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Pesquisadores projetam micropropulsor para satélites em São Leopoldo
30/09/2013
Dayane Mascitti
São Leopoldo - Parcerias entre universidades e empresas pretendem criar um polo espacial no Rio Grande do Sul e colocar em órbita o primeiro satélite gaúcho. De olho nesta iniciativa, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) aposta em um ousado desafio.
Trata-se da criação de um micropropulsor que poderá ser utilizado no controle de altitude e órbita em satélites de pequeno porte. A iniciativa está sendo pesquisada e desenvolvida no Instituto de Semicondutores da Unisinos (ITT Chip) e utilizando a recém instalada infraestrutura, financiada pela Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT) do Estado com apoio da HT Micron, do Laboratório de Modelagem Elétrica Térmica e Mecânica de Módulos e Encapsulamentos e Eletrônicos (Modelab), localizada na Unisinos.
A solução para esse complexo desafio conta com a supervisão dos professores Willyan Hasenkamp, Eduardo Rhod e Celso Peter, todos envolvidos com a consolidação do ITT Chip e do Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica da Unisinos. Hasenkamp destaca que o objetivo do micropropulsor é aumentar a vida útil dos pequenos satélites no espaço ao mesmo tempo em que se desenvolve tecnologia da alto valor agregado e inovadora no País.
A ideia é buscar e expandir as parcerias já existentes com universidades, como Georgia Tech (EUA) e EPFL (Suíça), e empresas tanto nacionais como internacionais, como a AEL Sistemas.
“Neste momento, o projeto está sendo estruturado e logo iniciaremos a fase de simulação dos micropropulsores. Nossa expectativa é de obter um motor completo, para ser utilizado em satélites de pequeno porte em um prazo de quatro anos”, declara Hasenkamp.
Fonte: Jornal VS
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Seminário sobre controle de tráfego aéreo no Brasil
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Programa Sirius: Seminário apresentará novo sistema brasileiro de gerenciamento da navegação aérea
Ivan Plavetz
24/09/2013
Entre os dias 14 a 17 de outubro, será realizado na cidade do Rio de Janeiro o Seminário ATM Sirius Brasil-Impulsionando o Desenvolvimento do ATM Nacional. Trata-se de um evento cujo tema central será o novo sistema de gerenciamento de tráfego aéreo que esta sendo implantado no Brasil, dentro do conceito CNS/ATM (Communication Navigation Surveillance/Air Traffic Management). O seminário pretende focar a discussão no amplo leque de mudanças e ganhos operacionais que deverão ocorrer no ATM brasileiro nos próximos dez anos.
O programa Sírius Brasil esta sendo implantado para proporcionar maior eficiência nas operações de gerenciamento do tráfego aéreo no Brasil, logrando-se entre outras vantagens, a redução do tempo de voo, consumo de combustível, poluição do meio ambiente e ruído em torno dos aeroportos. A chamada Navegação Baseada em Performance (PBN, da sigla em inglês Performance Based Navigation), já esta em operação nas áreas terminais de Brasília e do Recife.
Ao longo do seminário, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) espera reunir empresas aéreas, associações de classe envolvidas no transporte aéreo e aviação geral, controladores de tráfego aéreo, pilotos, profissionais ligados à infraestrutura de tráfego aéreo, gerentes ATM, empresas de infraestrutura aeroportuária e instituições de ensino superior ligadas à área. A ideia é debater temas como o uso de satélites na gestão do tráfego aéreo, comunicação digital e gestão estratégica da navegação aérea.
Atualmente, para gerenciar o controle do tráfego aéreo no Brasil correspondente a uma área de 22 milhões de km², considerando o espaço territorial e sobrejacente à área oceânica, o DECEA dispõe de 41 Centros de Controle de Aproximação (APP), 59 Torres de Controle (TWR), distribuídos em cinco Regiões de Informação de Voo (FIR), cinco Centros de Controle de Área (ACC), com um total de 14 mil pessoas colaborando com o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).
As inscrições estão abertas até o dia 1°. Informações e inscrições: www.decea.gov.br/eventos/seminarioatm
Fonte: Tecnologia & Defesa.
Comentário do blog: a concepção inicial do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), do início da década de 2000, que posteriormente deu origem ao projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), tinha como missão primária o controle de tráfego aéreo, e como secundárias as capacidades em comunicações governamentais e de defesa, e meteorologia. As necessidades tanto em CNS/ATM como meteorologia ainda não foram devidamente endereçadas, e há expectativa para desdobramentos futuros nesse campo envolvendo o segmento espacial.
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Programa Sirius: Seminário apresentará novo sistema brasileiro de gerenciamento da navegação aérea
Ivan Plavetz
24/09/2013
Entre os dias 14 a 17 de outubro, será realizado na cidade do Rio de Janeiro o Seminário ATM Sirius Brasil-Impulsionando o Desenvolvimento do ATM Nacional. Trata-se de um evento cujo tema central será o novo sistema de gerenciamento de tráfego aéreo que esta sendo implantado no Brasil, dentro do conceito CNS/ATM (Communication Navigation Surveillance/Air Traffic Management). O seminário pretende focar a discussão no amplo leque de mudanças e ganhos operacionais que deverão ocorrer no ATM brasileiro nos próximos dez anos.
O programa Sírius Brasil esta sendo implantado para proporcionar maior eficiência nas operações de gerenciamento do tráfego aéreo no Brasil, logrando-se entre outras vantagens, a redução do tempo de voo, consumo de combustível, poluição do meio ambiente e ruído em torno dos aeroportos. A chamada Navegação Baseada em Performance (PBN, da sigla em inglês Performance Based Navigation), já esta em operação nas áreas terminais de Brasília e do Recife.
Ao longo do seminário, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) espera reunir empresas aéreas, associações de classe envolvidas no transporte aéreo e aviação geral, controladores de tráfego aéreo, pilotos, profissionais ligados à infraestrutura de tráfego aéreo, gerentes ATM, empresas de infraestrutura aeroportuária e instituições de ensino superior ligadas à área. A ideia é debater temas como o uso de satélites na gestão do tráfego aéreo, comunicação digital e gestão estratégica da navegação aérea.
Atualmente, para gerenciar o controle do tráfego aéreo no Brasil correspondente a uma área de 22 milhões de km², considerando o espaço territorial e sobrejacente à área oceânica, o DECEA dispõe de 41 Centros de Controle de Aproximação (APP), 59 Torres de Controle (TWR), distribuídos em cinco Regiões de Informação de Voo (FIR), cinco Centros de Controle de Área (ACC), com um total de 14 mil pessoas colaborando com o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).
As inscrições estão abertas até o dia 1°. Informações e inscrições: www.decea.gov.br/eventos/seminarioatm
Fonte: Tecnologia & Defesa.
Comentário do blog: a concepção inicial do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), do início da década de 2000, que posteriormente deu origem ao projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), tinha como missão primária o controle de tráfego aéreo, e como secundárias as capacidades em comunicações governamentais e de defesa, e meteorologia. As necessidades tanto em CNS/ATM como meteorologia ainda não foram devidamente endereçadas, e há expectativa para desdobramentos futuros nesse campo envolvendo o segmento espacial.
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"O Instituto de Direito Espacial de Beijing", artigo de José Monserrat Filho
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O Instituto de Direito Espacial de Beijing
José Monserrat Filho *
Um dos destaques no recente 64º Congresso Internacional de Astronáutica – realizado na capital da China, de 23 a 27 de setembro de 2013 – foi a ativa participação do Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing (BIT, na sigla em inglês). Trata-se de novo e moderno centro de ensino e pesquisa sobre direito aeronáutico e direito espacial, fundado pelo Instituto Tecnológico de Beijing, uma das instituições mais respeitadas no país e no exterior, cujas bases foram lançadas em 1940 – antes, portanto, do triunfo da revolução chinesa, em outubro de 1949.
Criado em novembro de 2006, o Instituto de Direito Espacial conta hoje com cinco pesquisadores do mais alto nível, entre eles dois professores titulares, dois professores associados e um conferencista (lecturer), todos com doutorado e pós doutorado. E mantém ampla rede de cooperação com centros internacionais de reconhecido prestígio acadêmico em ambos os ramos do direito.
Em apenas sete anos, concluiu dez projetos de escala nacional e local, patrocinados pelo Fundo Nacional de Ciências Sociais, pela Fundação de Humanidades e Ciências Sociais do Ministério da Educação da China e pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Indústria Nacional de Defesa. Ademais, responde pela elaboração das leis da área civil da indústria aeronáutica do país.
Desde 2008, edita o Anuário Chinês de Direito Espacial, bem como a coluna sobre temas de Direito Aeronáutico e Direito Espacial da revista do Instituto Tecnológico de Beijing. Publicou mais de 40 artigos e resenhas em periódicos e revistas desses ramos do direito. Sua biblioteca já dispõe de mais de dois mil volumes sobre a matéria e cresce continuamente.
Sempre buscando combinar ensino e pesquisa, promove cursos para estudantes de graduação e pós-graduação sobre “Juri Simulado de Direito Espacial Internacional”, “Direito Espacial Internacional” e “Direito Aeronáutico e Espacial Internacional”. A partir de 2007, seus alunos de pós-graduação vêm participando com louvor nas rodadas da região Ásia-Pacífico da competição do Juri Simulado Manfred Lachs, promovido anualmente pelo Instituto Internacional de Direito Espacial desde o início dos anos 90.
O Diretor do Instituto, Prof. Li Shouping, concluiu seu pós-doutorado no Centro de Pesquisa de Questões Europeias da Universidade Fudan, China. A seguir, foi pesquisador visitante na Faculdade de Direito da Universidade de Aberdeen, Escócia, e no Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA.
Seus três professores visitantes permanentes são Stephan Hobe, Professor de Direito Internacional Público, Direito Europeu e Direito Econômico Internacional e Europeu, e Diretor do Instituto de Direito Aeronáutico e Direito Espacial da Universidade de Colônia, Alemanha; Joanne Irene Gabrynowicz, Professora de Direito Espacial e Diretora do Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA, além de editora do “Journal of Space Law” (Revista de Direito Espacial) do referido centro; e Kim Douhuan, Presidente Honorário da Associação Coreana de Direito Aeronáutico e do Espaço da Coreia do Sul, pesquisador visitante da Universidade do Japão e Professor Honorário da Universidade da Índia.
Outros professores visitantes já proferiram conferências no Instituto de Direito Espacial de Beijing, como a Profª Tanja Masson-Zwaan, Diretora do Centro de Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade de Leiden, Países Baixos, e Presidente do Instituto Internacional de Direito Espacial; a Profª Satsuko Aoki, da Universidade de Keio, Japão; e o Professor Ram Jakhu, Diretor do Instituto de Direito Espacial e Aeronáutico da Universidade McGill de Montreal, Canadá, entre outros.
Contraste chocante surgiu neste 64º Congresso Internacional de Astronáutica na China, ao se tomar conhecimento da seguinte notícia: enquanto o Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing cresce e se desenvolve de vento em popa, o tradicional e conceituado Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA, está para fechar suas portas por absoluta falta de apoio do poder público.
* Vice-Presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA), Diretor Honorário do Instituto Internacional de Direito Espacial e, atualmente, Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Comentário do blog: Como parte da comitiva da AEB no 64º Congresso Internacional de Astronáutica, o Prof. José Monserrat Filho realizou uma apresentação sobre a necessidade de que haja uma estrutura filosófica no Direito Espacial (leia o press release aqui).
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O Instituto de Direito Espacial de Beijing
José Monserrat Filho *
Um dos destaques no recente 64º Congresso Internacional de Astronáutica – realizado na capital da China, de 23 a 27 de setembro de 2013 – foi a ativa participação do Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing (BIT, na sigla em inglês). Trata-se de novo e moderno centro de ensino e pesquisa sobre direito aeronáutico e direito espacial, fundado pelo Instituto Tecnológico de Beijing, uma das instituições mais respeitadas no país e no exterior, cujas bases foram lançadas em 1940 – antes, portanto, do triunfo da revolução chinesa, em outubro de 1949.
Criado em novembro de 2006, o Instituto de Direito Espacial conta hoje com cinco pesquisadores do mais alto nível, entre eles dois professores titulares, dois professores associados e um conferencista (lecturer), todos com doutorado e pós doutorado. E mantém ampla rede de cooperação com centros internacionais de reconhecido prestígio acadêmico em ambos os ramos do direito.
Em apenas sete anos, concluiu dez projetos de escala nacional e local, patrocinados pelo Fundo Nacional de Ciências Sociais, pela Fundação de Humanidades e Ciências Sociais do Ministério da Educação da China e pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Indústria Nacional de Defesa. Ademais, responde pela elaboração das leis da área civil da indústria aeronáutica do país.
Desde 2008, edita o Anuário Chinês de Direito Espacial, bem como a coluna sobre temas de Direito Aeronáutico e Direito Espacial da revista do Instituto Tecnológico de Beijing. Publicou mais de 40 artigos e resenhas em periódicos e revistas desses ramos do direito. Sua biblioteca já dispõe de mais de dois mil volumes sobre a matéria e cresce continuamente.
Sempre buscando combinar ensino e pesquisa, promove cursos para estudantes de graduação e pós-graduação sobre “Juri Simulado de Direito Espacial Internacional”, “Direito Espacial Internacional” e “Direito Aeronáutico e Espacial Internacional”. A partir de 2007, seus alunos de pós-graduação vêm participando com louvor nas rodadas da região Ásia-Pacífico da competição do Juri Simulado Manfred Lachs, promovido anualmente pelo Instituto Internacional de Direito Espacial desde o início dos anos 90.
O Diretor do Instituto, Prof. Li Shouping, concluiu seu pós-doutorado no Centro de Pesquisa de Questões Europeias da Universidade Fudan, China. A seguir, foi pesquisador visitante na Faculdade de Direito da Universidade de Aberdeen, Escócia, e no Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA.
Seus três professores visitantes permanentes são Stephan Hobe, Professor de Direito Internacional Público, Direito Europeu e Direito Econômico Internacional e Europeu, e Diretor do Instituto de Direito Aeronáutico e Direito Espacial da Universidade de Colônia, Alemanha; Joanne Irene Gabrynowicz, Professora de Direito Espacial e Diretora do Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA, além de editora do “Journal of Space Law” (Revista de Direito Espacial) do referido centro; e Kim Douhuan, Presidente Honorário da Associação Coreana de Direito Aeronáutico e do Espaço da Coreia do Sul, pesquisador visitante da Universidade do Japão e Professor Honorário da Universidade da Índia.
Outros professores visitantes já proferiram conferências no Instituto de Direito Espacial de Beijing, como a Profª Tanja Masson-Zwaan, Diretora do Centro de Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade de Leiden, Países Baixos, e Presidente do Instituto Internacional de Direito Espacial; a Profª Satsuko Aoki, da Universidade de Keio, Japão; e o Professor Ram Jakhu, Diretor do Instituto de Direito Espacial e Aeronáutico da Universidade McGill de Montreal, Canadá, entre outros.
Contraste chocante surgiu neste 64º Congresso Internacional de Astronáutica na China, ao se tomar conhecimento da seguinte notícia: enquanto o Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing cresce e se desenvolve de vento em popa, o tradicional e conceituado Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA, está para fechar suas portas por absoluta falta de apoio do poder público.
* Vice-Presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA), Diretor Honorário do Instituto Internacional de Direito Espacial e, atualmente, Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Comentário do blog: Como parte da comitiva da AEB no 64º Congresso Internacional de Astronáutica, o Prof. José Monserrat Filho realizou uma apresentação sobre a necessidade de que haja uma estrutura filosófica no Direito Espacial (leia o press release aqui).
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Notícias da ACS e do Cyclone 4
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O blog "On Space", da publicação Aviation Week & Space Technology, recentemente publicou uma pequena nota ("Ukraine, Brazil Prepare for 2015 Cyclone 4 Launch") sobre o projeto binacional da Alcântara Cyclone Space (ACS), que tem por objetivo explorar comercialmente o foguete Cyclone 4 a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.
Em sua maioria, as informações citadas na postagem não são novas, mas há algumas interessantes. O texto, que cita o diretor comercial da ACS, Sergiy Gunchenkov, fala sobre a ideia de, gradualmente, aumentar a performance do Cyclone 4 para 2.200 kg (hoje, próxima de 1.700 kg) em órbita de transferência geoestacionária (GTO), a um custo por lançamento entre 50 e 55 milhões de dólares. Não há, porém, qualquer comentário sobre como esta performance poderia ser aprimorada. No passado, foi considerada a ideia da utilização de propulsores de combustível sólido S43, que equipam o VLS-1, como strap-on boosters no primeiro estágio do lançador ucraniano (ver a postagem "Booster S43 para o Cyclone 4: uma possibilidade", de maio de 2010). Obviamente, tal aprimoramento teria um custo nada desprezível.
Missões em órbita baixa como nicho?
"Originalmente, nós estávamos planejando enfocar em LEO [low earth orbit, órbita baixa) apenas. Mas agora, como estamos vendo o crescimento dos satélites de propulsão elétrica, estamos trabalhando para aumentar a capacidade de carga,", disse Gunchenkov. A afirmação é, no mínimo, curiosa.
Muito embora o plano de negócios da binacional jamais tenha sido divulgado ao público, a origem da ACS levou em especial consideração o segmento de satélites geoestacionários. Considerou também missões no segmento MEO (medium earth orbit), particularmente por causa de constelações como das redes Iridium, Globalstar e, mais recentemente, O3b. Fato é que, se realmente a ACS tivesse considerado desde o início o nicho LEO, teria havido, no mínimo, uma falha de marketing ao se enfatizar sua capacidade em missões GTO (1.600 a 1.800 kg), e não no segmento LEO (5.500 kg em órbita circular a 500 km de altitude).
Aliás, se o nicho de lançamentos geoestacionários já é bastante complicado, não se pode afirmar algo diferente do segmento de órbita baixa. De fato, há muito mais concorrência neste nicho, com operadores europeus (Vega), russos (Dnepr, Rockot), chineses (Longa Marcha), americanos (SpaceX, Orbital, etc.), indianos (PSLV), entre outros. E algo que conta desfavoravelmente ao Cyclone 4 é sua capacidade para missões LEO, superior a 5.000 kg, exigindo satélites de grande porte nesta faixa de órbita (algo ultimamente bastante raro), ou voos com múltiplas cargas úteis.
Voo em 2015?
Ainda, de acordo com a nota, a infraestrutura para a operação do Cyclone 4 em Alcântara encontra-se 48% completa. A expectativa da ACS é que a construção do sítio espacial seja finalizada no ano que vem, com testes em solo com o lançador previstos para o início de 2015, e um lançamento no final do mesmo ano. O desenvolvimento do veículo lançador, aliás, já teria atingido 76% de execução, com 73% do total de testes já realizados.
Segundo as últimas notícias publicadas, as obras civis no CLA continuam paralisadas e, ao menos, publicamente, não há informações sobre sua retomada. Ainda, havia expectativa de que na visita de Estado da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos, programada para outubro e cancelada em razão do imbróglio de espionagem, seria finalmente assinado um acordo de salvaguardas tecnológicas entre os dois países. Este acordo, em tese, viabilizaria que satélites norte-americanos ou com componentes de origem americana pudessem ser lançados a partir do centro brasileiro.
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O blog "On Space", da publicação Aviation Week & Space Technology, recentemente publicou uma pequena nota ("Ukraine, Brazil Prepare for 2015 Cyclone 4 Launch") sobre o projeto binacional da Alcântara Cyclone Space (ACS), que tem por objetivo explorar comercialmente o foguete Cyclone 4 a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.
Em sua maioria, as informações citadas na postagem não são novas, mas há algumas interessantes. O texto, que cita o diretor comercial da ACS, Sergiy Gunchenkov, fala sobre a ideia de, gradualmente, aumentar a performance do Cyclone 4 para 2.200 kg (hoje, próxima de 1.700 kg) em órbita de transferência geoestacionária (GTO), a um custo por lançamento entre 50 e 55 milhões de dólares. Não há, porém, qualquer comentário sobre como esta performance poderia ser aprimorada. No passado, foi considerada a ideia da utilização de propulsores de combustível sólido S43, que equipam o VLS-1, como strap-on boosters no primeiro estágio do lançador ucraniano (ver a postagem "Booster S43 para o Cyclone 4: uma possibilidade", de maio de 2010). Obviamente, tal aprimoramento teria um custo nada desprezível.
Missões em órbita baixa como nicho?
"Originalmente, nós estávamos planejando enfocar em LEO [low earth orbit, órbita baixa) apenas. Mas agora, como estamos vendo o crescimento dos satélites de propulsão elétrica, estamos trabalhando para aumentar a capacidade de carga,", disse Gunchenkov. A afirmação é, no mínimo, curiosa.
Muito embora o plano de negócios da binacional jamais tenha sido divulgado ao público, a origem da ACS levou em especial consideração o segmento de satélites geoestacionários. Considerou também missões no segmento MEO (medium earth orbit), particularmente por causa de constelações como das redes Iridium, Globalstar e, mais recentemente, O3b. Fato é que, se realmente a ACS tivesse considerado desde o início o nicho LEO, teria havido, no mínimo, uma falha de marketing ao se enfatizar sua capacidade em missões GTO (1.600 a 1.800 kg), e não no segmento LEO (5.500 kg em órbita circular a 500 km de altitude).
Aliás, se o nicho de lançamentos geoestacionários já é bastante complicado, não se pode afirmar algo diferente do segmento de órbita baixa. De fato, há muito mais concorrência neste nicho, com operadores europeus (Vega), russos (Dnepr, Rockot), chineses (Longa Marcha), americanos (SpaceX, Orbital, etc.), indianos (PSLV), entre outros. E algo que conta desfavoravelmente ao Cyclone 4 é sua capacidade para missões LEO, superior a 5.000 kg, exigindo satélites de grande porte nesta faixa de órbita (algo ultimamente bastante raro), ou voos com múltiplas cargas úteis.
Voo em 2015?
Ainda, de acordo com a nota, a infraestrutura para a operação do Cyclone 4 em Alcântara encontra-se 48% completa. A expectativa da ACS é que a construção do sítio espacial seja finalizada no ano que vem, com testes em solo com o lançador previstos para o início de 2015, e um lançamento no final do mesmo ano. O desenvolvimento do veículo lançador, aliás, já teria atingido 76% de execução, com 73% do total de testes já realizados.
Segundo as últimas notícias publicadas, as obras civis no CLA continuam paralisadas e, ao menos, publicamente, não há informações sobre sua retomada. Ainda, havia expectativa de que na visita de Estado da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos, programada para outubro e cancelada em razão do imbróglio de espionagem, seria finalmente assinado um acordo de salvaguardas tecnológicas entre os dois países. Este acordo, em tese, viabilizaria que satélites norte-americanos ou com componentes de origem americana pudessem ser lançados a partir do centro brasileiro.
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Próximas missões em Alcântara: VS-30 e VLS-1 VSISNAV
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Reproduzimos abaixo uma nota divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), sobre uma reunião no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, para a discussão das próximas missões de lançamento a serem realizadas a partir do centro. Há informações interessantes sobre um voo do foguete de sondagem VS-30, previsto para dezembro, e também sobre a missão do VLS-1 VSISNAV, programada para o segundo semestre de 2014 (destaques em negrito feitos pelo blog):
Integrantes do DCTA se reúnem em Alcântara para debates sobre a área Espacial
Brasília 27 de Setembro de 2013 - O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) recebeu entre os dias 23 e 27/9 integrantes da área espacial ligados ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em reuniões técnicas. Ao todo, 44 especialistas de níveis superior e técnico, civis e militares do setor participam da segunda reunião no ano do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL 2/ 2013). No encontro, ocorreu a primeira Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) da Operação Raposa, que objetiva o lançamento do veículo de sondagem VS-30 em dezembro próximo a partir de Alcântara.
No encontro, também foi apresentado o cronograma de lançamentos realizados e previstos no Programa Espacial Brasileiro para este e o próximo ano tanto no Brasil quanto no exterior e repassadas informações sobre a Operação Raposa, que terá, pela primeira vez, no país, o lançamento de um veículo espacial com uma carga útil (módulo com experimentos), que é um motor a propelente líquido que será ingnitado em voo. A expectativa é que em 2014 sejam realizados durante a Operação Santa Bárbara I testes com um mock-up (protótipo) do VLS e suas redes elétricas na nova Torre Móvel de Integração (TMI), a plataforma de lançamento do veículo em Alcântara. No segundo semestre, a equipe trabalha para que seja realizado o lançamento do veículo denominado VLS-1 VSISNAV. Na ocasião, devem ser testada toda a parte baixa do veículo (1º e 2º fases), incluindo a ignição e separação dos estágios e seus sistemas de navegação e destruição remota em voo. Esta operação deve se chamar Santa Bárbara II. Na época, a missão completa do VLS ainda não será realizada, porque não levará satélite a bordo para ser colocado em órbita e apenas 1º e 2º estágios do veículo estarão carregados de combustível.
Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer e discutir os Projetos do Foguetes de Treinamento (FOGTREIN) – FTB e FTI, Projeto Cyclone-4, Programa Microgravidade, estudos para o lançamento do VS-40/SARA Suborbital, situação das obras do CLA e impacto em futuros lançamentos.
Fonte: DCTA, via website da AEB.
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Reproduzimos abaixo uma nota divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), sobre uma reunião no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, para a discussão das próximas missões de lançamento a serem realizadas a partir do centro. Há informações interessantes sobre um voo do foguete de sondagem VS-30, previsto para dezembro, e também sobre a missão do VLS-1 VSISNAV, programada para o segundo semestre de 2014 (destaques em negrito feitos pelo blog):
Integrantes do DCTA se reúnem em Alcântara para debates sobre a área Espacial
Brasília 27 de Setembro de 2013 - O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) recebeu entre os dias 23 e 27/9 integrantes da área espacial ligados ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em reuniões técnicas. Ao todo, 44 especialistas de níveis superior e técnico, civis e militares do setor participam da segunda reunião no ano do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL 2/ 2013). No encontro, ocorreu a primeira Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) da Operação Raposa, que objetiva o lançamento do veículo de sondagem VS-30 em dezembro próximo a partir de Alcântara.
No encontro, também foi apresentado o cronograma de lançamentos realizados e previstos no Programa Espacial Brasileiro para este e o próximo ano tanto no Brasil quanto no exterior e repassadas informações sobre a Operação Raposa, que terá, pela primeira vez, no país, o lançamento de um veículo espacial com uma carga útil (módulo com experimentos), que é um motor a propelente líquido que será ingnitado em voo. A expectativa é que em 2014 sejam realizados durante a Operação Santa Bárbara I testes com um mock-up (protótipo) do VLS e suas redes elétricas na nova Torre Móvel de Integração (TMI), a plataforma de lançamento do veículo em Alcântara. No segundo semestre, a equipe trabalha para que seja realizado o lançamento do veículo denominado VLS-1 VSISNAV. Na ocasião, devem ser testada toda a parte baixa do veículo (1º e 2º fases), incluindo a ignição e separação dos estágios e seus sistemas de navegação e destruição remota em voo. Esta operação deve se chamar Santa Bárbara II. Na época, a missão completa do VLS ainda não será realizada, porque não levará satélite a bordo para ser colocado em órbita e apenas 1º e 2º estágios do veículo estarão carregados de combustível.
Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer e discutir os Projetos do Foguetes de Treinamento (FOGTREIN) – FTB e FTI, Projeto Cyclone-4, Programa Microgravidade, estudos para o lançamento do VS-40/SARA Suborbital, situação das obras do CLA e impacto em futuros lançamentos.
Fonte: DCTA, via website da AEB.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Entrevista do presidente da AEB ao "Conexão Ciência"
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Programa Espacial Brasileiro é tema do Conexão Ciência
24/09/2013
As atividades espaciais desenvolvidas no Brasil é assunto do programa Conexão Ciência desta terça-feira (24). O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, fala sobre as dificuldades do setor, o trabalho que vem sendo realizado para atender as mais variadas demandas e as perspectivas de futuro para área.
O Conexão Ciência é produzido em parceria pela Embrapa e a NBR e vai ao ar toda terça-feira na TV do Governo Federal, às 20h30min. O programa também pode ser assistido pelo canal da NBR no Youtube (http://www.youtube.com/user/TVNBR). Saiba como sintonizar a NBR na página da EBC Serviços na internet (http://conteudo.ebcservicos.com.br/veiculos/nbr/como-assistir).
Fonte: Embrapa.
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Programa Espacial Brasileiro é tema do Conexão Ciência
24/09/2013
As atividades espaciais desenvolvidas no Brasil é assunto do programa Conexão Ciência desta terça-feira (24). O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, fala sobre as dificuldades do setor, o trabalho que vem sendo realizado para atender as mais variadas demandas e as perspectivas de futuro para área.
O Conexão Ciência é produzido em parceria pela Embrapa e a NBR e vai ao ar toda terça-feira na TV do Governo Federal, às 20h30min. O programa também pode ser assistido pelo canal da NBR no Youtube (http://www.youtube.com/user/TVNBR). Saiba como sintonizar a NBR na página da EBC Serviços na internet (http://conteudo.ebcservicos.com.br/veiculos/nbr/como-assistir).
Fonte: Embrapa.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Tupac Katari atrai interesse regional
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Em declarações dadas à imprensa local, o diretor da Agência Boliviana Espacial (ABE), Iván Zambrana, afirmou que empresas do Equador, Peru e Paraguai demonstraram interesse em comprar parte da capacidade do satélite de comunicações Tupac Katari, que deve ser lançado ao espaço no próximo mês de dezembro.
No final de 2012, Zambrana já havia declarado que o governo esperava vender até 20% da capacidade do satélite para países vizinhos. No mercado local, a estatal boliviana Entel firmou contrato para adquirir parte da capacidade, e há negociações com outras operadoras locais.
O diretor da ABE também destacou que a cobertura do satélite permitirá que sua capacidade seja vendida à operadores na Argentina, no sul do Peru, e partes do Paraguai, Brasil e Equador, entre outros (veja a área de cobertura clicando aqui). O Tupac Katari contará com transpônderes em banda C, Ku e Ka.
A expectativa do governo boliviano é que o Tupac Katari, que custou cerca de 295 milhões de dólares, tenha todo o seu investimento recuperado em seus dez primeiros anos de operação, e nos cinco últimos anos de sua vida útil, gere retorno econômico.
O Tupac Katari, que está sendo construído na China pela China Great Wall Industry Corporation (CGWIC), será o primeiro satélite da Bolívia, e espera-se que entre em operação comercial em maio de 2014, cinco meses após a sua colocação em órbita.
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Em declarações dadas à imprensa local, o diretor da Agência Boliviana Espacial (ABE), Iván Zambrana, afirmou que empresas do Equador, Peru e Paraguai demonstraram interesse em comprar parte da capacidade do satélite de comunicações Tupac Katari, que deve ser lançado ao espaço no próximo mês de dezembro.
No final de 2012, Zambrana já havia declarado que o governo esperava vender até 20% da capacidade do satélite para países vizinhos. No mercado local, a estatal boliviana Entel firmou contrato para adquirir parte da capacidade, e há negociações com outras operadoras locais.
O diretor da ABE também destacou que a cobertura do satélite permitirá que sua capacidade seja vendida à operadores na Argentina, no sul do Peru, e partes do Paraguai, Brasil e Equador, entre outros (veja a área de cobertura clicando aqui). O Tupac Katari contará com transpônderes em banda C, Ku e Ka.
A expectativa do governo boliviano é que o Tupac Katari, que custou cerca de 295 milhões de dólares, tenha todo o seu investimento recuperado em seus dez primeiros anos de operação, e nos cinco últimos anos de sua vida útil, gere retorno econômico.
O Tupac Katari, que está sendo construído na China pela China Great Wall Industry Corporation (CGWIC), será o primeiro satélite da Bolívia, e espera-se que entre em operação comercial em maio de 2014, cinco meses após a sua colocação em órbita.
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Falha de VS-30 em missão na Noruega
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NOTA DO IAE: Lançamento do Veículo VS-30/IO V09
Campo Montenegro, 23/09/2013
O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) informa que durante o lançamento do veículo VS-30/IO V09, ocorrido no dia 18 de setembro, transportando a carga-útil SCRAMSPACE 1, a partir de Andoya Rocket Range (ARR), na Noruega, ocorreu uma falha que levou ao não cumprimento da missão. As causas da falha ainda estão sendo investigadas por uma comissão formada por membros do IAE, DLR (Alemanha), ARR (Noruega), Norsk Romsenter (Noruega) e DSTO (Australia). O veículo VS-30/IO tem como primeiro estágio o propulsor S30, desenvolvido pelo IAE, e como segundo estágio o propulsor Improved Orion, de origem norte-americana.
Fonte: IAE/DCTA, com edição do blog Panorama Espacial.
Nota do blog: a missão de pesquisa SCRAMSPACE, de voo hipersônico (até 8 vezes a velocidade do som), era liderada pela University of Queensland, da Austrália. De acordo com informações divulgadas em nota pela universidade, aparentemente houve a separação dos dois estágios, que caíram no mar.
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NOTA DO IAE: Lançamento do Veículo VS-30/IO V09
Campo Montenegro, 23/09/2013
O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) informa que durante o lançamento do veículo VS-30/IO V09, ocorrido no dia 18 de setembro, transportando a carga-útil SCRAMSPACE 1, a partir de Andoya Rocket Range (ARR), na Noruega, ocorreu uma falha que levou ao não cumprimento da missão. As causas da falha ainda estão sendo investigadas por uma comissão formada por membros do IAE, DLR (Alemanha), ARR (Noruega), Norsk Romsenter (Noruega) e DSTO (Australia). O veículo VS-30/IO tem como primeiro estágio o propulsor S30, desenvolvido pelo IAE, e como segundo estágio o propulsor Improved Orion, de origem norte-americana.
Fonte: IAE/DCTA, com edição do blog Panorama Espacial.
Nota do blog: a missão de pesquisa SCRAMSPACE, de voo hipersônico (até 8 vezes a velocidade do som), era liderada pela University of Queensland, da Austrália. De acordo com informações divulgadas em nota pela universidade, aparentemente houve a separação dos dois estágios, que caíram no mar.
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domingo, 22 de setembro de 2013
AEB no 64º Congresso Internacional de Astronáutica
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AEB participa de congresso internacional de astronáutica
Brasília 20 de Setembro de 2013 - O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, participa em Beijing, na China, do 64º Congresso Internacional de Astronáutica (IAC, na sigla em inglês), que se realiza de segunda (23) a sexta-feira (27) próximas com o tema central Espaço para a Promoção do Desenvolvimento dos Benefícios da Humanidade.
Promovido pela Federação Astronáutica Internacional (IAF, na sigla em inglês), o evento reúne dirigente de agências espaciais de diversos países, pesquisadores e especialistas em questões ligadas ao espaço. Realizado anualmente, o evento também propicia, além da troca de experiência, encontro para proposição de parcerias e atividades conjuntas.
Na segunda-feira (23) a tarde, Braga Coelho acompanha a sessão plenária 1, que reúne chefes de agências espaciais para apresentação do estágio de desenvolvimento de algumas delas. À noite o presidente da AEB é um dos palestrantes da sessão plenária 2, que discute O Desenvolvimento e Perspectivas de Atividades Espaciais da China.
Também faz parte da agenda do presidente encontro com integrantes da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast, na sigla em inglês), para tratar do lançamento do quarto satélite da série Cbers (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres). Desenvolvido em parceria com a China, o Cbers-3 tem lançamento previsto para a última semana de novembro próximo.
Acompanha Braga Coelho o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, José Monserrat Filho, que na sexta-feira (27) participa de uma das sessões técnicas apresentando o tema Por que uma Filosofia do Direito Espacial Internacional? Nesse encontro são abordados os aspectos jurídicos mais recentes envolvendo as atividades espaciais.
Fonte: CCS/AEB
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AEB participa de congresso internacional de astronáutica
Brasília 20 de Setembro de 2013 - O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, participa em Beijing, na China, do 64º Congresso Internacional de Astronáutica (IAC, na sigla em inglês), que se realiza de segunda (23) a sexta-feira (27) próximas com o tema central Espaço para a Promoção do Desenvolvimento dos Benefícios da Humanidade.
Promovido pela Federação Astronáutica Internacional (IAF, na sigla em inglês), o evento reúne dirigente de agências espaciais de diversos países, pesquisadores e especialistas em questões ligadas ao espaço. Realizado anualmente, o evento também propicia, além da troca de experiência, encontro para proposição de parcerias e atividades conjuntas.
Na segunda-feira (23) a tarde, Braga Coelho acompanha a sessão plenária 1, que reúne chefes de agências espaciais para apresentação do estágio de desenvolvimento de algumas delas. À noite o presidente da AEB é um dos palestrantes da sessão plenária 2, que discute O Desenvolvimento e Perspectivas de Atividades Espaciais da China.
Também faz parte da agenda do presidente encontro com integrantes da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast, na sigla em inglês), para tratar do lançamento do quarto satélite da série Cbers (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres). Desenvolvido em parceria com a China, o Cbers-3 tem lançamento previsto para a última semana de novembro próximo.
Acompanha Braga Coelho o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, José Monserrat Filho, que na sexta-feira (27) participa de uma das sessões técnicas apresentando o tema Por que uma Filosofia do Direito Espacial Internacional? Nesse encontro são abordados os aspectos jurídicos mais recentes envolvendo as atividades espaciais.
Fonte: CCS/AEB
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sábado, 21 de setembro de 2013
Bolsas de estudos do Ciência sem Fronteiras
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CsF para área aeroespacial tem mais de 80 bolsas do CNPq
Brasília 20 de Setembro de 2013 - Chamada pública lançada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lança a Chamada Pública 50/2013 para oferta de bolsas Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), de Pós-doutorado no Exterior (PDE) e de Doutorado no Exterior (GDE), direcionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial brasileiro no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) oferta bolsas de estudo nas modalidades Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), Pós-doutorado no Exterior (PDE) e Doutorado no Exterior (GDE), direcionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).
Serão concedidas até 25 bolsas de PDE, pelo período de seis a 12 meses cada, podendo ser prorrogada desde que não ultrapasse o total de 24 meses; até 42 bolsas para GDE, por 36 meses cada, podendo ser prorrogada por até 12 meses; e até 19 bolsas de SWE, pelo período de três a 12 meses cada.
Há ainda oportunidades para pós-graduação, a chamada terá oferta de bolsas para Atração de Jovens Talentos (BJT), por até 36 meses cada, e Pesquisador Visitante Especial (PVE), também pelo mesmo período, sem direito à prorrogação.
A chamada teve investimentos no total de R$ 15.855.300 e objetiva promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, em consonância com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até 29 de outubro próximo, às 23h59, horário de Brasília (DF), data limite de submissão das propostas. A divulgação dos resultados será feita a partir de novembro próximo e publicada no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet.
Fonte: CNPq
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CsF para área aeroespacial tem mais de 80 bolsas do CNPq
Brasília 20 de Setembro de 2013 - Chamada pública lançada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lança a Chamada Pública 50/2013 para oferta de bolsas Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), de Pós-doutorado no Exterior (PDE) e de Doutorado no Exterior (GDE), direcionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial brasileiro no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) oferta bolsas de estudo nas modalidades Doutorado Sanduíche no Exterior (SWE), Pós-doutorado no Exterior (PDE) e Doutorado no Exterior (GDE), direcionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).
Serão concedidas até 25 bolsas de PDE, pelo período de seis a 12 meses cada, podendo ser prorrogada desde que não ultrapasse o total de 24 meses; até 42 bolsas para GDE, por 36 meses cada, podendo ser prorrogada por até 12 meses; e até 19 bolsas de SWE, pelo período de três a 12 meses cada.
Há ainda oportunidades para pós-graduação, a chamada terá oferta de bolsas para Atração de Jovens Talentos (BJT), por até 36 meses cada, e Pesquisador Visitante Especial (PVE), também pelo mesmo período, sem direito à prorrogação.
A chamada teve investimentos no total de R$ 15.855.300 e objetiva promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, em consonância com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até 29 de outubro próximo, às 23h59, horário de Brasília (DF), data limite de submissão das propostas. A divulgação dos resultados será feita a partir de novembro próximo e publicada no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet.
Fonte: CNPq
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