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A edição dessa semana da revista de finanças e negócios IstoÉ Dinheiro traz uma pequena reportagem sobre a Alcântara Cyclone Space (ACS). Como tem sido de costume nos últimos meses, Roberto Amaral, ex-ministro da Ciência e Tecnologia e diretor-geral da ACS comenta os problemas que têm atrasado o andamento do projeto, como a questão dos quilombolas, infraestrutura limitada, etc.
Algumas novidades mencionadas na reportagem: Amaral pediu à ministra da Casa-Civil, Dilma Rousseff, a inclusão da ACS no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). O ex-ministro também informou uma nova data para o primeiro lançamento do Cyclone 4: 2011. Há tempos, as autoridades da ACS insistiam em 2010, ano que vem, para o primeiro lançamento, intenção extremamente arrojada, como afirmamos algumas vezes no blog.
Outra novidade são os interesses da companhia norte-americana provedora de serviços de comunicações Iridium, e do projeto do Sistema Satelital Geoestacionario Argentino de Telecomunicaciones (SSGAT), de usarem o Cyclone 4 como lançador de seus satélites.
Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui.
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domingo, 14 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Ainda sobre o balanço da indústria aeroespacial
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Apesar da crítica do presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB) (leiam a postagem "Balanço da indústria aeroespacial em 2008"), o resultado em termos de receita da indústria espacial em 2008 não foi tão ruim se comparado aos anos anteriores.
Em 2005, a receita da indústria aeroespacial no Brasil foi de US$ 4,3 bilhões, com o segmento espacial respondendo por 0,24%, aproximadamente uS$ 10,3 milhões. No ano seguinte, 2006, a receita total se manteve em cerca de US$ 4,3 bilhões, mas a participação da indústria espacial aumentou para 0,41% (US$ 17,63 milhões). Em 2007, de US$ 6,2 bilhões, o segmento espacial respondeu por 0,4%, aproximadamente US$ 24,8 milhões. Já no ano passado, a indústria espacial atingiu o percentual de 0,57%, cerca de US$ 45 milhões. Os resultados de 2008 foram muito influenciados por contratos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), relacionados aos satélites CBERS 3 e 4, e ao Amazônia-1.
Embora seja muito pequena, analisando-se a receita por segmentação em cada ano, percebe-se que um crescimento contínuo da fatia da indústria espacial.
Muitas das críticas feitas pelo setor industrial espacial ao Programa Espacial Brasileiro são justas (contratos do CBERS transferidos para a China, atuação da FUNCATE, ACDH, etc.), mas a Agência Espacial Brasileira, o INPE e os programas de cooperação internacional não devem ser vistos como "vilões" absolutos. Em algumas críticas, a indústria como um todo tem lá a sua culpa (a novela do ACDH, por exemplo).
Gostem(os) ou não, no momento o programa CBERS (cooperação internacional com a China) garante boa parte das atividades (e dos empregos) da maioria das indústrias espaciais brasileiras.
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Apesar da crítica do presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB) (leiam a postagem "Balanço da indústria aeroespacial em 2008"), o resultado em termos de receita da indústria espacial em 2008 não foi tão ruim se comparado aos anos anteriores.
Em 2005, a receita da indústria aeroespacial no Brasil foi de US$ 4,3 bilhões, com o segmento espacial respondendo por 0,24%, aproximadamente uS$ 10,3 milhões. No ano seguinte, 2006, a receita total se manteve em cerca de US$ 4,3 bilhões, mas a participação da indústria espacial aumentou para 0,41% (US$ 17,63 milhões). Em 2007, de US$ 6,2 bilhões, o segmento espacial respondeu por 0,4%, aproximadamente US$ 24,8 milhões. Já no ano passado, a indústria espacial atingiu o percentual de 0,57%, cerca de US$ 45 milhões. Os resultados de 2008 foram muito influenciados por contratos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), relacionados aos satélites CBERS 3 e 4, e ao Amazônia-1.
Embora seja muito pequena, analisando-se a receita por segmentação em cada ano, percebe-se que um crescimento contínuo da fatia da indústria espacial.
Muitas das críticas feitas pelo setor industrial espacial ao Programa Espacial Brasileiro são justas (contratos do CBERS transferidos para a China, atuação da FUNCATE, ACDH, etc.), mas a Agência Espacial Brasileira, o INPE e os programas de cooperação internacional não devem ser vistos como "vilões" absolutos. Em algumas críticas, a indústria como um todo tem lá a sua culpa (a novela do ACDH, por exemplo).
Gostem(os) ou não, no momento o programa CBERS (cooperação internacional com a China) garante boa parte das atividades (e dos empregos) da maioria das indústrias espaciais brasileiras.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Aquarius chega à Argentina
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A construção e intergração do satélite científico e de meio-ambiente argentino SAC-D está próxima de sua conclusão. No início desse mês, mais especificamente no dia 3, chegou à cidade de San Carlos de Bariloche, na Argentina, uma aeronave C-17 Globemaster III, da U.S. Air Force, procedente da cidade de Pasadena, nos EUA, trazendo um dos mais importantes instrumentos científicos do novo satélite argentino, o Aquarius (foto acima), construído pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) e pelo Goddard Space Flight Center, ambos da agência espacial norte-americana (NASA).
A construção e intergração do satélite científico e de meio-ambiente argentino SAC-D está próxima de sua conclusão. No início desse mês, mais especificamente no dia 3, chegou à cidade de San Carlos de Bariloche, na Argentina, uma aeronave C-17 Globemaster III, da U.S. Air Force, procedente da cidade de Pasadena, nos EUA, trazendo um dos mais importantes instrumentos científicos do novo satélite argentino, o Aquarius (foto acima), construído pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) e pelo Goddard Space Flight Center, ambos da agência espacial norte-americana (NASA).O Aquarius já se encontra nas instalações da empresa INVAP e deve ser em breve integrado ao satélite. Em seguida, deverá ser submetido a testes, juntamente com os outros sensores a bordo do SAC-D. Está previsto para o final desse ano o envio do satélite para o Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), localizado em São José dos Campos (SP), onde serão realizados os testes finais. Do Brasil, o satélite deve seguir para a base espacial de Vandenberg, na Califórnia, de onde será lançado por um foguete Delta II, em maio de 2010.
No web-site da CONAE, há uma pequena galeria de fotografias da chegada do instrumento norte-americano à Argentina. Para acessá-la, clique aqui.
Para mais informações sobre o projeto do SAC-D, leiam a postagem "SAC-D: o novo satélite argentino", de agosto de 2008.
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Mercado mundial de satélites entre 2009-2018
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A Euroconsult, companhia europeia especializada em pesquisas e análises sobre mercados de tecnologia espaciaç, divulgou ontem (8) o seu mais recente estudo sobre o mercado mundial de satélites para os próximos dez anos. Segundo o estudo “Satellites to be Built & Launched by 2018, World Market Survey”, até 2018 serão construídos e lançados ao espaço 1.185 satélites, um acréscimo de 50% se comparado ao número total da década passada (1999-2008), movimentando cerca de US$ 178 bilhões.
Os operadores governamentais devem responder por grande parte das encomendas. Segundo a Euroconsult, 770 satélites deverão ser encomendados por agências governamentais civis e militares, um aumento de 55% em relação à década anterior, alcançando a cifra de US$ 116 bilhões. O estudo afirma que dois terços dessas unidades deverão ser de uso civil ou dual.
O estudo destaca alguns países em que ocorre crescente uso de satélites de comunicações e de observação terrestre, citando o Brasil, ao lado de Israel, Coréia do Sul e Malásia. Menciona ainda que esses países buscam desenvolver capacidades domésticas em termos de produção e engenharia de tecnologia espacial.
Em relação ao mercado comercial, a Euroconsult destaca que o mesmo permanecerá concentrado em satélites de comunicações de órbita geoestacionária, especialmente na renovação de satélites já em operação, prevendo-se a entrada de apenas alguns poucos novos operadores. Esse segmento específico deverá absorver 235 satélites, num mercado avaliado em US$ 52 bilhões, com o pico do ciclo ocorrendo no início da década (cerca de 30 artefatos lançados por ano), seguido de redução para cerca de 20 unidades por ano até o final do período.
O estudo também prevê um crescimento em satélites comerciais de órbitas não-geoestacionárias, com uma estimativa de 180 novas unidades, frente às 104 construídas na década passada. Esse segmento do mercado é avaliado em US$ 9,5 bilhões, e deverá ser majoritariamente dominado por telecomunicações (renovação das constelações Orbcomm, Globalstar, Iridium e início de novas, como a de órbita média O3b), e sensoriamento remoto (satélites de órbita baixa como os das séries Infoterra, GeoEye, RapidEye, etc).
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A Euroconsult, companhia europeia especializada em pesquisas e análises sobre mercados de tecnologia espaciaç, divulgou ontem (8) o seu mais recente estudo sobre o mercado mundial de satélites para os próximos dez anos. Segundo o estudo “Satellites to be Built & Launched by 2018, World Market Survey”, até 2018 serão construídos e lançados ao espaço 1.185 satélites, um acréscimo de 50% se comparado ao número total da década passada (1999-2008), movimentando cerca de US$ 178 bilhões.
Os operadores governamentais devem responder por grande parte das encomendas. Segundo a Euroconsult, 770 satélites deverão ser encomendados por agências governamentais civis e militares, um aumento de 55% em relação à década anterior, alcançando a cifra de US$ 116 bilhões. O estudo afirma que dois terços dessas unidades deverão ser de uso civil ou dual.
O estudo destaca alguns países em que ocorre crescente uso de satélites de comunicações e de observação terrestre, citando o Brasil, ao lado de Israel, Coréia do Sul e Malásia. Menciona ainda que esses países buscam desenvolver capacidades domésticas em termos de produção e engenharia de tecnologia espacial.
Em relação ao mercado comercial, a Euroconsult destaca que o mesmo permanecerá concentrado em satélites de comunicações de órbita geoestacionária, especialmente na renovação de satélites já em operação, prevendo-se a entrada de apenas alguns poucos novos operadores. Esse segmento específico deverá absorver 235 satélites, num mercado avaliado em US$ 52 bilhões, com o pico do ciclo ocorrendo no início da década (cerca de 30 artefatos lançados por ano), seguido de redução para cerca de 20 unidades por ano até o final do período.
O estudo também prevê um crescimento em satélites comerciais de órbitas não-geoestacionárias, com uma estimativa de 180 novas unidades, frente às 104 construídas na década passada. Esse segmento do mercado é avaliado em US$ 9,5 bilhões, e deverá ser majoritariamente dominado por telecomunicações (renovação das constelações Orbcomm, Globalstar, Iridium e início de novas, como a de órbita média O3b), e sensoriamento remoto (satélites de órbita baixa como os das séries Infoterra, GeoEye, RapidEye, etc).
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Balanço da indústria aeroespacial em 2008
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A edição de hoje (8) do jornal "Valor Econômico" traz uma reportagem ("Setor aeroespacial vai encolher 15%") com uma espécie de balanço da indústria aeroespacial no ano passado. Segundo um levantamento feito pela Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB) e citado na reportagem, o faturamento das indústrias aeroespaciais brasileiras em 2008 foi de US$ 7,55 bilhões, um acréscimo de 20% em relação ao faturamento de 2007.
A área espacial teve a menor participação nos resultados de 2008, com vendas de US$ 45 milhões. O presidente da AIAB, Walter Bartels, fez na reportagem críticas à Agência Espacial Brasileira (AEB), que dá prioridade a programas de cooperação internacional, que, no entendimento dele, não dão resultados concretos. Reproduzimos abaixo o parágrafo que trata do desempenho do setor espacial:
"A área espacial, segundo Bartels, teve uma participação bastante pequena nos resultados do setor aeroespacial e fechou 2008 com vendas de US$ 45 milhões ou 0,57%. "O Brasil não tem uma atividade espacial significativa porque o envolvimento da indústria nos projetos ainda é muito baixo. Os institutos de pesquisa e a Agência Espacial Brasileira (AEB) priorizam os programas de cooperação internacional, que nunca dão resultados concretos", afirmou."
Para ler a reportagem na íntegra, acessem o clipping da Força Aérea Brasileira (NOTIMP).
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A edição de hoje (8) do jornal "Valor Econômico" traz uma reportagem ("Setor aeroespacial vai encolher 15%") com uma espécie de balanço da indústria aeroespacial no ano passado. Segundo um levantamento feito pela Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB) e citado na reportagem, o faturamento das indústrias aeroespaciais brasileiras em 2008 foi de US$ 7,55 bilhões, um acréscimo de 20% em relação ao faturamento de 2007.
A área espacial teve a menor participação nos resultados de 2008, com vendas de US$ 45 milhões. O presidente da AIAB, Walter Bartels, fez na reportagem críticas à Agência Espacial Brasileira (AEB), que dá prioridade a programas de cooperação internacional, que, no entendimento dele, não dão resultados concretos. Reproduzimos abaixo o parágrafo que trata do desempenho do setor espacial:
"A área espacial, segundo Bartels, teve uma participação bastante pequena nos resultados do setor aeroespacial e fechou 2008 com vendas de US$ 45 milhões ou 0,57%. "O Brasil não tem uma atividade espacial significativa porque o envolvimento da indústria nos projetos ainda é muito baixo. Os institutos de pesquisa e a Agência Espacial Brasileira (AEB) priorizam os programas de cooperação internacional, que nunca dão resultados concretos", afirmou."
Para ler a reportagem na íntegra, acessem o clipping da Força Aérea Brasileira (NOTIMP).
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domingo, 7 de junho de 2009
Programa Espacial Colombiano
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Já tratamos no blog de vários países que mantêm atividades espaciais, como o Brasil, a Argentina, o Chile, a Venezuela e o Peru. Outro país sul-americano, a Colômbia, também tem ambições nessa área, inclusive de construir um satélite próprio.
O órgão responsável por seu programa espacial é a Comisión Colombiana del Espacio (CCE), criada em julho de 2006. A CCE está a frente do “Programa de Investigación en Desarrollo Satelital y Aplicaciones en el Tema de Observación de la Tierra”, que tem como um de seus objetivos o desenvolvimento de um satélite de sensoriamento remoto, dentro de um projeto de criação de capacidade nacional para pesquisas em tecnologias e aplicações de Observação da Terra voltadas a um melhor conhecimento do território, das políticas públicas e gestão sustentável de recursos. Também participam da iniciativa outras instituições de pesquisas colombianas, como o Instituto de Hidrología, Meteorología y Estudios Ambientales (IDEAM), e o Instituto Geográfico Agustín Codazzi (IGAC), que exerce a secretaria-executiva da CCE.
O programa contempla três fases para a sua execução. A primeira consiste na estruturação do projeto e do estudo de viabilidade, aparentemente ainda não concluída; a segunda considera o desenvolvimento, construção e colocação em órbita de um satélite colombiana; e a terceira faz referência ao desenvolvimento de aplicações dos dados produzidos pelo satélite. Para a segunda fase, a CCE deverá avaliar alianças estratégicas, inclusive com atores internacionais, com o objetivo de permitir a otimização dos recursos e a sustentabilidade do projeto em longo prazo.
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Já tratamos no blog de vários países que mantêm atividades espaciais, como o Brasil, a Argentina, o Chile, a Venezuela e o Peru. Outro país sul-americano, a Colômbia, também tem ambições nessa área, inclusive de construir um satélite próprio.
O órgão responsável por seu programa espacial é a Comisión Colombiana del Espacio (CCE), criada em julho de 2006. A CCE está a frente do “Programa de Investigación en Desarrollo Satelital y Aplicaciones en el Tema de Observación de la Tierra”, que tem como um de seus objetivos o desenvolvimento de um satélite de sensoriamento remoto, dentro de um projeto de criação de capacidade nacional para pesquisas em tecnologias e aplicações de Observação da Terra voltadas a um melhor conhecimento do território, das políticas públicas e gestão sustentável de recursos. Também participam da iniciativa outras instituições de pesquisas colombianas, como o Instituto de Hidrología, Meteorología y Estudios Ambientales (IDEAM), e o Instituto Geográfico Agustín Codazzi (IGAC), que exerce a secretaria-executiva da CCE.
O programa contempla três fases para a sua execução. A primeira consiste na estruturação do projeto e do estudo de viabilidade, aparentemente ainda não concluída; a segunda considera o desenvolvimento, construção e colocação em órbita de um satélite colombiana; e a terceira faz referência ao desenvolvimento de aplicações dos dados produzidos pelo satélite. Para a segunda fase, a CCE deverá avaliar alianças estratégicas, inclusive com atores internacionais, com o objetivo de permitir a otimização dos recursos e a sustentabilidade do projeto em longo prazo.
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Eleita nova diretoria da AAB
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Na noite de ontem (4), foi eleita em assembleia geral realizada no Hotel Novotel, em São José dos Campos (SP), a nova diretoria da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Pelos próximos dois anos, a presidência da AAB ficará a cargo de Paulo Moraes Jr., engenheiro do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/CTA). Compõem ainda a nova diretoria Himilcon de Castro Carvalho, da Agência Espacial Brasileira (AEB), como vice-presidente, Jadir Gonçalves, da Fibraforte (diretor tesoureiro), Jânio Kono, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) (diretor técnico-científico), e Ediraldo Bernardi Carvalho, da Embraer (diretor secretário).
Serão suplentes: Anderson de Oliveira e Silva Junior (ITA/CTA), Célio Vaz (Orbital), Leandro Toss Hoffmann (INPE), Narumi Seito (IAE/CTA), e Ronaldo Bologna Abrão (Embraer).
Em seu discurso de posse, Moraes Jr. destacou alguns dos projetos para a sua gestão, como a continuidade da participação da Associação na organização de eventos técnicos (para esse ano, estão previstos ao menos dois), ampliação do número de associados, desenvolvimento de discussões relacionadas à política espacial, entre outras. A AAB deve participar das discussões para a revisão do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), que já foi iniciada e está a cargo da AEB.
Também ontem, foram eleitos três novos membros para o conselho deliberativo da Associação: Othon Cabo Winter (UNESP), Ricardo Luís da Rocha Carmona (IAE/CTA) e André M. Mileski (Tecnologia & Defesa), que terão um mandato de quatro anos.
Para mais informações sobre a AAB e seus propósitos, acessem http://www.aeroespacial.org.br/
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Na noite de ontem (4), foi eleita em assembleia geral realizada no Hotel Novotel, em São José dos Campos (SP), a nova diretoria da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Pelos próximos dois anos, a presidência da AAB ficará a cargo de Paulo Moraes Jr., engenheiro do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE/CTA). Compõem ainda a nova diretoria Himilcon de Castro Carvalho, da Agência Espacial Brasileira (AEB), como vice-presidente, Jadir Gonçalves, da Fibraforte (diretor tesoureiro), Jânio Kono, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) (diretor técnico-científico), e Ediraldo Bernardi Carvalho, da Embraer (diretor secretário).
Serão suplentes: Anderson de Oliveira e Silva Junior (ITA/CTA), Célio Vaz (Orbital), Leandro Toss Hoffmann (INPE), Narumi Seito (IAE/CTA), e Ronaldo Bologna Abrão (Embraer).
Em seu discurso de posse, Moraes Jr. destacou alguns dos projetos para a sua gestão, como a continuidade da participação da Associação na organização de eventos técnicos (para esse ano, estão previstos ao menos dois), ampliação do número de associados, desenvolvimento de discussões relacionadas à política espacial, entre outras. A AAB deve participar das discussões para a revisão do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), que já foi iniciada e está a cargo da AEB.
Também ontem, foram eleitos três novos membros para o conselho deliberativo da Associação: Othon Cabo Winter (UNESP), Ricardo Luís da Rocha Carmona (IAE/CTA) e André M. Mileski (Tecnologia & Defesa), que terão um mandato de quatro anos.
Para mais informações sobre a AAB e seus propósitos, acessem http://www.aeroespacial.org.br/
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Seminário sobre foguetes no IAE/CTA
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O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), localizado em São José dos Campos (SP), organizará no próximo dia 22 o 4º SIPP&D - Seminário Institucional de Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Associadas a Veículos Espaciais.
Para mais informações sobre o seminário, apoiado financeiramente pela Agência Espacial Brasileira (AEB), acessem o seu web-site. Nele, é possível encontrar informações resumidas sobre vários projetos concluídos, em andamento ou iniciados em 2009 envolvendo tecnologias associadas à lançadores espaciais.
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O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), localizado em São José dos Campos (SP), organizará no próximo dia 22 o 4º SIPP&D - Seminário Institucional de Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Associadas a Veículos Espaciais.
Para mais informações sobre o seminário, apoiado financeiramente pela Agência Espacial Brasileira (AEB), acessem o seu web-site. Nele, é possível encontrar informações resumidas sobre vários projetos concluídos, em andamento ou iniciados em 2009 envolvendo tecnologias associadas à lançadores espaciais.
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terça-feira, 2 de junho de 2009
AEB apóia desenvolvimento de software
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Software desenvolvido com apoio da AEB fornece ao Brasil nova tecnologia para captura de imagens
02/06/2009 16:13:44
O coronel aviador Nilo Sérgio de Oliveira Andrade, 47 anos de vida e 30 de aeronáutica, desenvolveu, em maio de 2009, um software capaz de gerar imagens de alta resolução do sensor radar instalado nas aeronaves R-99B utilizadas no Programa do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM). O novo programa é o resultado da tese de doutorado em Geociência pela Universidade de Brasília (UnB) defendida pelo coronel e coloca o Brasil entre os raros países, como os Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França, que desenvolveram tal tecnologia.
O sensor gerador de imagens estudado pelo coronel Andrade é um Radar de Abertura Sintética (SAR). Segundo ele, tais sensores simulam uma antena maior do que as instaladas na aeronave e “têm maior relevância para aplicações científicas, o que produzirá maior volume e diversidade de dados”. Este tipo de radar capta informações visuais tanto do solo quanto do ar em qualquer condição climática e são capazes de capturar de uma até quatro imagens simultâneas da mesma cena.
A partir de um dado bruto coletado pelo radar, o software desenvolvido pelo coronel gera imagens complexas, permite realizar correções de amplitudes e “vazamentos” de sinais (cross-talk) de uma determinada polarização (as polarizações podem ser verticais ou horizontais) em outra. Enquanto os critérios de classificação de imagens atuais baseiam-se em fatores estatísticos, o novo programa utiliza características de fase do sinal. O espectro eletromagnético de um radar utiliza letras para representar freqüências (K, X,C, S, e P). Cada letra tem um comprimento de onda diferente. O sensor trabalha nas freqüências X e L.
Diversos estudos, como a análise da umidade do solo, a identificação de alvos e monitoramento do meio ambiente podem ser feitos a partir dos resultados obtidos. “Na área de alagados da Amazônia, por exemplo, o software pode ajudar no controle de vazamentos de óleo”, explica o coronel. O programa está disponível para a UnB e o Comando da Aeronáutica (Comaer) a fim de ser utilizado e testado pelos pesquisadores dessas instituições.
A Agência Espacial Brasileira (EAB) patrocinou o desenvolvimento desse software, o que representa uma integração entre o Ministério da Ciência e Tecnologia(MCT) e o Comando da Aeronáutica.
Fonte: AEB
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Software desenvolvido com apoio da AEB fornece ao Brasil nova tecnologia para captura de imagens
02/06/2009 16:13:44
O coronel aviador Nilo Sérgio de Oliveira Andrade, 47 anos de vida e 30 de aeronáutica, desenvolveu, em maio de 2009, um software capaz de gerar imagens de alta resolução do sensor radar instalado nas aeronaves R-99B utilizadas no Programa do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM). O novo programa é o resultado da tese de doutorado em Geociência pela Universidade de Brasília (UnB) defendida pelo coronel e coloca o Brasil entre os raros países, como os Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França, que desenvolveram tal tecnologia.
O sensor gerador de imagens estudado pelo coronel Andrade é um Radar de Abertura Sintética (SAR). Segundo ele, tais sensores simulam uma antena maior do que as instaladas na aeronave e “têm maior relevância para aplicações científicas, o que produzirá maior volume e diversidade de dados”. Este tipo de radar capta informações visuais tanto do solo quanto do ar em qualquer condição climática e são capazes de capturar de uma até quatro imagens simultâneas da mesma cena.
A partir de um dado bruto coletado pelo radar, o software desenvolvido pelo coronel gera imagens complexas, permite realizar correções de amplitudes e “vazamentos” de sinais (cross-talk) de uma determinada polarização (as polarizações podem ser verticais ou horizontais) em outra. Enquanto os critérios de classificação de imagens atuais baseiam-se em fatores estatísticos, o novo programa utiliza características de fase do sinal. O espectro eletromagnético de um radar utiliza letras para representar freqüências (K, X,C, S, e P). Cada letra tem um comprimento de onda diferente. O sensor trabalha nas freqüências X e L.
Diversos estudos, como a análise da umidade do solo, a identificação de alvos e monitoramento do meio ambiente podem ser feitos a partir dos resultados obtidos. “Na área de alagados da Amazônia, por exemplo, o software pode ajudar no controle de vazamentos de óleo”, explica o coronel. O programa está disponível para a UnB e o Comando da Aeronáutica (Comaer) a fim de ser utilizado e testado pelos pesquisadores dessas instituições.
A Agência Espacial Brasileira (EAB) patrocinou o desenvolvimento desse software, o que representa uma integração entre o Ministério da Ciência e Tecnologia(MCT) e o Comando da Aeronáutica.
Fonte: AEB
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Ensaios do VLS-1
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Ensaio Funcional dos Atuadores de Separação do 1º e 2º Estágios do VLS – 1ª fase
01/06/2009
Os ensaios para qualificação do Sistema de Separação do 1º e 2º estágios do VLS foram especificados e divididos para ocorrer em 3 Fases distintas. A 1ª Fase de Ensaios foi encerrada nesta data de 27/05/2009 (veja foto), com o Ensaio Funcional dos Atuadores do Sistema.
Nessa 1ª Fase foram realizados outros ensaios não destrutivos (sem corte pirotécnico) dos atuadores, colocando-os em condições de variação de pressão e/ou massa e temperatura, para que pudesse ser observada a influência dessas variáveis no desempenho dos mesmos, por meio dos seguintes ensaios:
- estudo da carga oca (COL) de corte dos atuadores (realizado na pirotecnia);
- ensaio de estanqueidade dos atuadores;
- ensaio de vibração dos atuadores, e
- estudo da variação de pressão dos atuadores mediante variação de temperatura.
Para esse Ensaio Funcional dos Atuadores foram solicitados 160 testes, mas com e realização de extras esse total foi elevado para mais de 300.
Equipe AIE participante:
Coordenador - Tecnol. Fernando Aguiar
- Téc. Dimas Donizete
- Téc. Diego
- Téc. André Leite
Fonte: IAE/CTA
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Ensaio Funcional dos Atuadores de Separação do 1º e 2º Estágios do VLS – 1ª fase
01/06/2009
Os ensaios para qualificação do Sistema de Separação do 1º e 2º estágios do VLS foram especificados e divididos para ocorrer em 3 Fases distintas. A 1ª Fase de Ensaios foi encerrada nesta data de 27/05/2009 (veja foto), com o Ensaio Funcional dos Atuadores do Sistema.
Nessa 1ª Fase foram realizados outros ensaios não destrutivos (sem corte pirotécnico) dos atuadores, colocando-os em condições de variação de pressão e/ou massa e temperatura, para que pudesse ser observada a influência dessas variáveis no desempenho dos mesmos, por meio dos seguintes ensaios:
- estudo da carga oca (COL) de corte dos atuadores (realizado na pirotecnia);
- ensaio de estanqueidade dos atuadores;
- ensaio de vibração dos atuadores, e
- estudo da variação de pressão dos atuadores mediante variação de temperatura.
Para esse Ensaio Funcional dos Atuadores foram solicitados 160 testes, mas com e realização de extras esse total foi elevado para mais de 300.
Equipe AIE participante:
Coordenador - Tecnol. Fernando Aguiar
- Téc. Dimas Donizete
- Téc. Diego
- Téc. André Leite
Fonte: IAE/CTA
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