quarta-feira, 10 de julho de 2013

Ariane 6: design selecionado

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As agências espaciais da França e Europa divulgaram ontem (09) o design do futuro lançador Ariane 6, sucessor do Ariane 5, em operação. O novo lançador, que deve entrar em operação no início da próxima década, terá uma performance inferior ao Ariane 5, mas seu custo de operação deverá ser menor.

O Ariane 6 terá os dois primeiros estágios com propulsores de combustível sólido, com propulsão criogênica (oxigênio e hidrogênio líquidos) sendo utilizada apenas no estágio superior. Sua capacidade de inserção de cargas úteis em órbita de transferência geoestacionária, destino da maior parte dos satélites de comunicações, não será superior a 6,5 toneladas (o Ariane 5 hoje é capaz de lançar cerca de 9 toneladas, capacidade que será incrementada na versão ME - Midlife Evolution, para 11 toneladas). O custo alvo para cada lançamento é de 70 milhões de euros, assumindo uma cadência de 9 a 15 missões por ano.

O design selecionado não é modular, como especulado antes, mas surge numa única configuração: três propulsores de combustível sólido, cada um com 135 mil quilos de combustível, alinhados formando o primeiro estágio. O segundo estágio terá um propulsor de combustível sólido similar. O terceiro e último estágio será formado por um motor Vinci, da companhia europeia Snecma/Safran, em desenvolvimento para o Ariane 5 ME, previsto para entrar em operação em 2018.

A seleção do design do Ariane 6 levou em conta três critérios principais: custos de desenvolvimento, tempo para entrada em serviço e custos operacionais. Outro ponto levado em consideração foi também a sinergia com o lançador Vega, que tem propulsores de combustível sólido, levando-se a economias de escala.

Os governos que integram a Agência Espacial Europeia devem se reunir no final de 2014 para decidir sobre o desenvolvimento integral do novo lançador, que segundo estimativas da agência espacial francesa, deve alcançar de 2,5 a 3,5 bilhões de euros num período de 7 anos iniciando-se em 2015. Acredita-se que o governo francês deva assumir cerca de 50% dos custos de desenvolvimento, cabendo aos demais países europeus a fatia restante.
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Chamada do CNPq para a área aeroespacial

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MCTI e CNPq lançam chamada para área Aeroespacial

As propostas serão contempladas com o valor máximo de R$ 500 mil, incluindo despesas de capital, custeio e bolsas

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram na terça-feira (9), a Chamada Pública MCTI/CNPq/CT-Aeronáutico/CT Espacial N° 22/2013, com objetivo de apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área Aeroespacial. O período destinado à submissão das propostas será entre 10 de julho e 26 de agosto.

O valor total aplicado nesta iniciativa é de R$ 11 milhões, sendo R$ 8 milhões do FNDCT/CT-Aeronáutico e R$ 3 milhões do FNDCT/CT-Espacial. As propostas serão contempladas com o valor máximo de R$ 500 mil, incluindo despesas de capital, custeio e bolsas. O prazo para execução dos projetos aprovados será de 36 meses.

Os temas selecionados na área Aeroespacial são: Aerodinâmica; Materiais de Aplicação Aeroespacial; Sistemas de Propulsão; Robótica e Armas Inteligentes; Sensores de Uso Aeroespacial; Simuladores; Hipervelocidade; Estruturas; Guiamento e Controle; e Sistemas de Comando e Controle.

As propostas devem ser cadastradas na Plataforma Carlos Chagas, localizada no site do CNPq. A divulgação dos projetos contemplados terá início a partir de outubro de 2013, no Diário Oficial da União (DOU) e na página do CNPq, assim como o início do financiamento.

Fonte: CNPq, via JC E-mail de 10/07/2013.
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terça-feira, 9 de julho de 2013

Satélite gaúcho para o Ministério da Defesa?

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Desenvolvimento de satélite

O Piratini aguarda até agosto uma resposta sobre o seu projeto inscrito em edital da Agência Brasileira de Inovação (Finep), que irá contratar equipamento para a defesa nacional. O governo gaúcho, em fase de constituição de um polo espacial em parceria com a AEL System, PUCRS, Unisinos e UFRGS, apresentou a ideia de construir um microssatélite multiuso militar, chamado de MMM. Se o projeto for aceito, a Finep repassará R$43 milhões para o seu desenvolvimento.

Depois, o próprio Ministério da Defesa comprará o equipamento. O MMM deverá ser construído pela AEL System, subsidiária de uma empresa israelense. A proposta foi apresentada pelo Piratini ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que demonstrou interesse.

Fonte: jornal Zero Hora, 09/07/2013.

Comentários do blog: o edital mencionado na nota do jornal gaúcho é o programa Inova Aerodefesa, lançado pela FINEP, Agência Espacial Brasileira, Ministério da Defesa e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No início do mês, a Agência Espacial Brasileira divulgou que o Inova Aerodefesa teve demanda superior em 4,4 vezes o total dos recursos disponíveis, R$2,9 bilhões. Ao todo, foram encaminhadas 285 cartas de manifestação de interesse, das quais 90 de empresas líderes, 117 de empresas parceiras e 78 de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs). As propostas totalizaram cerca de R$13 bilhões. A previsão é a que lista das empresa líderes enquadradas para ter continuidade no processo de seleção ocorra em 22 de julho. Em breve, o blog Panorama Espacial trará mais informações sobre o Polo Espacial do RS e seus projetos.
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domingo, 7 de julho de 2013

Desmatamento da Amazônia e as carências em observação

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou na última sexta-feira (05) os dados mais atualizados sobre o desmatamento da região amazônica. O Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (DETER) identificou um crescimento de 370% no desmate na comparação de maio com o mesmo mês de 2012. As imagens de satélite mostram a que a retirada de floresta nativa alcançou 464,96 km², frente a 98,85 km² no mesmo período no ano passado.

De acordo com informações divulgadas pelo INPE, "o DETER utiliza imagens do sensor MODIS do satélite Terra, com resolução espacial de 250 metros, que possibilitam detectar polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares. Nem todos os desmatamentos são identificados devido à ocorrência de nuvens."

Os dados de maio foram apurados levando-se em conta uma cobertura de nuvens de 59% sobre a Amazônia Legal (as áreas em rosa do mapa acima correspondem aos locais encobertos, enquanto que os pontos amarelos mostram a localização dos alertas de desmatamento).

Apesar do DETER ser complementado pelos dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES), que faz um cômputo anual dos desmatamentos por meio de imagens de satélites de melhor resolução espacial (o americano Landsat, a constelação DMC, e o indiano Resourcesat-1), fato é que os sistemas de monitoramento nacionais carecem de uma melhor capacidade de revisita, de resolução e mesmo de tipo de imagens. O imageamento por sensores radar, capazes de observar o solo mesmo com cobertura de nuvens, é uma necessidade há muito sentida. Interessante ainda notar que já há vários anos que o DETER e o PRODES não fazem uso de imagens geradas por satélites da série CBERS, que não estão em operação, lacuna que será cumprida quando do lançamento do CBERS 3.
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sábado, 6 de julho de 2013

Proton, Cyclone 4 e os riscos de falhas

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Em artigo publicado no blog Panorama Espacial há 4 anos, o especialista em propulsão espacial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Dr. José Nivaldo Hinckel, citou como um dos argumentos contrários à utilização do foguete Cyclone 4 pela Alcântara Cyclone Space (ACS) para lançamentos a partir do solo brasileiro, o risco ambiental e risco para habitantes próximos à base de lançamento representado pela falha do foguete nos instantes iniciais do lançamento.

Foi colocada também a seguinte questão: Porque o Brasil vai buscar o Acesso ao Espaço, seguindo uma trilha que está sendo progressivamente abandonada pelos outros programas?

A falha do foguete Proton, ocorrida na última segunda-feira (01), demonstra que este risco não é apenas hipotético. Coincidentemente, na edição desta mesma segunda-feira, a publicação especializada The Space Review divulgou a primeira parte de um artigo relatando ocorrência semelhante com um foguete Longa Marcha 3B, em 1996. A segunda parte do artigo será publicada na próxima segunda-feira. No episódio do lançador chinês, houve um número considerável de vítimas fatais. Dados oficiais reconhecem um número de vítimas da ordem de dezenas. Entretanto, há relatos que elevam este número para meio milhar. No último voo do foguete Titan IV, dos Estados Unidos, em 1998, houve outro incidente semelhante. Neste caso, a falha ocorreu a uma altura de alguns quilômetros. Em comum, todos estes foguetes tem a utilização de propelentes altamente tóxicos, uma mistura de hidrazinas e o tetróxido de dinitrogênio.

Neste tipo de incidente o risco imediato é a ocorrência de incêndio e explosões violentas resultante da queima parcial das centenas de toneladas de propelentes armazenadas nos tanques de propelentes que se se rompem. O risco remanescente é a contaminação ambiental relacionada à parcela sustancial dos propelentes não consumidos no incêndio local. Estes propelentes, principalmente o tetróxido que é mais volátil, formam uma nuvem tóxica de coloração alaranjada que se difunde no ar e é carregada e espalhada pelos ventos, ameaçando e destruindo plantações, animais e populações nas proximidades da base de lançamento.

Em função destes riscos, os programas que utilizam ou utilizaram estes propelentes foram e vão progressivamente abandonando o seu uso: a Agência Espacial Europeia e a Arianespace aposentaram os foguetes Ariane 2, 3 e 4 no início da década passada. Os Estados Unidos descontinuaram a utilização dos foguetes Titan 2 e 4 ainda na década de noventa e suspenderam a produção de novos foguetes Delta 2, restando um reduzido número de foguetes para atender a algumas missões da NASA e do Departamento de Defesa. A Rússia vem desenvolvendo os foguetes da família Angara com propelentes não tóxicos com a finalidade de substituir o venerável Proton. O primeiro testes de foguetes desta família está programado para ocorrer ainda este ano. A China igualmente desenvolve foguetes utilizando propelentes não tóxicos para substituir seus foguetes atuais que utilizam a mesma mistura de propelentes tóxicos. A Coréia do Sul busca o seu foguete utilizando propulsores baseados no foguete russo da família Angara.

Este tipo de acidente, falha nos instantes iniciais do lançamento, pode evidentemente ocorrer, e ocorre, com foguetes utilizando outros tipos de propelentes. Porém, os riscos ambientais e pessoais são muito maiores quando ocorre com foguetes carregados com centenas de toneladas de líquidos altamente inflamáveis e tóxicos.

Considerando os riscos acima expostos, a fragilidade dos planos de negócios e de implantação sustentado pela ACS, assim como a inadequação do envelope de lançamento do Cyclone 4 à demanda de lançamentos, é pertinente repetir a questão colocada há 4 anos: continuará o Brasil a busca do “Acesso ao Espaço” seguindo uma trilha evidentemente  traiçoeira e que está sendo abandonada por todos os outros programas?
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cooperação Brasil - Ucrânia: ACS

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Ucrânia pediu ao Brasil a acelerar a realização do projeto «Cyclone-4»

03 Julho, 15:00
A Ucrânia pediu ao Brasil a efetivar o financiamento para continuar o projeto «Cyclone-4».

Isto afirmou o Primeiro-Ministro Mykola Azarov durante uma reunião com o Ministro das Relações Exteriores do Brasil Antonio Patriota.

«O projeto da nossa cooperação que se realiza com sucesso, é o «Cyclone-4 – Alcântara». A implementação bem-sucedida deste projeto reforçará o prestígio dos nossos países. Levando em consideração a atual situação econômica, o Governo da Ucrânia decidiu atrair os recursos de crédito para este projeto. Esperamos, que a parte brasileira também aproveitará todas as oportunidades para continuar a financiar a sua parte do projeto", - disse ele.

Mykola Azarov reiterou que o Brasil é o principal parceiro comercial estratégico da Ucrânia na América Latina, e em geral as relações econômicas entre os dois países estão se desenvolvendo bem. No entanto, acrescentou o Primeiro-Ministro, existem problemas nas relações comerciais: em particular, a Ucrânia considera infundadas duas investigações antidumping da parte brasileira envolvendo os produtores ucranianos de aço e de pneus.

De acordo com o Chefe do Governo, a intensificação das relações bilaterais favorecerá a Sexta Sessão da Comissão Intergovernamental Conjunta Ucraniano-Brasileira sobre a cooperação comercial e econômica. "É extremamente importante realizar a Sexta Sessão da Comissão Intergovernamental Ucraniano-Brasileira, e estamos dispostos a definir as datas para a reunião", - disse o Primeiro-Ministro.

Ele afirmou que a cooperação entre a Ucrânia e o Brasil nas esferas farmacêutica, técnico-militar, cultural e científica é promissora.

Mykola Azarov também convidou a Presidente do Brasil Dilma Rousseff visitar a Ucrânia. Na sua opinião, esta visita poderia ser realizada nos marcos da participação da Presidente do Brasil na reunião da G-20, em São Petersburgo. Ao mesmo tempo, o Primeiro-Ministro aceitou o convite do Chanceler para visitar o Brasil.

Antonio Patriota agradeceu ao Governo ucraniano pelo apoio ao representante brasileiro nas eleições do Diretor da Organização Mundial do Comércio e se comprometeu a apoiar a candidatura da Ucrânia para os membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU em 2016-2017.

Fonte: Embaixada da Ucrânia no Brasil.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Anatel e direitos de exploração de posições orbitais

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Começou ontem (02) o período de contribuições para a proposta de edital de licitação de direitos de exploração de posições orbitais destinadas a satélites brasileiros. A proposta estará disponível no website da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pelo período de trinta dias, entidade reguladora responsável pela outorga dos direitos. O documento com informações sobre a proposta pode ser acessado clicando aqui.

O edital objeto da proposta deverá prever a licitação de quatro posições orbitais, e em relação ao último leilão, realizado em agosto de 2011, será permitida a operação de satélites exclusivamente em banda Ka, segmento que tem apresentado forte crescimento em todo o mundo.

Segundo informações divulgadas pela agência, "a Anatel concluiu que há grande demanda por provimento de capacidade de satélite para telecomunicações devido à ampliação do provimento de banda larga à população brasileira e também para atendimento das demandas relacionadas aos grandes eventos a serem realizados nos próximos anos."

Em agosto de 2011, a Anatel licitou quatro direitos, adquiridos pela Star One e pela HNS Americas Comunicações, arrecadando mais de R$254 milhões.
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terça-feira, 2 de julho de 2013

Proton: mais uma falha



Na noite desta segunda (01), um foguete russo Proton apresentou uma falha nos momentos iniciais de seu lançamento, mudando a sua trajetória em direção ao solo e impactando contra o solo, causando uma impressionante explosão. Veja o vídeo aqui.

O foguete realizava uma missão para o governo russo, transportando três satélites de navegação do programa GLONASS.

Esta foi a quinta falha nos últimos dois anos e meio, sendo que a maioria decorreu de problemas no estágio superior (upper stage), não produzindo, portanto, imagens espetaculares e ao mesmo tempo assustadoras como a do vídeo. As seguidas falhas minam a imagem da indústria espacial russa, que tem sofrido com problemas latentes de qualidade em seu processo industrial.

O Proton, aliás, é um dos três lançadores mais fortemente considerados para o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O processo de escolha deve ser iniciado após a seleção do fornecedor do SGDC, prevista para o final desse mês.
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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Banda X: destaque em evento sobre comunicações por satélite

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Soluções de comunicação via satélite para Governo é tema em evento realizado em São Paulo 

São Paulo, 01 de julho de 2013 – Nos dias 2 e 3 de julho, a Arycom - provedora de soluções e serviços de comunicação via satélite - apresenta soluções de comunicação via satélite em Banda X, voltadas para o Governo. A apresentação acontece durante o VSAT América Latina 2013, que reúne representantes do mercado de telecomunicações, em especial comunicação via satélite, em São Paulo.

Durante o evento, a Arycom fará uma análise comparativa entre transmissão de voz e dados por meio da Banda X e as bandas C, Ku e Ka. Esta análise é fundamental, uma vez que a maioria dos países fora da América Latina fazem uso das faixas de frequências comerciais tradicionais utilizadas para comunicações por satélite (Ku, C, Ka e L) e da banda de frequência específica para o governo/militar (Banda X), que garante mais rendimento, segurança nas comunicações e resistência a intempéries.

“A Banda X dedicada aos serviços dos governos e seus setores de Defesa é usual ao redor do mundo, porém não é tão utilizada na América Latina. Há apenas dois transponders no Brasil alocados para o Ministério da Defesa. A maioria dos países desenvolvidos fora da América Latina usa a Banda X para suas comunicações mais importantes e confidenciais”, destaca Iñigo Lopez, gerente regional da Arycom.

Os terminais portáteis VSAT em Banda X podem atingir velocidades de transmissão superiores a 2Mbps. Isso permite que o Governo mantenha comunicações seguras e rápidas para serviços que envolvam principalmente operações em áreas remotas (situações corriqueiras para os integrantes da Força Aérea, Marinha e Exército, por exemplo).

Serviço:

VSAT América Latina 2013
Grand Hyatt – São Paulo - Avenida das Nações Unidas, 13.301
Data: 2 e 3 de julho de 2013

Fonte: assessoria de imprensa da Arycom.
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Reunião do Conselho Superior da AEB

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CONSELHO SUPERIOR DA AEB REÚNE-SE EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Brasília, 1 de julho de 2013 – O Conselho Superior da Agência Espacial Brasileira (AEB) se reuniu, nos dias 27 e 28 deste mês, em São José dos Campos (SP). Na ocasião, os conselheiros tiveram uma visão geral dos principais projetos do Programa Espacial Brasileiro e, também, conheceram os institutos localizados na cidade paulista.

Os participantes do conselho visitaram laboratórios do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). No Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), conheceram o Laboratório de Integração e Testes (LIT) e o Centro de Rastreio e Controle.

A reunião foi realizada em São José dos Campos a pedido do presidente da AEB, José Raimundo Coelho. “É importante que os conselheiros da instituição vejam de perto onde o Programa Espacial Brasileiro realiza suas atividades”, acredita. A próxima será realizada em outubro, no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.

Durante a reunião, tomaram posse como membros titulares do Conselho: Sandro Francalacci Faria, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Hildo Prado Filho, do Comando do Exército do Ministério da Defesa; Fernando Rizzo, da comunidade científica;Alexandre Cabral, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Como membros suplentes, assumiram: Ana Lúcia Assad, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Edilson Urbano, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;

Conselho Superior – Criado em 1994 e presidido pelo presidente da AEB, o Conselho é responsável por apreciar propostas de atualização da Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE), para encaminhamento ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Informação; deliberar sobre as diretrizes para execução da PNDAE aprovada pelo Presidente da República; atuar na elaboração do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), bem como de suas atualizações e apreciar anualmente seu relatório de execução.

São atribuições do Conselho, também, atuar na elaboração da proposta orçamentária anual da AEB; apreciar as propostas de atos de organização e funcionamento do Sistema Nacional de Atividades Espaciais; apreciar acordos, contratos, convênios e outros instrumentos internacionais, no campo das atividades espaciais; propor subsídios para a definição de posições brasileiras em negociações bilaterais e em foros internacionais, referentes a assuntos de interesse da área espacial; aprovar diretrizes para o estabelecimento de normas e expedição de licenças e autorizações relativas às atividades espaciais; e opinar sobre projetos de leis, propostas de decretos e de outros instrumentos legais, relativos às atividades espaciais.

Fonte: AEB
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