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O Brasil esteve presente na última sessão do Subcomitê Jurídico do Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (UNCOPUOS), realizada em Viena, na Áustria, de 24 de março a 4 de abril. A delegação oficial brasileira, formada por especialistas em Direito Espacial, realizou uma apresentação em plenário sobre o projeto de Lei Geral das Atividades Espaciais no Brasil.
Este projeto está sendo desenvolvido desde o começo de 2013 por um grupo de trabalho especialmente criado para esse fim no Núcleo de Estudos de Direito Espacial (NEDE), da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA). Para mais informações sobre a apresentação, clique aqui.
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Sobre a nota da ACS postada no início da semana
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No último dia 13, publicamos uma nota com notícias sobre a binacional Alcântara Cyclone Space (ACS), na qual informamos que o "Cyclone 4 contém alguns componentes críticos de origem russa [...]". Sergiy Guchenkov, diretor comercial da ACS, entrou em contato com o Panorama Espacial para dizer que a informação não é verdadeira. Reproduzimos a seguir o seu e-mail, na íntegra, e posteriormente fazemos comentários adicionais:
"Prezado Mileski,
Sou leitor do seu blog Panorama Espacial, que acho uma fonte interessante e respeitável de informação. Porém, na postagem mais recente sobre a ACS (http://panoramaespacial.blogspot.com.br/2014/04/noticias-da-alcantara-cyclone-space.html), fui surpreendido com a seguinte afirmação:
“O Cyclone 4 contém alguns componentes críticos de origem russa”
Informo-lhe que isso não corresponde à verdade, pois o Veículo Lançador Cyclone-4 não contém quaisquer componentes russos, sejam críticos ou não. Peço o favor de publicar uma respectiva correção no seu blog. A crise atual com a Rússia não tem impactado o andamento do Projeto Cyclone-4, e amanhã postaremos uma atualização na seção Project Status com novas fotos, confirmando que o desenvolvimento do Cyclone-4 está de acordo com o cronograma, e que o mesmo estará pronto para entrega no Brasil na segunda metade do ano 2015.
Quanto ao acordo de salvaguardas Ucrânia-Russia, esse foi assinado para facilitar a cooperação dos dois países na área espacial. Como é de seu conhecimento, a Ucrânia lança alguns dos seus foguetes, como Dnepr e Zenit, a partir do território russo, e esse acordo serve também para proteção das tecnologias espaciais ucranianas na Rússia.
Respeitosamente,
Sergiy Guchenkov
Chief Commercial Officer
Alcantara Cyclone Space"
Comentários do blog: a informação de que o Cyclone 4 possui componentes de origem russa é oriunda de fonte ligada a própria ACS, obtida em 2010. Referida informação, aliás, é dada em alguns artigos e análises anteriores à concretização do acordo binacional (ver artigo "Russia-Brazil: a space partnership", publicado pela agência RIA Novosti em abril de 2007).
A propósito, a questão sobre os interesses russos no projeto do Cyclone 4 não é nova, havendo inclusive questões relacionadas à propriedade intelectual de componentes utilizados pelo lançador ucraniano (motor RD261 que equipa o 1º estágio do foguete, por exemplo). Neste sentido, recomendamos a leitura do relatório "Ukraine: space deal with Brazil uncertain", elaborado pelo governo americano e datado de 22 de dezembro de 2009, "vazado" pelo Wikileaks.
A Rússia e a Ucrânia integraram a União Soviética por várias décadas, havendo ainda hoje uma grande interdependência em diversos campos, com destaque para os setores aeroespacial e de defesa. Por coincidência, aliás, o assunto foi tema de uma detalhada análise no boletim da última semana preparado pela ADIT, firma francesa de inteligência estratégica, que deu mais ênfase à dependência russa do parque industrial ucraniano.
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No último dia 13, publicamos uma nota com notícias sobre a binacional Alcântara Cyclone Space (ACS), na qual informamos que o "Cyclone 4 contém alguns componentes críticos de origem russa [...]". Sergiy Guchenkov, diretor comercial da ACS, entrou em contato com o Panorama Espacial para dizer que a informação não é verdadeira. Reproduzimos a seguir o seu e-mail, na íntegra, e posteriormente fazemos comentários adicionais:
"Prezado Mileski,
Sou leitor do seu blog Panorama Espacial, que acho uma fonte interessante e respeitável de informação. Porém, na postagem mais recente sobre a ACS (http://panoramaespacial.blogspot.com.br/2014/04/noticias-da-alcantara-cyclone-space.html), fui surpreendido com a seguinte afirmação:
“O Cyclone 4 contém alguns componentes críticos de origem russa”
Informo-lhe que isso não corresponde à verdade, pois o Veículo Lançador Cyclone-4 não contém quaisquer componentes russos, sejam críticos ou não. Peço o favor de publicar uma respectiva correção no seu blog. A crise atual com a Rússia não tem impactado o andamento do Projeto Cyclone-4, e amanhã postaremos uma atualização na seção Project Status com novas fotos, confirmando que o desenvolvimento do Cyclone-4 está de acordo com o cronograma, e que o mesmo estará pronto para entrega no Brasil na segunda metade do ano 2015.
Quanto ao acordo de salvaguardas Ucrânia-Russia, esse foi assinado para facilitar a cooperação dos dois países na área espacial. Como é de seu conhecimento, a Ucrânia lança alguns dos seus foguetes, como Dnepr e Zenit, a partir do território russo, e esse acordo serve também para proteção das tecnologias espaciais ucranianas na Rússia.
Respeitosamente,
Sergiy Guchenkov
Chief Commercial Officer
Alcantara Cyclone Space"
Comentários do blog: a informação de que o Cyclone 4 possui componentes de origem russa é oriunda de fonte ligada a própria ACS, obtida em 2010. Referida informação, aliás, é dada em alguns artigos e análises anteriores à concretização do acordo binacional (ver artigo "Russia-Brazil: a space partnership", publicado pela agência RIA Novosti em abril de 2007).
A propósito, a questão sobre os interesses russos no projeto do Cyclone 4 não é nova, havendo inclusive questões relacionadas à propriedade intelectual de componentes utilizados pelo lançador ucraniano (motor RD261 que equipa o 1º estágio do foguete, por exemplo). Neste sentido, recomendamos a leitura do relatório "Ukraine: space deal with Brazil uncertain", elaborado pelo governo americano e datado de 22 de dezembro de 2009, "vazado" pelo Wikileaks.
A Rússia e a Ucrânia integraram a União Soviética por várias décadas, havendo ainda hoje uma grande interdependência em diversos campos, com destaque para os setores aeroespacial e de defesa. Por coincidência, aliás, o assunto foi tema de uma detalhada análise no boletim da última semana preparado pela ADIT, firma francesa de inteligência estratégica, que deu mais ênfase à dependência russa do parque industrial ucraniano.
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Contratos industriais do CBERS 4
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AEB firma contratos industriais para montagem do Cbers-4
Brasília, 16 de abril de 2014 – A Agência Espacial Brasileira (AEB) firmou oito contratos com empresas nacionais do setor aeroespacial visando à integração e montagens de diversos equipamentos do Cbers-4, quinto exemplar da série do programa de satélites Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres.
Os contratos com as empresas Equatorial Sistemas, AEL Sistemas Mectron Engenharia, Orbital Engenharia, Omnisys Engenharia e Opto Eletrônica, englobam em sua maioria equipamentos das áreas de eletrônica, conversores de energia e câmeras para imageamento.
Todas estas empresas já foram fornecedoras de peças e equipamentos para a família de satélites Cbers, desenvolvida em parceria entre Brasil e China. Os contratos também estão em concordância com o preceituado no Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae) de “recorrer à indústria para reproduzir equipamentos já desenvolvidos e qualificados, capazes de atender a parte da demanda corrente a um custo menor, com prazos menores, além de manter a base industrial ativa”.
O lançamento do Cbers-4, inicialmente programado para 2015, foi antecipado para a segunda semana de dezembro próximo da China, conforme entendimento entre os dois países após a falha ocorrida com o veículo chinês lançador do Cbers-3, no final de 2013.
Fonte: AEB
Nota do blog: os contratos, somados, superam poucos milhões de reais.
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AEB firma contratos industriais para montagem do Cbers-4
Brasília, 16 de abril de 2014 – A Agência Espacial Brasileira (AEB) firmou oito contratos com empresas nacionais do setor aeroespacial visando à integração e montagens de diversos equipamentos do Cbers-4, quinto exemplar da série do programa de satélites Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres.
Os contratos com as empresas Equatorial Sistemas, AEL Sistemas Mectron Engenharia, Orbital Engenharia, Omnisys Engenharia e Opto Eletrônica, englobam em sua maioria equipamentos das áreas de eletrônica, conversores de energia e câmeras para imageamento.
Todas estas empresas já foram fornecedoras de peças e equipamentos para a família de satélites Cbers, desenvolvida em parceria entre Brasil e China. Os contratos também estão em concordância com o preceituado no Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae) de “recorrer à indústria para reproduzir equipamentos já desenvolvidos e qualificados, capazes de atender a parte da demanda corrente a um custo menor, com prazos menores, além de manter a base industrial ativa”.
O lançamento do Cbers-4, inicialmente programado para 2015, foi antecipado para a segunda semana de dezembro próximo da China, conforme entendimento entre os dois países após a falha ocorrida com o veículo chinês lançador do Cbers-3, no final de 2013.
Fonte: AEB
Nota do blog: os contratos, somados, superam poucos milhões de reais.
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AEB e ANA discutem microssatélites
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Encontro analisa adoção de sistema de satélites para recursos hídricos
Brasília, 16 de abril de 2014 – A viabilidade e alternativas de configuração de microssatélites para contribuir na missão da Agência Nacional de Águas (ANA) em sua coleta de dados hidrometeorológicos, com a cooperação gerencial e técnica da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram debatidas nesta terça-feira (15) na sede da AEB.
O encontro, que teve também a participação de representantes de empresas do setor aeroespacial, foi aberto pelos presidentes da AEB, José Raimundo Coelho, e da ANA, Vicente Andreu Guillo. Para eles, é de vital importância que o país obtenha cada vez mais ferramentas que permitam não só ampliar o planejamento de recursos naturais, como mitigar os efeitos em maior escala de fenômenos como seca e chuva.
Os primeiros entendimentos para um serviço de satélites para coletar dados e reforçar a rede hidrometeorológica nacional se iniciaram em 2012, quando foi criado um grupo de trabalho formado pelas duas agências e o Inpe. Para as instituições, o uso de sistemas espaciais é imprescindível para coletar dados em áreas geográficas em que se têm dificuldades de acesso.
Com o uso de satélites pode-se avaliar, com rapidez e razoável precisão, eventos dependentes das mudanças meteorológicas relativas à variação do tempo, especificando-se com precisão sua localização geográfica.
Iniciativas - O presidente da AEB disse ser muito importante que os usuários dos serviços de satélites apresentem suas necessidades e sugestões para o corpo técnico das instituições encarregadas do desenvolvimento de tecnologias espaciais e que dessa iniciativa faça parte o segmento industrial.
Guillo, por sua vez, lembrou ser necessário atrair outros parceiros para a proposta, o que ajudaria a robustecer os projetos. Para ele, a atual rede de coleta de dados presta um bom serviço ao país, mas poderia ser mais completa, evitando que fenômenos mais intensos como a atual seca no Nordeste e as enchentes no Sul tenham seus sinais detectados e avaliados com antecedência.
O encontro discutiu ainda algumas propostas de configurações de satélites, cargas úteis, tecnologias e órbitas. Todo esse conjunto de questões será formatado num relatório a ser analisado em breve num próximo encontro.
Fonte: AEB
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Encontro analisa adoção de sistema de satélites para recursos hídricos
Brasília, 16 de abril de 2014 – A viabilidade e alternativas de configuração de microssatélites para contribuir na missão da Agência Nacional de Águas (ANA) em sua coleta de dados hidrometeorológicos, com a cooperação gerencial e técnica da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram debatidas nesta terça-feira (15) na sede da AEB.
O encontro, que teve também a participação de representantes de empresas do setor aeroespacial, foi aberto pelos presidentes da AEB, José Raimundo Coelho, e da ANA, Vicente Andreu Guillo. Para eles, é de vital importância que o país obtenha cada vez mais ferramentas que permitam não só ampliar o planejamento de recursos naturais, como mitigar os efeitos em maior escala de fenômenos como seca e chuva.
Os primeiros entendimentos para um serviço de satélites para coletar dados e reforçar a rede hidrometeorológica nacional se iniciaram em 2012, quando foi criado um grupo de trabalho formado pelas duas agências e o Inpe. Para as instituições, o uso de sistemas espaciais é imprescindível para coletar dados em áreas geográficas em que se têm dificuldades de acesso.
Com o uso de satélites pode-se avaliar, com rapidez e razoável precisão, eventos dependentes das mudanças meteorológicas relativas à variação do tempo, especificando-se com precisão sua localização geográfica.
Iniciativas - O presidente da AEB disse ser muito importante que os usuários dos serviços de satélites apresentem suas necessidades e sugestões para o corpo técnico das instituições encarregadas do desenvolvimento de tecnologias espaciais e que dessa iniciativa faça parte o segmento industrial.
Guillo, por sua vez, lembrou ser necessário atrair outros parceiros para a proposta, o que ajudaria a robustecer os projetos. Para ele, a atual rede de coleta de dados presta um bom serviço ao país, mas poderia ser mais completa, evitando que fenômenos mais intensos como a atual seca no Nordeste e as enchentes no Sul tenham seus sinais detectados e avaliados com antecedência.
O encontro discutiu ainda algumas propostas de configurações de satélites, cargas úteis, tecnologias e órbitas. Todo esse conjunto de questões será formatado num relatório a ser analisado em breve num próximo encontro.
Fonte: AEB
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Exposição "De Yuri Gagarin a Marcos Pontes"
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A União de Moradores e do Comércio de Paraisópolis, a Agência Federal de Assuntos da Comunidade dos Estados Independentes, de Compatriotas no Exterior e de Cooperação Internacional Humanitária da Rússia (Rossotrudnichestvo) em São Paulo e o Consulado Geral da Rússia em São Paulo estão promovendo a exposição "De Yuri Gagarin a Marcos Pontes", que apresenta fotos e documentos com o objetivo de homenagear os 80 anos do primeiro cosmonauta russo, e também os 53 anos da primeira missão tripulada ao espaço.
A exposição começou em 12 de abril (aniversário do voo de Gagarin) e vai até 12 de maio, no CEU Paraisópolis, na Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, na capital paulista.
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A União de Moradores e do Comércio de Paraisópolis, a Agência Federal de Assuntos da Comunidade dos Estados Independentes, de Compatriotas no Exterior e de Cooperação Internacional Humanitária da Rússia (Rossotrudnichestvo) em São Paulo e o Consulado Geral da Rússia em São Paulo estão promovendo a exposição "De Yuri Gagarin a Marcos Pontes", que apresenta fotos e documentos com o objetivo de homenagear os 80 anos do primeiro cosmonauta russo, e também os 53 anos da primeira missão tripulada ao espaço.
A exposição começou em 12 de abril (aniversário do voo de Gagarin) e vai até 12 de maio, no CEU Paraisópolis, na Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, na capital paulista.
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segunda-feira, 14 de abril de 2014
Anomalia no satélite Amazonas 4A
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O grupo espanhol Hispasat divulgou hoje (14) nota informando sobre uma anomalia identificada no subsistema de energia do satélite geoestacionário de comunicações Amazonas 4A, lançado em 22 de março (veja a postagem "Amazonas 4A em órbita").
A Hispasat e a Orbital Sciences Corporation, construtora do satélite, estão investigando a possível causa da falha e adotando ações corretivas. A companhia também informou que não haverá impacto econômico decorrente da anomalia, uma vez o satélite está coberto por seguro, e que um plano de contingência está em andamento para evitar interrupções nos serviços prestados a seus clientes.
O Amazonas 4A cobre a América do Sul, desde a Venezuela e a Colômbia até o sul da Argentina e do Chile, oferecendo capacidade em banda Ku. Os planos são de que seja operado pela brasileira Hispamar Satélites, joint-venture da Hispasat (80%) e da Oi (20%), ampliando a oferta de serviços audiovisuais na região, já a partir da Copa do Mundo, entre os próximos meses de junho e julho.
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O grupo espanhol Hispasat divulgou hoje (14) nota informando sobre uma anomalia identificada no subsistema de energia do satélite geoestacionário de comunicações Amazonas 4A, lançado em 22 de março (veja a postagem "Amazonas 4A em órbita").
A Hispasat e a Orbital Sciences Corporation, construtora do satélite, estão investigando a possível causa da falha e adotando ações corretivas. A companhia também informou que não haverá impacto econômico decorrente da anomalia, uma vez o satélite está coberto por seguro, e que um plano de contingência está em andamento para evitar interrupções nos serviços prestados a seus clientes.
O Amazonas 4A cobre a América do Sul, desde a Venezuela e a Colômbia até o sul da Argentina e do Chile, oferecendo capacidade em banda Ku. Os planos são de que seja operado pela brasileira Hispamar Satélites, joint-venture da Hispasat (80%) e da Oi (20%), ampliando a oferta de serviços audiovisuais na região, já a partir da Copa do Mundo, entre os próximos meses de junho e julho.
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domingo, 13 de abril de 2014
Notícias da Alcântara Cyclone Space
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A companhia ucraniana Azovmash, uma das principais contratadas da Alcântara Cyclone Space (ACS) para o desenvolvimento, fabricação e entrega de vários sistemas chave para a operação do sítio de lançamento do Cyclone 4 em Alcântara, no Maranhão, publicou em seu website em 9 de abril uma notícia com informações sobre o status atual de suas atividades relacionadas ao projeto.
O press release, em russo, menciona a fabricação de diversos componentes, como tanques para propelentes, sistemas para abastecimento e transporte do lançador à plataforma, entre outros. De acordo com a ACS, as atividades contratadas junto à Azovmash estão de acordo com o cronograma.
Crise com a Rússia
Apesar de, ao menos publicamente, o projeto da joint-venture ucraniano-brasileira seguir adiante, há setores do governo brasileiro que avaliam as consequências que a crise entre Kiev e Moscou podem gerar para a binacional.
O Cyclone 4 contém alguns componentes críticos de origem russa e, de fato, os dois países firmaram em junho de 2009 uma espécie de acordo de salvaguardas tecnológicas para a proteção mútua de tecnologias de lançadores (veja a postagem "Atualizações do lado ucraniano da ACS").
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A companhia ucraniana Azovmash, uma das principais contratadas da Alcântara Cyclone Space (ACS) para o desenvolvimento, fabricação e entrega de vários sistemas chave para a operação do sítio de lançamento do Cyclone 4 em Alcântara, no Maranhão, publicou em seu website em 9 de abril uma notícia com informações sobre o status atual de suas atividades relacionadas ao projeto.
O press release, em russo, menciona a fabricação de diversos componentes, como tanques para propelentes, sistemas para abastecimento e transporte do lançador à plataforma, entre outros. De acordo com a ACS, as atividades contratadas junto à Azovmash estão de acordo com o cronograma.
Crise com a Rússia
Apesar de, ao menos publicamente, o projeto da joint-venture ucraniano-brasileira seguir adiante, há setores do governo brasileiro que avaliam as consequências que a crise entre Kiev e Moscou podem gerar para a binacional.
O Cyclone 4 contém alguns componentes críticos de origem russa e, de fato, os dois países firmaram em junho de 2009 uma espécie de acordo de salvaguardas tecnológicas para a proteção mútua de tecnologias de lançadores (veja a postagem "Atualizações do lado ucraniano da ACS").
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Artigo sobre o Programa Espacial Brasileiro
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Revista do CGEE traz artigo sobre o Programa Espacial Brasileiro
Brasília, 10 de abril de 2014 – A edição de número 37 da revista Parcerias Estratégicas, publicada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), disponibilizada online este mês traz artigo sobre o Programa Espacial Brasileiro.
De autoria da especialista na área espacial Meireluce Fernandes da Silva o artigo “O Programa Espacial Brasileiro em Perspectiva Histórica: do início a 2010” faz parte do livro Rumo a uma Nova Estratégia para o Programa Espacial para o Brasil, que ela lançou em 2012.
A revista apresenta ainda nove textos voltados a assuntos como inovação, tecnologia, gestão, interação universidade-empresa, recursos humanos, prospecção, meio ambiente e educação. A edição é composta de quatro seções, que enfocam desenvolvimento regional; política em ciência, tecnologia e inovação; planejamento; e avaliação.
O periódico apresenta também artigos sobre desenvolvimento sustentável e a atuação de mulheres artesãs na Vila do Incra, no Acre, e uma análises sobre a execução orçamentária do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do ponto de vista regional, e sobre a atuação das unidades de pesquisa da pasta.
Acesse a revista e as edições anteriores: http://www.cgee.org.br/parcerias/parcerias.php
Fonte: CGEE, via AEB.
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Revista do CGEE traz artigo sobre o Programa Espacial Brasileiro
Brasília, 10 de abril de 2014 – A edição de número 37 da revista Parcerias Estratégicas, publicada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), disponibilizada online este mês traz artigo sobre o Programa Espacial Brasileiro.
De autoria da especialista na área espacial Meireluce Fernandes da Silva o artigo “O Programa Espacial Brasileiro em Perspectiva Histórica: do início a 2010” faz parte do livro Rumo a uma Nova Estratégia para o Programa Espacial para o Brasil, que ela lançou em 2012.
A revista apresenta ainda nove textos voltados a assuntos como inovação, tecnologia, gestão, interação universidade-empresa, recursos humanos, prospecção, meio ambiente e educação. A edição é composta de quatro seções, que enfocam desenvolvimento regional; política em ciência, tecnologia e inovação; planejamento; e avaliação.
O periódico apresenta também artigos sobre desenvolvimento sustentável e a atuação de mulheres artesãs na Vila do Incra, no Acre, e uma análises sobre a execução orçamentária do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do ponto de vista regional, e sobre a atuação das unidades de pesquisa da pasta.
Acesse a revista e as edições anteriores: http://www.cgee.org.br/parcerias/parcerias.php
Fonte: CGEE, via AEB.
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quinta-feira, 10 de abril de 2014
Bolívia, Tupac Katari e comunicações militares
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Na semana passada, o presidente da Bolívia, Evo Morales, inaugurou a conexão do sistema de comunicação militar das forças armadas do país com o satélite geoestacionário Tupac Katari, lançado ao espaço em dezembro do ano passado e apenas recentemente declarado operacional.
Segundo noticiado pela agência oficial de informações do governo, a conexão com o satélite é realizada por meio do Sistema de Comunicación Multipropósito para la Seguridad y Defensa, Defensa Civil y Apoyo al Desarrollo Nacional (SICOMI), desenvolvido pelas forças armadas locais. O sistema oferecerá capacidades em telefonia fixa e celular, tráfego de dados (dados, voz e vídeo), e videoconferências, transmitida por meio de 220 antenas que serão instaladas nos próximos três meses em unidades militares em áreas fronteiriças e comunidades distantes desprovidas de meios de comunicações.
"Estou certo de que o sistema de comunicação como o satélite, acompanhado de radares, proporcionará a defesa dos recursos naturais e também ajudará na luta contra o narcotráfico e o contrabando", afirmou. A Bolívia pretende adquirir em breve radares para a cobertura do país, com propostas sendo apresentadas por empresas europeias.
Construído na China, o Tupac Katari custou cerca de 300 milhões de dólares e conta com 30 transpônderes em banda C, Ku e Ka. Sua vida útil é estimada em 15 anos.
Contrato com estatal
Na última quarta-feira (9), o governo boliviano também divulgou uma notícia informando sobre a aquisição de cerca de 50% da capacidade do Tupac Katari pela estatal de comunicações Entel, ao custo anual de cerca de 10 milhões de dólares, valor que deve ser "progressivamente incrementado" ao longo dos próximos anos.
O país andino está oferecendo parte da capacidade para clientes em países vizinhos, e alguns já demonstraram interesse, do Paraguai, Equador e Peru (veja a nota "Tupac Katari atrai interesse regional").
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Na semana passada, o presidente da Bolívia, Evo Morales, inaugurou a conexão do sistema de comunicação militar das forças armadas do país com o satélite geoestacionário Tupac Katari, lançado ao espaço em dezembro do ano passado e apenas recentemente declarado operacional.
Segundo noticiado pela agência oficial de informações do governo, a conexão com o satélite é realizada por meio do Sistema de Comunicación Multipropósito para la Seguridad y Defensa, Defensa Civil y Apoyo al Desarrollo Nacional (SICOMI), desenvolvido pelas forças armadas locais. O sistema oferecerá capacidades em telefonia fixa e celular, tráfego de dados (dados, voz e vídeo), e videoconferências, transmitida por meio de 220 antenas que serão instaladas nos próximos três meses em unidades militares em áreas fronteiriças e comunidades distantes desprovidas de meios de comunicações.
"Estou certo de que o sistema de comunicação como o satélite, acompanhado de radares, proporcionará a defesa dos recursos naturais e também ajudará na luta contra o narcotráfico e o contrabando", afirmou. A Bolívia pretende adquirir em breve radares para a cobertura do país, com propostas sendo apresentadas por empresas europeias.
Construído na China, o Tupac Katari custou cerca de 300 milhões de dólares e conta com 30 transpônderes em banda C, Ku e Ka. Sua vida útil é estimada em 15 anos.
Contrato com estatal
Na última quarta-feira (9), o governo boliviano também divulgou uma notícia informando sobre a aquisição de cerca de 50% da capacidade do Tupac Katari pela estatal de comunicações Entel, ao custo anual de cerca de 10 milhões de dólares, valor que deve ser "progressivamente incrementado" ao longo dos próximos anos.
O país andino está oferecendo parte da capacidade para clientes em países vizinhos, e alguns já demonstraram interesse, do Paraguai, Equador e Peru (veja a nota "Tupac Katari atrai interesse regional").
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AEB: novo Diretor de Transporte Espacial e Licenciamento
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AEB tem novo diretor de transporte e licenciamento
Brasília, 10 de abril de 2014 – O coronel da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB), Marco Antônio Vieira de Rezende, é o novo diretor de Transporte Espacial e Licenciamento, da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Ex-diretor do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN), ele substitui o também militar Nilo Sérgio de Oliveira Andrade, que foi para a iniciativa privada.
Rezende, que assumiu a função nesta semana, se diz empolgado com os desafios do novo posto e mantem a meta de continuar contribuindo com o desenvolvimento aeroespacial do país. “Estou honrado pela oportunidade e contente por dar continuidade a meu trabalho na área espacial. Espero ajudar na empreitada que o Brasil tem pela frente para alcançar um lugar de maior destaque no setor espacial”.
Com uma carreira de 30 anos na FAB, com passagem por diversos setores da corporação, Rezende foi piloto de caça e por seis anos trabalhou como piloto vip presidencial.
Fonte: AEB
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AEB tem novo diretor de transporte e licenciamento
Brasília, 10 de abril de 2014 – O coronel da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB), Marco Antônio Vieira de Rezende, é o novo diretor de Transporte Espacial e Licenciamento, da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Ex-diretor do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN), ele substitui o também militar Nilo Sérgio de Oliveira Andrade, que foi para a iniciativa privada.
Rezende, que assumiu a função nesta semana, se diz empolgado com os desafios do novo posto e mantem a meta de continuar contribuindo com o desenvolvimento aeroespacial do país. “Estou honrado pela oportunidade e contente por dar continuidade a meu trabalho na área espacial. Espero ajudar na empreitada que o Brasil tem pela frente para alcançar um lugar de maior destaque no setor espacial”.
Com uma carreira de 30 anos na FAB, com passagem por diversos setores da corporação, Rezende foi piloto de caça e por seis anos trabalhou como piloto vip presidencial.
Fonte: AEB
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