fazer o mesmo serviço, razão pela qual dispensou a proposta da Oi. Assim, a operadora está dispensada da obrigação de fazer investimentos em satélite geoestacionário brasileiro. Segundo Emília, essa proposta havia sido levada à agência pela própria Oi.
Emília também apresentou ontem o seu voto para o uso eficiente do espectro de radiofrequências, a solicitar a inclusão dos estudos referentes aos impactos funcionais e econômicos, retirados pelo relator anterior, Plínio Aguiar, que só contemplou os cálculos matemáticos. O presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenberg, solicitou vistas do processo.
Desde segunda-feira os clientes da TV por assinatura da Oi começaram a perder os canais Globo News, GNT, Multishow, SportTV e SportTV 2, todos da Globosat. O cancelamento já havia sido avisado pela operadora, em agosto, por meio de cartas aos clientes, que tinham a opção de migrar de plano ou receber desconto de R$ 20 no valor da assinatura pela perda dos canais.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria - DCI
Comentários: em outubro de 2009, publicamos no blog uma análise sobre a situação na época do projeto do Sistema Geoestacionário Brasileiro, abordando os diferentes caminhos (que devem convergir) adotados com o objetivo de se dotar o País com um satélite geoestacionário governamental. Nessa postagem, analisamos a questão da Oi. (para acessá-la, em "Panorama sobre o SGB"). Em junho deste ano, em matéria de capa, o jornal Folha de S. Paulo divulgou que a Oi havia conversado com Lula sobre o projeto ("SGB: Oi demonstra interesse para Lula"). A dispensa pela Anatel da obrigação da Oi de fazer investimentos no SGB, no entanto, não significa necessariamente que o grupo de telecomunicações brasileiro não tenha interesse na iniciativa.
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Oi cumpre obrigação com Agência Espacial, diz Anatel
22/09/10 - 00:00
São Paulo - O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atestou ontem que a Oi cumpriu sua obrigação de apresentar uma proposta de colaboração para expansão do serviço de satélite de monitoramento de fronteira para a Agência Espacial Brasileira (AEB). Essa obrigação foi uma das condicionantes impostas à empresa quando a agência concedeu a anuência prévia para a compra da Brasil Telecom (BrT), em dezembro de 2008.
Segundo a conselheira da Anatel Emília Ribeiro, relatora da matéria, para se chegar a essa conclusão foram analisadas as trocas de memorando de entendimentos entre a operadora e AEB, Ministério das Comunicações e Ministério da Defesa. Isso porque, segundo a conselheira, a Agência Espacial já tinha contratado uma consultoria para fazer o mesmo serviço, razão pela qual dispensou a proposta da Oi. Assim, a operadora está dispensada da obrigação de fazer investimentos em satélite geoestacionário brasileiro. Segundo Emília, essa proposta havia sido levada à agência pela própria Oi.
Emília também apresentou ontem o seu voto para o uso eficiente do espectro de radiofrequências, a solicitar a inclusão dos estudos referentes aos impactos funcionais e econômicos, retirados pelo relator anterior, Plínio Aguiar, que só contemplou os cálculos matemáticos. O presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenberg, solicitou vistas do processo.
Desde segunda-feira os clientes da TV por assinatura da Oi começaram a perder os canais Globo News, GNT, Multishow, SportTV e SportTV 2, todos da Globosat. O cancelamento já havia sido avisado pela operadora, em agosto, por meio de cartas aos clientes, que tinham a opção de migrar de plano ou receber desconto de R$ 20 no valor da assinatura pela perda dos canais.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria - DCI
Comentários: em outubro de 2009, publicamos no blog uma análise sobre a situação na época do projeto do Sistema Geoestacionário Brasileiro, abordando os diferentes caminhos (que devem convergir) adotados com o objetivo de se dotar o País com um satélite geoestacionário governamental. Nessa postagem, analisamos a questão da Oi. (para acessá-la, em "Panorama sobre o SGB"). Em junho deste ano, em matéria de capa, o jornal Folha de S. Paulo divulgou que a Oi havia conversado com Lula sobre o projeto ("SGB: Oi demonstra interesse para Lula"). A dispensa pela Anatel da obrigação da Oi de fazer investimentos no SGB, no entanto, não significa necessariamente que o grupo de telecomunicações brasileiro não tenha interesse na iniciativa.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Evento sobre satélites no Rio de Janeiro
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Entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro, acontece no Rio de Janeiro o 10º Congresso Latino-Americano de Satélites, considerado o mais importante encontro da indústria de satélites de comunicações (fabricantes, operadores e usuários) do continente.
Organizada pela Converge Eventos, a edição deste ano contará com dois painéis que devem abordar, direta ou indiretamente, o projeto do Sistema Geoestacionário Brasileiro (SGB): "Uso do Satélite no Plano Nacional de Banda Larga. Como viabilizar?", e "Apresentação: o Projeto Espacial Brasileiro e os Caminhos para um Satélite Nacional".
Especialistas da indústria e de instituições do governo, como Agência Espacial Brasileira (AEB), Ministérios da Defesa e Comunicações, Anatel, e outras já estão confirmados na relação de palestrantes e debatedores. Para saber mais sobre o congresso, clique aqui.
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Entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro, acontece no Rio de Janeiro o 10º Congresso Latino-Americano de Satélites, considerado o mais importante encontro da indústria de satélites de comunicações (fabricantes, operadores e usuários) do continente.
Organizada pela Converge Eventos, a edição deste ano contará com dois painéis que devem abordar, direta ou indiretamente, o projeto do Sistema Geoestacionário Brasileiro (SGB): "Uso do Satélite no Plano Nacional de Banda Larga. Como viabilizar?", e "Apresentação: o Projeto Espacial Brasileiro e os Caminhos para um Satélite Nacional".
Especialistas da indústria e de instituições do governo, como Agência Espacial Brasileira (AEB), Ministérios da Defesa e Comunicações, Anatel, e outras já estão confirmados na relação de palestrantes e debatedores. Para saber mais sobre o congresso, clique aqui.
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sábado, 26 de junho de 2010
Mudanças no GT do SGB
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Pouco mais de um mês depois de publicada uma portaria da Agência Espacial Brasileira (AEB) nomeando membros para o grupo de trabalho sobre o Satélite Geoestacionário Brasileiro (GT/SGB) (vejam a postagem "Grupo de trabalho sobre o SGB"), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) um novo normativo (Portaria nª 81), em 24 de junho, retificada no dia seguinte (25), re-indicando e fazendo algumas alterações na relação de membros.
Comparando-se as duas portarias, nota-se que vários suplentes acabaram se tornando membros titulares, além de ter havido a inclusão de novos nomes. No caso da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), por exemplo, Marcos José Mahler de Araújo, da Atech, se tornou membro titular, enquanto que César Celeste Ghizoni, presidente da Equatorial Sistemas, de São José dos Campos (SP), foi incluído como um dos representantes da AIAB. Nove entidades governamentais (ministérios, autarquias e centros de pesquisas), e uma associação (AIAB) estão representadas no GT/SGB, reunindo muitos nomes conhecidos desde as discussões iniciais sobre o satélite geoestacionário, no início da atual década.
Reproduzimos abaixo a íntegra da nova portaria, extraída do DOU:
"AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA
PORTARIA Nº 81, DE 23 DE JUNHO DE 2010 O PRESIDENTE DA AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA, no uso das atribuições que foram conferidas pela Lei nº 8.854, de 10 de fevereiro de 1994, resolve:
Art. 1º. Nomear Grupo de Trabalho (GT/SGB) com a finalidade de dar continuidade ao processo de implementação do Projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), constante do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE 2008-2011), com a seguinte composição:
AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA (AEB)
Benjamin da Silva Medeiros Correia Galvão
Carlos Eduardo Quintanilha Vaz de Oliveira
Celso Deusdeti Costa
Francisco Cleodato Porto Coelho
Gisele Imbuzeiro Camargo
Himilcon de Castro Carvalho (Coordenador Substituto)
Leonardo de Figueiredo Naves
Thyrso Villela Neto (Coordenador)
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO (MPOG)
Claudete Hideko Fukunishi
Marcelo de Lima e Souza
Ricardo Dislich
Vânialúcia Lins Souto
MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES (MC)
Jovino Francisco Filho
Mônica Guedes de Magela Moura
Otávio Viegas Caixeta
Ludmila Deute Ribeiro
MINISTÉRIO DA DEFESA (MD)
Anderson Alvarenga Hoskin
Edwin Pinheiro da Costa
Paulo Mourão Pietroluongo
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL)
João Carlos Fagundes Albernaz
Vânia Maria da Silva
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL (DCTA)
Gilberto Fisch
Osvaldo Catsumi Imamura
MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES (MRE)
André Tenório Mourão
Luiz Maria Pio Corrêa
ASSOCIAÇÃO DAS INDÚSTRIAS AEROESPACIAIS DO BRASIL (AIAB)
César Celeste Ghizoni
Marcos José Mahler de Araújo
Walter Bartels
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET)
Alaor Moacyr Dall' Antonia Júnior
Luiz Cavalcanti
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)
Marco Antonio Chamon
Mário Marcos Quintino da Silva
Art. 2º. Nomear Subgrupo para acompanhar os estudos de viabilidade da Parceria Público-Privada (PPP) em desenvolvimento pelo Consórcio AAA/AGR/TlecomBiz/UnionEngenharia, que terá a seguinte composição:
Benjamim da Silva Medeiros Correia Galvão
Carlos Eduardo Quintanilha Vaz de Oliveira
Celso Deusdeti Costa
Francisco Cleodato Porto Coelho
Gisele Imbuzeiro Camargo
Himilcon de Castro Carvalho
Leonardo de Figueiredo Naves
Ludmila Deute Ribeiro
Marcelo de Lima e Souza
Thyrso Villela Neto
Vânialúcia Lins Souto (Coordenadora)
Art. 3º. O Coordenador do GT/SGB poderá convidar especialistas para colaborar com a equipe em temas específicos.
Art. 4º. Revogam-se a portaria nº 56, publicada no D.O.U nº 92, de 17 de maio de 2010, e demais disposições em contrário.
Art. 5º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação."
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Pouco mais de um mês depois de publicada uma portaria da Agência Espacial Brasileira (AEB) nomeando membros para o grupo de trabalho sobre o Satélite Geoestacionário Brasileiro (GT/SGB) (vejam a postagem "Grupo de trabalho sobre o SGB"), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) um novo normativo (Portaria nª 81), em 24 de junho, retificada no dia seguinte (25), re-indicando e fazendo algumas alterações na relação de membros.
Comparando-se as duas portarias, nota-se que vários suplentes acabaram se tornando membros titulares, além de ter havido a inclusão de novos nomes. No caso da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), por exemplo, Marcos José Mahler de Araújo, da Atech, se tornou membro titular, enquanto que César Celeste Ghizoni, presidente da Equatorial Sistemas, de São José dos Campos (SP), foi incluído como um dos representantes da AIAB. Nove entidades governamentais (ministérios, autarquias e centros de pesquisas), e uma associação (AIAB) estão representadas no GT/SGB, reunindo muitos nomes conhecidos desde as discussões iniciais sobre o satélite geoestacionário, no início da atual década.
Reproduzimos abaixo a íntegra da nova portaria, extraída do DOU:
"AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA
PORTARIA Nº 81, DE 23 DE JUNHO DE 2010 O PRESIDENTE DA AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA, no uso das atribuições que foram conferidas pela Lei nº 8.854, de 10 de fevereiro de 1994, resolve:
Art. 1º. Nomear Grupo de Trabalho (GT/SGB) com a finalidade de dar continuidade ao processo de implementação do Projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), constante do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE 2008-2011), com a seguinte composição:
AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA (AEB)
Benjamin da Silva Medeiros Correia Galvão
Carlos Eduardo Quintanilha Vaz de Oliveira
Celso Deusdeti Costa
Francisco Cleodato Porto Coelho
Gisele Imbuzeiro Camargo
Himilcon de Castro Carvalho (Coordenador Substituto)
Leonardo de Figueiredo Naves
Thyrso Villela Neto (Coordenador)
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO (MPOG)
Claudete Hideko Fukunishi
Marcelo de Lima e Souza
Ricardo Dislich
Vânialúcia Lins Souto
MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES (MC)
Jovino Francisco Filho
Mônica Guedes de Magela Moura
Otávio Viegas Caixeta
Ludmila Deute Ribeiro
MINISTÉRIO DA DEFESA (MD)
Anderson Alvarenga Hoskin
Edwin Pinheiro da Costa
Paulo Mourão Pietroluongo
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL)
João Carlos Fagundes Albernaz
Vânia Maria da Silva
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL (DCTA)
Gilberto Fisch
Osvaldo Catsumi Imamura
MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES (MRE)
André Tenório Mourão
Luiz Maria Pio Corrêa
ASSOCIAÇÃO DAS INDÚSTRIAS AEROESPACIAIS DO BRASIL (AIAB)
César Celeste Ghizoni
Marcos José Mahler de Araújo
Walter Bartels
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET)
Alaor Moacyr Dall' Antonia Júnior
Luiz Cavalcanti
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)
Marco Antonio Chamon
Mário Marcos Quintino da Silva
Art. 2º. Nomear Subgrupo para acompanhar os estudos de viabilidade da Parceria Público-Privada (PPP) em desenvolvimento pelo Consórcio AAA/AGR/TlecomBiz/UnionEngenharia, que terá a seguinte composição:
Benjamim da Silva Medeiros Correia Galvão
Carlos Eduardo Quintanilha Vaz de Oliveira
Celso Deusdeti Costa
Francisco Cleodato Porto Coelho
Gisele Imbuzeiro Camargo
Himilcon de Castro Carvalho
Leonardo de Figueiredo Naves
Ludmila Deute Ribeiro
Marcelo de Lima e Souza
Thyrso Villela Neto
Vânialúcia Lins Souto (Coordenadora)
Art. 3º. O Coordenador do GT/SGB poderá convidar especialistas para colaborar com a equipe em temas específicos.
Art. 4º. Revogam-se a portaria nº 56, publicada no D.O.U nº 92, de 17 de maio de 2010, e demais disposições em contrário.
Art. 5º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação."
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Grupo de trabalho sobre o SGB
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Agência Espacial Brasileira cria grupo de trabaho para discutir o SGB
segunda-feira, 17 de maio de 2010, 18h44
A Agência Espacial Brasileira (AEB), com o objetivo de dar contibuidade ao processo de implementação do projeto Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), publicou nesta segunda-feira, 17, no Diário Oficial a criação de um grupo de trabalho que realizará estudos sobre a viabilidade do projeto.
O estudo de viabilidade compreende a análise da documentação existente, o levantamento de novas informações e das alternativas para a relização do projeto, apresentando relatório circunstanciado sobre sua viabilidade, contendo memorial descritivo das opções do satélite, com estimativas de custos e prazos para seu desenvolvimento, construção, lançamento e operação.
O grupo é formado por membros da AEB, do Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão, Ministério das Comunicações, Ministério da Defesa, Anatel, Comando da Aeronáutica, Ministério das Relações Exteriores, Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, Instituto Nacional de Meteorologia e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Comunicação estratégica
Hoje o Brasil carece de um satélite próprio para comunicação militar, tráfego aéreo e meteorologia, alega o governo. Todos esses serviços, tidos como estratégicos para o País, são feitos a partir de satélites que pertencem à iniciativa privada.
O Ministério da Defesa atualmente utiliza dois transponders em banda X nos satélites C1 e C2, da StarOne. O coronel Paulo Mourão Pietroluongo, gerente da divisão de projetos especiais do Ministério da Defesa, em entrevista para a Teletime em outubro do ano passado, disse que o País em três anos precisaria de mais oito transponderes. Segundo ele, hoje o Brasil tem 40 terminais em banda X, o que não é suficiente para equipar todos os navios e aviões. A necessidade brasileira, segundo ele, é de cerca de 200 terminais em dez anos.
Atraso
O cronograma de estudos para viabilizar o SGB foi prejudicado pela troca de presidente da AEB, em 2007. Em agosto daquele ano, o então presidente da AEB, Sérgio Gaudenzi, foi deslocado para a Infraero. Assumiu interinamente Miguel Henze, que tinha outras prioridades, o que acabou paralisando o projeto até março de 2008, quando Carlos Ganem assumiu a presidência da agência.
Fonte: Teletime
Comentários: talvez não seja coincidência a criação do grupo de trabalho algumas semanas depois da reativação da companhia estatal de telecomunicações Telebrás. Segundo a portaria da AEB, datada de 14 de maio, "caberá ao Grupo [do SGB] realizar um estudo de viabilidade do Projeto - SGB, compreendendo a análise da documentação existente, o levantamento de novas informações e das alternativas para a relização do Projeto, apresentando relatório circunstanciado sobre sua viabilidade, contendo memorial descritivo das opções do satélite, com estimativas de custos e prazos para seu desenvolvimento, construção, lançamento e operação." O grupo de trabalho também terá um subgrupo específico para tratar de Parceria Público-Privada.
Para saber mais sobre o SGB, acesse a postagem "Panorama sobre o SGB".
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Agência Espacial Brasileira cria grupo de trabaho para discutir o SGB
segunda-feira, 17 de maio de 2010, 18h44
A Agência Espacial Brasileira (AEB), com o objetivo de dar contibuidade ao processo de implementação do projeto Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), publicou nesta segunda-feira, 17, no Diário Oficial a criação de um grupo de trabalho que realizará estudos sobre a viabilidade do projeto.
O estudo de viabilidade compreende a análise da documentação existente, o levantamento de novas informações e das alternativas para a relização do projeto, apresentando relatório circunstanciado sobre sua viabilidade, contendo memorial descritivo das opções do satélite, com estimativas de custos e prazos para seu desenvolvimento, construção, lançamento e operação.
O grupo é formado por membros da AEB, do Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão, Ministério das Comunicações, Ministério da Defesa, Anatel, Comando da Aeronáutica, Ministério das Relações Exteriores, Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, Instituto Nacional de Meteorologia e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Comunicação estratégica
Hoje o Brasil carece de um satélite próprio para comunicação militar, tráfego aéreo e meteorologia, alega o governo. Todos esses serviços, tidos como estratégicos para o País, são feitos a partir de satélites que pertencem à iniciativa privada.
O Ministério da Defesa atualmente utiliza dois transponders em banda X nos satélites C1 e C2, da StarOne. O coronel Paulo Mourão Pietroluongo, gerente da divisão de projetos especiais do Ministério da Defesa, em entrevista para a Teletime em outubro do ano passado, disse que o País em três anos precisaria de mais oito transponderes. Segundo ele, hoje o Brasil tem 40 terminais em banda X, o que não é suficiente para equipar todos os navios e aviões. A necessidade brasileira, segundo ele, é de cerca de 200 terminais em dez anos.
Atraso
O cronograma de estudos para viabilizar o SGB foi prejudicado pela troca de presidente da AEB, em 2007. Em agosto daquele ano, o então presidente da AEB, Sérgio Gaudenzi, foi deslocado para a Infraero. Assumiu interinamente Miguel Henze, que tinha outras prioridades, o que acabou paralisando o projeto até março de 2008, quando Carlos Ganem assumiu a presidência da agência.
Fonte: Teletime
Comentários: talvez não seja coincidência a criação do grupo de trabalho algumas semanas depois da reativação da companhia estatal de telecomunicações Telebrás. Segundo a portaria da AEB, datada de 14 de maio, "caberá ao Grupo [do SGB] realizar um estudo de viabilidade do Projeto - SGB, compreendendo a análise da documentação existente, o levantamento de novas informações e das alternativas para a relização do Projeto, apresentando relatório circunstanciado sobre sua viabilidade, contendo memorial descritivo das opções do satélite, com estimativas de custos e prazos para seu desenvolvimento, construção, lançamento e operação." O grupo de trabalho também terá um subgrupo específico para tratar de Parceria Público-Privada.
Para saber mais sobre o SGB, acesse a postagem "Panorama sobre o SGB".
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quinta-feira, 19 de março de 2009
Interferência em satélites militares americanos
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PF COMBATE USO CLANDESTINO DE SATÉLITES MILITARES AMERICANOS
18/03/2009
BELO HORIZONTE /MG - A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira, dia 18 de março, a operação “Satélite” que visa interromper o uso ilícito de satélites militares americanos para comunicação a partir de pontos do território nacional.
A investigação contou com a participação da ANATEL que ratificou as coordenadas geográficas dos pontos indicados pelo Departamento de Defesa Americana, controlador dos satélites FLEETSAT-8 e UFO. O sistema utilizado é resultado da fabricação caseira de transceptores e antenas que trabalham na freqüência e direção dos indigitados Satélites.
Ao todo serão cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nas cidades abaixo relacionadas que foram expedidos pela 2ª Vara Federal de Florianópolis/SC.
Os infratores identificados responderão pelo crime inscrito no artigo 183 da Lei 9472/97, a Lei Geral das Telecomunicações, e estarão sujeitos às penas que variam de 02 a 04 anos de detenção e multa.
Relação de cidades onde há cumprimento de mandados:
Minas Gerais: Caratinga (06), Uberlândia (1), Governador Valadares (2) e Ubaporanga (1)
Goiás: Goiânia (3)
Mato Grosso: Barra do Garça (1)
Tocantins: Palmas (1) e Araguaina (2)
Mato Grosso do Sul: Campo Grande (2)
Santa Catarina: São José (1)
Comentários: pelo que foi comentado na imprensa, ao que tudo indica os criminosos entravam na frequência usada pelos satélites americanos para interferir na comunicação. Não houve acesso ao conteúdo das mensagens, pois a comunicação era criptografada. Interessante observar a aparente vulnerabilidade do sistema de comunicação militar em questão. Embora os dados não tenham sido violados, o propósito do sistema (comunicação) foi prejudicado.
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PF COMBATE USO CLANDESTINO DE SATÉLITES MILITARES AMERICANOS
18/03/2009
BELO HORIZONTE /MG - A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira, dia 18 de março, a operação “Satélite” que visa interromper o uso ilícito de satélites militares americanos para comunicação a partir de pontos do território nacional.
A investigação contou com a participação da ANATEL que ratificou as coordenadas geográficas dos pontos indicados pelo Departamento de Defesa Americana, controlador dos satélites FLEETSAT-8 e UFO. O sistema utilizado é resultado da fabricação caseira de transceptores e antenas que trabalham na freqüência e direção dos indigitados Satélites.
Ao todo serão cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nas cidades abaixo relacionadas que foram expedidos pela 2ª Vara Federal de Florianópolis/SC.
Os infratores identificados responderão pelo crime inscrito no artigo 183 da Lei 9472/97, a Lei Geral das Telecomunicações, e estarão sujeitos às penas que variam de 02 a 04 anos de detenção e multa.
Relação de cidades onde há cumprimento de mandados:
Minas Gerais: Caratinga (06), Uberlândia (1), Governador Valadares (2) e Ubaporanga (1)
Goiás: Goiânia (3)
Mato Grosso: Barra do Garça (1)
Tocantins: Palmas (1) e Araguaina (2)
Mato Grosso do Sul: Campo Grande (2)
Santa Catarina: São José (1)
Comentários: pelo que foi comentado na imprensa, ao que tudo indica os criminosos entravam na frequência usada pelos satélites americanos para interferir na comunicação. Não houve acesso ao conteúdo das mensagens, pois a comunicação era criptografada. Interessante observar a aparente vulnerabilidade do sistema de comunicação militar em questão. Embora os dados não tenham sido violados, o propósito do sistema (comunicação) foi prejudicado.
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